array_files=new Array();
array_files[0]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/101P_HBP.pdf","1899-12-30","1199K"," 100 Perguntas sobre Hiperplasia Benigna da Próstata","hiperplasia benigna da próstata, HBP","A hiperplasia benigna da próstata (HBP) é uma das doenças mais frequentes nos homens com mais de 50 anos, estimando-se que a prevalência histológica desta patologia seja superior a 50% aos 60 anos e que atinja os 90% aos 85 anos. Clinicamente, caracteriza-se pelo aumento do volume da glândula prostática, o que gera obstrução do fluxo urinário e, em consequência disso, sobrevém uma série de sintomas no tracto urinário inferior (LUTS), muito incómodos para o paciente, e que podem ser reunidos em dois grandes grupos: sintomas obstrutivos e sintomas irritantes.","Dr. Francisco Rolo Presidente da Associação Portuguesa de Urologia Índice 1. INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 2. ANATOMIA E FISIOLOGIA DA PRÓSTATA . . .6 3. ETIOPATOGENIA E FISIOPATOLOGIA DA HBP . . . . . . . . . . . . . .10 4. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DA HBP . . . . .20 5. DIAGNÓSTICO DA HBP . . . . . . . . . . . . . . . .24 6. TRATAMENTO DA HPB . . . . . . . . . . . . . . . . .38 7. QUALIDADE DE VIDA E FUNÇÃO SEXUAL DO PACIENTE COM HBP . . . . . . . . . . . . . . . . . . .59 8. BIBLIOGRAFÍA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .65 2 Introdução A hiperplasia benigna da próstata (HBP) é uma das doenças mais frequentes nos homens com mais de 50 anos, estimando-se que a prevalência histológica desta patologia seja superior a 50% aos 60 anos e que atinja os 90% aos 85 anos. Clinicamente, caracteriza-se pelo aumento do volume da glândula prostática, o que gera obstrução do fluxo urinário e, em consequência disso, sobrevém uma série de sintomas no tracto urinário inferior (LUTS), muito incómodos para o paciente, e que podem ser reunidos em dois grandes grupos: sintomas obstrutivos e sintomas irritantes. Do ponto de vista fisiopatológico, a HBP produzse na sequência da alteração de uma série de factores intrínsecos de tipo endócrino, parácrino e autócrino, que mantêm um delicado equilíbrio entre o número de células que se estão a reproduzir e as que estão a morrer. A estes devem ser acrescentados alguns factores extrínsecos, a maioria dos quais não é bem 3 conhecida, sendo alguns deles o modo de vida, os hábitos de higiene e a dieta. Em conjunto, mais de 50% dos pacientes com LUTS por HBP afirmam que esses sintomas afectam consideravelmente a qualidade de vida, já que interferem com a actividade diária e com as relações sociais. Os sintomas interrompem o sono reparador, provocam estados de ansiedade/depressão, afectam a função sexual e obrigam o paciente a mudar o modo de vida para enfrentar os sintomas urinários. Embora nos países desenvolvidos a mortalidade por HBP seja rara, e as c");
array_files[1]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/101P_HBP.pdf","2010-06-13","1199K"," 100 Perguntas sobre Hiperplasia Benigna da Próstata","hiperplasia benigna da próstata, HBP","100 Perguntas sobre Hiperplasia Benigna da Próstata","A hiperplasia benigna da próstata (HBP) é uma das doenças mais frequentes nos homens com mais de 50 anos, estimando-se que a prevalência histológica desta patologia seja superior a 50% aos 60 anos e que atinja os 90% aos 85 anos. Clinicamente, caracteriza-se pelo aumento do volume da glândula prostática, o que gera obstrução do fluxo urinário e, em consequência disso, sobrevém uma série de sintomas no tracto urinário inferior (LUTS), muito incómodos para o paciente, e que podem ser reunidos em dois grandes grupos: sintomas obstrutivos e sintomas irritantes. Do ponto de vista fisiopatológico, a HBP produzse na sequência da alteração de uma série de factores intrínsecos de tipo endócrino, parácrino e autócrino, que mantêm um delicado equilíbrio entre o número de células que se estão a reproduzir e as que estão a morrer. A estes devem ser acrescentados alguns factores extrínsecos, a maioria dos quais não é bem conhecida, sendo alguns deles o modo de vida, os hábitos de higiene e a dieta. Em conjunto, mais de 50% dos pacientes com LUTS por HBP afirmam que esses sintomas afectam consideravelmente a qualidade de vida, já que interferem com a actividade diária e com as relações sociais. Os sintomas interrompem o sono reparador, provocam estados de ansiedade/depressão, afectam a função sexual e obrigam o paciente a mudar o modo de vida para enfrentar os sintomas urinários. Embora nos países desenvolvidos a mortalidade por HBP seja rara, e as complicações graves pouco comuns na história natural da HBP, a longo prazo podem apresentar-se algumas complicações, como retenção urinária aguda (RUA), infecção urinária recorrente, litíase, hidronefrose e insuficiência renal crónica, que não só aumentam a intensidade dos sintomas urinários e deterioram a qualidade de vida do paciente, como também podem chegar a pôr a vida deste em risco. A presença dos LUTS por HBP representa um dos motivos de consulta mais frequentes nos homens a partir da quinta década de vida, e aumenta com a idade. Assim, a HBP é a patologia que gera o maior n");
array_files[2]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/v13.pdf","1899-12-30","51K"," 1º Tempo da Operação de Bracka no Tratamento da Estenose da Uretra Pendular por Lichen Esclerótico","Bracka, Estenose, Pendular, Lichen, Esclerótico","Demonstra-se uma opção reconstrutiva realizada em 1 tempo cirúrgico, utilizada em defeitos complexos da uretra anterior associados a Lichen Esclerótico (LS)","1º Tempo da Operação de Bracka no Tratamento da Estenose da Uretra Pendular por Lichen Esclerótico Tito Leitão ; Francisco Martins ; João Marcelino ; Carla Soares ; Tomé Lopes 1 - Centro Hospitalar Lisboa Norte; 2 - Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano-Hospital de Portalegre Correspondência: titoleitao@hotmail.com 1 2 1 1 1 Objectivo Demonstra-se uma opção reconstrutiva realizada em 1 tempo cirúrgico, utilizada em defeitos complexos da uretra anterior associados a Lichen Esclerótico (LS). Material e Métodos Utilizou-se neste doente com afectação extensa da uretra anterior por LS uma técnica reconstrutiva, envolvendo excisão total do prato dorsal da uretra com fascia de Buck subjacente, seguida de repavimentação com mucosa bucal, segundo Aivar Bracka (1º tempo). Num 2º tempo, habitualmente adiado 4 - 6 meses após o 1º tempo, procede-se à tubularização uretral com reforço da parede ventral sem tensão. Neste doente, por imprevisto técnico, houve necessidade de associar um pequeno segmento de pele peniana para completar a pavimentação dorsal da uretra. Resultados Embora ainda pendente o 2º tempo reconstrutivo, e com um FU de 3 meses, obteve-se um bom take de ambos enxertos e, consequentemente, um bom leito uretral, com excelente vascularização. Este doente aguarda, no entanto, o 2º tempo reconstrutivo, programado para o 6º mês pós-operatório. Conclusão Embora inerente às contingências das técnicas em 1 tempo cirúrgico, esta técnica em 2 tempos, popularizada por Bracka, do Reino Unido, é uma opção extremamente útil, segura e com reduzida taxa de complicações na reconstrução cirúrgica de lesões complexas da uretra anterior associadas a LS.");
array_files[3]=new Array(0,1,"http://www.apurologia.pt/apu09/simp-lusof/simp-lusof-09.htm","1899-12-30","6K"," 2º Simpósio Lusófono de Urologia","simpósio, lusófono","Em 4 de Junho de 2009, em Turcifal, Portugal, no decorrer do Congresso da Associação Portuguesa de Urologia, realizou-se o 2º Simpósio Lusófono de Urologia. O Simpósio foi moderado por Manuel Mendes Silva e por Francisco Rolo.","2º Simpósio Lusófono de Urologia Em 4 de Junho de 2009, em Turcifal, Portugal, no decorrer do Congresso da Associação Portuguesa de Urologia, realizou-se o 2º Simpósio Lusófono de Urologia. O Simpósio foi moderado por Manuel Mendes Silva e por Francisco Rolo, e teve a participação de Mário Ronalsa Brandão Filho (Brasil), Sidónio Monteiro (Cabo Verde), Manuel Videira (Angola), Igor Vaz (Moçambique), não tendo podido comparecer Edgar Silveira (Goa). Pelos representantes de cada país foram apresentadas as suas realidades sócio-económico-culturais, de saúde, médicas e urológicas, e foram discutidas ideias e propostas concretas para incrementar e desenvolver o diálogo e colaboração entre os vários países. Esses objectivos têm em vista uma melhor assistência urológica aos doentes, uma colaboração e intercâmbio científicos e, muito importante, um incremento no trabalho conjunto no ensino da Urologia e da prática da especialidade, quer relativamente aos Urologistas, quer aos Médicos de Família, quer ainda a outros profissionais, nomeadamente enfermeiros. Incluem-se também trocas de experiências na Educação para a Saúde e em aspectos organizacionais, económicos e éticos. Foi manifestada a intenção de fomentar nos PALOP a criação de Colégios ou Sociedades Urológicas Nacionais, e iniciou-se o percurso no sentido de se criar uma Pró-Confederação Lusófona de Urologia, que se possa desenvolver e dialogar com outras congéneres e com as Sociedades Científicas internacionais. Quer nas apresentações efectuadas, quer nas participações da assistência, infelizmente apenas com cinco ou seis dezenas de colegas e com poucos jovens, houve transmissão de experiências (realçamos a dum jovem urologista português, Carlos Braz Silva, que em Moçambique vivenciou e trabalhou durante alguns meses, e a dum jovem guineense, João Badona, a terminar a sua formação urológica em Portugal), e discussão de ideias e sugestões, estabelecendo-se um vivo, rico, participado, e por vezes até emocionado, diálogo.");
array_files[4]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2007/acta-necess.pdf","1899-12-30","21K"," A Acta Urológica Portuguesa é necessária?","acta urológica portuguesa","A Acta Urológica Portuguesa apresenta-se com um novo corpo editorial chefiado pelo Professor Francisco Cruz. Esta nova equipa reúne capacidades em termos de organização, investigação e motivação que asseguram indubitavelmente uma continuidade da revista e uma melhoria na sua qualidade.","Opinião A Acta Urológica Portuguesa é necessária? Francisco Rolo A Acta Urológica Portuguesa apresenta-se com um novo corpo editorial chefiado pelo Professor Francisco Cruz. Esta nova equipa reúne capacidades em termos de organização, investigação e motivação que asseguram indubitavelmente uma continuidade da revista e uma melhoria na sua qualidade. Mas a revista necessita da colaboração de todos. A evolução da urologia portuguesa qualquer que seja a dimensão das unidades em que se pratica terá sempre de compreender várias vertentes. A prática assistencial que cada vez mais deverá ser orientada por protocolos (ou linhas de orientação), a análise dos resultados (avaliação de parâmetros de qualidade) e a formação médica contínua, compreendendo aqui não só a formação de alunos e internos mas também a formação pós graduada. Estes pontos são essenciais para garantir a boa prática médica, conseguir a eficiência e eficácia que melhor serve o interesse dos doentes e a melhor maneira de contribuir para a sustentabilidade do SNS. A formação médica contínua é o garante da qualidade do acto médico e do combate ao desperdício ou aos procedimentos inadequados. É imperioso lutar contra as medidas puramente economicistas que descuidam a qualidade e a formação. Não será a nossa revista um instrumento importante para incentivar e espelhar a actualização e qualidade científica da urologia portuguesa? A resposta é óbvia. É uma obrigação de boa conduta ética e profissional organizar o nosso trabalho assistencial segundo protocolos, com registos médicos que permitam colheitas de dados, fazer estudos prospectivos, fazer sessões científicas com apresentação de temas por internos e por especialistas e publicar trabalhos que objectivamente demonstrem a qualidade do nosso trabalho. Esta é a melhor maneira de nos fortalecermos perante a agressividade economicista das actuais políticas de saúde e de engrandecer o prestígio que a urologia portuguesa merece. A excelência na prática urológica deve ser um objectivo em qualquer unidade independe");
array_files[5]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/co04.pdf","1899-12-30","26K"," A administração intratecal de resinieferatoxina (RTX) reduz a hiperactividade vesical neurogénica. Estudo experimental no rato","resinieferatoxina, RTX, hiperactividade vesical, neurogénica","A secção da medula espinhal (SCT) ao nível torácico interrompe o contacto entre a medula espinhal lombar e núcleos supra-espinhais. Esta lesão causa hiperactividade vesical, dado que os circuitos nervosos responsáveis pelo controlo miccional são interrompidos.","A administração intratecal de resinieferatoxina (RTX) reduz a hiperactividade vesical neurogénica. Estudo experimental no rato Cruz C.D.1, Charrua A.1, Vieira E.1, Valente J.1, Avelino A.1, Cruz F. 1,2 1 Inst. de Histol. e Emb., Fac. de Medicina e IBMC, Univ. do Porto; 2 Serviço de Urologia, Hosp. de. S.João, Porto. Portugal; Introdução: A secção da medula espinhal (SCT) ao nível torácico interrompe o contacto entre a medula espinhal lombar e núcleos supra-espinhais. Esta lesão causa hiperactividade vesical, dado que os circuitos nervosos responsáveis pelo controlo miccional são interrompidos. Noutros casos de hiperactividade vesical, por exemplo causada por cistite, a aplicação intravesical da resiniferatoxina (RTX) melhorou a função vesical. No entanto, esta via de administração de RTX em indivíduos com hiperactividade vesical neurogénica nem sempre é eficaz. Assim, neste estudo investigou-se em ratos os efeitos da aplicação de RTX por via intratecal. Material e métodos: Em ratos anestesiados, a medula espinhal foi totalmente seccionada ao nível T8-T10. Após a secção da medula, colocou-se um cateter de silicone no espaço sub-dural ao nível do segmento espinhal L6. Este cateter foi selado e colocado sub-cutânemente até à altura das experiências. Como controlo, noutro grupo de animais procedeu-se à colocação do cateter intratecal sem secção. Sete semanas após as cirurgias, RTX (100, 10 e 1 ng/Kg) ou o seu veículo foram injectados no cateter. Um mês ou 24 horas depois, pro- cedeu-se a cistometrias, após as quais os animais foram perfundidos. Os segmentos espinhais L6 foram recolhidos, pós-fixados e processados para imunorreacção contra o receptor dos vanilóides TRPV1 e neuropeptídeos. Resultados: Em animais SCT, a injecção intratecal de RTX reduziu de uma forma dependente da dose a frequência das contracções vesicais. Esta redução era ainda evidente 1 mês após a injecção da dose mais alta de RTX. Em ratos com medula espinhal intacta, foi também observada redução da frequência das contracções vesicais. Em todos os");
array_files[6]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/v03.pdf","1899-12-30","25K"," A anastomose vesico-uretral na prostatectomia radical laparoscópica extraperitoneal","anastomose, vesico-uretral, prostatectomia radical, laparoscopia, extraperitoneal","A anastomose vesico-uretral na prostatectomia radical laparoscópica requer destreza na utilização simultânea de um porta-agulhas em cada uma das mãos, e a capacidade de utilizar uma ou outra mão em cada um dos passos da sutura.","A anastomose vesico-uretral na prostatectomia radical laparoscópica extraperitoneal Luís C. Pinheiro, Jorge Fonseca, Rui Farinha, Tânia O. Silva, Ciprian Muresan, Jorge Rocha Mendes Serviço de Urologia, Hospital de Curry Cabral Objectivos: A anastomose vesico-uretral na prostatectomia radical laparoscópica requer destreza na utilização simultânea de um porta-agulhas em cada uma das mãos, e a capacidade de utilizar uma ou outra mão em cada um dos passos da sutura. A anastomose é efectuada no fim da intervenção, quando os cirurgiões já se encontram fatigados e exige sistematização. Apresenta-se um vídeo com os passos mais importantes da anastomose vesico-uretral. Material e Métodos: Depois da dissecção do apex da próstata e da secção da uretra, inicia-se a anastomose vesico-uretral com pontos separados de Vicryl 2-0. Efectua-se primeiro a sutura das 5 horas, nem sempre justaposta, quando o coto uretral é curto ou afastado do colo vesical. Suturam-se seguidamente os restantes pontos posteriores e finalmente os anteriores, como descrito na técnica de Montsouris. Em regra, são suficientes 6 pontos separados. Resultados: Mesmo com uma experiência curta, é perceptível uma melhoria técnica rapidamente progressiva, que permite mais confiança na anastomose e remoção mais precoce da algália, que presentemente se efectua ao sétimo dia. Conclusão: A prostatectomia radical laparoscópica extraperitoneal tem uma curva de aprendizagem longa e a anastomose vesico-uretral, por ser tecnicamente exigente e efectuada no fim da intervenção, requer rigorosa sistematização.");
array_files[7]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c34.pdf","1899-12-30","54K"," A Angiogenina Sérica Humana (ANG-0) aumenta com o aumento da agressividade da Patologia Prostática","angiogenina, ANG-0, próstata, ribonuclease, hipertrofia, HBP, carcinoma","A angiogenina Humana (ANG-0) é uma ribonuclease cuja actividade se encontra associada à neovascularização e à proliferação celular. Em próstatas humanas, a expressão de ANG-0 aumenta progressivamente de indivíduos com hipertrofia benigna da próstata (HBP) para indivíduos com PIN III e com carcinoma da prostata.","Cartazes 130 A Angiogenina Sérica Humana (ANG-0) aumenta com o aumento da agressividade da Patologia Prostática Francisco Pina ; Gabriela Figueiredo ; Nuno Lunet ; Pedro Silva ; Rui Oliveira1; Ivo Lopes1; Francisco Cruz1; Henrique Barros2 1 - Hospital São João - Serviço de Urologia; 2 - Serviço de Higiene e Epidemiologia da Faculdade de Medicina da U. Porto; 3 - Instituto de Saúde Pública da U. Porto Correspondência: pedrocdns@gmail.com 1 2 3 1 Introdução A angiogenina Humana (ANG-0) é uma ribonuclease cuja actividade se encontra associada à neovascularização e à proliferação celular. Em próstatas humanas, a expressão de ANG-0 aumenta progressivamente de indivíduos com hipertrofia benigna da próstata (HBP) para indivíduos com PIN III e com carcinoma da prostata. A informação sobre a variação da ANG-0 sérica em doentes com patologia prostática é escassa. Objectivo Avaliação dos valores de ANG-0 sérica em doentes submetidos a biopsia prostática (BxP) para despiste de carcinoma da próstata e sua relação com as diferentes patologias prostáticas. 118 doentes não préviamente tratados (idade e tPSa médios de respecivamente:68 e 7,2 ng/ml) foram submetidos a BxP ecoguiada. A distribuição por diagnóstico patológico foi: próstata normal ou HBP em 30,5%; prostatite em 24,6%; PIN III em 1,7%; CP em 43,2%. Foram recolhidas amostras sanguíneas para tPSA, cPSA, PSA livre, testosterona total, prolactina, e anticorpo humano monoclonal para a ANG-0 [mab DAN 00; detecção em 100% de casos; média 360.000 (196.000 - 437.000) pg/ml, da QuantiKine TM/RD Systems (ELISA)]. Análise estatística: o teste de Chi2 foi usado para comparação de proporções; o teste de Kruskal-Wallis foi utilizado para a análise de variáveis quantitativas. Resultados Forma encontradas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos: valores aumentados de PSA total para os doentes com prostatite crónica e CP; valores de PSA livre aumentados em doentes com prostatite crónica; razão PSA livre/total (para valores de PSA total entre 2,5 -10 ng/ml) com valor");
array_files[8]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2005/a-cir-uro.pdf","1899-12-30","32K"," A cirurgia em urologia","cirurgia","Foi no século XX que se deu a verdadeira explosão da cirurgia e que a medicina científica surgiu com toda a sua força. A assepsia impõs-se definitivamente. As vacinas demonstraram a sua eficácia. Descobrem-se os antibióticos e iniciam-se as transfusões de sangue.","A cirurgia em urologia Alfredo Mota Director do Serviço de Urologia dos H.U.C. Professor da Faculdade de Medicina de Coimbra Foi no século XX que se deu a verdadeira explosão da cirurgia e que a medicina científica surgiu com toda a sua força. A assepsia impõs-se definitivamente. As vacinas demonstraram a sua eficácia. Descobrem-se os antibióticos e iniciam-se as transfusões de sangue. A anestesia conheceu progressos notáveis e desenvolveuse o tratamento da dor. Afinou-se o combate ao choque pós-operatório. Nasceu a microcirurgia. Surgiu a cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea e as transplantações de orgãos e tecidos que levaram a cirurgia a um plano quase mítico. Finalmente, já muito próximo do fim do século, apareceram a cirurgia laparoscópica, a videocirurgia e a cirurgia robótica, que muitos temem e outros profetizam, irá acabar com a cirurgia convencional do bisturi e das grandes incisões! A especialização (e a subespecialização) generalizam-se, a alta tecnologia (ventiladores pulmonares, hemodiálise, imagiologia, LEOC, etc.) invade os nossos centros médicos, a medicina de intervenção conquista cada vez mais espaço (embolizações, angioplastias, colocação de stents, etc.). A Urologia afirmou-se como especialidade graças à sua componente endoscópica. A unha de Albarran foi o nosso grito do Ipiranga. Desde então os avanços foram notáveis. A cirurgia urológica, inicialmente limitada por duas barreira anatómicas naturais, o peritoneu e a pleura, expandiu-se e entrou naturalmente pelos territórios exclusivos da cirurgia geral. Nas grandes incisões toraco-abdominais e transperitoneais para acesso e extirpação de volumosos tumores renais e retroperitoneais. No recurso ao intestino, primeiro na tuberculose uretérica e vesical e na cirurgia das malformações congénitas e mais tarde na cirurgia substitutiva da bexiga. No domínio dos grandes vasos, artéria aorta e veia cava inferior, o que possibilitou as grandes linfadenectomias lombo-aórticas (da artéria mesentérica superior à bifurcação aórtica), na cirurgia");
array_files[9]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2003/corporoplastia.pdf","1899-12-30","71K"," A Corporoplastia no Tratamento da Curvatura Peniana na Doença de La Peyronie","corporoplastia, curvatura peniana, La Peyronie","Análise crítica da experiência do Serviço de Urologia do Hospital de S. João na técnica da corporoplastia no tratamento da curvatura peniana da Doença de La Peyronie.","A Corporoplastia no Tratamento da Curvatura Peniana na Doença de La Peyronie Nuno Tomada, M. Mendes, P Vendeira, P Diniz, M. Reis . . Serviço de Urologia, Hospital de S. João. Porto Resumo Objectivos: Análise crítica da experiência do Serviço de Urologia do Hospital de S. João na técnica da corporoplastia no tratamento da curvatura peniana da Doença de La Peyronie. Métodos: Análise retrospectiva de 33 doentes submetidos desde 1991 a 2001 a corporoplastia dos corpos cavernosos (Técnica de Yachia). O protocolo aplicado no pré-operatório incluiu a história clínica detalhada, autofotografia e a avaliação da curvatura peniana após administração de alprostadil intracavernoso. O algoritmo cirúrgico de Levine e Lenting foi utilizado após o ano de 1997. Foi realizada a avaliação pós-operatória às 6 semanas, 12 meses e 24 meses. Resultados: Atingiu-se o objectivo cirúrgico estabelecido em 31 doentes (taxa de sucesso de 93.9%). Dezanove doentes (57.5%) apresentaram correcção completa da curvatura peniana e em doze doentes (36.4%) verificou-se melhoria significativa da curvatura o que lhes permitia ter relações sexuais sem dificuldade. Nenhum doente referiu hipostesia da glande. Doze doentes (36.4%) referiram diminuição ligeira a moderada da rigidez peniana, mas sem compromisso da penetração e seis doentes (20%) apresentaram recorrência da curvatura aos 2 anos de follow-up. Todos os pacientes referiram encurtamento peniano de 0.5 a 3.0 cm, sem compromisso funcional. Conclusão: A corporoplastia peniana segundo a técnica de Yachia permite a obtenção de bons resultados na correcção da curvatura da Doença de La Peyronie, sobretudo em casos seleccionados de acordo com o logaritmo de Levine e Lenting. Os doentes devem ser informados pré-operatoriamente da possibilidade de encurtamento peniano e curvatura residual. A recorrência da deformidade peniana a médio prazo poderá estar relacionada com a própria etiofisiopatogenia da doença. Introdução François Gigot de La Peyronie, cirurgião da corte do Rei Luís XV e fundador da Academia");
array_files[10]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2004/a-dess-fib-c.pdf","1899-12-30","96K"," A dessensibilização das fibras-C vesicais induz uma melhoria duradoura nos sintomas de armazenamento associados à HBP. Um estudo piloto","HBP, hiperactividade vesical, RTX, BPH, bladder over activity, RTX","Avaliar o efeito da dessensibilização das fibras-C vesicais nos sintomas de armazenamento do tracto urinário inferior (LUTS) associados à Hiperplasia benigna da próstata (HBP).","A dessensibilização das fibras-C vesicais induz uma melhoria duradoura nos sintomas de armazenamento associados à HBP. Um estudo piloto João Silva, Paulo Dinis, Mª José Ribeiro, António Avelino, Mário Reis, Francisco Cruz Serviço de Urologia, Hospital de S. João, Porto Instituto de Histologia e Embriologia, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto Correspondência: João Silva ­ R. de Courados, 247 ­ 4490-539 Póvoa de Varzim ­ Tel: 936 205 406 ­ e-mail: jfalturas@yahoo.com Resumo Objectivos: Avaliar o efeito da dessensibilização das fibras-C vesicais nos sintomas de armazenamento do tracto urinário inferior (LUTS) associados à Hiperplasia benigna da próstata (HBP). Métodos: Doze doentes com LUTS associados à HBP assinaram um consentimento informado para entrarem neste estudo. Foi avaliado o IPSS, bem como, o seu impacto na qualidade de vida; foi preenchido o mapa miccional; foram realizadas uma urofluxometria e uma cistometria; sendo, posteriormente, elaborada a avaliação do resíduo pós-miccional. Estes procedimentos realizaram-se no início do estudo, no primeiro e no terceiro mês após uma administração intravesical única de solução de RTX a 50nM. Resultados: O IPSS médio diminuiu de 20.1±6.0 para 10.5±4.4 ao primeiro mês (p=0.0002) e para 10.3±4.4 aos três meses (p=0.0002). O impacto na qualidade de vida diminuiu de 4.5±1 para 2.5±0.9 ao primeiro mês (p=0.0001) e para 2.2±1 aos três meses (p=0.00002). A frequência urinária média diminuiu de 15.2±8.5 para 10.8±7.3 (p=0.0002) no primeiro mês e para 10.3±5.2 aos três meses. A incontinência por imperiosidade, presente inicialmente em seis doentes, desapareceu em quatro doentes e diminuiu para menos de metade dos episódios noutros dois doentes. A capacidade cistométrica máxima e o primeiro desejo miccional aumentaram significativamente após a administração de RTX, não havendo alterações nos valores de fluxo máximo ou do resíduo pós-miccional. Conclusões: A dessensibilização das fibras-C vesicais, através da administração intravesical de RTX, pode ser útil no tra");
array_files[11]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2006/dess-vesic.pdf","1899-12-30","62K"," A dessensibilização vesical diminui a imperiosidade grave em doentes com síndrome da bexiga hiperactiva","bexiga hiperactiva, imperiosidade, TRPV1, resiniferatoxina, overactive bladder, urgency, TRPV1, resiniferatoxin","Avaliar o efeito da desensibilização vesical na imperiosidade em doentes com o síndrome da bexiga hiperactiva, num estudo clínico controlado com placebo.","A dessensibilização vesical diminui a imperiosidade grave em doentes com síndrome da bexiga hiperactiva Carlos Silva1,2, João Silva1,2, Hélder Castro1, Frederico Reis1, Paulo Dinis1,2, António Avelino2, Francisco Cruz1,2 1 - Serviço de Urologia do Hospital S. João ­ Porto 2 - Faculdade de Medicina do Porto Este estudo foi subsidiado pelo Projecto FCT POCTI/SAU-NEU 55983/2004 e pela Bolsa de investigação clínica da Associação Portuguesa de Urologia / Abbott 2004. Resumo Objectivo do estudo - Avaliar o efeito da desensibilização vesical na imperiosidade em doentes com o síndrome da bexiga hiperactiva, num estudo clínico controlado com placebo. Material e métodos - Vinte doentes com imperiosidade moderada a grave foram incluídos neste estudo, após consentimento informado. Nenhum dos doentes tomava medicação anticolinérgica. Os doentes preencheram um mapa miccional durante 7 dias, onde registaram a intensidade da imperiosidade em cada micção, de acordo com uma escala de 0 a 4 para avaliação da imperiosidade (0 = micção normal sem imperiosidade; 1= imperiosidade ligeira; 2 = moderada, 3 = grave; 4 = incontinência por imperiosidade). Os doentes foram submetidos a uma instilação de 100 ml de solução placebo (solução veículo de RTX, álcool a 10% em soro fisiológico) e 30 dias depois preencheram novo mapa miccional. Posteriormente foram submetidos a uma instilação de uma solução alcoólica a 10% com RTX 50 nM. Um novo mapa miccional foi preenchido pelos doentes após 30 dias. Resultados - Previamente à instilação do placebo (dados de base), a pontuação total média por semana atribuída à imperiosidade (soma de todas as pontuações registadas no mapa miccional durante 7 dias) e o número médio de episódios por semana de imperiosidade grave e incontinência urinária por imperiosidade (graus 3 e 4) foram 275±128 e 74±58, respectivamente. Depois da instilação do placebo, a pontuação total média por semana da imperiosidade diminuiu para 191±105 e o número médio de episódios por semana de imperiosidade grave e incontinência urinária");
array_files[12]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c62.pdf","1899-12-30","27K"," A disfunção eréctil está associada a uma alteração da contractilidade do músculo liso do pénis","disfunção eréctil","O relaxamento do músculo liso arterial e trabecular peniano é um passo fundamental para a erecção. Têm-se observado alterações no relaxamento do tecido eréctil humano em patologias relacionadas com a disfunção eréctil, como a diabetes mellitus.","A disfunção eréctil está associada a uma alteração da contractilidade do músculo liso do pénis J. La Fuente, P Masso, Nuno L, R. Borges, Rolo F, Angulo J, Cuevas P, Moncada I, Martín-Morales A, F Marcelo, Sáenz de Tejada I. Serviço de Urologia do Hospital de Santo António, Porto, Portugal Serviço de Urologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra, Coimbra Instituto de Medicina Sexual. Fundación para la Investigación y Desarrollo en Andrologia, Departamento de Investigación, Hospital Ramón y Cajal, Madrid. Correspondência: J. La Fuente, Serviço de Urologia do Hospital Geral de Santo António, Porto ­ E-mail: j.lafuente@sapo.pt Introdução: O relaxamento do músculo liso arterial e trabecular peniano é um passo fundamental para a erecção. Têm-se observado alterações no relaxamento do tecido eréctil humano em patologias relacionadas com a disfunção eréctil, como a diabetes mellitus. No entanto, a falta de tecidos-controle, com a função eréctil intacta, não tem permitido estabelecer a relação entre a redução da capacidade relaxante e o aparecimento da disfunção eréctil. Objectivos: A recente possibilidade de colher tecido eréctil em dador-órgãos para transplantação tem permitido obter tecido eréctil em doentes sem história de disfunção eréctil conhecida, para avaliar o relaxamento bem como a contracção do músculo liso arterial e trabecular peniano normal, e poder comparar com o tecido eréctil de doentes com conhecida disfunção eréctil (diabéticos e não-diabéticos ) Material e Métodos: Foi colhido tecido cavernoso de dador-orgãos, sem antecedentes conhecidos de disfunção eréctil, e em doentes com disfunção eréctil conhecida, no momento de colocar uma próteses peniana. Em todos eles obtiveram-se amostras de tecido cavernoso e artérias de resistência penianas. Resultados: O corpo cavernoso (CCH) e as artérias de resistência de pénis humano (ARPH) dos doentes diabéticos com disfunção eréctil apresentaram um relaxamento máximo, dependente do endotélio, reduzido (Emáx 48.5±2.9% e 56.0±4.2% no CCH e ARPH, respectivamente) e");
array_files[13]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2001/Disf-sex-neopl.pdf","1899-12-30","11K"," A Disfunção Sexual na Neoplasia do Pénis","Disfunção, Sexual, Neoplasia, Pénis","Avaliar a repercussão na função sexual do tratamento da neoplasia do pénis.","A Disfunção Sexual na Neoplasia do Pénis Paulo Principe*, M. Ramos*, A. Lhamas**, A. Pimenta*** Serviço de Urologia, Hospital Geral de Santo António * Interno Complementar ** Assistente Hospitalar Graduado *** Director de Serviço Correspondência: Paulo Príncipe ­ Serviço de Urologia.Hospital Geral de Santo António ­ Largo da Escola Médica, 4050 PORTO ­ Email: pprincipe@mail.telepac.pt Resumo Objectivo: Avaliar a repercussão na função sexual do tratamento da neoplasia do pénis. Material e métodos: Trabalho retrospectivo com um grupo de 12 doentes com neoplasia do pénis e idades entre os 37 ­ 70 anos (Média: 55.8 anos). Quatro foram submetidos a circuncisão, tendo os restantes 8 realizado amputação parcial do pénis. Estes doentes foram submetidos a: Avaliação Clínica (Hx. Clínica e Exame Físico ) com avaliação do estado actual da doença e medição do coto peniano em flacidez nos doentes submetidos a amputação parcial; Avaliação Andrológica com Hx. Sexual e aplicação do Questionário IIFE (Índice Internacional de Função Eréctil). Resultados: Todos os doentes encontravam-se sem doença residual. Follow-up de 628 meses (Média: 52.3 meses). Os doentes submetidos a circuncisão (4) apresentaram uma função sexual praticamente normal, com bons resultados nos vários domínios do teste IIFE, pontuação total entre os 67-72 (Min 5 - Max 75). No grupo dos doentes submetidos a amputação parcial (8) obtiveram-se medidas dos cotos penianos em flacidez entre os 2,1 ­ 7,8 cm (Média: 4,925 cm). Nestes doentes o resultado do teste IIFE, variou entre 7 e 71 pontos (Min 5 Máx 75). Conclusões: Neste trabalho existiu uma forte correlação entre as dimensões do coto peniano e o grau de disfunção sexual. A principal queixa dos doentes com amputação parcial não reside em disfunção eréctil, mas em diminuição do comprimento do pénis o que dificulta a penetração. Os doentes que ficaram com um coto peniano inferior a 4 cm revelaram um grave compromisso da sua função sexual. Assim, torna-se necessário aumentar a acuidade diagnóstica no que respeita à");
array_files[14]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2001/famil-fofsfo.pdf","1899-12-30","58K"," A família das fosfodiesterases","fosfodiesterases, GMP, PDE","No corpo cavernoso humano as acções biológicas do GMPc, aumentado em cosequência da activação da guanililciclase pelo óxido nitrico, terminam por efeito das fosfodiesterases (PDE).","A família das fosfodiesterases J. La Fuente*, Estevão L.**, J. Soares*, Alcino O.*, A. Pimenta*** Serviço de Urologia ­ Hospital Geral de Santo António * Assistente Hospitalar ** Interno Complementar *** Director de Serviço Correspondência: J. La Fuente de Carvalho ­ Serviço de Urologia ­ Hospital Geral de Santo António ­ Largo da Escola Médica ­ 4000 Porto Sumário No corpo cavernoso humano as acções biológicas do GMPc, aumentado em cosequência da activação da guanililciclase pelo óxido nitrico, terminam por efeito das fosfodiesterases (PDE). Habitualmente, têm sido caracterizadas várias familias de PDE em função do substrato especifico e do perfil inibitório. No corpo cavernoso o maior metabilizante do GMPc é a PDE do tipo V. Os agentes que possam inibir esta PDE V têm a capacidade de potenciar a fisiologia normal da erecção, porque aumentam a quantidade de GMPc disponivel para relaxar o corpo cavernoso. Palavras chave: Fosfodiesterases; Disfunção eréctil, guanosina-3-5 monofosfato ciclico (GMPc) Summary In the corpus cavernosum human the biological actions of GMPc elevated as a consequence of Nitric Oxide (NO) activation of guanylate cyclase, are terminated by cyclic nucleotide phosphodiesterase enzymes (PDE). Currently, can be characterized differents families of PDE on the basis of substrate specificity and inhibitor profile. In the corpus cavernosum the major GMPc metabolizing PDE is the PDE V. The agents that inhibit the PDE V have the ability to augment the normal physiological pathway erection by increasing the amount of GMPc available for relaxing the corpus cavernosum. Key words: Phosphodiesterases; erectile dysfunction, guanosina-3-5 monofosfato ciclico (GMPc) O óxido nitrico ( NO ) libertado pelas terminações nervosas NANC e endotélio vascular difunde ­ se nas células musculares lisas do tecido cavernoso, onde actua directamente com a enzima guanililciclase para aumentar as concentrações intracelulares de cGMP. O relaxamento do músculo liso trabecular i n d u z i d o por esta via do cGMP é, igualment");
array_files[15]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2001/Famil-fosfod.pdf","1899-12-30","125K"," A família das fosfodiesterases","fosfodiesterases, GMPc, guanililciclase, óxido, nitrico, PDE","No corpo cavernoso humano as acções biológicas do GMPc, aumentado em cosequência da activação da guanililciclase pelo óxido nitrico, terminam por efeito das fosfodiesterases (PDE).","A família das fosfodiesterases J. La Fuente*, Estevão L.**, J. Soares*, Alcino O.*, A. Pimenta*** Serviço de Urologia ­ Hospital Geral de Santo António * Assistente Hospitalar ** Interno Complementar *** Director de Serviço Correspondência: J. La Fuente de Carvalho ­ Serviço de Urologia ­ Hospital Geral de Santo António ­ Largo da Escola M é d i c a ­ 4000 Porto Sumário No corpo cavernoso humano as acções biológicas do GMPc, aumentado em cosequência da activação da guanililciclase pelo óxido nitrico, terminam por efeito das fosfodiesterases (PDE). Habitualmente, têm sido caracterizadas várias familias de PDE em função do substrato especifico e do perfil inibitório. No corpo cavernoso o maior metabilizante do GMPc é a PDE do tipo V. Os agentes que possam inibir esta PDE V têm a capacidade de potenciar a fisiologia normal da erecção, porque aumentam a quantidade de GMPc disponivel para relaxar o corpo cavernoso. Palavras chave: Fosfodiesterases; Disfunção eréctil, guanosina-3-5 monofosfato ciclico (GMPc) Summary In the corpus cavernosum human the biological actions of GMPc elevated as a consequence of Nitric Oxide (NO) activation of guanylate cyclase, are terminated by cyclic nucleotide phosphodiesterase enzymes (PDE). Currently, can be characterized differents families of PDE on the basis of substrate specificity and inhibitor profile. In the corpus cavernosum the major GMPc metabolizing PDE is the PDE V. The agents that inhibit the PDE V have the ability to augment the normal physiological pathway erection by increasing the amount of GMPc available for relaxing the corpus cavernosum. Key words: Phosphodiesterases; erectile dysfunction, guanosina-3-5 monofosfato ciclico (GMPc) O óxido nitrico ( NO ) libertado pelas terminações nervosas NANC e endotélio vascular difunde-se nas células musculares lisas do tecido cavernoso, onde actua directamente com a enzima guanililciclase para aumentar as concentrações intracelulares de cGMP. O relaxamento do músculo liso trabecular induzido por esta via do cGMP é, igualmente, p");
array_files[16]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/4-2004/a-imp-bio-tes-dia.pdf","1899-12-30","107K"," A Importância da Biópsia Testicular Diagnóstica no Estudo do Doente Azoospérmico","infertilidade, azoospermia, obstrutiva, secretória, biópsia, infertility, azoospermia, obstructive, secretive, biopsy","Quando iniciamos a avaliação de um casal com uma infertilidade conjugal sabemos, antecipadamente, que em 50% dos casos o factor causal é masculino, pelo que se reveste de primordial importância um estudo cuidadoso do homem.","A Importância da Biópsia Testicular Diagnóstica no Estudo do Doente Azoospérmico Vitor Moreira da Silva, Luís Ferraz Interno Complementar Urologia, ULS Matosinhos ­ Hospital Pedro Hispano S.A. Assistente Hospitalar Graduado, Director do Serviço de Urologia, Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia Unidade de Andrologia. Serviço de Urologia do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia Resumo Quando iniciamos a avaliação de um casal com uma infertilidade conjugal sabemos, antecipadamente, que em 50% dos casos o factor causal é masculino, pelo que se reveste de primordial importância um estudo cuidadoso do homem. Os doentes portadores de uma azoospermia representam 10-20% dos inférteis. Dentro destas azoospermias, 35% são obstrutivas ou excretórias e 65% são azoospermias secretórias ou não obstrutivas. A distinção destas duas situações reveste-se de uma enorme importância prática. Na azoospermia obstrutiva a taxa de sucesso na colheita de gâmetas para posterior utilização em técnicas de reprodução medicamente assistida é de 100%, enquanto que nas azoospermias secretórias é extremamente variável e imprevisível. Nestas situações, o estudo hormonal e o exame físico não têm grande valor prognóstico, pelo que só a Biópsia Testicular Diagnóstica (BTD) nos pode ajudar. Palavras-chave: Infertilidade; Azoospermia; Obstrutiva; Secretória; Biópsia. Summary When we start the evaluation of an infertile couple, we know in advance that in 50% of the cases there is a male factor, what totally justifies the careful study of the man. The patients with an azoospermia represent 10-20% of infertile men. Of these, 35% are obstructive or excretory and 65% are secretive or non-obstructive azoospermias. The distinction between these two entities is of enormous practical importance. In the case of an obstructive azoospermia, the success rate of gametes harvesting for posterior use in medical assisted reproduction techniques is 100%, but if were dealing with a secretive azoospermia, this is highly variable and unpredictable. In these situations,");
array_files[17]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2010/Import-Integ-Cromat.pdf","2011-06-02","306K"," A Importância da Integridade da Cromatina dos Espermatozóides na Infertilidade","Cromatina, Espermatozóides, Infertilidade","Apesar da elevada compactação do núcleo dos espermatozóides, estes podem apresentar danos na cromatina, pondo em causa a correcta transmissão da informação genética paterna","A Importância da Integridade da Cromatina dos Espermatozóides na Infertilidade Masculina Ana Paula Sousa1,2, João Ramalho Santos1, Teresa Almeida Santos Apesar da elevada compactação do núcleo dos espermatozóides, estes podem apresentar danos na cromatina, pondo em causa a correcta transmissão da informação genética paterna. Estes danos podem ser a consequência de processos de apoptose ou stresse oxidativo ou o resultado de falhas no empacotamento do ADN durante a espermatogénese, que podem ser despoletados por uma série de condições tais como a idade ou a exposição a contaminantes ambientais. A evidência disponível até à data indica que a integridade da cromatina dos espermatozóides será um parâmetro importante para a função dos gâmetas masculinos, reflectido quer na correlação com os parâmetros seminais, quer nas taxas de gravidez. Existem diversos métodos para avaliar a integridade da cromatina nos espermatozóides. No entanto, este parâmetro não tem sido avaliado de forma rotineira nos laboratórios de andrologia provavelmente devido à dificuldade de implementação das técnicas existentes. Com o aparecimento de uma técnica simples para avaliar a integridade da cromatina, o teste baseado na coloração tipo Diff-Quik, esta avaliação rotineira passa a ser possível. Por outro lado, o uso de antioxidantes parece ser uma solução promissora para diminuir o nível de danos na cromatina dos espermatozóides e, consequentemente, os seus efeitos nefastos na fertilidade. Palavras-chave: Funcionalidade do Espermatozóide, Integridade da Cromatina, Infertilidade Masculina");
array_files[18]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2006/imp-androl.pdf","1899-12-30","48K"," A Importância do Andrologista no Estudo e Tratamento do Homem Infértil","andrologista, andrologia, injecção intracitoplasmática, infertilidade conjugal","A partir do momento em que Palermo publicou no Lancet, em 1992, o primeiro caso de um bébé nascido por injecção intracitoplasmática (ICSI), gerou-se em todo o Mundo uma onda de euforia em relação às virtudes desta nova técnica, principalmente pelo contributo que vinha dar à resolução de muitos casos de infertilidade conjugal por factor masculino grave.","Opinião A Importância do Andrologista no Estudo e Tratamento do Homem Infértil Luís Ferraz Director do Serviço de Urologia Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia A partir do momento em que Palermo publicou no Lancet, em 1992, o primeiro caso de um bébé nascido por injecção intracitoplasmática (ICSI), gerou-se em todo o Mundo uma onda de euforia em relação às virtudes desta nova técnica, principalmente pelo contributo que vinha dar à resolução de muitos casos de infertilidade conjugal por factor masculino grave. Esta verdadeira revolução tecnológica, que permitia encontrar solução para muitos casos até aí abandonados, era bastante atractiva, por isso, rapidamente veio dar origem ao aparecimento, principalmente no sector privado, de vários laboratórios especializados em técnicas da Reprodução. Estes, encantados com a fórmula mágica encontrada por Palermo de um espermatozóide mais um ovócito poder ser igual a um embrião, rapidamente suprimiram o estudo do homem e substituíram-no pela selecção de alguns dos seus espermatozóides independentemente do seu número, forma ou motilidade. Entravamos na era do catch the sperm and inject, expoente máximo de uma técnica revolucionária, mas nas mãos de muitos tornada insensata, pois procura resolver o problema sem se preocupar em encontrar a sua causa. Apoiados, um pouco, na facilidade desta técnica e muito descrentes da capacidade dos andrologistas, a maioria dos ginecologistas limita a avaliação do homem à realização inicial de um espermograma e orienta a sua preocupação unicamente para o estudo do factor fe- minino. Se o espermograma revelar alterações, muitas vezes não envia o doente a um andrologista para uma avaliação e ultrapassa esta dificuldade propondo técnicas de reprodução. Para muitos, o homem já pouco interessa, passando a preocupação das suas alterações espermáticas, apenas, para a colheita dos seus gâmetas, quer esta se faça através do ejaculado ou da abordagem directa do testículo ou epidídimo. Estamos, de facto, mergulhados numa nova época, em que os avanços e");
array_files[19]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2008/splicing.pdf","1899-12-30","325K"," A importância do mecanismo de splicing alternativo para a identificação de novos alvos terapêuticos","espermatozóides, fertilidade, fosforilação, Nek2, PP1, proteína, fosfatase","A motilidade progressiva dos espermatozóides é um factor essencial para a sua fertilidade. Ao nível molecular, este processo depende da fosforilação de proteínas ainda não identificadas, uma vez que o tratamento de espermatozóides imóveis com agentes moduladores da fosforilação proteica, incluindo inibidores específicos de proteínas fosfatases, induz a sua motilidade.","A importância do mecanismo de splicing alternativo para a identificação de novos alvos terapêuticos Margarida Fardilha1, PhD, Odete A. B. da Cruz e Silva2, PhD, Edgar F. da Cruz e Silva , PhD 1. Laboratório de Transdução de Sinais 2. Laboratório de Neurociências, Centro de Biologia Celular, Universidade de Aveiro, 3810-193 Aveiro, Portugal Correspondência: mfardilha@bio.ua.pt 1 Resumo A motilidade progressiva dos espermatozóides é um factor essencial para a sua fertilidade. Ao nível molecular, este processo depende da fosforilação de proteínas ainda não identificadas, uma vez que o tratamento de espermatozóides imóveis com agentes moduladores da fosforilação proteica, incluindo inibidores específicos de proteínas fosfatases, induz a sua motilidade. Os nossos estudos anteriores indicam que a proteína fosfatase PP1ã2, uma isoforma da proteína fosfatase 1 produzida por splicing alternativo e grandemente enriquecida nos espermatozóides, provavelmente tem um papel importante na regulação da sua motilidade. A PP1 actua ligando-se a proteínas reguladoras que a levam para locais específicos da célula e regulam a sua actividade. Através do Sistema Dois Híbrido de Levedura iniciámos um projecto de identificação das proteínas reguladoras da PP1ã2 em testículo humano que poderão ser úteis para modular a motilidade dos espermatozóides e, assim, servir como alvos terapêuticos para o tratamento da infertilidade masculina e/ou para o desenvolvimento de novas estratégias de contracepção masculina. Várias das proteínas reguladoras identificadas são novas variantes, também produzidas por mecanismos de splicing alternativo, de proteínas previamente conhecidas. Neste artigo focamos a importância do splicing alternativo como mecanismo extraordinário de produção de complexidade proteica e para a identificação de alvos terapêuticos de enorme especificidade. Palavras-chave: Esperma, infertilidade, contracepção, Nek2, PP1. Abstract Spermatozoa leave the testis incapable of progressive motility, which is only acquired during transit throu");
array_files[20]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c61.pdf","1899-12-30","27K"," A inibição da fosfodiesterase tipo 2 (PDE2) potencia a acumulação de nucleótidos ciclicos no corpo cavernoso humano e aumenta as respostas erécteis in vivo em ratos","fosfodiesterase tipo 2, PDE2, fosfodiesterase","PDE2 é uma enzima que hidroliza o AMPc e GMPc, presente ao nível do tecido eréctil humano, cuja relevância funcional não tem sido todavia determinada.","A inibição da fosfodiesterase tipo 2 (PDE2) potencia a acumulação de nucleótidos ciclicos no corpo cavernoso humano e aumenta as respostas erécteis in vivo em ratos La Fuente J, P Masso, N Louro, R Borges, Rolo F, Angulo J, Cuevas P, F. Marcelo, Sáenz de Tejada I Serviço de Urologia Hospital Santo António, Porto, Portugal Hospitais da Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal Fundación para la Investigación y el Desarrollo en Andrología, Espanha. Departamento de Investigación, Hospital Ramón y Cajal, Madrid, Espanha. Correspondência: J. La Fuente, Assistente Hospitalar do Serviço de Urologia, Hospital Geral de Santo António, Porto ­ E-mail: j.lafuente@sapo.pt Introdução: PDE2 é uma enzima que hidroliza o AMPc e GMPc, presente ao nível do tecido eréctil humano, cuja relevância funcional não tem sido todavia determinada. O objectivo deste estudo foi caracterizar o papel funcional da PDE2 na regulação dos níveis de nucleótidos cíclicos no corpo cavernoso humano (CCH) e avaliar os efeitos da inibição da PDE2 sobre as respostas erécteis em ratos. Material e Métodos: Foi determinado o conteúdo de nucleótidos cíclicos no CCH exposto a uma combinação de nitroprussiato sódio e o péptideo intestinal (SNP+ VIP; 1µM+0.1µM) para estimular, simultaneamente, a formação de AMPc e GMPc. Também foram avaliadas as respostas erécteis induzidas pela estimulação eléctrica do nervo cavernoso em ratos anestesiados. Os efeitos da inibição simultânea da PDE5 e PDE2 sobre as respostas erécteis foram avaliadas em ratos diabéticos (estreptozotocina ;40 mg/kg; i.p.). Discussão: A exposição ao SNP+VIP causou um aumento significativo de AMPc (0.67±0.32 vs 2.24±0.37 pmoles/mg proteína) e GMPc (0.18±0.08 vs 0.54±0.20 pmoles/mg proteína) no CCH. O tratamento com o inibidor PDE5, vardenafil (10 nM), ou o inibidor PDE2, BAY 31-9472 (0.2 µM), não alterou significativamente a acumulação de AMPc. Porém, esta foi potenciada significativamente quando se administrou a combinação de ambos os inibidores (3.15±0.41 pmoles/mg proteína). O vardenafil aumento");
array_files[21]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2002/Lap-cirug-uro-pat-benig.pdf","1899-12-30","162K"," A Laparoscopia na Cirurgia Urológica: Patologia Benigna","laparoscopia, urologia, patologia benigna","A primeira utilização urológica da laparoscopia foi descrita por Cortesi e seus colaboradores na avaliação de um adolescente com criptorquidia em 1976.","A Laparoscopia na Cirurgia Urológica: Patologia Benigna Vitor Moreira da Silva Hospital Pedro Hispano ­ Matosinhos Serviço de Urologia (Director: Dr. Fernando Carreira) Correspondência: R. do Castanhal ­ 119 ­ Vila Nova da Telha ­ 4470 ­ 753 MAIA Resumo A primeira utilização urológica da laparoscopia foi descrita por Cortesi e seus colaboradores na avaliação de um adolescente com criptorquidia em 1976. Durante vários anos a laparoscopia limitou-se à inspecção diagnóstica dos testículos ocultos. A cirurgia laparoscópica major na Urologia foi iniciada por Clayman em 1990, quando efectuou a primeira nefrectomia laparoscópica. Sobretudo na última década, temos assistido a avanços exponenciais e aplicações da laparoscopia em todos os campos da actividade cirúrgica. Talvez em nenhuma outra subespecialidade cirúrgica estes avanços tenham sido tão prevalentes como na Urologia. Anteriores procedimentos cirúrgicos reconhecidos como sendo os gold standards da prática estão a ser substituídos por procedimentos que apresentam taxas de sucesso equivalentes com a adição de benefícios, como a diminuição da dor do pós-operatório, da estada hospitalar e da recuperação. Desde então, praticamente todas as cirurgias urológicas, ablativas e reconstrutivas, foram efectuadas por via laparoscópica. Algumas destas técnicas estão perfeitamente estabelecidas, outras estão em processo de evolução e outras, ainda, cuja indicação se mantém controversa. Neste artigo, apresentamos uma revisão da literatura mundial sobre o que se faz na actualidade relativamente a intervenções usando a via laparoscópica, por patologia benigna do foro urológico, no adulto. Nesse sentido, temos a cirurgia da supra-renal, a cirurgia renal, a cirurgia do excretor alto (Bacinete e Ureter) e a cirurgia vesical. Palavras-chave: Laparoscopia, Urologia, Patologia benigna Summary The first application of Laparoscopy in Urology was described by Cortesi (1976) in the evaluation of a Cryptorquidic adolescent. For several years urological laparoscopy was limited to the diagno");
array_files[22]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co14.pdf","1899-12-30","55K"," A Neutralização da Neurotrofina BDNF reduz a Hiperactividade Vesical em Ratos com Cistite","neurotrofina, BDNF, hiperactividadeh vesical, cistite","Em modelos animais de cistite observa-se a ocorrência de hiperactividade vesical, para a qual contribui a neurotrofina NGF (factor de crescimento nervoso). A contribuição de outro factores neurotróficos é menos clara.","Comunicações Orais 34 A Neutralização da Neurotrofina BDNF reduz a Hiperactividade Vesical em Ratos com Cistite Célia Duarte Cruz ; Rui Pinto ; Bárbara Frias ; Shelley Allen ; David Dawbarn ; Francisco Cruz4 1 - Inst. de Histol. e Emb., Fac. de Medicina e IBMC, Univ. do Porto; 2 - Serviço de Urologia, Hosp. de. S.João, Porto. Portugal; 3 - Molecular Neurobiology Unit, University of Bristol, CSSB, Dorothy Hodgkin Building, Bristol, UK; 4 - Serviço de Urologia do Hospital S. João Correspondência: ccruz@med.up.pt Introdução Em modelos animais de cistite observa-se a ocorrência de hiperactividade vesical, para a qual contribui a neurotrofina NGF (factor de crescimento nervoso). A contribuição de outro factores neurotróficos é menos clara. Em particular, o papel desempenhado pela neurotrofina BDNF (factor de crescimento derivado do cérebro) na cistite é desconhecido, apesar de ser o factor neurotrófico mais abundante. O BDNF pode ser produzido na bexiga inflamada e ligar-se ao seu receptor específico TrkB, expresso pelas fibras sensitivas que enervam a bexiga. Neste trabalho, investigámos o papel do BDNF na hiperactividade vesical em animais com cistite. Materiais e métodos Foram utilizadas fêmeas Wistar que receberam uma injecção intraperitoneal de ciclofosfamida (200mg/Kg). Os animais foram seguidos durante 3 dias. Durante este intervalo de tempo, os animais receberam injecções intravenosas diárias de soro fisiológico ou TrkB-Ig2, uma proteína recombinante que sequestra o BDNF livre. No 4º dia, os animais foram anestesiados e procedeu-se a cistometrias, após as quais os animais foram perfundidos. Os segmentos espinhais L6 foram recolhidos, pós-fixados e processados para imunorreacção contra a proteína Fos e a forma activa das cínases ERK. Resultados Em animais com cistite tratados com soro fisiológico, a frequência das contracções reflexas da bexiga aumentou significativamente de 0.60±0.08 (animais intactos) para 1.17±0.16 (p0.05). A frequência das contracções diminui significativamente em animais com cistite injec");
array_files[23]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c16.pdf","1899-12-30","22K"," A PET na Urologia ­ Aplicação actual e futura","neoplásica, PET","Os exames imagiológicos são de irrefutável importância para o correcto diagnóstico da patologia neoplásica.","A PET na Urologia ­ Aplicação actual e futura N. Maia, P Moreira, P Nunes, V. Dias, A. Mota . . Hospitais da Universidade de Coimbra - Serviço de Urologia e Transplantação Renal Director: Prof. Doutor Alfredo Mota Correspondência: Nuno Costa Maia - E-mail: nunocostamaia@gmail.com Introdução: Os exames imagiológicos são de irrefutável importância para o correcto diagnóstico da patologia neoplásica. Contudo, os avanços tecnológicos têm apenas conseguido dar melhor qualidade de avaliação morfológia, obtendo-se apenas informação funcional de forma indirecta e subjectiva. A Tomografia por Emissão de Positrões ­ PET permite uma avaliação funcional correlacionando-a com o potencial de malignidade. Embora ainda em fase inicial, poderá mudar a forma como diagnosticamos, tratamos, estadiamos e seguimos a patologia tumoral. Material e Métodos: Os autores fazem uma revisão da literatura, expondo o actual papel da PET na patologia maligna urológica. Paralelamente ilustram as diversas patologias com imagens de casos ocorridos no seu Serviço. Resultados: A análise dos diversos estudos publicados sobre utilização da PET nos tumores urológicos revela que no momento actual este exame está apenas indicado como segunda linha, em situações de re-estadiamento, ou para esclarecer a natureza de massas com- patíveis com recidiva local ou disseminação á distância. Isto no seguimento pós terapia inicial. O quadro seguinte resume de forma sucinta o papel da PET nos tumores urológicos mais frequentemente diagnosticados. As grandes vantagens da utilização da PET residem no facto de se obter informação integral do organismo, fusão de imagens com a tomografia axial computorizada, diagnóstico precoce (morfologia ainda pouco informativa). As grandes desvantagens advêm da eliminação urinária dos marcadores, requisitos técnicos e custos. Conclusão: Os estudos efectuados e publicados até à data ainda não têm significância estatística suficiente para obter conclusões definitivas. A PET é de momento pouco acessível e o seu potencial está ainda por ex");
array_files[24]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2007/pet-na-urol.pdf","1899-12-30","115K"," A PET na Urologia ­ Indicações, estado actual, futuro","pet, urologia, neoplasias","Os exames imagiológicos são de irrefutável importância para o correcto diagnóstico da patologia neoplásica. Contudo, os avanços tecnológicos têm apenas conseguido dar melhor qualidade de avaliação morfológica, obtendo-se apenas informação funcional de forma indirecta e subjectiva.","Artigos de Revisão A PET na Urologia ­ Indicações, estado actual, futuro Nuno Maia, Pedro Nunes, Vitor Dias, Alfredo Mota Hospitais da Universidade de Coimbra - Serviço de Urologia e Transplantação Renal Director: Prof. Doutor Alfredo Mota Resumo Os exames imagiológicos são de irrefutável importância para o correcto diagnóstico da patologia neoplásica. Contudo, os avanços tecnológicos têm apenas conseguido dar melhor qualidade de avaliação morfológica, obtendo-se apenas informação funcional de forma indirecta e subjectiva. Com o surgimento da PET (Tomografia por Emissão de Positrões) algo de realmente novo pode estar a caminho para melhor compreender-mos a biologia das neoplasias e assim oferecer um tratamento mais personalizado para o doente em questão. As dimensões tumorais (salvo situações extremas) pouco nos informam do potencial de malignidade e comportamento biológico pré ou pós-tratamento. A aplicação da PET em Urologia, embora ainda em fase inicial, poderá mudar a forma como diagnosticamos, tratamos, estadiamos e seguimos a patologia tumoral. Palavras Chave: Pet, urologia, neoplasias Abstract Correspondência para: Nuno Costa Maia Urbanização Casal da Eira, Lote 20 - 4º C 3030-001 COIMBRA E-mail: nunocostamaia@gmail.com Telem. 917 667 920 Imaging is off indisputable importance in the correct diagnosis of urological tumours. Despite many advances in morphologic quality of the evaluation, and although valid information about function is obtainable, there is a need for non-invasive metabolic imaging modality. With PET (positron emission tomography), something really new might be in our way, to better understand biology and behaviour of malignant tumours. Holding such knowledge, we would offer more appropriate treatment to our patients. Currently, the utility of PET in Urology is still in is first steps, but it may lead us in to a long ride towards changing our attitude on what concerns diagnosis, treatment, prognosis and follow-up of Uro-oncologic diseases. Introdução Na última década, os avanços na imagiolo");
array_files[25]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co73.pdf","1899-12-30","52K"," A Posição de Valdivia na Cirurgia Renal Percutânea","valdivia","A posição de Valdivia está a tornar-se um standard na cirurgia renal percutânea. Esta consiste no posicionamento o doente em decúbito dorsal com elevação do flanco a 30º.","Comunicações Orais 93 A Posição de Valdivia na Cirurgia Renal Percutânea Tito Leitão; Tiago Mendonça; Mafalda Melo; Carla Soares; David Martinho; Carla Soares; Sérgio Pereira; António Romão; Raul Rodrigues; Tomé Lopes Centro Hospitalar Lisboa Norte Correspondência: titoleitao@hotmail.com Introdução A posição de Valdivia está a tornar-se um standard na cirurgia renal percutânea. Esta consiste no posicionamento o doente em decúbito dorsal com elevação do flanco a 30º. Objectivos Neste trabalho os autores descrevem a experiência do Centro Hospitalar Lisboa Norte na cirurgia renal percutânea em posição de Valdivia. Desenvolvimento No período de Abril de 2008 a Abril de 2009 foram submetidos a Nefrolitotomia Percutânea 30 doentes, 21 em decúbito ventral e 9 em posição de Valdivia. 17 doentes eram do sexo feminino e 13 do sexo masculino. A idade média foi de 51 anos. O peso corporal médio foi 74kg e a altura média foi 1,64 m. A litíase localizava-se à direita em 16 casos e à esquerda em 14, no pólo inferior em 11, no polo inferior e bacinete em 7 e no bacinete em 12. A litíase era coraliforme em 10 doentes. A descida média no hematócrito foi de 3,1% e a subida da creatinina média foi de 0,07 mg/dL. O acesso foi através do cálice inferior em 27 casos e do cálice médio em 3; guiado por fluoroscopia em 15 casos e por fluoroscopia e ecografia em 6. Foi colocada uma nefrostomia no pós-operatório em todos os doentes e stent ureteral em apenas 5. A duração média do procedimento foi de 93 minutos. O tempo de internamento médio de 5,3 dias. Não houve fragmentos residuais em 16 doentes (73%). Foi registada apenas uma complicação, com cólica renal por migração de cálculo para o ureter numa doente em que não foi colocado stent ureteral, tendo havido necessidade da sua colocação posteriormente. Não foi registado nenhum caso de morbilidade, quer hemorrágica, quer de lesão de órgãos adjacentes, ou mortalidade. Conclusão A posição de Valdivia apresenta diversas vantagens, nomeadamente anestésicas, poupança de tempo de bloco, comodida");
array_files[26]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c15.pdf","1899-12-30","54K"," A Sequestração Intratecal do BDNF Reduz a Hiperactividade Vesical e dor referida durante a Cistite","intratecal, BDNF, hiperactividade, vesical, cistite","A inflamação crónica da bexiga é acompanhada por hiperactividade da bexiga e dor referida. Tal se deve aos elevados níveis de neurotrofinas produzidas pela bexiga e que sensibilizam os aferentes vesicais sensitivos.","Cartazes 111 A Sequestração Intratecal do BDNF Reduz a Hiperactividade Vesical e dor referida durante a Cistite Bárbara Frias ; Rui Pinto ; Shelley Allen ; David Dawbarn ; Francisco Cruz ; 1 Célia Duarte Cruz 1 - Inst. de Histol. e Emb., Fac. de Medicina e IBMC, Univ. do Porto; 2 - Serviço de Urologia, Hosp. de. S.João, Porto. Portugal; 3 - Molecular Neurobiology Unit, University of Bristol, CSSB, Dorothy Hodgkin Building, Bristol, UK; 4 - Serviço de Urologia do Hospital S. João Correspondência: barbarafrias@gmail.com 1 2 3 3 4 Introdução A inflamação crónica da bexiga é acompanhada por hiperactividade da bexiga e dor referida. Tal se deve aos elevados níveis de neurotrofinas produzidas pela bexiga e que sensibilizam os aferentes vesicais sensitivos. A neurotrofina mais abundante é o factor de crescimento derivado do cérebro (BDNF) mas o seu papel no tracto urinário durante a cistite permanece por esclarecer. Neste trabalho, estudou-se a contribuição do BDNF para a hiperactividade vesical e dor referida em animais com cistite crónica. Material e métodos Foram utilizadas ratos fêmea Wistar (n=4/grupo). Os animais foram anestesiados e colocou-se um cateter de silicone no espaço sub-dural ao nível do segmento espinhal L6. A outra extremidade do cateter foi externalizada. Quatro dias após esta cirurgia, os animais foram injectados com ciclofosfamida (CYP, 200 mg/kg) e divididos em 2 grupos. Um dos grupos recebeu injecções intratecais de soro fisiológicos enquanto que o outro grupo foi tratado com TrkB-Ig2, uma proteína recombinante que sequestra o BDNF. A sensibilidade mecânica do abdómen foi determinada com os filamentos de von Frey antes da injecção de CYP, bem como 4, 24, e 48 horas depois. A actividade reflexa da bexiga foi avaliada por cistometria 72 horas após indução de cistite. Resultados Em animais com cistite, a frequência das contracções da bexiga aumentou significativamente de 0.5±0.1 (animal intacto) para 1.0±0.4 (p0.01). Enquanto que a injecção intratecal de soro não surtiu qualquer efeito, a sequestra");
array_files[27]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2010/Sex-Les-Vert-Med.pdf","2011-06-02","426K"," A Sexualidade e a Lesão Vertebro-Medular","Sexualidade, Vertebro-Medular","A sexualidade é uma integração de aspectos físicos, emocionais, intelectuais e sociais, sendo actualmente concebida como parte integrante do comportamento de todo o ser humano, muito mais do que um factor estritamente biológico","A Sexualidade e a Lesão Vertebro-Medular Machado Vaz I1, Mira Coelho M A sexualidade é uma integração de aspectos físicos, emocionais, intelectuais e sociais, sendo actualmente concebida como parte integrante do comportamento de todo o ser humano, muito mais do que um factor estritamente biológico. A lesão vertebro-medular (LVM) afecta toda a vida de um indivíduo, incluindo a sua sexualidade. Este aspecto, apesar de ser frequentemente relegado para segundo plano pela comunidade médica, é considerado prioritário em termos de recuperação funcional para os doentes paraplégicos, sendo que, para os doentes tetraplégicos apenas é ultrapassado pela recuperação da função dos membros superiores. As autoras orientaram a abordagem deste tema em três vertentes: a descrição dos mecanismos neurofisiológicos envolvidos na resposta sexual e a forma como estão alterados nos lesionados vertebromedulares, os métodos de avaliação da resposta sexual e a reabilitação sexual. Palavras-chave: Sexualidade, Lesão Vertebro-Medular, Reabilitação");
array_files[28]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/4-2010/terapeutica-medica.pdf","2011-06-02","105K"," A terapêutica médica expulsiva na litíase do alto aparelho urinário","terapêutica, litíase","Revisão da evidência clínica mais recente sobre a utilidade e eficácia da terapêutica médica expulsiva na litíase do alto aparelho urinário","A terapêutica médica expulsiva na litíase do alto aparelho urinário Tiago Neves1, Pedro Monteiro2, Artur Canhoto2, Hélder Monteiro Revisão da evidência clínica mais recente sobre a utilidade e eficácia da terapêutica médica expulsiva na litíase do alto aparelho urinário. Material e métodos: Revisão dos artigos publicados mediante pesquisa Pubmed. Resultados: A litíase ureteral associa-se a taxas de emissão espontânea de cálculo de 71-98% nos cálculos <5 mm e 25-53% nos cálculos com 5-10 mm. Vários ensaios clínicos e meta-análises avaliaram o papel da nifedipina e tansulosina na facilitação da expulsão litiásica. As taxas de eliminação em cálculos <15 mm nos ensaios com nifedipina e tansulosina são de 77-87% e 85-100% respectivamente, sendo nos grupos controlo de 35-80%. Com a tansulosina a diminuição do período expulsivo médio pode ser reduzida de 7,5 dias para 4,4 dias. Um ensaio comparativo entre a tansulosina, terazosina e doxazosina revelou taxas de eliminação bastante similares \u2013 79,3%, 78,5% e 75,8% respectivamente. Pelo menos dois ensaios clínicos prospectivos mostram que a tansulosina quando utilizada como terapêutica adjuvante na litotrícia extracorpórea por ondas de choque (LEOC) de cálculos renais e ureterais melhora as taxas de eliminação espontânea, melhora as taxas de resolução de steinstrasse e reduz a sintomatologia, a utilização de analgésicos e o tempo médio de expulsão. Conclusões: A terapêutica médica expulsiva, particularmente com antagonistas a-adrenérgicos é uma realidade e deve ser considerada em doentes com litíase ureteral não complicada candidatos a terapêutica conservadora. São co-substanciadas tais indicações por vários estudos prospectivos e meta-análises que confirmam o aumento da taxa de eliminação espontânea de cálculos com estes agentes, a diminuição do número de episódios sintomáticos, a diminuição do tempo médio para expulsão, bem como a diminuição do consumo de analgésicos. Palavras-chave: Litíase urinária, terapêutica médica expulsiva.");
array_files[29]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2010/unid-cirurg-amb.pdf","2011-06-02","177K"," A unidade de cirurgia ambulatória do Serviço de Urologia do Centro Hospitalar Lisboa Norte ­ experiência preliminar","cirurgia, ambulatória","O crescimento global da cirurgia ambulatória (CA) constitui um dos maiores avanços da Medicina moderna, assente numa prestação de cuidados com qualidade e segurança equivalentes aos prestados em regime de internamento, com um binómio custo-eficiência altamente favorável e um elevado grau de satisfação dos doentes","A unidade de cirurgia ambulatória do Serviço de Urologia do Centro Hospitalar Lisboa Norte ­ experiência preliminar Tiago Mendonça1, Tito Leitão1, Sérgio Pereira1, Palma Reis2, Tomé Lopes O crescimento global da cirurgia ambulatória (CA) constitui um dos maiores avanços da Medicina moderna, assente numa prestação de cuidados com qualidade e segurança equivalentes aos prestados em regime de internamento, com um binómio custo-eficiência altamente favorável e um elevado grau de satisfação dos doentes. A elevada prevalência de patologia de média complexidade, o constante aperfeiçoamento das técnicas minimamente invasivas e a permanente evolução dos equipamentos cirúrgicos fazem com que exista uma grande diversidade de procedimentos cirúrgicos em Urologia passíveis de ser executados em ambulatório. Objectivos: Os autores apresentam a nova Unidade de cirurgia ambulatória (UCA) do Serviço de Urologia do Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN). Material e Métodos: São revistos os diferentes tipos de UCA e é caracterizada a UCA do Serviço de Urologia do CHLN em diversas vertentes: modelo organizacional, infra-estruturas, pessoal e circuito do doente. Finalmente, é feita uma breve análise da casuística do primeiro ano de funcionamento. Resultados: A UCA do Serviço de Urologia do CHLN é uma UCA autónoma inserida numa unidade hospitalar, com infra-estruturas próprias e com pessoal exclusivo e dedicado. A casuística operatória é apresentada sob a forma de tabela Conclusão: Os autores encaram as unidades de cirurgia ambulatória major como uma necessidade nos Serviços de Urologia dos centros hospitalares. Os elevados padrões de qualidade e segurança que podem ser atingidos contribuem para a prática de uma Urologia científica e moderna, mas também humanizada e centrada nas necessidades do doente. Palavras-chave: Cirurgia ambulatória, urologia.");
array_files[30]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/4-2000/Urol-nac-trans-ren.pdf","1899-12-30","6K"," A Urologia Nacional e a Transplantação Renal","transplantação, renal","A transplantação impôs-se como um dos grandes avanços da Medicina ao ponto de ser considerada como a grande aventura da medicina do século XX (Küss e Bourget). Muitos Urologistas se lhe dedicaram ao longo destes 50 anos da sua história.","Transplantação Renal A Urologia Nacional e a Transplantação Renal Alfredo Mota A transplantação impôs-se como um dos grandes avanços da Medicina ao ponto de ser considerada como a grande aventura da medicina do século XX (Küss e Bourget). Muitos Urologistas se lhe dedicaram ao longo destes 50 anos da sua história. Um dos mais ilustres foi concerteza René Küss, pioneiro da transplantação renal e um dos que mais contribuiu para o desenvolvimento da cirurgia de implante do enxerto na fossa ilíaca (transplante heterotópico), ainda hoje a técnica cirúrgica de eleição do transplante renal. Anos mais tarde, Gil-Vernet, Urologista catalão, e s t u d o u e desenvolveu a transplantação renal ortotópica para a fossa lombar esquerda, anastomosando a artéria renal do enxerto à artéria esplénica. Esta técnica, apesar de não se ter popularizado, pode, em determinadas circunstâncias, ser a opção mais correcta, como é o caso nos doentes com grave patologia vascular ilíaca (diabéticos) que dificulta ou impossibilita as anastomoses vasculares ou com m a l f o r m a ç õ e s do aparelho urinário inferior que impõem derivação urinária para a pele, que um rim em posição lombar naturalmente facilita. Nos Estados U n i d o s , Willard Goodwin, John Barry, Stuart Flechner, Andrew Novick, Daniel Shoskes, exercendo a sua actividade como urologistas, dedicaram-se à transplantação renal, dirigindo, alguns deles, ainda hoje, importantes centros de transplante renal. Em Portugal, embora o pioneiro das transplantações renais tivesse sido um Urologista, Linhares Furtado, o seu exemplo não foi suficientemente motivador para a urologia nacional, não tendo tido sequência em nenhum outro centro urológico. A iniciativa e o exemplo fizeram escola no Serviço que dirige, onde actualmente seis Urologistas realizam toda a cirurgia de colheita de rins e da transplantação renal. Para além do caso dos Hospitais da Universidade de Coimbra, onde a transplantação renal é uma valência do Serviço de Urologia, merecem uma referência, alguns colegas Urologistas, qu");
array_files[31]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2009/hidroc-gig.pdf","1899-12-30","202K"," A vergonha do hidrocelo gigante escondendo um seminoma","seminoma, hidrocelo, gigante","Relatamos um caso de seminoma de grandes dimensões (14x8x8 cm) com hidrocelo gigante associado. O doente, por vergonha, atrasou a ida ao médico durante 6 meses, apesar desta situação lhe condicionar a sua qualidade de vida.","A vergonha do hidrocelo gigante escondendo um seminoma André Quinta,* Jorge Cabral Ribeiro,** Américo Ribeiro dos Santos*** * Interno Complementar de Urologia do Hospital de São Marcos ** Assistente Hospitalar do Serviço de Urologia do Hospital de São Marcos Chefe de Serviço, Director de Serviço de Urologia do Hospital de São Marcos *** Serviço de Urologia ­ Hospital de São Marcos - Braga Correspondência: André Quinta ­ Serviço de Urologia, Hospital São Marcos ­ Apartado 2242 ­ 4701-965 BRAGA E-mail: Andremquinta@gmail.com Resumo Relatamos um caso de seminoma de grandes dimensões (14x8x8 cm) com hidrocelo gigante associado. O doente, por vergonha, atrasou a ida ao médico durante 6 meses, apesar desta situação lhe condicionar a sua qualidade de vida. Uma vez observado por um urologista, realizou estadiamento e foi submetido a orquidectomia radical seguida de quimioterapia. Três meses após o final da quimioterapia, encontra-se livre de doença. Palavras-chave: seminoma, hidrocelo gigante, orquidectomia, quimioterapia, vergonha Abstract We report a case of a large testicular seminoma (14x8x8 cm) associated with giant hydrocele. Because of embarrassment, the patient delayed medical help during 6 months although this condition produced significant impairment in his quality of life. Once consulted by an urologist, the condition was staged and rapidly the patient underwent radical orchiectomy followed by chemotherapy. Three months after chemotherapy, the patient his disease free. Keywords: seminoma, giant hydrocele, orchiectomy, chemotherapy, embarrassment Introdução Embora relativamente raros, os tumores do testículo são a neoplasia mais frequente em homens entre os 15 e 35 anos. Mais de 90% das neoplasias testiculares desenvolvem-se nas células germinativas originando dois tipos principais de tumores: os seminomas e os não-seminomas. As restantes neoplasias testiculares constituem os tumores não-germinativos.(1) Os seminomas constituem cerca de 30 a 60% dos tumores do testículo e apresentam uma taxa de cura (incluindo");
array_files[32]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c45.pdf","1899-12-30","55K"," Abcesso Peri-Renal e Fístula Brônquica ­ Um caso de Litíase Renal Complicada","fístula, renal, peri-renal, abcesso, obstrução, litiase","Os abcessos renais e peri-renais são pouco frequentes, contudo potencialmente letais e com morbilidade significativa em cerca de 35% dos doentes. A formação do abcesso pode ocorrer secundariamente à obstrução litiásica do sistema urinário.","Cartazes 141 Abcesso Peri-Renal e Fístula Brônquica ­ Um caso de Litíase Renal Complicada Lilian Campos; Mota Preto; Carlos Sebastião; Fragoso Rebimbas Hospital Divino Espírito Santo Correspondência: liliancncampos@gmail.com Introdução Os abcessos renais e peri-renais são pouco frequentes, contudo potencialmente letais e com morbilidade significativa em cerca de 35% dos doentes. A formação do abcesso pode ocorrer secundariamente à obstrução litiásica do sistema urinário. A apresentação clínica é insidiosa e inespecífica, tornando o diagnóstico clínico difícil. Uma vez feito o diagnóstico, a prioridade no tratamento consiste na drenagem. Objectivos Apresentar uma complicação grave e rara de uma situação benigna como é a litíase renal e reflectir acerca do tratamento destas situações clínicas. Desenvolvimento - Descrição do caso Utente do sexo feminino, caucasiana, de 59 anos, diabética, recorre ao Serviço de Urgência (SU) por clínica compatível com pielonefrite aguda esquerda. É diagnosticado um cálculo ureteropiélico esquerdo com 15mm de diâmetro, tendo-se realizado litotrícia de contacto, com fragmentação aparente completa. Cerca de 1 mês depois recorre novamente ao SU por dor lombar, febre e deterioração do estado geral. A ecografia renal e a tomografia computadorizada abdomino-pélvica (TC-AP) subsequente apontam para abcesso renal/pionefrose esquerda e espessamento do pilar do diafragma e porção proximal do músculo psoas à esquerda. Opta-se pela drenagem imediata guiada por TC pela colocação de nefrostomia renal e de dreno no abcesso do psoas. Apesar de franca melhoria, ao 5º dia de internamento ocorre acesso de tosse após tentativa de repermeabilizar o dreno do psoas, pelo que se colocada a hipótese de fístula digestiva vs brônquica. Exames iniciais (fistulografia, endoscopia digestiva alta - EDA, trânsito esofágico e TC-AP) inconclusivos. Por agravamento das queixas, repete EDA com introdução de azul de metileno pelo dreno, que confirma deglutição do contraste e assim a sua origem na via respiratória. TC to");
array_files[33]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2007/abcess-prost.pdf","1899-12-30","86K"," Abcesso Prostático","abcesso prostático, ecografia transrectal, punção aspirativa, prostatic abscess, transrectal ultrasonography, needle aspiration","O abcesso da próstata é actualmente uma entidade pouco frequente, resultado de uma melhoria na terapêutica antibiótica.","Abcesso Prostático Nuno Borges, Jorge Cabral Ribeiro, José Freire, Tomás Azevedo Serviço de Urologia e Serviço de Imagiologia Hospital da Horta Resumo O abcesso da próstata é actualmente uma entidade pouco frequente, resultado de uma melhoria na terapêutica antibiótica. No entanto deve ser considerado em doentes com factores de risco (infecções urinárias complicadas) que no decurso de um quadro infeccioso, apresentam agravamento marcado da sintomatologia ou resposta inadequada à terapêutica. Apresentamos um caso clínico de um doente de 47 anos com diabetes mellitus não controlada, cujo abcesso prostático foi tratado com antibioterapia sistémica, associada a drenagem transrectal ecodirigida. Palavras chave: Abcesso prostático, ecografia transrectal, punção aspirativa Abstract Prostatic abscess is a severe prostatic infection uncommon nowadays due to the widely use of antibiotics. Its should be suspected in patients presenting risk factors (complicated urinary tract infections) with aggravating urinary tract symptoms or protracted clinical course in spite of therapy. We present a case report of a 47-year old poorly controlled diabetic patient with a prostatic abscess treated with systemic antibiotics and transrectal drainage. Key Words: Prostatic abscess, transrectal ultrasonography, needle aspiration Mesh Terms: Prostate; Abscess; Abscess/therapy/ultrasonography; Prostatic Diseases/ therapy/ultrasonography; Anti-Bacterial Agents/administration & dosage; Drainage/ methods Correspondência: Nuno Borges Rua Luciano Cordeiro, 29, 1ºC 1150 ­ 212 LISBOA E-mail: nsborges@gmail.com Introdução O abcesso prostático é uma acumulação focal de pus no interior da próstata em resultado de um quadro infeccioso grave e não controlado, que condiciona uma morbilidade e mortalidade importantes quando não tratado agressivamente. Outrora frequente, com o advento da terapêutica antibiótica de largo espectro os abcessos prostáticos tornaram-se raros na prática clínica diária não ultrapassando 0,5% das infecções prostáticas. O seu diagnós");
array_files[34]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2010/Abces-Retro-Et-Mist.pdf","2011-06-02","412K"," Abcesso Retroperitoneal de Etiologia Misteriosa","Abcesso, Retroperitoneal","Abcesso Retroperitoneal de Etiologia Misteriosa Doente do sexo masculino de 48 anos, carpinteiro de profissão, que recorre ao Serviço de Urgência dos HUC, ao final da noite, queixando-se de epigastralgias, de início insidioso, com 5 dias de evolução","Abcesso Retroperitoneal de Etiologia Misteriosa Doente do sexo masculino de 48 anos, carpinteiro de profissão, que recorre ao Serviço de Urgência dos HUC, ao final da noite, queixando-se de epigastralgias, de início insidioso, com 5 dias de evolução. Agravamento do quadro álgico nesse dia, irradiando para o flanco direito, em associação com febre e anorexia. Sem outra sintomatologia gastrointestinal, urinária ou respiratória. Referia antecedentes de espondilite anquilosante. Sem antecedentes cirúrgicos prévios. Medicado com diclofenac 50 mg 2id e omeprazol 20 mg id. Autores: Gomes G1, Nunes P. 2, Patrão R1, Roseiro A. 2, A. Mota3 Retroperitoneal Abcess of Unknown Origin Apresentava-se normotenso, hemodinamicamente estável, com febre (38,8ºC). Ao exame objectivo, apresentava dor à palpação do flanco direito, esboçando-se defesa, mas sem sinais de irritação peritoneal. Analiticamente, apresentava PCR elevada: 23,64 mg/dL. Sem leucocitose ou outras alterações significativas. Colhidas amostras para hemocultura e urocultura \u2022 Rx Tórax - sem alterações de relevo. • Rx abdominal simples - sem alterações relevantes Ecografia abdominal: exame prejudicado por acentuada interposição gasosa intestinal, impeditiva da visualização do pâncreas e do pedículo hepático. Com as referidas reservas não se detectaram alterações ecográficas significativas do fígado, baço, rins. Sem outras alterações de relevo. TAC abdomino-pélvico (fig.1): observa-se apêndice cecal lateral ao cego, com calibre dentro da normalidade e com normal realce após contraste, mas acompanhando-se de densificação da gordura envolvente e ainda pequena quantidade, derrame adjacente que se prolonga para o retroperitoneu, atingindo a porção inferior do espaço perirenal direito. No espaço pararenal anterior direito observa-se uma pequena colecção líquida com cerca 3 cm, com realce periférico após contraste, que relacionamos com colecção abcedada. Foi instituída antibioterapia combinada com ceftriaxone + metronidazol e pausa alimentar");
array_files[35]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2007/abces-renal.pdf","1899-12-30","170K"," Abcessos Renais - Revisão","abcesso renal, abcesso perinéfrico, abcesso de quisto renal, renal abscess, perinephric abscess, abscess of renal cyst","Baseados num caso de associação de abcessos renal, perirrenal e de quisto renal infectado, ocorrendo após biopsia prostática, os autores fazem revisão bibliográfica dos abcessos renais, classificados segundo características anatómicas ­ perinéfrico, cortical e cortico-medular (nefrite bacteriana aguda focal/multifocal, pielonefrite enfisematosa e pielonefrite xantogranulomatosa).","Abcessos Renais - Revisão António Murinello1, Paula Mendonça1, Ricardo Correia2, Rocha Mendes2, Margarida Albergaria3, Jorge Neta4, João Coelho1, Sofia Lourenço1 1. Unit of Internal Medicine 1 2. Unit of Urology 3. Unit of Radiology 4. Unit of Histopathology Curry Cabral Hospital. Lisbon. Portugal Resumo Baseados num caso de associação de abcessos renal, perirrenal e de quisto renal infectado, ocorrendo após biopsia prostática, os autores fazem revisão bibliográfica dos abcessos renais, classificados segundo características anatómicas ­ perinéfrico, cortical e cortico-medular (nefrite bacteriana aguda focal/multifocal, pielonefrite enfisematosa e pielonefrite xantogranulomatosa). Os abcessos renais são mais frequentes em diabéticos, menos vezes em alcoólicos, desnutridos e imunodeprimidos, estando associados geralmente a pielonefrites recorrentes, refluxo vesicoureteral, litíase urinária, ou resultam de êmbolos sépticos hematogéneos originados em focos extra-renais de infecção. A Escherichia coli é responsável pela maioria dos casos, e menos vezes a Klebsiella, Proteus, Enterobacter, Pseudomonas e Estafilococo aureus. Descrevem-se a expressão clínica, complicações evolutivas e diagnóstico radiológico, enfatizando-se as infecções acompanhadas de formação de gás. Referem-se opções terapêuticas médico-cirúrgicas, cujas indicações dependem do diagnóstico precoce, complicações e factores predisponentes. Palavras chave: Abcesso renal / Abcesso perinéfrico / Abcesso de quisto renal Abstract Based on a case of associated renal, perinephric and renal cyst abscesses, occurring after prostatic biopsy, the authors do a concise review of renal abscesses, classified by anatomic categories ­ perinephric, cortical and corticomedullary (acute focal/multifocal bacterial nephritis, emphysematous and xantogranulomatous pyelonephritis). Renal abscesses are frequent in diabetics, less so in alcoholics, undernourished and immunosuppressed patients, and commonly associated with recurrent pyelonephritis, vesicoureteral reflux, urinary l");
array_files[36]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c06.pdf","1899-12-30","53K"," Abordagem Cirúrgica para Protecção Ureteral após Ureterólise na Fibrose Retroperitoneal Idiopática","ureterólise, fibrose, retroperitoneal, idiopática","A principal manifestação da fibrose retroperitoneal idiopática (FRI) consiste em uropatia obstrutiva secundária a envolvimento ureteral por tecido esclerótico.","Cartazes 102 Abordagem Cirúrgica para Protecção Ureteral após Ureterólise na Fibrose Retroperitoneal Idiopática Mário Oliveira; Manuel Vila Mendes; Américo Ribeiro dos Santos Hospital S. Marcos (Braga) Correspondência: mario_oliv@yahoo.com Introdução A principal manifestação da fibrose retroperitoneal idiopática (FRI) consiste em uropatia obstrutiva secundária a envolvimento ureteral por tecido esclerótico. A abordagem cirúrgica, quando indicada, visa a libertação ureteral do tecido fibrótico envolvente, bem como a sua protecção, prevenindo a recorrência. Foram descritas várias técnicas de lateralização ureteral e interposição de diferentes estruturas, incluindo a intraperitonealização (com o risco de estenose a nível das extremidades da rafia peritoneal), omentoplastia ou envolvimento (wrapping) ureteral com retalho pediculado de gordura pré-peritoneal. Objectivos Descrevemos uma abordagem cirúrgica alternativa, tecnicamente simples, com recurso a auto-enxerto de peritoneu parietal. Desenvolvimento Após realização de ureterólise e lateralização ureteral, é colhido um enxerto de peritoneu a nível da parede anterolateral do abdómen. O enxerto é colocado sob toda a extensão do ureter libertado e fixado com fio sintético reabsorvível 2/0 (poliglactina), sendo assegurado o adequado encerramento da cavidade peritoneal. A colocação prévia de catéter ureteral facilita o procedimento e, tal como em outras abordagens, a sua extracção é praticada 3 semanas após a cirurgia. Executámos a técnica descrita num paciente de sexo masculino, 60 anos de idade, com FRI extensa diagnosticada após episódio de dor lombar e insuficiência renal obstrutiva (creatinina sérica 3,61 mg/dL), refractária ao tratamento médico. Após cuidadosa libertação ureteral bilateral de extensa massa fibrótica desde o nível do ureter proximal até à bifurcação aórtica e lateralização dos ureteres, realizou-se o procedimento descrito. Os catéteres duplo J foram removidos 3 semanas após cirurgia. Aos 12 meses de seguimento, o paciente encontra-se assintomátic");
array_files[37]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/v21.pdf","1899-12-30","55K"," Abordagem Combinada por Via Laparoscópica e Cirurgia Aberta de Massa Renal Complexa","Laparoscópica, Cirurgia Aberta, Massa Renal, Complexa, Renal Complexa","A cirurgia conservadora de massas renais demontrou bons resultados oncológicos. A evolução da laparoscopia tem permitido a realização de nefrectomias parciais com escassa morbilidade, apesar de se ter descrito um maior número de complicações nos casos complexos","Abordagem Combinada por Via Laparoscópica e Cirurgia Aberta de Massa Renal Complexa Mário Oliveira ; Joan Palou ; Josep Maria Gaya ; Rosa Sagristá ; Antonio Rosales1 1 - Fundació Puigvert (Barcelona); 2 - Hospital S. Marcos (Braga) Correspondência: mario_oliv@yahoo.com 2 1 1 1 Introdução A cirurgia conservadora de massas renais demontrou bons resultados oncológicos. A evolução da laparoscopia tem permitido a realização de nefrectomias parciais com escassa morbilidade, apesar de se ter descrito um maior número de complicações nos casos complexos. Adicionalmente, a abordagem laparoscópica implica um tempo de isquemia quente superior ao da via aberta. Objectivos Apresentação de abordagem combinada com início de laparoscopia com dissecção do rim e seu pedículo, facilitando uma segunda fase de cirurgia aberta conservadora que requer uma incisão abdominal menor. Desenvolvimento Paciente de 46 anos com antecedentes de síndrome antifosfolipídico e trombose venosa profunda. Durante seguimento por patologia litiásica, é diagnosticado um tumor intra-parenquimatoso direito de 26mm e outro periférico com 9 mm. Inicia-se a cirurgia com a libertação de aderências, seguida de dissecção do espaço peri-renal e identificação do ureter. Uma vez identificados os vasos renais, procede-se à libertação da gordura peri-renal até se obter um rim totalmente móvel. Mantendo o paciente na mesma posição, procede-se à extracção dos trocares e realiza-se a uma pequena incisão subcostal. Coloca-se uma compressa posteriormente ao rim para facilitar a sua exteriorização. A localização da lesão é definida por ecografia intra-operatória, visualizando-se tumor intra-parenquimatoso a 0,5 cm da superfície renal. Após administração de manitol, introduz-se o clampe pelo trocar da óptica, sendo clampado o pedículo vascular. Após incisão do parênquima renal e identificação do tumor, é realizada dissecção romba do tumor. Após enucleação, é realizada coagulação selectiva e sutura hemostática do leito de ressecção.");
array_files[38]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c07.pdf","1899-12-30","53K"," Abordagem Reconstrutiva da Glande após extensa perda de substância ­ Caso Clínico","glande, reconstrução","Os objectivos da cirurgia reconstrutiva do pénis são preservar a micção em ortostatismo, a função eréctil e a ejaculação. Para tal são importantes a dimensão e sensibilidade penianas finais.","Cartazes 103 Abordagem Reconstrutiva da Glande após extensa perda de substância ­ Caso Clínico André Cardoso ; Rui Barbosa ; Tiago Correia ; Ricardo Soares ; Martinho Almeida 3 1 2 3 3 1 - Hospital Pedro Hispano, Serviço de Urologia; 2 - Hospital de S. João; 3 - Hospital Pedro Hispano Correspondência: email.cardoso@gmail.com Introdução Os objectivos da cirurgia reconstrutiva do pénis são preservar a micção em ortostatismo, a função eréctil e a ejaculação. Para tal são importantes a dimensão e sensibilidade penianas finais. A glande desempenha um papel fundamental na transmissão de informação sensorial ao sistema nervoso central, desencadeando o prazer subjectivo e o reflexo ejaculatório. Objectivos Os autores apresentam um caso clínico de traumatismo peniano com perda de substância da glande e descrevem a técnica reconstrutiva utilizada. Desenvolvimento Apresentamos um caso de perda traumática de extensa porção da glande que tratámos remodelando a porção viável e reconstruindo o meato uretral. Ao evitar a amputação a um nível mais proximal ou o uso de enxertos ou retalhos à distância para a reconstrução, foi preservada parte da sensibilidade peniana original, com bom resultado funcional. Conclusão As técnicas de reconstrução peniana conhecidas foram desenvolvidas em três diferentes contextos clínicos: traumatismos penianos com amputação, mudança de género ou tratamento da neoplasia do pénis. Sempre que possível, deve ser poupado algum tecido glanular. Nos casos em que toda a glande é removida, as técnicas que usam retalhos ou enxertos de tecidos com maior sensibilidade do que a pele apresentam melhores resultados a nível da função sexual. Bibliografia - Glanuloplasty with scrotal flap for partial penectomy. J Urol. 2001 Sep;166(3):887-9. - Resurfacing and reconstruction of the glans penis. Eur Urol. 2007 Sep;52(3):893-8. Epub 2007 Jan 22. - Conservative surgery for penile cancer: subtotal glans excision without grafting. BJU Int. 2005 Oct;96(6):911-2. - Distal urethral reconstruction of the glans for penile carc");
array_files[39]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2009/abord-rec-glan.pdf","1899-12-30","224K"," Abordagem Reconstrutiva da Glande após extensa perda de substância ­ Caso Clínico","cirurgia, reconstrutiva, pénis, ortostatismo, eréctil, ejaculação, glande","Os objectivos da cirurgia reconstrutiva do pénis são preservar a micção em ortostatismo, a função eréctil e a ejaculação. Para tal são importantes a dimensão e sensibilidade penianas finais. A glande desempenha um papel fundamental na transmissão de informação sensorial ao sistema nervoso central, desencadeando o prazer subjectivo e o reflexo ejaculatório.","Casos Clínicos Abordagem Reconstrutiva da Glande após extensa perda de substância ­ Caso Clínico André Cardoso1, Rui Barbosa2, Tiago Correia1, Ricardo Soares1, Martinho Almeida3 *Interno Complementar de Urologia ­ Serviço de Urologia do Hospital Pedro Hispano **Assistente Hospitalar de Cirurgia Plástica ­ Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital de S. João ***Assistente Hospitalar Graduado ­ Serviço de Urologia do Hospital Pedro Hispano Correspondência: André Cardoso ­ R. Eng. Duarte Pacheco, 26, Ap. 73, 4470 MAIA ­ E-mail: email.cardoso@gmail.com Sumário Os objectivos da cirurgia reconstrutiva do pénis são preservar a micção em ortostatismo, a função eréctil e a ejaculação. Para tal são importantes a dimensão e sensibilidade penianas finais. A glande desempenha um papel fundamental na transmissão de informação sensorial ao sistema nervoso central, desencadeando o prazer subjectivo e o reflexo ejaculatório. Apresentamos um caso de perda traumática de extensa porção da glande secundaria a traumatismo que tratámos remodelando a porção viável e reconstruindo o meato uretral. Ao evitar a amputação a um nível mais proximal ou o uso de enxertos ou retalhos à distância para a reconstrução, foi preservada parte da sensibilidade peniana original, com bom resultado funcional. As técnicas de reconstrução peniana conhecidas foram desenvolvidas em três diferentes contextos clínicos: traumatismos penianos com amputação, mudança de género ou tratamento da neoplasia do pénis. Sempre que possível, deve ser poupado algum tecido glanular. Nos casos em que toda a glande é removida, as técnicas que usam retalhos ou enxertos de tecidos com maior sensibilidade do que a pele apresentam melhores resultados a nível da função sexual. Palavras chave: traumatismo peniano, reconstrução peniana, glande Summary The main goals of the penile reconstructive surgery are the preservation of standing micturiation, erection and ejaculation. To achieve them, both the length and the sensivity are important. The glans has a major role in the transmissio");
array_files[40]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c38.pdf","1899-12-30","53K"," Abordagem Terapêutica Conservadora em Paraganglioma do Colo Vesical","paraganglioma","O paraganglioma da bexiga representa apenas 0,06% de todas as neoplasias vesicais. À semelhança do feocromocitoma, não está disponível um achado histológico que permita estratificar o potencial de malignidade do paraganglioma vesical.","Cartazes 134 Abordagem Terapêutica Conservadora em Paraganglioma do Colo Vesical Mário Oliveira; Jorge Cabral Ribeiro; Américo Ribeiro dos Santos Hospital S. Marcos (Braga) Correspondência: mario_oliv@yahoo.com Introdução O paraganglioma da bexiga representa apenas 0,06% de todas as neoplasias vesicais. À semelhança do feocromocitoma, não está disponível um achado histológico que permita estratificar o potencial de malignidade do paraganglioma vesical. Deste modo o critério prognóstico mais importante baseia-se na presença de tumor em localizações onde habitualmente não existe tecido paraganglionar. Para além disso, a abordagem terapêutica mais consensual continua a ser a cistectomia parcial. Objectivos Relatamos um caso de paraganglioma vesical localizado na região do colo cervical e discutimos a eventual necessidade de nestas situações se considerarem opções terapêuticas menos agressivas. Procedeu-se à análise retrospectiva do processo da paciente e revisão da literatura. Desenvolvimento Descrevemos o caso de uma doente de sexo feminino, 22 anos, enviada à consulta de Urologia por episódio de hematúria. Em ecografia, foi detectada uma lesão polipóide na parede vesical com 22x18mm. A lesão foi confirmada por cistoscopia e localizava-se na região anterior do colo vesical, na proximidade da uretra. Realizou-se ressecção transuretral da lesão cujo exame histológico revelou paraganglioma vesical envolvendo o tecido conjuntivo subepitelial e a túnica muscular própria. As cintilografias com MIBG (meta-iodo 131-benzil-guanidina) e octeotride foram negativas e a ressonância magnética não demonstrou doença transparietal ou metastática. Para além disso, os doseamentos urinários e séricos de catecolaminas e seus metabolitos foram normais. Considerando a localização da lesão e, de modo a minimizar o risco de incontinência urinária, optou-se por realizar re-ressecção da base da lesão, que foi negativa para neoplasia. A paciente encontra-se em seguimento periódico há 34 meses, assintomática e sem evidência de doença residual");
array_files[41]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co37.pdf","1899-12-30","53K"," Abordagem Terapêutica de Fístulas Vésico-Vaginais","fístula, vésico-vaginal, bexiga, vagina, incontinência","As fístulas vésico-vaginais são comunicações patológicas entre a bexiga e a vagina, cursando habitualmente com incontinência urinária. A etiologia principal em países industrializados é a cirurgia pélvica, nomeadamente os procedimentos ginecológicos.","Comunicações Orais 57 Abordagem Terapêutica de Fístulas Vésico-Vaginais André Cardoso; Tiago Correia; Ricardo Soares; Frederico Reis; Manuel Cerqueira; Martinho Almeida; Rui Prisco Hospital Pedro Hispano Correspondência: email.cardoso@gmail.com Introdução As fístulas vésico-vaginais são comunicações patológicas entre a bexiga e a vagina, cursando habitualmente com incontinência urinária. A etiologia principal em países industrializados é a cirurgia pélvica, nomeadamente os procedimentos ginecológicos. A reparação das fístulas vésico-vaginais é quase sempre cirúrgica. Objectivos Os autores apresentam os resultados do tratamento cirúrgico de fístulas vésico-vaginais numa série de doentes tratadas no nosso Serviço nos últimos quinze anos. Desenvolvimento Procedeu-se a análise retrospectiva do processo clínico de 16 doentes com o diagnóstico de fístula vésico-vaginal e tratadas entre 1 de Janeiro de 1994 e 31 de Dezembro de 2008. A idade mediana das doentes era de 46 anos. Quinze fístulas eram secundárias a histerectomia e uma a complicação de esfíncter urinário artificial. O tempo médio até à correcção cirúrgica foi de 6 meses. Utilizámos técnica transvesical extraperitoneal em 11 doentes, transvesical transperitoneal com interposição de epiplon em 4 doentes e técnica transvaginal em 1 doente. Quinze das dezasseis fístulas vésico-vaginais resolveram após uma única intervenção (taxa de cura de 94%). Tivemos 5 complicações operatórias em 4 doentes. Nenhuma das complicações necessitou de re-intervenção cirúrgica. Conclusão O tratamento das fístulas vésico-vaginais é predominantemente cirúrgico. Existem várias técnicas de correcção, por via abdominal ou vaginal, com elevada taxa de cura. Concluímos que a série que apresentamos é semelhante às de outros autores de instituições de países desenvolvidos, no que diz respeito quer à etiologia quer aos resultados cirúrgicos. Bibliografia Treatment approach for vesicogenital fistula. Retrospective analysis of our data. Actas Urol Esp. 2003 Jul-Aug;27(7):530-7. Supratrigonal VV");
array_files[42]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2009/abord-terap-f-v-v.pdf","1899-12-30","102K"," Abordagem Terapêutica de Fístulas Vésico-Vaginais ­ Análise retrospectiva e revisão temática","tratamento, cirúrgico, fístula, vésico-vaginal","Os autores propõem-se apresentar os resultados do tratamento cirúrgico de fístulas vésico-vaginais numa série de doentes tratadas no nosso Serviço nos últimos quinze anos e rever os aspectos teóricos e técnicos do diagnóstico e tratamento desta patologia.","Abordagem Terapêutica de Fístulas Vésico-Vaginais ­ Análise retrospectiva e revisão temática André Cardoso*, Ricardo Soares*, Tiago Correia*, Frederico Reis**, Manuel Cerqueira**, Martinho Almeida***, Rui Prisco**** *Interno Complementar **Assistente Hospitalar ***Chefe de Serviço ****Director de Serviço Serviço de Urologia ­ Hospital Pedro Hispano Correspondência: André Cardoso ­ R. Eng.º Duarte Pacheco, 26, Ap. 73 ­ 4470 MAIA ­ E-mail: email.cardoso@gmail.com Resumo Objectivo: Os autores propõem-se apresentar os resultados do tratamento cirúrgico de fístulas vésico-vaginais numa série de doentes tratadas no nosso Serviço nos últimos quinze anos e rever os aspectos teóricos e técnicos do diagnóstico e tratamento desta patologia. Material e Métodos: Análise retrospectiva baseada na consulta do processo clínico de 16 doentes com o diagnóstico de fístula vésico-vaginal e tratadas entre 1 de Janeiro de 1994 e 31 de Dezembro de 2008. A idade mediana das doentes era de 46 anos. Quinze fístulas eram secundárias a histerectomia e uma a complicação de esfíncter urinário artificial. O tempo médio até à correcção cirúrgica foi de 6 meses. Utilizámos técnica transvesical extraperitoneal em 11 doentes, transvesical transperitoneal com interposição de epiplon em 4 doentes e técnica transvaginal em 1 doente. Resultados: Quinze das dezasseis fístulas vésico-vaginais resolveram após uma única intervenção (taxa de cura de 94%). Tivemos 5 complicações operatórias em 4 doentes. Nenhuma das complicações necessitou de re-intervenção cirúrgica. Conclusão: O tratamento das fístulas vésico-vaginais é predominantemente cirúrgico. Existem várias técnicas de correcção, por via abdominal ou vaginal, com elevada taxa de cura. Este artigo relata a experiência do nosso Serviço no tratamento desta patologia. Concluímos que a série que apresentamos é semelhante às de outros autores de instituições de países desenvolvidos, no que diz respeito quer à etiologia quer aos resultados cirúrgicos. Palavras-chave: fístula vésico-vaginal, fístula urinári");
array_files[43]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c55.pdf","1899-12-30","39K"," Abordagem Urgente do Trauma Renovascular","trauma renovascular","O Trauma renovascular é maioritariamente resultado de traumatismo lombar fechado, e apenas em 10 a 15% dos casos resultado de trauma perfurante.","Abordagem Urgente do Trauma Renovascular M. Apolinário, H. Correia, S. Pereira, B. Paiva Departamento de Urologia do H.S.M. Director: C. de Moura Introdução: O Trauma renovascular é maioritariamente resultado de traumatismo lombar fechado, e apenas em 10 a 15% dos casos resultado de trauma perfurante. O prognóstico da situação é claramente mais desfavorável na presença de lesões complexas com compromisso vascular importante e disrupção parenquimatosa extensa. Material e Método: Doente de 15 anos admitido no Serviço de Urgência por ferida lombar causada por agressão com arma branca no decurso de um assalto para roubo de um par de ténis. Apresenta-se em choque hipovolémico com hematúria macissa. A Tomografia realizada na admissão revelou: Traumatismo penetrante grau IV com laceração parenquimatosa que se extende através do cortex, medula e sistema colector. ( fig 1 ) O doente é operado por via lombar, na inexistência de lesões intraperitoneais associadas, realizando-se tamponagem parenquimatosa com surgicell®, nefrorrafia com sutura atraumática, protecção com tecido adiposo e remoção/lavagem do hematoma perirenal. Intraoperatóriamente manteve hematúria importante e necessidade de transfusão de C.E. A situação clínica evoluiu bem, com regressão da hematúria ao 2º dia de pós operatório. Ao 7º dia tem episódio de hematúria macissa, anemiante. O episódio foi autolimitado e regrediu com repouso. Realiza estudo complementar para avaliação do estado vascular do rim que revela volumoso aneurisma traumatico intrarenal à direita: Foi então realizada a embolização selectiva do aneurisma com coils metálicos por via femural sob radioscopia. (Serviço de Imagiologia do H.S.M. ­ Drª Isabel Távora) Repete hematúria macissa ao 4º dia post embolização requerendo de novo suporte transfusional, o que motivou a realização de nefrectomia pela incisão inicial, que decorre sem complicações, com resolução imediata da situação clínica. Conclusão: O Traumatismo Renal com compromisso vascular severo é uma situação grave. A Cirurgia de Reparaç");
array_files[44]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2003/Acreditacao-EBU.pdf","1899-12-30","58K"," Acreditação pelo European Board of Urology","european board of urology","O Congresso é acreditado pelo Accreditation Committee of the European Board of Urology.","Acreditação pelo European Board of Urology European Board of Urology Accreditation O Congresso é acreditado pelo Accreditation Committee of the European Board of Urology. A presença nas sessões será controlada. Aos participantes inscritos no sistema serão, automaticamente, atribuídos Créditos pela participação no Congresso, segundo a tabela seguinte. De forma a permitir que os Créditos sejam atribuídos automaticamente, o Número de Registo no Sistema de Créditos do EBU deve ser registado na ficha de inscrição no Congresso. The Congress is accredited by the Accreditation Committee of the European Board of Urology. Attendance at the sessions will be monitored. If you are registered in the system, Credits for participation in the Congress will be granted, automatically, according to the table bellow. In order for the Credits to be granted automatically, the EBU Registration Number should be filled out upon registration for the Congress. Distribuição de Créditos do EBU por tipo de actividade Distribution of the EBU credits per activity type Category 1 ESU Course Category 2 Plenary Sessions APU Courses Workshops Symposia (If the program has been approved by the Congress Scientific Committee) Category 3 Teaching an ESU or APU Course Category 4 Lectures, Communications, Posters, Videos Participation in the Scientific Sessions (Chairpersons, Secretaries) Category 5 Organizing Committee Members Scientific Committee Members 5 Credits per participation 10 Credits per participation 5 Credits per act All authors receive Credits 5 Credits per participation 1 Credit per activity (maximum of 6 Credits per day and 18 per meeting) Hours of attendance = Number of Credits 3 Credits (1.5 Credit per hour)");
array_files[45]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2006/act-jun-23-2.pdf","1899-12-30","98K"," Acta Júnior - Infecções Urinárias de Repetição do Adulto","recidiva, reinfecção, bacteriúria, bacteriúria não resolvida, persistência bacteriana, reinfecções, recurrent urinary tract infections, relapse, reinfection, unresolved bacteriuria, bacterial persistence, reinfections","Acta Júnior - Pretendem os autores fazer uma revisão da literatura existente sobre infecções urinárias de repetição do adulto.","Acta Júnior Infecções Urinárias de Repetição do Adulto Pedro Moreira Revisão: Prof. Dr.Arnaldo Figueiredo Serviço de Urologia e Transplantação Renal - Hospitais da Universidade de Coimbra Director: Prof. Dr. Alfredo Mota Resumo Pretendem os autores fazer uma revisão da literatura existente sobre infecções urinárias de repetição do adulto. Discute-se a importância de distinguir recidiva, reinfecção e bacteriúria não resolvida. É reforçada a ideia de que a persistência bacteriana é habitualmente um sinal de anomalia urológica que deve ser investigada. Discute-se também as causas responsáveis pelas reinfecções e os seus factores de risco. O tratamento médico de doentes com reinfecções e a sua abordagem clínica são também referidos. Abstract The authors reviewed the literature regarding adult recurrent urinary tract infections. We discuss the importance of distinction between relapse (bacterial persistence), reinfection, and unresolved bacteriuria. We reinforce the notion that bacterial persistence is usually a sign of a urologic abnormality that must be investigated. Causes and risk factors for reinfections are also discussed. Medical treatment and clinical management of patients with reinfections is also reviewed. Introdução Habitualmente definem-se como de repetição as infecções do tracto urinário (ITU) que ocorrem 3 ou mais vezes por ano (1). Ao avaliar-se o doente com infecções urinárias de repetição é, em primeira análise, necessário destrinçar duas situações distintas: recidivas e reinfecção (2,3,4). Estas situações devem distinguir-se da bacteriúria não resolvida, que tem uma abordagem clínica diferente. Esta distinção é em regra fácil. A recidiva implica uma reemergência da mesma estirpe bacteriana que não foi erradicada de determinado local do tracto urinário (persistência bacteriana). Isto implica que o doente deixou de ter bacteriúria en- tre os episódios (ao contrário da bacteriúria não resolvida). A reinfecção implica que a ITU tenha sido erradicada, mas que os uropatogéneos tenham novamente ganho aces");
array_files[46]=new Array(0,1,"http://www.apurologia.pt/acta/instrucoes-autores.htm","1899-12-30","7K"," Acta Urológica - Instruções para os autores","","","Acta Urológica - Instruções para os autores Acta Urológica Instruções para os autores 1. Os trabalhos deverão ser enviados para: Prof. Francisco Cruz - Editor da Revista Acta Urológica Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95 - 3º A 1200-288 LISBOA \u2013 Portugal E-mail: actaurologica@gmail.com Tel.: +(351) 213 243 590 Fax: +(351) 213 243 599 2. Os trabalhos não deverão ter sido anteriormente publicados em qualquer outra revista, portuguesa ou estrangeira. Uma vez aceites, os originais ficarão propriedade da revista, não podendo ser reimpressos, total ou parcialmente, sem autorização escrita do seu Director. 3. Os trabalhos deverão ser escritos em português ou inglês. Aceitam-se, contudo, trabalhos em castelhano e francês, decorrendo a tradução a cargo da Revista. 4. Os trabalhos deverão ser enviados através de correio electrónico para: actaurologica@gmail.com 5. Cada secção ou componente do trabalho deve começar no início de uma página e as páginas deverão ser numeradas consecutivamente, começando na página do título. Os trabalhos deverão ser divididos, obrigatoriamente, nas seguintes partes: 5.1 Página de título que deverá incluir, além do título do trabalho, o nome de cada um dos autores, com o seu grau académico e a sua filiação institucional; o nome do departamento e a instituição ao qual o trabalho deve ser atribuído; o nome e endereço do autor responsável pela correspondência. 5.2 Resumo que deverá ser redigido em português e inglês e que não deverá exceder 250 palavras. Por baixo do resumo, os Autores devem indicar 3 a 10 palavras-chave, da lista de descritores médicos (MeSH) do Index Medicus, para indexação do trabalho. 5.3 O texto do trabalho, propriamente dito, deverá ser apresentado na seguinte sequência: Introdução, Métodos, Resultados e Discussão. 5.4 Bibliografia ajustada às normas internacionais (NLM). As referências devem ser numeradas, com algarismos árabes, entre parêntesis, sucessivamente, pela ordem que são mencionadas pela primeira vez no texto. Artigo em revista: Apelidos e ini");
array_files[47]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c04.pdf","1899-12-30","27K"," Activação protein kinase C no tonus corpo cavernoso humano em diabéticos com disfunção eréctil","protein kinase, corpo cavernoso, disfunção eréctil","O relaxamento do músculo liso arterial e trabecular peniano é um passo fundamental para a erecção.","Activação protein kinase C no tonus corpo cavernoso humano em diabéticos com disfunção eréctil J. La Fuente, P Masso, Nuno L, R. Borges, Rolo F, Angulo J, Cuevas P, MoncadaI, Martín-Morales A, F Marcelo, Sáenz de Tejada I Serviço de Urologia do Hospital de Santo António, Porto, Portugal Serviço de Urologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra, Coimbra Instituto de Medicina Sexual. Fundación para la Investigación y Desarrollo en Andrologia, Departamento de Investigación, Hospital Ramón y Cajal, Madrid. Correspondência: J. La Fuente, Serviço de Urologia do Hospital Santo António, Porto Tel.: 22 207 75 00 E-mail: j.lafuente@sapo .pt Introdução: O relaxamento do músculo liso arterial e trabecular peniano é um passo fundamental para a erecção. Têm-se observado alterações no relaxamento do tecido eréctil humano em patologias relacionadas com a disfunção eréctil, como a diabetes mellitus. Objectivos ­ Avaliar a influência da actividade da proteína kinase C (PKC) no tónus do músculo liso peniano em doentes com disfunção eréctil diabéticos e em não-diabéticos Material e Métodos: Foi colhido tecido cavernoso em doentes com disfunção eréctil conhecida, diabéticos e não-diabéticos, no momento de colocar uma próteses peniana. Em todos eles obtiveram-se amostras de tecido cavernoso e artérias de resistência penianas para serem estudados numa câmara de órgãos. Resultados: Foram estudadas as respostas contrácteis a prostanóides e a um vasodilatador (acetilcolina) dependente-endotélio. O Ácido Arachidonico (AA; 100 µM) causou o relaxamento do Corpo Cavernoso Humano (CCH) dependente da ciclooxigenase. Este relaxamento estava alterado nos tecidos de doentes diabéticos e foi normalizado pelo bloqueio dos recep- tores Tromboxano (TP) com 20 nM (SQ29548). A diabetes não afectou o relaxamento induzido pela PGE1. Os tecidos de doentes diabéticos tinham o relaxamento dependente-endotélio diminuído, o qual foi parcialmente melhorado pelo SQ29548 e, completamente, normalizado pelo inibidor da PKC (GF109203X; 1 µM). No CCH de doentes n");
array_files[48]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co05.pdf","1899-12-30","53K"," Actividade dos Receptores P2Y1 na Bexiga de Rato","ATP, disfunção, P2, ionotrópicos, P2X, metabotrópicos, P2Y","O ATP extracelular parece ter um papel relevante na patofisiologia de várias disfunções miccionais. O ATP activa receptores P2 que são subdivididos em duas famílias estrutural e funcionalmente distintas, os receptores ionotrópicos P2X e os metabotrópicos P2Y.","Comunicações Orais 25 Actividade dos Receptores P2Y1 na Bexiga de Rato Miguel Silva Ramos1; Diogo Monteiro2; José Marinhas2; Vitor Cavadas1; Nuno Silva2; Paulo Correia-de-Sá2 1 - Hospital Geral de Santo António - Centro Hospitalar do Porto; 2 - Laboratório de Farmacologia e Neurobiologia / UMIB, Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar (ICBAS) - Universidade do Porto Introdução O ATP extracelular parece ter um papel relevante na patofisiologia de várias disfunções miccionais. O ATP activa receptores P2 que são subdivididos em duas famílias estrutural e funcionalmente distintas, os receptores ionotrópicos P2X e os metabotrópicos P2Y. Os efeitos mais bem caracterizados do ATP na bexiga são via receptores P2X. Sabendo que existem receptores P2Y1 na bexiga fomos avaliar o efeito destes receptores no ciclo miccional. Material e Métodos As experiências foram realizadas in vivo em ratos machos Wistar (250 - 300g) anestesiados com uretano (dose: 1,2g Kg-1). A cúpula da bexiga foi cateterizada com uma cânula de três vias para permitir a infusão e a recolha de soluções e a medição contínua da pressão intravesical, através de um transdutor de pressão ligado a um sistema informatizado de aquisição de dados PowerLab (Chart 5, v.4.2 software; AD Instruments, USA). O reflexo miccional foi obtido procedendo ao encerramento do circuito de saída das soluções da bexiga, mantendo um fluxo de enchimento da bexiga de 0.04 ml/min, que foi controlado por intermédio de uma seringa infusora automática. A frequência respiratória, a frequência cardíaca e a actividade do nervo pélvico foram registadas continuamente ao longo da experiência através do sistema de aquisição de dados referido.");
array_files[49]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co35.pdf","1899-12-30","52K"," Acuidade Diagnóstica no Cancro de Próstata: A propósito de uma série de biópsias prostáticas","cancro, próstata, antigénio, PSA, hipoecogénicos, TRUS","A suspeita clínica de cancro da próstata é usualmente baseada em alterações do toque rectal ou na elevação no nível sérico de antigénio específico da próstata (PSA). Apesar de controversas, alterações imagiológicas como a presença de nódulos hipoecogénicos na ecografia prostática transrectal (TRUS), têm também sido consideradas.","Comunicações Orais 55 Acuidade Diagnóstica no Cancro de Próstata: A propósito de uma série de biópsias prostáticas Mário Oliveira; António Pedro Carvalho; Vítor Hugo Nogueira; Carlos Brás Silva; André Quinta; Carlos Oliveira; Américo Ribeiro dos Santos Hospital S. Marcos (Braga) Introdução A suspeita clínica de cancro da próstata é usualmente baseada em alterações do toque rectal ou na elevação no nível sérico de antigénio específico da próstata (PSA). Apesar de controversas, alterações imagiológicas como a presença de nódulos hipoecogénicos na ecografia prostática transrectal (TRUS), têm também sido consideradas. Recentemente foram desenvolvidos vários nomogramas e redes neuronais artificiais com o objectivo de minimizar o número de biópsias desnecessárias. Objectivos Avaliar a acuidade diagnóstica do PSA total, densidade de PSA e de um nomograma na detecção do cancro da próstata. Desenvolvimento: Material e Métodos: Avaliaram-se vários parâmetros dos doentes submetidos a biópsia prostática transrectal ecodirigida no Serviço em 2007, incluindo os achados do toque rectal, PSA total, assim como volume prostático e presença de lesão hipoecogénica em ecografia prostática transrectal. Com recurso a estes dados, foi posteriormente aplicado o nomograma desenvolvido pela Prostate Cancer Research Foundation. A acuidade diagnóstica do nível de PSA total, densidade de PSA e do referido nomograma foi avaliada com recurso a curvas de ROC, calculando-se a área sob a curva (ASC). Finalmente, nos doentes com diagnóstico de adenocarcinoma submetidos a prostatectomia radical, procedeu-se à comparação da pontuação Gleason da biópsia e peça cirúrgica. Resultados: Dos 160 doentes submetidos a biópsia de próstata, 38% (61) apresentaram histologia positiva para adenocarcinoma de próstata. A idade média destes doentes foi de 70,9 anos (51-89), o toque rectal foi suspeito em 39% (24) dos casos, o PSA total4 ng/mL em 95,1% (58) e em 33% (20) dos doentes observou-se lesão hipoecogénica na TRUS. A maior acuidade diagnóstica foi encontrada");
array_files[50]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co63.pdf","1899-12-30","53K"," Adrenalectomia Laparoscópica nos últimos 5 anos ­ Casuística do Serviço de Urologia do HGSA","supra-renal, laparoscopia","A abordagem cirúrgica da glândula supra-renal por laparoscopia foi pela vez descrita por Gagner em 1992, sendo actualmente o procedimento cirúrgico de eleição na abordagem desta glândula em variadas situações.","Comunicações Orais 83 Adrenalectomia Laparoscópica nos últimos 5 anos ­ Casuística do Serviço de Urologia do HGSA Frederico Branco ; Almeida, F.; Cavadas, V.; Fernandes, J.; Osório, L.; Oliveira, M.; Oliveira, A.; Teves, F.; Vila, F.; Marcelo, F. 2 1 1 - Hospital Geral de Santo António - Centro Hospitalar do Porto; 2 - Hospital Geral de Santo António Correspondência: fredbl@hotmail.com Introdução A abordagem cirúrgica da glândula supra-renal por laparoscopia foi pela vez descrita por Gagner em 1992 (1), sendo actualmente o procedimento cirúrgico de eleição na abordagem desta glândula em variadas situações (2). Objectivos O presente trabalho é referente á análise retrospectiva das adrenalectomias laparoscópicas transperitoneais efectuadas no serviço de Urologia do HGSA nos últimos 5 anos (2003-2008). Foram efectuadas adrenalectomias laparoscópicas trans-peritoneais a 15 pacientes sendo 4 do sexo masculino. Idades compreendidas entre 32 anos e 74 (idade média- 52 anos). Os procedimentos efectuados foram todos unilaterais na sua maioria à direita (80%). Na análise anatomo-patológica das lesões, o maior eixo variou entre 3 e 8 cm (média- 5.3 cm). Os procedimentos cirúrgicos foram efectuados por várias equipas cirúrgicas. Desenvolvimento O tempo médio das intervenções cirúrgicas foi 142 minutos (75-270 min). O tempo de internamento variou entre 2 e 15 dias (6±2,8 dias). No que diz respeito a complicações intraoperatórias, salienta-se a necessidade de conversão em 2 procedimentos: 1 por múltiplas adesões da lesão à VCI e a outra por hemorragia da VCI (sem necessidade de transfusão). O pós-operatório de 1 dos doentes foi complicado por quadro de cólica biliar + rash cutâneo. No que diz respeito aos exames anatomo-patológicos das peças operatórias estes revelaram adenomas (46%), feocromocitomas (33%), mielolipomas (13%) e neoplasia do cortéx da supra-renal ( 8%). Conclusão Ainda que apenas se tenham realizados 15 procedimentos, a taxa de complicações, o tempo cirúrgico e o tempo de internamento demonstrou que esta abord");
array_files[51]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/v03.pdf","1899-12-30","53K"," Adrenalectomia Laparoscópica Transperitoneal Direita de Mielolipoma com 9 cm","adrenalectomia, laparoscópica, suprarrenal","Desde a sua descrição por Gagner que a Adrenalectomia Laparoscópica se tornou no procedimento de eleição para tratamento cirúrgico de patologia da glândula suprarrenal. A abordagem cirúrgica de ambas é distinta devido às suas posições e relações anatómicas, forma, tamanho e vascularização diferentes.","Vídeos 185 Adrenalectomia Laparoscópica Transperitoneal Direita de Mielolipoma com 9 cm Bruno Jorge Pereira; Paulo Azinhais; Paulo Conceição; Ricardo Borges; Ricardo Leão; Vânia Grenha; Edson Retroz; Luís Sousa; Paulo Temido; Álvaro Brandão; Fernando Sobral Urologia - Centro Hospitalar de Coimbra Correspondência: brunoalexpereira@sapo.pt Introdução Desde a sua descrição por Gagner que a Adrenalectomia Laparoscópica se tornou no procedimento de eleição para tratamento cirúrgico de patologia da glândula suprarrenal. A abordagem cirúrgica de ambas é distinta devido às suas posições e relações anatómicas, forma, tamanho e vascularização diferentes. Objectivos Os autores pretendem apresentar um excerto em vídeo de uma adrenalectomia laparoscópica transperitoneal direita por critério imagiológico (volume). Desenvolvimento/Caso Clínico Doente do sexo masculino, 58 anos, IRC, com massa com cerca de 9 cm da suprarrenal direita e forte suspeita clínica de se tratar de um feocromocitoma uma vez que manifestava crises hipertensivas. O estudo bioquímico foi negativo (cortisol, renina, aldosterona, metanefrinas e ácido vanilmandélico), bem como a Cintigrafia com MIBG. O critério imagiológico (volume acima de 5 cm) motivou a remoção laparoscópica transperitoneal da suprarrenal direita. Os autores mostram num excerto em vídeo os passos desta cirurgia: colocação das portas, retracção cefálica do fígado e exposição da veia cava inferior, dissecção medial da glândula suprarrenal e laqueação da veia suprarrenal, mobilização circunferencial, ensacamento e extracção. O diagnóstico anatomo-patológico revelou tratar-se de um Mielolipoma com 9x9x8,5 cm. Conclusões Apesar de frequentemente derivado para a especialidade de Cirurgia Geral, o Urologista deve estar preparado para o tratamento cirúrgico da patologia suprarrenal. A remoção laparoscópica é, actualmente, o procedimento gold-standard na remoção de tumores benignos. Os tumores com tamanho acima de 7 cm são contra-indicação relativa para esta cirurgia, podendo, no entanto, ser remo");
array_files[52]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/v28.pdf","1899-12-30","52K"," Advance® ­ Sling para IUE no Homem","Advance, Sling, IUE","Neste vídeo apresentamos a colocação do Advance® num doente com incontinência urinária de esforço moderada/grave, através de uma incisão semi-circular perineal em oposição à habitual técnica standard que consiste numa incisão perineal mediana","Advance® ­ Sling para IUE no Homem Frederico Ferronha; Pedro Galego; Hugo Pardal; Vanessa Vilas Boas; Catarina Gameiro; Sofia Lopes; Luis Coral; Fernando Calais; Fortunato Barros; Vaz Santos Hospital de São José Correspondência: f.ferronha@gmail.com Introdução Neste vídeo apresentamos a colocação do Advance® num doente com incontinência urinária de esforço moderada/grave, através de uma incisão semi-circular perineal em oposição à habitual técnica standard que consiste numa incisão perineal mediana. Esta fita integra-se nos novos slings masculinos para tratar a IUE ligeira a moderada, de uma forma minimamente invasiva, feita em ambulatório e sem necessidade de ancoragem ao osso. O doente deverá apresentar função esfincteriana residual e mobilidade da uretra anterior avaliada por compressão perineal numa cistoscopia prévia. O sling gera um posicionamento proximal do bulbo uretral, o que ocasiona uma coaptação circunferencial da uretra esfincteríana. A força do sling é aplicada paralelamente ao lúmen uretral, ao contrário dos dispositivos compressivos, que aplicam a força em direcção ao lúmen. Caso Clínico Doente de 74 anos submetido a prostatectomia Radical em Janeiro de 2005 e a Uretrotomia Interna em Abril de 2008 por aperto do colo, tendo ficado com uma Incontinência Urinária de Esforça moderada a grave. A 25 de Fevereiro deste ano foi, então, submetido a colocação do Advance®. Resultados O doente apresenta um follow up muito favorável com continência total. Do ponto de vista oncológico está sem recidiva bioquímica. Conclusão Trata-se uma técnica com resultados promissores no tratamento da IUE leve a moderada e que, neste caso, apesar do doente apresentar clinicamente uma maior gravidade da incontinência urinária em relação aos critérios para colocação deste sling, demonstrou sucesso.");
array_files[53]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/v31.pdf","1899-12-30","52K"," Ajust® ­ Mini-Sling para IUE na Mulher","Ajust, Mini-Sling, IUE","A técnica do Ajust® consiste na colocação deste novo mini-sling com ancoras de polipropileno desenhadas para fixar consistentemente na membrana do obturador de um modo seguro e com um estilete flexível que se usa para trancar o sling após o ajustamento","Ajust® ­ Mini-Sling para IUE na Mulher Frederico Ferronha; Pedro Galego; Hugo Pardal; Vanessa Vilas Boas; Catarina Gameiro; Sofia Lopes; Luis Coral; Fernando Calais; Fortunato Barros; Vaz Santos Hospital de São José Correspondência: f.ferronha@gmail.com Introdução A técnica do Ajust® consiste na colocação deste novo mini-sling com ancoras de polipropileno desenhadas para fixar consistentemente na membrana do obturador de um modo seguro e com um estilete flexível que se usa para trancar o sling após o ajustamento. Esta técnica permite ao cirurgião apertar ou libertar tensão após a inserção das ancoras e sem perturbar o campo de visão devidos aos introdutores no campo cirúrgico. Caso clínico Apresentamos uma colocação de um novo mini-sling (Ajust ®) numa doente de 63 anos com incontinência urinária de esforço. À observação apresenta um Stress test positivo, Prova de Boney positivo e Q tip test: 120º. Resultados O intra e pos-operatório imediato decoreu sem complicações. A doente teve alta no próprio dia da cirurgia. A doente está continente com 2 meses de Follow up, sem perdas hemáticas. Conclusão A colocação destes mini-slings reduz o desconforto do doente no pós-operatório imediato e permite com mais facilidade a cirurgia do ambulatório, que vem ao encontro da estratégia e pretensões das administrações hospitalares públicas. O valor acrescentado deste mini-sling parece basear-se no seu mecanismo de acção de controlo da hipermobilidade, ao contrário dos outros mini-slings que funcionam como elementos compressivos. A grande questão ainda por responder: qual a eficácia a longo-prazo, pois faltam estudos que possam determinar a sua verdadeira eficácia e compará-los com as tradicionais redes da uretra.");
array_files[54]=new Array(0,1,"http://www.apurologia.pt/historia3.htm","2010-06-13","23K"," Alguns vultos que contribuiram para a História da Urologia Portuguesa até 1950","","","Alguns vultos que contribuiram para a História da Urologia Portuguesa até 1950 A Associação Figuras Ilustres História e Desenvolvimento da Urologia. Visão Sintética Alguns vultos que contribuíram para a História da Urologia Portuguesa até 1950 Alguns vultos que contribuírampara a História da Urologia Portuguesa até 1950 Manuel Mendes Silva Chefe de Serviço Hospitalar de Urologia, Hospital Militar Principal, Lisboa Pedro Hispano (Pedro Julião) 1212? 1218? - 1277 Nasceu em Lisboa e morreu em Viterbo. Protegido do Bispo de Lisboa, estudou Filosofia, Teologia e Medicina em Paris, frequentando também a escola de Montpellier. Dominicano afamado, seguiu carreira eclesiástica em Portugal (Mafra, Porto, Lisboa, Braga e Guimarães), abandonando o país em 1257 e seguindo para França e Itália, praticando Medicina e ensinando-a na universidade de Siena (1259). Em 1261 vai para Viterbo, sendo consultado por figuras eminentes da época, entre eles o futuro Papa Adriano V. Em 1272 é nomeado Cardeal, Cardeal - Bispo de Tusculum, pelo Papa Gregório X, sendo confirmada a sua nomeação em 1272 no II Concilio de Lião. Para além de eclesiástico, filósofo e teólogo, pratica simultaneamente a Medicina, sendo Médico Arquiatra do Papa Gregório X. Em 20 de Setembro de 1276 é eleito Papa sob o nome de João XXI, sucedendo a Adriano V, tendo uma acção política importante na Europa da época. Todavia, oito meses após a sua investidura, morre na derrocada do seu gabinete de trabalho, no Palácio de Viterbo, em Maio de 1277. Os seus contemporâneos consideraram-no, além de médico ilustre, um grande filósofo, teólogo e orador e Dante Alighieri representou-o na Divina Comédia, no Paraíso (XII, 134 ff.). Para além de outras obras que lhe são atribuídas, publicou o livro de lógica Sumulae Logicales e o famoso Thesaurus Pauperum (Tesouro dos Pobres), onde revela medicamentos a serem administrados aos pobres seguindo as doutrinas de Galeno e dos autores clássicos gregos, romanos e árabes. Nesse livro menciona o tratamento de algumas situações urológicas, e");
array_files[55]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c30.pdf","1899-12-30","25K"," Alterações celulares e moleculares no pénis durante o envelhecimento","disfunção eréctil","A disfunção eréctil (DE) é um problema comum em homens envelhecidos, não se encontrando totalmente estabelecidas as alterações morfológicas e os mecanismos moleculares que contribuem para a DE no idoso.","Alterações celulares e moleculares no pénis durante o envelhecimento Costa C.1-3, Vendeira P1-4 . 1 Laboratório de Biologia Celular e Molecular, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Porto, Portugal 2 Instituto de Biologia Molecular e Celular da Universidade do Porto (IBMC-UP), Porto, Portugal 3 iSEX, Associação para o Estudo Avançado da Sexualidade Humana, Lisboa, Portugal 4 Departamento de Urologia do Hospital de S. João, Porto, Portugal Introdução: A disfunção eréctil (DE) é um problema comum em homens envelhecidos, não se encontrando totalmente estabelecidas as alterações morfológicas e os mecanismos moleculares que contribuem para a DE no idoso. Decidimos avaliar durante o envelhecimento, o indíce apoptótico e proliferativo das células que compõem o tecido eréctil, e alterações na activação das vias de sinalização MAPK e PI-3 Cinase (PI-3 C), envolvidas em processos de proliferação e sobrevivência celular. Materiais e Métodos: Ratos Wistar foram divididos em grupos etários de 2, 6, 12, 18 e 24 meses (n=5), o tecido eréctil removido para análise imunohistológica e proteica. Células em apoptose foram identificadas por TUNEL e em proliferação com marcação para o antigénio nuclear PCNA. A activação das vias de transdução foram avaliadas com anticorpos para as formas fos- foriladas de Erk1/2 e Akt, intermediários na cascata da MAPK e PI-3 C. Resultados e Conclusão: Células apoptóticas foram encontradas no tecido cavernoso de todos os grupos etários, aumentando significativamente com a idade. O indíce proliferativo foi muito maior no pénis de rato jovem, diminuindo nos restantes grupos mais idosos. Observámos diminuições significativas na activação das vias de sinalização MAPK e PI-3 C, nos vários componentes cavernosos com o aumento da idade. Os resultados sugerem que a morfogénese e remodelação do tecido peniano se encontra reduzida durante o envelhecimento, processos para os quais contribuem as vias de sinalização MAPK e PI- 3 C que se encontram sob-expressas e potencialmente envolvidas na perda de f");
array_files[56]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c58.pdf","1899-12-30","26K"," Amiloidose secundária vesical como causa rara de hematúria ­ Caso clínico","amiloidose, hematúria","A deposição de material amilóide na bexiga é uma causa rara de hematúria, estando descritos, até à data, menos de 25 casos, surgindo a maioria em doentes com artrite réumatóide.","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano 1I - N.º 4 - Outubro/Dezembro, 2002 Boas Festas e Feliz Ano de 2003 Director M. Mendes Silva Editor Francisco Rolo Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presidente Manuel Mendes Silva Secretário Geral Francisco Rolo Tesoureiro Helder Monteiro Vogais Paula Vale Francisco Cruz Mendes Leal Suplentes João Bastos Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Mário Reis Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinhiro Matos Ferreira SUMÁRIO Editorial Votos de Boas Festas e de Feliz Ano de 2003 Entrevista com um Director de Serviço ­ Dr. Fernando Carreira Entrevista com o Presidente dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra ­ Dr. António Requixa Notícias SEUL ­ Secção de Endo-Urologia, Laparoscopia e Novas Tecnologias Urológicas, da Associação Portuguesa de Urologia Alguns eventos para o próximo ano 3 3 4 6 11 13 13 Editorial Com este número concluímos mais um ano, o segundo, da edição do BIAPU. Estamos conscientes que este é um pequeno contributo para a APU e para os seus associados, mas que mesmo assim dá algum trabalho, preocupações e tem ocupado tempo (muito). O que se pretendia inicialmente (e tentando dar corpo a uma ideia do Dr. Mendes Silva) era transformar o nosso Boletim de Informações de 2 páginas de texto, numa pequena publicação que associasse às notícias as imagens ­ dos acontecimentos, das pessoas, dos lugares ­ para que no futuro a história se possa fazer com mais elementos. Introduzimos também entrevistas com alguns Directores de Serviço, tentando dar voz a personalidades sobre vários problemas urologia portuguesa. Tentámos ainda introduzir alguns temas de humor ou mesmo culturais para que o BIAPU se encaminhasse");
array_files[57]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2007/junior.pdf","1899-12-30","241K"," Ampliações Vesicais","ampliações vesicais, bexiga hiperactiva, alta pressão, baixa acomodação","Acta Júnior - A maioria dos doentes com bexigas hiperactivas ou pequenas, de alta pressão e baixa acomodação, responde ao tratamento médico ou conservador. No entanto um número pequeno mas significativo destes doentes requer tratamento cirúrgico.","Acta Júnior Ampliações Vesicais Rui Pedro Borges, Miguel Silva Ramos, Filinto Marcelo Serviço de Urologia, Hospital Geral de Santo António Introdução A maioria dos doentes com bexigas hiperactivas ou pequenas, de alta pressão e baixa acomodação, responde ao tratamento médico ou conservador. No entanto um número pequeno mas significativo destes doentes requer tratamento cirúrgico. Os objectivos principais da ampliação vesical (AV) são: preservar a função renal, adquirir continência, impedir infecções do tracto urinário (ITUs) e promover um esvaziamento vesical voluntário e completo. As ampliações vesicais são classicamente confeccionadas com segmentos intestinais (enterocistoplastia); embora actualmente existam outras técnicas disponíveis como a auto-ampliação, a ureterocistoplastia e a cultura de tecidos, a enterocistoplastia continua a ser a cirurgia padrão. Abstract The majority of patients with small or overactive bladder, high pressure and low compliance, respond to medical treatment. Nevertheless, a small but significant number of these patients require surgical treatment. The main goals of bladder augmentation are: to preserve renal function, acquire continence, prevent urinary tract infections (UTIs) and promote a voluntary and complete bladder emptying. Bladder augmentation procedures are traditionally tailored with bowel segments (enterocystoplasty); although presently other techniques such as auto-augmentation, ureterocystoplasty and tissue culture are available, enterocystoplasty remains as standard surgery. História A primeira enterocistoplastia de aumento foi realizada no homem, em 1889 por von Mikulicz. Até a década de 80 do século XX esta cirurgia era realizada muito raramente e essencialmente no tratamento de bexigas tuberculosas. A partir de então esta técnica vulgarizou-se no tratamento da bexiga hiperactiva, para tal contribuiu o maior conhecimento da patofisiologia do aparelho urinário, o desenvolvimento das técnicas de urodinâmica e o aparecimento do cateterismo vesical intermitente (CVI). V");
array_files[58]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2003/Angiomiolip.pdf","1899-12-30","110K"," Angiomiolipoma Epitelioide do Rim - Caso Clínico","angiomiolipoma, epitelióide, rim","O angiomiolipoma renal é considerado um tumor benigno. Apesar do volume considerável que pode atingir, da possível bilateralidade ou multiplicidade das lesões e até mesmo do envolvimento linfático regional por vezes evidenciado, não lhe tem sido reconhecido poder metastático.","Angiomiolipoma Epitelioide do Rim - Caso Clínico Fernando Ferrito, Campos Pinheiro, Samuel Aparício Serviço de Urologia - Hospital Fernando Fonseca Serviço de Anatomia-patológica - Hospital Fernando Fonseca O angiomiolipoma renal é considerado um tumor benigno. Apesar do volume considerável que pode atingir, da possível bilateralidade ou multiplicidade das lesões e até mesmo do envolvimento linfático regional por vezes evidenciado, não lhe tem sido reconhecido poder metastático. No entanto, a variante epitelióide deste tipo de tumor é uma raridade, de difícil caracterização histológica e com um curso geralmente fatal a curto ou médio prazo. Caso Clínico Mulher de 59 anos, com aumento de volume do abdómen com 6 meses de evolução mais evidente nos quadrantes direitos. Dor tipo cólica abdominal acompanhava por vezes este aumento de volume. Na admissão apresentava bom estado geral, sem perda de peso e sem alterações analíticas dignas de registo. Quer o TAC quer a Angiografia realizados, revelam a existência de volumosa massa tumoral retroperitoneal, hipervascularizada, com provável ponto de partida no rim direito, encontrando-se este deslocado para a linha mediana em posição anterior aos grandes vasos (fig. 1 e fig.2). Durante a laparotomia constata-se a existência de volumosa massa tumoral que se estende desde a porção superior direita do abdómen até à cavidade pélvica. O exame macroscópico revela tratar-se de peça de nefrectomia radical direita, pesando 1.4Kg, com 18x13x16cm. O tumor tem um diâmetro máximo de 18cm, consistência mole, cor amarelada, com zonas hemorrágicas e de necrose. Parênquima renal normal, medindo 12x2.5x4cm. (fig. 3 e fig. 4) Na microscopia identifica-se tumor indeferenciado, tipo sarcomatoide, com numerosas mitoses e áreas de necrose extensa. Muitas células têm aspecto epitelioide com citoplasma amorfo de eosinofilia Fig. 1 ­ TAC: Volumoso tumor retroperitoneal direito 26 Fernando Ferrito, Campos Pinheiro, Samuel Aparício Fig. 5 ­ Histologia Fig. 2 ­ Angiografia: tumor hipervascularizado Fig.");
array_files[59]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2006/angio-epite-cc.pdf","1899-12-30","392K"," Angiomiolipoma Epitelioide ­ Caso Clínico","tumor renal, angiomiolipoma, epitelióide, kidney tumor, angiomyolipoma, epithelioide","Os angiomiolipomas são tumores que surgem habitualmente no rim ou no fígado","Angiomiolipoma Epitelioide ­ Caso Clínico Manuel Cerqueira1, André Cardoso1, Tiago Correia1, Luís Xambre2, Rui Prisco2, Martinho Almeida3, Paulo Petracchi4, Fernando Carreira5, Maria Magalhães6 1 2 Interno Complementar de Urologia Assistente Hospitalar de Urologia 3 Assistente Hospitalar Graduado de Urologia 4 Chefe de Serviço de Urologia 5 Director do Serviço de Urologia 6 Assistente Hospitalar Graduada de Anatomia Patológica Serviço de Urologia do Hospital Pedro Hispano ­ Matosinhos ­ Portugal Director: Dr. Fernando Carreira Resumo Introdução: Os angiomiolipomas são tumores que surgem habitualmente no rim ou no fígado. Resultam da proliferação patológica de células musculares, endoteliais e adiposas normalmente existentes nesses orgãos. O angiomiolipoma epitelióide é um variante descrita recentemente, que se caracteriza por um comportamento agressivo e potencialmente maligno. Caso clínico: Doente de sexo feminino, 29 anos, submetida a ecografia abdominal no decurso do estudo de astenia. Identificado um nódulo hiperecogénico renal direito. A TC realizada posteriormente confirma a existência de um nódulo de 32 mm no pólo inferior do rim direito, com captação do produto heterogénea de contraste, sugestivo de carcinoma de células renais. Discussão: A doente foi submetida a nefrectomia parcial. O estudo anatomo-patológico revelou a presença de uma neoformação de 3,5 cm com áreas de infiltração hemorrágica. No exame histológico destaca-se a presença de células epitelióides e a escassa quantidade de adipócitos. O estudo imunicitoquímico foi positivo para a vimentina, CD117 (c-kit) e HMB 45 e negativo para a desmina, actina do músculo liso, CAM 5,2 e AE1/AE3. Conclusão: Os factores que determinam a agressividade e o potencial maligno destes tumores ainda não foram determinados. As publicações existentes são escassas e na sua maioria referem-se a casos isolados. A presença de extensas áreas hemorrágicas ou de necrose, a invasão venosa, a atipia celular marcada e a presença de figuras mitóticas parecem ser as alterações");
array_files[60]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2003/angiomiolipoma.pdf","1899-12-30","120K"," Angiomiolipoma múltiplo bilateral esporádico ­ Caso Clínico","angiomiolipoma, múltiplo, bilateral, esporádico, esclerose tuberosa, hemorragia retroperitoneal, angiomyolipoma, tuberous sclerosis, retroperitoneal haemorrhage","Os autores apresentam o caso clínico de um doente com um angiomiolipoma múltiplo bilateral esporádico e fazem uma breve revisão da patologia.","Angiomiolipoma múltiplo bilateral esporádico ­ Caso Clínico Manuel Cerqueira, Luís Xambre, Vítor Silva, Rui Prisco, Rui Santos Serviço de Urologia do Hospital Pedro Hispano ­ Director: Dr. Fernando Carreira ­ Matosinhos ­ Portugal Interno Complementar de Urologia Assistente Hospitalar de Urologia Assistente Hospitalar Graduado de Urologia Correspondência: Manuel Cerqueira ­ Rua Elaine Sanceau, 94 2º esq. ­ 4465 SÃO MAMEDE DE INFESTA Resumo Objectivo: Os autores apresentam o caso clínico de um doente com um angiomiolipoma múltiplo bilateral esporádico e fazem uma breve revisão da patologia. Material e métodos: Doente de 30 anos referenciado para a consulta externa de urologia por dor no flanco direito e massa palpável ipsilateral. Foram diagnosticados três angiomiolipomas à direita, sem alterações à esquerda. O doente foi submetido a nefrectomia total à direita. Um ano depois foram detectados dois novos angiomiolipomas à esquerda. Após o estudo do doente concluímos tratar-se de um caso de angiomiolipomas múltiplos bilaterais esporádicos. Resultados: Desde há 4 anos que o doente se mantém assintomático e em seguimento na consulta externa, efectuando anualmente uma ecografia renal. A hipótese de esclerose tuberosa foi excluída. Conclusões: Os angiomiolipomas são lesões benignas que na maioria dos casos requerem apenas vigilância. Atitudes mais invasivas devem ser utilizadas apenas em situações muito específicas. As opções cirúrgicas devem permitir conservar o máximo de parênquima renal funcional. Estas opções são possíveis em muitos doentes, tornando-se especialmente benéficas em doentes com tumores múltiplos. Palavras-chave: angiomiolipoma; esclerose tuberosa; hemorragia retroperitoneal Abstract Purpose: The authors present a clinical report, of a patient with sporadic bilateral multiple angiomyolipoma and a short review of the pathology. Material and methods: A 30 year old male presented at our Urology department with right flank pain. A right flank mass was also palpable. The diagnosis of three angio- 64 Manuel");
array_files[61]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c41.pdf","1899-12-30","52K"," Angiomiolipomas Renais Gigantes Bilaterais ­ Caso Clínico","angiomiolipoma, tumor, benignos, rim, esclerose, tuberosa","Os Angiomiolipomas são tumores benignos do rim que ocorrem na população geral e nos doentes com esclerose tuberosa. Na população geral tendem a ocorrer em mulheres de meiaidade, ser unilaterais e de menores dimensões que nos portadores de esclerose tuberosa.","Cartazes 137 Angiomiolipomas Renais Gigantes Bilaterais ­ Caso Clínico David Castelo; Frederico Furriel; Gustavo Gomes; Arnaldo Figueiredo; Alfredo Mota Hospitais da Universidade de Coimbra Correspondência: davidcastelo@netvisao.pt Introdução Os Angiomiolipomas são tumores benignos do rim que ocorrem na população geral e nos doentes com esclerose tuberosa. Na população geral tendem a ocorrer em mulheres de meiaidade, ser unilaterais e de menores dimensões que nos portadores de esclerose tuberosa. Clinicamente são habitualmente assintomáticos, sendo a principal complicação a ruptura com hemorragia retroperitoneal. Estando o risco de ruptura relacionado com as suas dimensões, a sua exérese está indicada quando estas ultrapassam os 4 cm. Caso Clínico Mulher de 31 anos de idade, recorre ao Serviço de Urgência dos HUC em 2001 por dor abdominal generalizada, mais intensa no flanco direito. Realizou TAC abdominal, que revelou volumosos angiomiolipomas renais bilaterais sem que se distinguisse parênquima renal normal, que se estendiam das locas renais até às fossas ilíacas, a par de hematoma retroperitoneal à direita. Apresentava uma hemoglobina de 7,8g/dL , sendo os restantes parâmetros analíticos normais. Foi efectuada angiografia das artérias renais com embolização selectiva de ramos da artéria renal direita e transfusão de três unidades de concentrado de eritrócitos. Evoluiu favoravelmente sob os pontos de vista clínico e analítico. Passou a ser seguida semestralmente e depois anualmente em consulta de Urologia, tendo mantido função renal estável a despeito do crescimento do volume dos angiomiolipomas, evidente no aumento do perímetro abdominal. Conclusões A ruptura de um angiomiolipoma com hemorragia aguda é passível de ser resolvida através de embolização selectiva do vaso sangrante, tal como neste caso. Contudo, o risco de hemorragia severa potencialmente fatal faz com que os tumores de maiores dimensões devam ser tratados electivamente por nefrectomia parcial ou total. No caso presente, apesar do risco de ruptur");
array_files[62]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c27.pdf","1899-12-30","26K"," Angiopoietina-1 (ANG-1) sérica humana na patologia prostática: Experiência em 134 casos","angiopoietina-1, ANG-1, patologia prostática, cancro, factor de crescimento","O factor de crescimento ANG-1 é um potente regulador de vasos sanguíneos, linfáticos e células endoteliais. Níveis elevados de ANG-1 estão associados ao Cancro.","Angiopoietina-1 (ANG-1) sérica humana na patologia prostática: Experiência em 134 casos Francisco Pina1, Francisco Botelho1,3, Pedro Silva1, Gabriela Figueiredo2, Nuno Lunet3, Francisco Cruz1, Henrique Barros3 Serviços de Urologia (1), Imunologia (2), e Higiene e Epidemiologia (3) da Faculdade de Medicina do Porto e do Hospital de S. João do Porto Introdução: O factor de crescimento ANG-1 é um potente regulador de vasos sanguíneos, linfáticos e células endoteliais. Níveis elevados de ANG-1 estão associados ao Cancro. Ao contrário da próstata normal, o cancro prostático (CP) tem expressão celular difusa tumoral e microvascular; no lisado de plaquetas não há diferenças de ANG-1 entre CP e controles; no plasma a ANG-1 correlaciona-se com Tie-2 e ANG-2, mas não mostra diferenças entre CP e controles. A ausência de dados sobre o comportamento clínico da ANG-1 sérica entre diferentes patologias prostáticas levou-nos a investigá-la numa população consecutiva de candidatos a biópsia. Material e Métodos: 134 doentes não tratados, com mediana de idade de 69 (47-81) anos e mediana de PSA total (tPSA) de 7,4 (0,6-74,6) ng/ml, foram sujeitos a biópsia prostática com orientação ecotomográfica, no âmbito do diagnóstico precoce de CP O diagnóstico . anatomopatológico permitiu a seguinte divisão: Grupo A/tecido normal ou de HBP _ 17%; Grupo B/Prostatite Crónica _ 23%; Grupo C/PIN III _ 3%; Grupo D/CP _ 57%. Colheu-se sangue prévio à biópsia para análises gerais, tPSA, lPSA, e para Angiopoietina-1 com mab humano ANG-1 [DANG10; 100% detectável, média 37122 (14272-65570) pg/ml] da Quantikine TM/RD Systems (ELISA). Análise Estatística: O teste Chi2 foi usado para comparar proporções, e o teste Kruskal-Wallis para comparar variáveis quantitativas. Resultados: Não se observaram diferenças significativas da Idade entre os indivíduos com diferentes tipos de patologia prostática (A: mediana 69 anos; B: 68 anos; C: 67 anos; D: 69 anos; p=0,94); nem do tPSA (A: mediana 6,7 ng/ml; B: 8,3 ng/ml; C: 5,3 ng/ml; D: 8,1 ng/ml; p=0,19). Para os d");
array_files[63]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co28.pdf","1899-12-30","54K"," Análise das Dimensões e Pesos de Enxertos Renais numa Amostra de Dadores Cadavéricos","enxerto, rim, dador","Pensa-se que em média os rins humanos pesam cerca de 150g nos homens e 125g nas mulheres, com um comprimento médio de 100-120mm; 50-70mm de largura e 30mm de profundidade. Os autores avaliaram prospectivamente as características antropométricas de enxertos renais e relacionaram-nas com medidas de dadores e receptores.","Comunicações Orais 48 Análise das Dimensões e Pesos de Enxertos Renais numa Amostra de Dadores Cadavéricos Silvio Bollini; Pedro Nunes; Pedro Eufrásio; Pedro Moreira; Francisco Rolo; Alfredo Mota Hospitais da Universidade de Coimbra Correspondência: srbollini@gmail.com Introdução / Objectivos Pensa-se que em média os rins humanos pesam cerca de 150g nos homens e 125g nas mulheres, com um comprimento médio de 100-120mm; 50-70mm de largura e 30mm de profundidade. Os autores avaliaram prospectivamente as características antropométricas de enxertos renais e relacionaram-nas com medidas de dadores e receptores. Material e Métodos Entre Julho de 2006 e Dezembro de 2008 (2,5 anos), foram avaliadas as dimensões e pesos de 189 enxertos renais antes do implante. Avaliaram-se os principais dados relativos ao receptor, dador e enxerto. A idade média dos receptores era de 47,34 anos (11-69) e dos dadores era de 44,25 anos (4-75). O rim direito foi utilizado em 101 casos (52,38%). O peso médio dos receptores foi de 65,09Kg (37-122) e dos dadores de 72,54Kg (25-110). O peso médio dos enxertos foi de 233,35g (108-466); o comprimento médio foi de 108,86mm; a largura média de 61,80mm (31-90) e a profundidade média de 39,58mm (25-60). Os rins provinham de dadores do sexo masculino em 119 casos (67%) e em 70 casos do sexo feminino (33%). A creatinina média dos dadores do sexo masculino era de 1,03 mg/dL e do sexo feminino de 0,95 mg/dL (p 0,199). A média da creatinina aos 6 meses foi de 1,36 mg/dL (0,70 - 3,80). Resultados Os rins provenientes de um dador do sexo masculino pesavam em média 247,02g e do sexo feminino 210,10g (p 0,005). O rim direito pesava em média 229,81 g e o rim esquerdo 237,78g (p 0,118). O comprimento renal nos dadores do sexo masculino foi 110,79mm e no sexo feminino foi de 105,58mm (p 0,003). A largura renal nos dadores do sexo masculino foi de 63,43mm e no sexo feminino de 59,01mm (p 0,001). A profundidade renal nos dadores do sexo masculino foi de 40,67mm e no sexo feminino de 37,72mm (p 0,002). A média da");
array_files[64]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/co29.pdf","1899-12-30","21K"," Análise de 34 casos pN1 em doentes submetidos a prostatectomia radical com linfadenectomia pélvica","pN1, prostatectomia radical, linfadenectomia","A avaliação histológica dos gânglios linfáticos pélvicos é a forma mais precisa de identificar metástases ganglionares nos doentes com carcinoma da próstata clinicamente localizado.","Análise de 34 casos pN1 em doentes submetidos a prostatectomia radical com linfadenectomia pélvica António Oliveira, Pedro Moreira, Pedro Simões, Nuno Maia, Carlos Bastos, Alfredo Mota Serviço de Urologia e Transplantação Renal Hospitais da Universidade de Coimbra Introdução: A avaliação histológica dos gânglios linfáticos pélvicos é a forma mais precisa de identificar metástases ganglionares nos doentes com carcinoma da próstata clinicamente localizado. Doentes com invasão ganglionar têm pior prognóstico. Os autores fizeram uma revisão dos doentes com envolvimento ganglionar, operados a adenocarcinoma da próstata através de prostatectomia radical retropúbica. Material e Métodos: Foram analisados trinta e quatro doentes com gânglios positivos, entre 440 doentes submetidos a prostatectomia radical retropúbica. As cirurgias realizaram-se de 1 de Março de 1988 a 31 de Dezembro de 2003. Procuraram-se encontrar variáveis que pudessem influenciar a ocorrência de metastização ganglionar. Resultados: Quase 8% dos doentes operados evidenciaram metastização ganglionar, tendo idades compre- endidas entre os 45 e os 73 anos (média de 61,7 anos). Verificou-se uma associação muito forte entre os pN1 e os pT3/T4. Encontrou-se, igualmente, um predomínio de gânglios invadidos em doentes sintomáticos, ou com toque rectal sugestivo de tumor, ou, ainda, com PSA superior a 10 ng/ml. Vinte e seis doentes sem adenopatias pélvicas na TAC apresentavam metástases nos gânglios. Na nossa série, o grau de Gleason na biopsia não foi determinante para o aparecimento de doença ganglionar. Conclusão: A percentagem considerável de pN1 nesta série deve-se, em parte, à deficiente selecção de doentes que ocorreu no advento da prostatectomia radical. Factores pré-operatórios podem sugerir uma predisposição maior para a metastização ganglionar, justificando a realização da linfadenectomia pélvica.");
array_files[65]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2002/Analis-cust-terap-HBP.pdf","1899-12-30","254K"," Análise de custos da terapêutica da hiperplasia benigna da próstata","HBP, hiperplasia, benigna, próstata","Introdução O impacto sócio-económico da hiperplasia benigna da próstata (HBP) está ligada ao progressivo envelhecimento das sociedades ocidentais ou ocidentalizadas em todo o mundo. A entidade patológica provocada pela HBP, que actualmente se associa à designação de sintomas urinários do aparelho urinário baixo","Análise de custos da terapêutica da hiperplasia benigna da próstata R Carneiro, C Santos 1. Introdução O impacto sócio-económico da hiperplasia benigna da próstata (HBP) está ligada ao progressivo envelhecimento das sociedades ocidentais ou ocidentalizadas em todo o mundo. A entidade patológica provocada pela HBP, que actualmente se associa à designação de sintomas urinários do aparelho urinário baixo, (LUTS ­ Lower Urinar y Tract Sintoms) provocados por obstrução urinária de etiologia próstatica (BPO ­ Benign Prostatic Obstrution) é uma patologia vulgar nos estratos etários mais altos da população. Estudos f e i t o s em cadáveres mostram que a prevalência histológica desta entidade atinge os 20% nos homens com idade de 45 anos e sobe até aos 80% nos homens de 85 anos. A HBP, enquanto doença, compreende, além da vertente histológica, a vertente sintomática (ex: alterações das características e frequência das m icções) e o impacto na qualidade de vida dos doentes. Muitos destes doentes apresentam queixas pouco importantes pelo que apenas necessitam de acompanhamento (watchful waiting). Os doentes q u e apresentam queixas mais graves têm à sua disposição uma série de opções terapêuticas que visam o alivio da sintomatologia. Destas opções avultam as terapêuticas médicas, nomeadamente com o uso dos alfabloqueantes e as terapêuticas cirúrgicas com a ressecção transuretral da próstata (RTU-P) e a adenomectomia aberta, entre outras. A presente análise pretende medir a frequência e os custos da utilização dos recursos hospitalares em relação a doentes com HBP. O impacto económico da HBP é impressionante, a titulo de exemplo é de referir que o custo total das terapêuticas médica e cirúrgica da HBP em 1990 no Reino Unido foi de 153 milhões de libras esterlinas, enquanto que nos USA se gastaram 2,3 mil milhões de dólares norte americanos (US) apenas em cirurgia da HBP no mesmo ano, sendo esse valor de 460 milhões (US) no Japão e de 38 milhões (US) na França. Culturalmente no nosso país os estudos de impacto económico semp");
array_files[66]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c24.pdf","1899-12-30","26K"," Análise quantitativa da metilação do promotor de múltiplos genes envolvidos na carcinogénese renal","metilação, carcinogénese renal, hipermetilação, cancro, neoplasias","A hipermetilação aberrante do promotor de genes associados com o cancro é um evento frequente em diversas neoplasias.","Análise quantitativa da metilação do promotor de múltiplos genes envolvidos na carcinogénese renal Vera L. Costa(1), Rui Henrique(2,4), Franclim R. Ribeiro(1), Mafalda Pinto(1), Jorge Oliveira(3), Francisco Lobo(3), Manuel R. Teixeira(1,4), Carmen Jerónimo(1,4,5) Serviços de Genética (1), Anatomia Patológica (2) e Urologia (3), Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil, E. P E. - Rua Dr. António Bernardino de Almeida, 4200-072 Porto. . (4) Departmento de Patologia e Imunologia Molecular, Instituto de Ciências Biomédicas, Universidade do Porto, Portugal. (5) Faculdade das Ciências da Saúde, Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal. E-mail: cjeroni@ufp.pt Introdução: A hipermetilação aberrante do promotor de genes associados com o cancro é um evento frequente em diversas neoplasias. Os tumores renais caracterizam-se pela sua heterogeneidade, não só histopatológica como genómica. O objectivo deste trabalho consistiu na definição de um perfil de metilação das principais neoplasias epiteliais renais e avaliação do seu valor clínico e patológico. Material e Métodos: Foram avaliadas 18 regiões promotoras por PCR quantitativo específico para metilação em 85 tumores renais primários [52 células claras, 13 papilares, 10 cromófobos e 10 oncocitomas] e 62 amostras de tecido normal. Os níveis de metilação foram determinados em DNA genómico modificado pelo método do bisulfito e correlacionados com os parâmetros clinicopatológicos. Resultados: Os níveis de metilação de CDH1, PTGS2 e RASSF1A diferiram significativamente entre os quatro tipos de tumores. Os níveis de metilação do CDH1 foram superiores nos carcinomas de células claras comparativamente aos cromófobos e oncocitomas (p=0.00016 e p=0.0034, respectivamente), enquanto que os níveis de metilação do PTGS2 foram significativamente superiores nos carcinomas de células claras comparativamente aos papilares (p=0.004). Os níveis de metilação do RASSF1A além de discriminarem os carcinomas papilares dos restantes subtipos, tendem a distinguir os carcinomas");
array_files[67]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2010/Anal-Ret-Trat-Carc.pdf","2011-06-02","161K"," Análise Retrospectiva do Tratamento do Carcinoma Urotelial Superficial de Alto Risco da Bexiga com Terapêutica Intravesical","Carcinoma, Urotelial, Superficial, Intravesical","A história natural do carcinoma urotelial da bexiga caracteriza-se por uma alta taxa de recidiva e possibilidade de progressão para invasão muscular e disseminação. Se uma ressecção endoscópica da neoplasia pode ser suficiente para tratar tumores de baixo risco, em tumores de risco intermédio e alto ela é claramente insuficiente","Análise Retrospectiva do Tratamento do Carcinoma Urotelial Superficial de Alto Risco da Bexiga com Terapêutica Intravesical Correia T*, Cardoso A*, Soares R*, Reis F**, Cerqueira M**, Almeida M***, Prisco R A história natural do carcinoma urotelial da bexiga caracteriza-se por uma alta taxa de recidiva e possibilidade de progressão para invasão muscular e dissemina ção. Se uma ressecção endoscópica da neoplasia pode ser suficiente para tratar tumores de baixo risco, em tumores de risco intermédio e alto ela é claramente insuficiente. Este estudo analisa retrospectivamente os resultados da terapêutica intravesical adjuvante em doentes com neoplasia urotelial da bexiga de alto risco seguidos na nossa instituição. Foram analisados retrospectivamente os processos dos doentes com carcinoma urotelial superficial da bexiga submetidos a ressecção transuretral (RTU) e a tratamentos intravesicais adjuvantes entre Janeiro de 2001 e Outubro de 2008.Avaliaram-se as taxas de recidiva, progressão, toxicidade e mortalidade. Identificaram-se 81 doentes submetidos a tratamentos intravesicais. A idade média dos doentes foi de 65,4 (± 8,8) anos. Sessenta e oito doentes eram do sexo masculino (84%) e 13 do sexo feminino (16%). Setenta doentes foram submetidos a tratamento inicial com imunoterapia intravesical com bacillus de Calmette-Guérin (BCG) e 11 a tratamento com quimioterapia (QT) intravesical (mitomicina C [MMC] ou epirrubicina [EPI]). No total foram analisados 77 tratamentos com BCG e 14 tratamentos com QT intravesical. A média do tempo de seguimento foi de 32,4 (± 21,5) meses. Nos doentes tratados com BCG determinou-se uma taxa de recidiva de 15,5% e de progressão de 7,1%. Na QT intravesical a taxa de recidiva e progressão foi de 30,8% e 9,1%, respectivamente. Catorze tratamentos com BCG foram suspensos por toxicidade (18,2%) e apenas 1 no caso dos tratamentos com QT (7%). A taxa de mortalidade global foi de 4,9% comuma mortalidade específica por neoplasia da bexiga de 2,5%. ?Otratamento dos carcinomas uroteliais superficia");
array_files[68]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co67.pdf","1899-12-30","53K"," Análise Retrospectiva do Tratamento Intravesical do Carcinoma Urotelial da Bexiga não Musculo-Invasivo","carcinoma, urotelial, bexiga, tumor","A história natural do carcinoma urotelial da bexiga caracteriza-se por uma taxa alta de recidiva de tumores não-invasivos e pela possibilidade considerável de progressão para invasão muscular e posterior disseminação local e à distância.","Comunicações Orais 87 Análise Retrospectiva do Tratamento Intravesical do Carcinoma Urotelial da Bexiga não Musculo-Invasivo André Cardoso; Tiago Correia; Ricardo Soares; Frederico Reis; Manuel Cerqueira; Martinho Almeida; Rui Prisco Hospital Pedro Hispano Correspondência: email.cardoso@gmail.com Introdução A história natural do carcinoma urotelial da bexiga caracteriza-se por uma taxa alta de recidiva de tumores não-invasivos e pela possibilidade considerável de progressão para invasão muscular e posterior disseminação local e à distância. Uma RTU de toda a neoplasia visível pode ser suficiente para tratar tumores de baixo risco. Já em tumores de risco intermédio e alto, ela é claramente insuficiente. Objectivos Apresentar a análise retrospectiva de 81 doentes com carcinoma urotelial não musculoinvasivo da bexiga que foram submetidos a ressecção transuretral (RTU) e tratamentos intravesicais adjuvantes entre Janeiro de 2001 e Outubro de 2008 na nossa instituição. O objectivo principal deste estudo foi determinar a taxa de recidiva e de progressão do carcinoma urotelial da bexiga submetido a tratamentos intravesicais. Desenvolvimento Considerámos cada tratamento individualmente. A mediana do tempo de seguimento foi de 30 meses (mínimo 3 meses, máximo de 195 meses). Obtivemos para análise uma amostra de 77 tratamentos de BCG e 14 tratamentos com quimioterapia intravesical (13 com mitomicina C e 1 com epirrubicina). Foram analisadas as características histológicas dos tumores, o número de recidivas prévias, a realização de re-ressecção do leito tumoral, e o tempo que mediou a RTU e o início do tratamento intravesical. Em relação a cada tratamento, determinámos a sua duração, a ocorrência de efeitos laterais (designados como toxicidade) e o motivo da suspensão. Verificou-se recidiva tumoral em 11 doentes submetidos a tratamento com BCG, determinando-se uma taxa de recidiva de 15,5%. Cinco de 71 casos tiveram progressão da doença determinando-se uma taxa de progressão de 7,6%. Dos 14 tratamentos de quimioterapia int");
array_files[69]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2010/aplic-PET-CT.pdf","2011-06-02","191K"," Aplicações da PET-CT com 18F-colina em doentes com carcinoma da próstata","PET-CT, 18F-colina, carcinoma, próstata","A possibilidade de obtermos o radiofármaco emissor de positrões, a 18F-Colina, permitiu alargar as indicações de Tomografia por Emissão de Positrões (PETCT) ao carcinoma da próstata","Aplicações da PET-CT com 18F-colina em doentes com carcinoma da próstata Rosário Vieira1, Cristina Loewenthal A possibilidade de obtermos o radiofármaco emissor de positrões, a 18F-Colina, permitiu alargar as indicações de Tomografia por Emissão de Positrões (PETCT) ao carcinoma da próstata. Embora a indicação mais relevante seja no diagnóstico e localização de recidivas, apresentam-se imagens desta técnica realizadas em diferentes situações clínicas: estadiamento, recidiva bioquímica de localização indeterminada, pós-braquiterapia e pós-prostatectomia radical e suspeita de recidiva na anastomose vesico-uretral, e, igualmente, após cirurgia. Palavras-chave: PET-CT, 18F-colina, cancro da próstata. Apresentam-se imagens de quatro casos clínicos de doentes com carcinoma da próstata. Caso 1 Doente do sexo masculino, 62 anos, submetido a braquiterapia por adenocarcinoma da próstata. Recidiva bioquímica, com PSA de 0,6ng/ml (doseamento prévio de 0,02ng/ml). PET-CT: lesão metastática em D11.");
array_files[70]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c35.pdf","1899-12-30","21K"," Aplicações do Pelvicol® em urologia","Pelvicol, matriz acelular, colagénio","O Pelvicol®, uma matriz acelular de colagénio derivada de derme suína, pode actualmente, ser utilizado com segurança em diversas situações clínicas e com bons resultados.","Acta Urológica 2007, 24; 2: 55-134 C - 35 95 Aplicações do Pelvicol® em urologia Pedro Bargão Santos, Bruno Graça, João Varregoso, A. Pepe Cardoso Hospital Fernando Fonseca Urologia - Director: Dr. Carrasquinho Gomes Correspondência: Pedro Bargão Santos, Rua Ferreira Lapa, 21 - 4º ­ 1150 155 Lisboa ­ E-mail: pbargao@gmail.com O Pelvicol®, uma matriz acelular de colagénio derivada de derme suína, pode actualmente, ser utilizado com segurança em diversas situações clínicas e com bons resultados. Descrevem-se três aplicações diferentes dos retalhos. A primeira, num doente do sexo masculino, com disfunção sexual, por Doença de La Peyronie. Realizou-se uma incisão de relaxamento em I e enxerto com retalho de Pelvicol®. O segundo caso, refere-se a uma doente com bexiga de pequena capacidade por tuberculose génito-urinária. A cistoplastia de aumento com Pelvicol®, realizada sob anestesia loco-regional, revelou-se um procedimento cirúrgico mais simples que a utilização de segmento intestinal. Obteve-se bom resultado na melhoria da qualidade de vida da doente,sem complicações significativas. A terceira aplicação, refere-se à utilização do retalho de Pelvicol® nos Sling´s perineais masculinos de ancoragem óssea, utilizados na correcção da incontinência urinária masculina.");
array_files[71]=new Array(0,1,"http://www.apurologia.pt/associacao.htm","1899-12-30","7K"," Apresentação da Associação Portuguesa de Urologia","Associação Portuguesa de Urologia, APU","A Associação Portuguesa de Urologia é uma sociedade científica que congrega todos médicos que se interessam pelo estudo das doenças do aparelho urinário do homem e da mulher e ao aparelho genital masculino.","Apresentação da Associação Portuguesa de Urologia A Associação Apresentação Corpos Gerentes Estatutos Regulamento Eleitoral Sócios da Associação Apresentação A Associação Portuguesa de Urologia é uma sociedade científica que congrega todos médicos que se interessam pelo estudo das doenças do aparelho urinário do homem e da mulher e ao aparelho genital masculino. Foi fundada em 15 de Novembro de 1923 e é uma das mais antigas sociedades urológicas; o seu primeiro Presidente foi Artur Ravara, a quem se seguiram Henrique Bastos, Reynaldo dos Santos e outros prestigiosos vultos. Tem actualmente cerca de 400 sócios, abrangendo a quase totalidade dos urologistas portugueses À Associação Portuguesa de Urologia cabe a promoção do desenvolvimento científico, da investigação e da educação em Urologia, assim como o relacionamento entre urologistas e associações de urologia, tanto nacionais como internacionais como, por exemplo, a EAU (European Association de Urology), a AUA (American Association de Urology) e a EBU (European Board de Urology). A Associação organiza anualmente, e de modo alternado, um congresso ou um simpósio. Estes encontros científicos são de carácter nacional, e neles é apresentada e discutida a produção científica portuguesa. Há igualmente três encontros regionais anuais. A Associação também patrocina encontros de educação pós-graduada assim como simpósios organizados por professores conceituados em hospitais e/ou universidades, igualmente conceituados, assim como noutras instituições nacionais e internacionais. Dentro da Associação existem grupos científicos dedicados à andrologia, uro-neurologia e uro-dinâmica; encontram-se ainda em formação outros grupos especializados nas áreas da uro-oncologia, urolitíase, endo-urologia, cirurgia laparoscópica, litotrícia por ondas de choque extracorporais, urologia pediátrica e transplante. Os internos do complementar também têm a sua própria secção na Associação de Urologia. Aos jovens urologistas que produzirem o melhor trabalho de pesquisa, a Associação oferece");
array_files[72]=new Array(0,1,"http://www.apurologia.pt/eventos.2006.htm","2011-02-16","30K"," Arquivo de Eventos Nacionais e Internacionais de 2006","","Arquivo de Eventos Nacionais e Internacionais de 2006","Arquivo de Eventos Nacionais e Internacionais de 2006 Fevereiro 5th World Congress on Aging Male 9 a 12 de Fevereiro de 2006 Salzburg, Austria Organização: International Society for the Study de Aging Male Web: www.kenes.com/aging 15th European Urological Winter Forum 11 a 15 de Fevereiro de 2006 Davos, Switzerland Organização: EAU Contacto: ESU Tel.: +31 26 389 0680 Fax: +31 26 389 0684 E-mail: esu@uroweb.org Web: www.uroweb.org Março Dia da Incontinência Urinária 14 de Março de 2006 Organização: APU, APNUG Web: www.saudedamulher.com.pt www.incontinencia.com.pt Jornadas de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital D. Estefânia 16 e 17 de Março de 2006 Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa, Parque das Nações Web: www.admedic.pt/congressos/2005/Programa Folha de resumos: Folha de resumos em formato pdf Abril XXI EAU Congress 5 a 08 de Abril de 2006 Paris, França Organização: EAU Informações: Congress Consultants B.V. Mr. E.N. van Kleffensstraat 5 P.O. Box 30016 6803 AA Arnhem The Netherlands Tel.: +31 (0)26 389 1751 Fax.: +31 (0)26 389 1752 E-mail: info@congressconsultants.com Web: www.eauparis2006.org The 8th Mediterranean Video-Endoscopic Urologyand European Society de Urological Technology Workshop 12 a 16 de Abril de 2006 Antalya, Turquia Web: www.uroweb.org Maio Congresso da AUA 20 de Maio de 2006 a 26 de Maio de 2006 Atlanta, EUA Junho Curso de Uropatia Obstrutiva na Criança / Incontinência Urinária e Disfunção Miccional em Adultos e Crianças 2 e 3 de Junho de 2006 Lisboa Organização: Instituto de Educação Médica - Faculdade de Ciências Médicas Tel.: 218 853 079 Fax: 218 853 464 E-mail: iem@iem.pt Web: www.iem.pt Congresso da Associação Espanholade Urologia 10 a 13 de Junho de 2006 Sevilha, Espanha Organização: Asociación Española de Urología E-mail: aeu@viajeseci.es Web: www.aeu.es Organized Courses on Uro-Oncology Update 2006 and LaparoscopicUrology 2006 - At the time de the National Congress de the Turkish Association of Urology 1");
array_files[73]=new Array(0,1,"http://www.apurologia.pt/eventos2007.htm","2011-02-16","53K"," Arquivo de Eventos Nacionais e Internacionais de 2007","","Arquivo de Eventos Nacionais e Internacionais de 2007","Arquivo de Eventos Nacionais e Internacionais de 2007 Fevereiro CSSAM/ISSAM North American Congress on The Aging Male 8 a 10 de Fevereiro de 2007 Montreal, QC, Canada Web: www.kenes.com/aging/cssam2/ E-mail:aging@kenes.com European Urology Forum 10 a 14 de Fevereiro Davos, Switzerland Tel. +31 26 389 0680 Fax: +31 26 389 0684 E-mail: esu@uroweb.nl Web: www.uroweb.org Março II Curso do Pavimento Pélvico, Incontinência Urinária, Incontinência Fecal 9 e 10 de Março Hotel Tivoli Tejo, Parque das Nações, Lisboa Organização: Instituto de Educação Médica Tel. (351) 218 853 079 Fax: (351) 218 853 464 E.mail: iem@iem.pt Dia da Incontinência Urinária 14 de Março de 2007 Organização: APU E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Congresso da EAU 21 a 24 de Março de 2007 Berlim, Alemanha Organização: EAU Informações: EAU Congress Office Congress Consultants B.V. P.O. Box 30016 6803 AA ARNHEM The Netherlands Tel. +31 26 389 0680 Fax +31 26 389 0686 E-mail: info@congressconsultants.com Web: www.eauberlin2007.org Abril II Curso de Urologia do Hospital Nossa Senhora do Rosário - Barreiro Workshop Enfermagem em Urologia 12 13 e 14 de Abril de 2007 Auditório do Hospital Nossa Senhora do Rosário E.P.E. Organização: Serviço de Urologia do Hospital N.ª S.ª do Rosário E. P. E. \u2013 Barreiro Secretariado: Denise Trevisan Rua Fernando Pessoa, 9 - 2835-120 BAIXA DA BANHEIRA Tel. 212 042 964 Fax. 212 059 178 E-mail: cursodeurologia@gmail.com Agência de Viagens Oficial do Curso Agência Abreu - Barreiro Av. Alfredo da Silva, 45 2830-302 BARREIRO Tel. 212 064 650 World Association for Sexual Health Congress 15 a 19 de Abril de 2007 Sidney, Austrália Web: www.sexo-sydney-2007.com Maio Congresso da AUA 19 a 24 de Maio de 2007 Anaheim, Califórnia, Estados Unidos da América Web: www.auanet.org E-mail: aua@auanet.org Junho Congresso da Associação Portuguesa de Urologia 2007 7 a 9 de Junho de 2007 Vilamoura, Algarve Organização: APU E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Congresso da Ass. Espa");
array_files[74]=new Array(0,1,"http://www.apurologia.pt/eventos2008.htm","2011-02-16","45K"," Arquivo de Eventos Nacionais e Internacionais de 2008","","Arquivo de Eventos Nacionais e Internacionais de 2008","Arquivo de Eventos Nacionais e Internacionais de 2008 Fevereiro World Congress On Controversies In Urology (CURY) 31 de Janeiro a 3 de Fevereiro de 2008 Barcelona, Spain Hotel Rey Jun Carlos I, Business &amp; City Resort E-mail: cury@comtecmed.com - info@comtecmed.com Web: http://www.comtecmed.com/cury/Default.aspx European Urology Forum 2008 - Challenge the Experts 3 a 7 de Fevereiro de 2008 Davos, Suíça Secretariado: Congress Consultants B.V. P.O. Box 30016 6803 AA Arnhem The Netherlands Phone: +31 (0)26 389 1751 Fax: +31 (0)26 389 1752 Contact: Ms. C. Herrmann E-mail: info@congressconsultants.com Web: www.uroweb.org Meet the Expert Varicocele - Controvérsias Centro de Formação do Hospital Fernando Fonseca, Amadora/Sintra 29 de Fevereiro de 2008 Março Dia da Incontinência Urinária 14 de Março de 2007 Organização: APU E-mail: apurologia@mail.telepac.pt 23rd Annual EAU Congress 26 a 29 de Março de 2008 Milão, Itália Secretariado: Congress Consultants B.V. P.O. Box 30016 6803 AA Arnhem The Netherlands Phone: +31 (0)26 389 1751 Fax: +31 (0)26 389 1752 Contact: Ms. C. Herrmann E-mail: info@congressconsultants.com Web: www.uroweb.org Abril Leading Lights in Urology 17 a 19 de Abril de 2008 SAS Radisson, Oslo, Noruega Organização: EAU Contacto: Ms. Sylvia de Bruin Tel: +31 26 3890 680 Fax: +31 26 3890 674 E-mail: s.debruin@congressconsultants.com Web: www.uroweb.org Maio VI Jornadas do Serviço de Urologia do Centro Hospitalar do Médio Tejo 9 e 10 de Maio de 2008 Hotel dos Templários, Tomar Organização: Serviço de Urologia do Centro Hospitalar do Médio Tejo Secretariado: Associação Amigos S. de Urologia do Centro Hospitalar do Médio Tejo Av. 25 de Abril, Lt. 2 r/c Esq. - 2200-299 ABRANTES Tel./Fax: 241 106 004 - 962 857 150 E-mail: associamigosuro@gmail.com American Urological Association Annual Meeting 17 a 22 de Maio de 2008 Orlando, Flórida, EUA AUA Portuguese Language Program 21 de Maio E-mail: convention@auanet.org Web: www.aua2008.org Junho Chal");
array_files[75]=new Array(0,1,"http://www.apurologia.pt/eventos2009.htm","2011-02-16","65K"," Arquivo de Eventos Nacionais e Internacionais de 2009","","Arquivo de Eventos Nacionais e Internacionais de 2009","Arquivo de Eventos Nacionais e Internacionais de 2009 Janeiro Curso Internacional de Cirugía Reconstructiva de la Uretra 12 e 13 de de Janeiro de 2009 Hotel Wellington - Madrid Organização: Asociación Española de Urología Secretaría Técnica: Aula Médica Congresos Edificio CATALPA - C/ Aguarón, 23, B-O - 28023 ARAVACA - Madrid Telf.: 91 357 66 09 Fax: 91 357 65 21 Web: www.grupoaulamedica.com Congresso da APNUG 30 e 31 de Janeiro de 2009 Hotel Meliá Ria Aveiro - Aveiro Organização: Corpos Gerentes da APNUG Secretariado: admédic+ Calçada de Arroios, 16 C - Sala 3 1000-027 LISBOA Tel.: 218 429 710 Fax: 218 429 719 E-mail: admedic@mail.telepac.pt Web: www.admedic.pt Fevereiro The 2nd World Congress on Controversies in Urology CURy - 2009 5 a 8 de Fevereiro de 2009 Centro de Congressos, Lisboa - Portugal Organização: ComTecMed Headquarters &amp; Administration 53 Rothschild Boulevard, PO Box 68, Tel Aviv, 61000,Israel Tel: +972-3-5666166 Fax: +972-3-5666177 E-mail: info@comtecmed.com European Urology Forum 2009 7 a 11 de Fevereiro de 2009 Davos, Suiçal Organização: EAU Secretariado: EAU Office - PO Box 30016 - 6803 AA Arnhem - The Netherlands Tel.: +31 (0)26 389 0680 Fax: +31 (0)26 389 0674 Web: http://davos2009.uroweb.org/ E-mail: Davos2009@congressconsultants.com Março 9º Congresso Internacional de Andrologia XIV Congreso Nacional de la Asociación Española de Andrología XI Encuentro Ibérico de Andrología IV Encuentro Iberoamericano de Andrología 3 a 10 de Março de 2009 Barcelona, Espanha Organização: ISA, AESA Web: www.ica2009.com II Simpósio Internacional - Cirurgia Robótica e Novas Tecnologias em Urologia 5 e 6 de Março de 2009 Museu Marítimo de Bilbau, Espanha Organização: Urología Clínica - Clínica Virgen Blanca Secretariado: Congresos XXI - Gran Vía, 81 - 5º Dpto.10 - 48011 Bilbao Tel.: 944 278 855 Fax: 944 278 808 Web: www.congresosxxi.com/IIsimposiumcirugiarobotica E-mail: info@congresosxxi.com 2009 Course on Prostate Cancer (PCA) 6 e 7 de M");
array_files[76]=new Array(0,1,"http://www.apurologia.pt/eventos-2010.htm","2011-02-16","62K"," Arquivo de Eventos Nacionais e Internacionais de 2010","","Arquivo de Eventos Nacionais e Internacionais de 2010","Próximos Eventos Eventos Arquivo de Eventos 2010 2009 2008 2007 2006 Arquivo de Eventos Nacionais e Internacionais de 2010 Janeiro 2010 7th Meeting of the EAU Section of Oncological Urology (ESOU) 15 a 17 de Janeiro de 2010 Viena, Áustria Organização: EAU Secretariado: EAU Congress Office - Congress Consultants B.V. PO Box 30016 6803 AA ARNHEM - The Netherlands Tel.: +31 (0)26 389 1751 Fax +31 (0)26 389 1752 Web: esou2010.uroweb.org E-mail: esou2010@congressconsultants.com Fevereiro 2010 IX Curso Internacional: Controversias en Urologia 3 a 6 de Fevereiro de 2010 Hospital Universitario La Fe (Valencia). Espanha Organização: Dr. F. Jiménez Cruz Secretariado: Viajes El Corte Inglés, S.A. Gran Vía Fernando El Católico nº 3 bajo - 46008 Valencia (España) Tel.: +34963107189 Fax: +34963411046 Web: web.me.com/congresourologialafe E-mail: congresos.valencia@viajeseci.es European Urology Forum 2010 13 a 17 de Fevereiro de 2010 Davos, Suíça Organização: EAU Secretariado: EAU Congress Office - Congress Consultants B.V. PO Box 30016 6803 AA ARNHEM - The Netherlands Tel.: +31 (0)26 389 1751 Fax +31 (0)26 389 1752 Web: davos2010.uroweb.org E-mail: esudavos@congressconsultants.com Renal Cell Carcinoma [RCC] \u2013 Where do we stand in 2010? 19 e 20 de Fevereiro de 2010 Auditório Agostinho da Silva Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Lisboa Organização: Instituto de Educação Médica Tel. (351) 218 853 079 Fax: (351) 218 853 464 Web: www.iem.pt E.mail: iem@iem.pt The 3rd World Congress on Controversies in Urology CURy - 2010 25 a 28 de Fevereiro de 2010 Hilton Hotel,. Atenas, Grécia Organização: ComTecMed Headquarters &amp; Administration 53 Rothschild Boulevard, PO Box 68, Tel Aviv, 61000,Israel Tel: +972-3-5666166 Fax: +972-3-5666177 Web: comtecmed.com/cury/2010 E-mail: info@comtecmed.com Março 2010 Minimally Invasive Urological Surgical Week 15 a 19 de Março de 2010 Universidade do Minho, Braga ,Portugal Organização: Escola de Ciências da Saúde Universidade do Minho Tel.: +351 253 60 48 59 Fax +351 253 60 48 47 Web:");
array_files[77]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2006/large-cftr-gene.pdf","1899-12-30","105K"," Artigos Originais Large CFTR Gene Rearrangements in Infertile Patients due to Congenital Absence of the Vas Deferens","cystic fibrosis, male infertility,CBAVD, gene, gene rearrangements, CFTR, fibrose quística, infertilidade masculina","Aproximadamente 85% dos pacientes inférteis com ausência congénita dos canais deferentes (CAVD) possuem mutações no gene Cystic Fibrosis Transmembrane Conductance Regulator (CFTR).","Artigos Originais Large CFTR Gene Rearrangements in Infertile Patients due to Congenital Absence of the Vas Deferens Grangeia,1 Filipa Carvalho,1 Emmanuelle Girodon,2 Mário Sousa,1, 3, 4 and Alberto Barros,1, 4 Ana 1 - Department of Genetics, Faculty of Medicine, University of Porto; 2 - Department of Biochemistry and Genetics, Henri Mondor Hospital, Creteil, France; 3 - Lab Cell Biology, ICBAS-UP; 4 - Centre for Reproductive Genetics A. Barros, Porto, Portugal Resumo Aproximadamente 85% dos pacientes inférteis com ausência congénita dos canais deferentes (CAVD) possuem mutações no gene Cystic Fibrosis Transmembrane Conductance Regulator (CFTR). Apesar da análise completa do gene CFTR, alguns pacientes permanecem com mutações por identificar. Uma vez que grandes rearranjos genómicos não são detectáveis através dos métodos convencionais baseados na técnica da PCR, foi sugerido que este tipo de mutações poderia justificar aqueles casos não identificados. No presente estudo, pesquisou-se a presença de grandes rearranjos do gene CFTR em 12 pacientes com ausência congénita bilateral dos canais deferentes (CBAVD) e ausência de mutações CFTR após estudo completo do gene em 45 casos CAVD. Através da técnica de PCR multiplex semi quantitativo (QFMPCR) detectou-se uma grande delecção do gene CFTR em 1/12 (8,3%) dos pacientes. Neste paciente, anteriormente identificado como portador de um alelo IVS8-5T, a delecção dos exões 2 e 3 corresponde à deleção CFTR dele2,3(21Kb), previamente descrita com uma elevada frequência (5%) na população Eslava. Em conclusão, na CAVD, o estudo dos rearranjos do gene CFTR deve complementar o estudo do gene CFTR de modo a se poder efectuar um aconselhamento genético apropriado do paciente e do casal sobretudo com vista a um possível diagnóstico pré-implantação em caso de tratamento de infertilidade. Correspondência: Ana Grangeia Department of Genetics Faculty of Medicine University of Porto Alameda Prof. Hernâni Monteiro 4200-319 PORTO Tel. 225 513 647 Fax: 225 513 648 E-mail: anafg@med.up.pt");
array_files[78]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2005/asp-et-prt-med-uro.pdf","1899-12-30","158K"," Aspectos éticos na prática médica urológica ­ Visão sintética","prática médica urológica","Apresenta-se uma revisão com uma visão sintética dos aspectos éticos na prática médica urológica, enumerando e classificando os principais problemas na prática de hoje e deixando pistas para reflexão, sem entrar em análise detalhada e discussão pormenorizada.","Aspectos éticos na prática médica urológica ­ Visão sintética1 Manuel Mendes Silva2 1. Conferência efectuada no VIII Simpósio da Associação Portuguesa de Urologia, Funchal, Outubro de 2004. 2. Chefe de Serviço Hospitalar de Urologia do Hospital Militar Principal, Lisboa Presidente da Associação Portuguesa de Urologia Ex-Presidente do Colégio de Urologia da Ordem dos Médicos Presidente da Comissão de Ética do Hospital Militar Principal Resumo Apresenta-se uma revisão com uma visão sintética dos aspectos éticos na prática médica urológica, enumerando e classificando os principais problemas na prática de hoje e deixando pistas para reflexão, sem entrar em análise detalhada e discussão pormenorizada. Depois de algumas reflexões sobre aspectos éticos, morais e legais na Medicina, analisam-se os deveres e direitos dos médicos (e dos doentes) nas suas quatro vertentes, o médico ao serviço do doente, o médico ao serviço da comunidade, as relações entre médicos e as relações dos médicos com terceiros. Finalmente enumeram-se os problemas éticos comuns na prática médica de hoje e as principais situações clínicas urológicas actuais que põem problemas éticos. Abstract This revision has a synthetic vision of the ethics aspects in the urologic medical practise, considering and classifying the main problems in todays practise and giving clues to reflection, leaving out of discussion detailed analysis After some reflections about ethics, moral and legal aspects of Medicine, we analyse doctors duties and rights (and of the patients) in its four branches, the doctor serving the patient, the doctor serving the community, the relations among doctors and the relations among doctors and other people. Finally we number the ethics most common problems in todays medical practice and its main urological clinic situations that result as ethic problems. 10 Manuel Mendes Silva As questões éticas na prática médica, e particularmente na prática médica urológica, foram sempre uma das facetas dessa prática, com mais ou menos consciência desse fa");
array_files[79]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co25.pdf","1899-12-30","55K"," Atenção na Prescrição! Relação da Tansulosina com a Síndrome da Íris Flácida Intraoperatória","tansulosina, uroselectividade, hiperplasia, benigna, próstata, HBP, SIFI","A tansulosina, devido à sua uroselectividade, é um dos medicamentos de 1ª linha para o tratamento da Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP) mas é também a maior causa de Síndrome da Íris Flácida Intraoperatória (SIFI) na cirurgia da catarata.","Comunicações Orais 45 Atenção na Prescrição! Relação da Tansulosina com a Síndrome da Íris Flácida Intraoperatória Ana Covita; Renato Mota; Artur Canhoto; Rui Nogueira Instituições: Hospital Egas Moniz Correspondência: a_covita@hotmail.com Introdução A tansulosina, devido à sua uroselectividade, é um dos medicamentos de 1ª linha para o tratamento da Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP) mas é também a maior causa de Síndrome da Íris Flácida Intraoperatória (SIFI) na cirurgia da catarata. A SIFI caracteriza-se pela tríade de: 1) flacidez do estroma da íris; 2) propensão para o colapso da íris durante a cirurgia e 3) má dilatação da pupila; sendo clinicamente significativa por existir o perigo real de comprometer a segurança e a eficácia da cirurgia da catarata. Objectivo: Alertar os urologistas para a relação existente entre a tansulosina e a SIFI. Desenvolvimento Após a primeira descrição da SIFI em 2005, têm sido publicados alguns estudos demonstrando a sua forte associação com a tansulosina. Constatou-se uma ocorrência de SIFI em 2-3% dos doentes submetidos a cirurgia das cataratas, mas 57-100% dos doentes medicados com tansulosina tiveram pelo menos uma das manifestações da SIFI. (A sua associação com outros a-bloqueantes é rara.) No entanto, existem ainda algumas lacunas importantes: nenhum destes estudos foi designado como caso-controlo; o tempo de exposição à tansulosina não foi bem documentado permanecendo incerto qual o intervalo de tempo necessário entre a descontinuação da tansulosina até à cirurgia da catarata ou mesmo se esta descontinuação será efectiva na prevenção da SIFI e desconhece-se o mecanismo biológico responsável pela associação demonstrada, embora tenha sido recentemente descoberto que o receptor a1a é o mais abundante na íris e talvez o principal responsável pela dilatação da pupila. Conclusão Com o envelhecimento da população irá aumentar o número de doentes com HBP que necessitarão de cirurgia da catarata, devendo-se por isso tomar em consideração a gravidade da sintomatologia e o seu");
array_files[80]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2004/au-esp-vid.pdf","1899-12-30","38K"," Aumento da Esperança de Vida e o Impacto na Actividade Urológica","esperança vida, impacto, actividade urológica","O aumento da esperança de vida é uma das mais notáveis realizações humanas do século XX. Este fenómeno terá tendência para acelerar nas próximas décadas.","Aumento da Esperança de Vida e o Impacto na Actividade Urologica José Luís Carneiro de Moura Professor de Urologia da FML Director do Serviço de Urologia do Hospital de Santa Maria O aumento da esperança de vida é uma das mais notáveis realizações humanas do século XX. Este fenómeno terá tendência para acelerar nas próximas décadas. Mundialmente o número total de pessoas idosas (definidas pela OMS como com 60 anos ou mais) aumentará de 600 milhões em 2000 para 1,2 biliões em 2025. A esperança de vida dos homens no mundo ocidental aumentou no século XX de 47 para 79 anos e espera-se que atinja 85 anos em 2010. Esta situação mundial tem o mesmo figurino no nosso Pais. O número de pessoas idosas com mais de 60 anos residente em Portugal duplicou nos últimos 40 anos e segundo a OMS atingia já 21,1% em 2002. Mas este sucesso implica um desafio ­ face ao aumento da esperança de vida a profissão médica e os governos enfrentam o problema de assegurar que esta vasta população idosa permaneça saudável e activa face ao aumento também crescente dos custos de saúde. O envelhecimento das populações implicará consideráveis esforços médicos e socio-económicos no início deste século. Como não basta viver mais, em 1999 as Nações Unidas desenvolveram um programa de envelhecimento activo. Estar saudável é vital para manter o bem-estar e a qualidade de vida nas idades mais avançadas e é essencial para que os cidadãos mais idosos continuem a contribuir activamente para a sociedade. Neste cenário demográfico não é de surpreender que a importância da Urologia, enquanto especiali- dade médico-cirúrgica, cresça rapidamente porque as doenças do aparelho urinário ocorrem predominantemente nos idosos. Calcula-se que, nos doentes que procuram cuidados médicos, 5 a 7% de todas as patologias são urológicas e que noutros tantos as queixas são manifestações urológicas de outras doenças. Especialmente uma grande percentagem de homens idosos é atingido por varias doenças urológicas prevalentes como o cancro da próstata, hipertrofia benigna prostát");
array_files[81]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co62.pdf","1899-12-30","53K"," Aumento da Incidência do Tumor do Testículo em Homens Inférteis","tumor, testículo, cancro, testicular","Nas últimas décadas, nos países industrializados, tem havido um aumento notável e continuo do tumor do testículo ao mesmo tempo que se tem assistido a um declínio da qualidade espermática. Esta incidência de cancro testicular está particularmente aumentada entre homens com infertilidade.","Comunicações Orais 82 Aumento da Incidência do Tumor do Testículo em Homens Inférteis Paulo Araújo1; Luís Ferraz2 1 - IPOPFG- Serviço de Urologia; 2 - CHVNG/E Correspondência: pbaraujo@iol.pt Introdução Nas últimas décadas, nos países industrializados, tem havido um aumento notável e continuo do tumor do testículo ao mesmo tempo que se tem assistido a um declínio da qualidade espermática. Esta incidência de cancro testicular está particularmente aumentada entre homens com infertilidade. Esta associação de cancro do testículo e infertilidade levanta a hipótese da existência de um factor etiológico comum. Uma das explicações é apontada por Skakkebaek com o Síndrome de disgenesia testicular o qual sugere que criptorquidias, hipospádias, má qualidade de sémen e cancro do testículo são causados por uma disgenesia gonadal adquirida in útero provavelmente provocada pela acção dos disruptores endócrinos. Material e Métodos De 1994 a 2008 foram observados na consulta de Andrologia 2985 homens, por apresentarem uma infertilidade conjugal causada por factor masculino. Uma grande percentagem de casos apresentava TAO severas ou mesmo azoospermias. Todos os doentes são observados pelo mesmo médico e avaliados através de um exame genital rigoroso, estudo hormonal e genético. Resultados Foram diagnosticados 8 tumores do testículo: 4 seminomas, 3 tumores de células de Leydig e 1 teratocarcinoma. A idade destes doentes foi dos 27 aos 45 anos. Em nenhum caso havia história de testículo mal-descido. Discussão A incidência de tumor do testículo, na nossa consulta de infertilidade, aparece muito aumentada e com características muito próprias. Em 6 casos, os tumores eram clinicamente ocultos, embora fossem percebidos à palpação minuciosa. Todos estes foram confirmados pela ecografia variando o seu tamanho entre 1,5cm e 2,5 cm, indicando que foram descobertos numa fase precoce do seu desenvolvimento. Em relação à histologia, aparecem 3 tumores de células de Leydig, todos eles associados a ginecomastias exuberantes e bilaterais. Dos res");
array_files[82]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c36.pdf","1899-12-30","26K"," Avaliação clínica e histológica em 122 doentes submetidos a biopsia ecoguiada da próstata","ecoguiada, toque rectal, PSA, biopsia, adenocarcinoma, próstata","O toque rectal e o PSA contituem os dados mais importantes, junto a biopsia da próstata na avaliação dos doentes com adenocarcinoma da próstata.","Avaliação clínica e histológica em 122 doentes submetidos a biopsia ecoguiada da próstata F. Sabell, R. Borges, P Massó, F. Vila, L. Osorio, V. Cavadas, M. Oliveira, F. . Teves, J. Queirós, F. Marcelo Serviço de Urologia, Hospital Geral Santo Antonio, Porto, Portugal Correspondência: Francisco Sabell, Interno Complementar Urologia, Hospital Geral Santo António, Porto - E-mail: fransabell@yahoo.es Introdução: O toque rectal e o PSA contituem os dados mais importantes, junto a biopsia da próstata na avaliação dos doentes com adenocarcinoma da próstata. Não entanto o Gleason das biópsias e das peças de prostatectomia radical mostram uma discrepância ainda com taxas elevadas. Material e Métodos: Procedeu-se a uma avaliação em 122 doentes submetidos a biopsia prostatica transrectal ecoguiada durante o ano 2006 com diagnóstico de adenocarcinoma da próstata, correlacionando-se os resultados anátomo-patológicos com a avaliação por toque rectal e PSA. Foi efectuada a comparação do Gleason entre o a biopsia e a peça de protatectomia radical. Para as biopsias foi utilizado o Ecografo Siemens Sonoline SI-200 com sonda transrectal de 10 MHz e a Pistola Bard® MagnumTM com agulhas de 18 G. Foram colhidos 10 fragmentos da zona periférica (5 em cada lóbulo) e 2 na zona de transição se fora uma repetição da biopsia. Resultados: Dos 392 doentes que efectuaram biopsia durante 2006, 125 foram positivas para adenocarcinoma de próstata (32%), 3 dos quais foram excluidos por se tratar de recidivas. A sua idade média foi de 70,5 anos (43-89), o toque rectal foi suspeito no 61% e o PSA 4 ng/ml no 96,7%. Foi efectuado prostatectomia radical em 30 doentes, em 46% verificou-se um aumento do Gleason respeito a biopsia, em 10% houve descida, em 44% houve concordancia do Gleason. Conclusão: Confirma-se a importância da utilização conjunta do PSA e toque rectal na detecção dos candidatos a biopsia. Embora que as decisões terapêuticas sejas tomadas tendo em conta outros parâmetros, a avaliação do Gleason continua a ser essencial. A correlação do");
array_files[83]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2007/aval-comp-psa.pdf","1899-12-30","75K"," Avaliação comparativa dos valores de PSA total, PSA livre/PSA total e PSA complexado na detecção do cancro da próstata","cancro da próstata, antigénio específico da próstata, antigénio específico da próstata livre, antigénio específico da próstata complexado, biópsia prostática, prostate cancer, prostate specific antigen (PSA), free PSA, complexed PSA, prostate biopsy","A importância da avaliação sérica das várias isoformas do PSA e da sua relação com o PSA total na discriminação entre patologia benigna e maligna da próstata mantém-se controversa.","Avaliação comparativa dos valores de PSA total, PSA livre/PSA total e PSA complexado na detecção do cancro da próstata Nuno Louro1, Rui Borges1, Pedro Massó1, Maria Fernanda Silva2, Luísa Carvalho2, J. P Moreira2, J. C. Oliveira2, Filinto Marcelo1 . 1 2 Serviço de Urologia ­ Hospital Geral de Santo António, Porto Serviço de Química Clínica ­ Hospital Geral de Santo António, Porto Resumo Introdução e objectivos: A importância da avaliação sérica das várias isoformas do PSA e da sua relação com o PSA total na discriminação entre patologia benigna e maligna da próstata mantém-se controversa. Com este estudo pretendeu-se comparar a eficácia diagnóstica do PSA e das suas fracções (livre e complexada) nos pacientes observados na nossa instituição. Material e métodos: Foram obtidas amostras séricas de 133 pacientes consecutivos com indicação para biópsia prostática para avaliação de PSA total, PSA livre, PSA complexado e suas relações. A análise estatística foi efectuada usando curvas ROC, com cálculo da área sob a curva (ASC) para os vários parâmetros. Foi também efectuada uma análise de diferentes valores de cutoff para os vários parâmetros. Resultados: Em 56 dos pacientes avaliados (42,1%) a biópsia revelou cancro da próstata. A maior acuidade diagnóstica foi encontrada para a razão PSA livre/PSA total (ASC=0,703), seguida pelo PSA total (ASC=0,653). A análise do PSA complexado e da relação PSA complexado/PSA total revelaram valores de ASC de 0,624 e 0,629, respectivamente. Conclusão: Os resultados apontam para uma maior acuidade diagnóstica da razão PSA livre/PSA total nos pacientes observados na nossa instituição. Apesar disso, a especificidade deste teste mantém-se baixa, conduzindo a um número elevado de biópsias desnecessárias. Palavras-chave: cancro da próstata, antigénio específico da próstata, antigénio específico da próstata livre, antigénio específico da próstata complexado, biópsia prostática Correspondência: Nuno Louro Serviço de Urologia, Hospital Geral de Santo António Largo Prof. Abel Salazar 4099-001");
array_files[84]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2007/aval-mass-ren.pdf","1899-12-30","101K"," Avaliação das Massas Renais Quísticas Baseada na Classificação de Bosniak: Comparação entre a TC e a US Doppler 3D/4D","quisto renal complexo, Bosniak IIF, ecografia 3D/4D, complex cystic renal mass, Bosniak IIF, US 3D/4D","Comparar prospectivamente a avaliação das massas renais quísticas, classificadas como Bosniak IIF, utilizando a tomografia computadorizada (TC) e a ultrassonografia doppler 3D/4D (US 3D/4D), na avaliação de follow-up destas lesões.","Avaliação das Massas Renais Quísticas Baseada na Classificação de Bosniak: Comparação entre a TC e a US Doppler 3D/4D Ferreira Coelho, M; Graça, B Serviço de Urologia, Hospital Fernando Fonseca, Lisboa, Portugal. Resumo Objectivo: Comparar prospectivamente a avaliação das massas renais quísticas, classificadas como Bosniak IIF, utilizando a tomografia computadorizada (TC) e a ultrassonografia doppler 3D/4D (US 3D/4D), na avaliação de follow-up destas lesões. Material e Métodos: Imagens de 33 massas renais quísticas (15 homems; 18 mulheres; idade média 65,30; variância 26-92), que foram avaliadas por TC e US 3D/4D e citologia aspirativa, no momento da 1ª observação, mantendo-se em avaliações periódicas semestrais por um período de 18 meses, através de US 3D/4D. Todas as US 3D/4D foram efectuadas pelo mesmo urologista. Para cada lesão foi efectuada a avaliação da espessura da parede do quisto e septos, número de septos e a presença de sinal doppler nos mes mos. Cada lesão foi classificada através do sistema de Bosniak, por TC e posteriormente por US e os resultados comparados. Foi utilizado contraste ecográfico de microbolhas para optimizar a avaliação ecográfica sempre que necessário. Foi efectuada a avaliação das citologias de todas as lesões. Todas as lesões classificadas como Bosniak IIF, mantiveram-se em vigilância a cada 6 meses, através de US. Sempre que houve modificações da anatomia da lesão foram efectuadas nova citologia e ablação cirúrgica da mesma, com avaliação histológica. Resultados: Obtivemos os mesmos resultados na classificação inicial com a TC e US 3D/4D. No follow-up, dois casos foram classificados em Classe III por US e confirmados por TC, tendo sido realizado Nefrectomia Radical em ambos e diagnosticado Carcinoma de Células Renais. Conclusões: Em lesões Bosniak IIF que necessitam de avaliação semestral a US demonstrou ter uma sensibilidade suficientemente alta para ser o exame de eleição, com custos e efeitos secundários inferiores à TC. Palavras-Chave: Quisto renal complexo, Bosniak IIF, Ec");
array_files[85]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2006/algorit-23-2.pdf","1899-12-30","30K"," Avaliação de hematúria não traumática assintomática no adulto","hematúria, hematúria não traumática assintomática","Algoritmos de Decisão em Urologia - Avaliação de hematúria não traumática assintomática no adulto","Algoritmos de Decisão em Urologia Avaliação de hematúria não traumática assintomática no adulto Frederico Reis1; João Silva2; Carlos Silva2 Serviço de Urologia - Hospital de S. João, Porto Director de Serviço - Prof. Dr. Francisco Cruz 1 Interno Complementar 2 Assistente Hospitalar a) Hematúria Ecografia renal Ecografia vesical b) Ecografia normal Com alterações Microscópica Hematúria macroscópica Pesquisa de células malignas na urina (citologia) Neoformação vesical? Massa renal? Quisto complicado? Negativa Positiva Sem factores de risco para neoplasia urotelial destacar pelo picotado Com factores de risco para neoplasia urotelial c) Vigilância Cistoscopia Urografia Intravenosa d) TC abdominal / renal 94 Frederico Reis; João Silva; Carlos Silva Acta Urológica 2006, 23; 2: 93-94 Algoritmos de Decisão em Urologia Avaliação de hematúria não traumática assintomática no adulto Frederico Reis1; João Silva2; Carlos Silva2 Serviço de Urologia - Hospital de S. João, Porto Director de Serviço - Prof. Dr. Francisco Cruz 1 Interno Complementar 2 Assistente Hospitalar a) A hematúria microscópica (definida como a presença de três ou mais eritrócitos por campo de grande ampliação, em duas ou três amostras de urina correctamente colhidas) deve ser confirmada por avaliação microscópica de urina. O achado de eritrócitos dismórficos ou cilindros eritrocitários na avaliação microscópica da urina e/ou a associação de proteinúria sugerem uma causa glomerular para a hematúria, pelo que o doente deve ser referenciado igualmente para uma avaliação nefrológica. b) A ecografia renal poderá ser substituída pela realização de tomografia computorizada (TC) c) Principais factores de risco para neoplasia urotelial Tabagismo Exposição ocupacional a agentes carcinogénicos (tintas, diluentes, benzenos ou aminas aromáticas) História de irradiação pélvica d) A urografia intravenosa é um exame necessário para a avaliação da hematúria, particularmente nos casos em que a cistoscopia e a ecografia renal forem normais, com o objectivo de despistar outra");
array_files[86]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/4-2007/est-epid-prostata.pdf","1899-12-30","127K"," Avaliação de práticas e conhecimentos dos homens relativamente a doença prostática, em Portugal - Estudo epidemiológico","estudo epidemiológico, doença prostática, diagnóstico precoce, cancro da próstata.","A doença prostática está entre as doenças mais dispendiosas nos países industrializados, sendo responsável por uma elevada morbilidade e mortalidade nos homens. Reconhecendo que o grau de conhecimento e a importância dada à saúde são determinantes para as tomadas de decisão do indivíduo relativamente à realização de exames de diagnóstico e que o diagnóstico precoce pode evitar o desenvolvimento de cancro da próstata, este estudo avaliou práticas, conhecimentos e comportamentos de saúde dos homens portugueses relativamente ao cancro da próstata.","Artigos Originais Avaliação de práticas e conhecimentos dos homens relativamente a doença prostática, em Portugal - Estudo epidemiológico Ana Santos1, Nilza Gonçalves2, Maria João Santos3, Francisco Rolo4, Ana Macedo5 1. KeyPoint Consultoria Científica, Unidade de Epidemiologia 2. KeyPoint Consultoria Científica, Unidade de Estatística 3. KeyPoint Consultoria Científica, Gabinete de Apoio à Investigação 4. Associação Portuguesa de Urologia 5. ForPoint, Instituto de Formação e Inovação na Saúde Resumo Introdução: A doença prostática está entre as doenças mais dispendiosas nos países industrializados, sendo responsável por uma elevada morbilidade e mortalidade nos homens. Reconhecendo que o grau de conhecimento e a importância dada à saúde são determinantes para as tomadas de decisão do indivíduo relativamente à realização de exames de diagnóstico e que o diagnóstico precoce pode evitar o desenvolvimento de cancro da próstata, este estudo avaliou práticas, conhecimentos e comportamentos de saúde dos homens portugueses relativamente ao cancro da próstata. Metodologia: Estudo epidemiológico transversal de uma amostra representativa da população portuguesa do sexo masculino, idade ³ 35 anos, com aplicação de um questionário para recolha de dados demográficos, percepção e conhecimentos de saúde, consultas médicas, conhecimentos sobre a doença, antecedentes familiares e sintomas prostáticos. Resultados: Inquiriram-se 2.201 homens, idade média 55±14 anos, 72% profissionalmente activos, 76% casados e 34% com 1 a 4 anos de escolaridade. A maioria dos homens já tinha ouvido falar de cancro da próstata, 40% já tinha abordado o tema com o médico e 70% identificou como principal sintoma da doença prostática dor ou ardor durante a micção. 24% referiu ter realizado o exame de toque rectal, 38% já tinha ouvido falar no PSA e 21% já o realizara. De acordo com a escala IPSS, 35% dos inquiridos apresentava sintomas ligeiros, 28% moderados e 11% graves, verificando-se um agravamento dos sintomas com o aumento da idade. Conclusão: In");
array_files[87]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2002/aval-doc-curr.pdf","1899-12-30","48K"," Avaliação do Documento Curricular","avaliação, curricular, exame","Exame para a titulação única","Avaliação do Documento Curricular Exame para a titulação única PONTUAÇÃO PARÂMETROS 1 ­ Forma documental 1 1.1. ­ Apresentação (dactilografia, grafismo, regras de impressão, material gráfico) 1.2. ­ Estrutura (lógica de desenvolvimento) 1.3. ­ Linguagem (correcção de escrita, terminologia, técnica) 2 ­ Descrição e análise da evolução da formação 1 2.1. ­ Estágios parcelares Cirurgia. Geral Cirurgia Plástica Cirurgia Vascular Cirurgia Pediátrica Nefrologia Actividade na Consulta Act. no Internamento Técnicas especiais Actividade Bl.Operat. Cirurgia endoscópica Cirurgia clássica Morbilidade Mortalidade CLASSIFICAÇÃO 13 4 2.2. ­ Estágio de Urologia 7 2.3. ­ Actividade cirúrgica e técnica 3 ­ Actividade Científica e Pedagógica 1 3.1. ­ Cursos e Estágios só serão considerados os cursos e estágios com mais de uma semana de duração e quando tenha havido classificação ou informação do Serviço. 3.2. ­ Comunicações, publicações e posters 3.2.1. ­ Como autor principal 3.2.2. ­ Como co-autor 3.2.3. ­ Trabalhos de revisão / casos clínicos 3.2.4. ­ Trabalhos de Investigação 3.2.5. ­ Artigos de opinião 3.3. ­ Funções de Ensino 3.5. ­ Sociedades Científicas 3.6. ­ Projectos Profissionais 3.7. ­ Outros elementos de valorização profissional 3 1 0,5 0,5 20 Avaliação do Documento Curricular Avaliação do Documento Curricular para o Exame de titulação única Exame final do Internato Complementar de Urologia Tem-se verificado ao longo dos tempos, alguma assimetria na classificação do documento curricular com repercussão na nota final do exame. Essas assimetrias vão condicionar a trajectória profissional do médico no futuro. O objectivo deste documento é dotar os elementos do Júri, de uma ferramenta que permite classificar de forma objectiva, sucinta e uniforme a prova curricular. Legislação ­ Portaria 114/91 do D.R. de 07/02/91 Portaria 833/91 do D.R. de 14/08/91 Portaria 416/91 do D.R. de 17/05791 Este documento destina-se a ser apresentado ao Colégio de Urologia, para discussão. Como metodologia dividiremos o curriculum em 3 parâmetr");
array_files[88]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co51.pdf","1899-12-30","55K"," Avaliação do Risco Cardiovascular e de Síndrome Metabólica em homens com Disfunção Eréctil de um programa de revisão continuada de saúde","disfunção, erétil, DE, Score, Risco, Framingham, SRF, PCR, síndrome, metabólica","Disfunção Erétil (DE) está relacionada a eventos cardiovasculares. Objetivo: avaliar o risco cardiovascular através do Score de Risco de Framingham (SRF), da dosagem da proteína C reativa (PCR) e da presença de síndrome metabólica (SM) em homens com e sem DE diagnosticados em um programa de revisão continuada de saúde.","Comunicações Orais 71 Avaliação do Risco Cardiovascular e de Síndrome Metabólica em homens com Disfunção Eréctil de um programa de revisão continuada de saúde Amir Karam Jr1; João Paulo Zambon2; Rafaela Rosalba de Mendonça3; Marcelo Langer Wroclawski4; José Antônio Maluf de Carvalho5; Eric Roger Wroclawski6 1 - Urologista do Hospital Israelita Albert Einstein e do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (São Paulo- Brasil); 2 - Urologista do Hospital Israelita Albert Einstein (São Paulo-Brasil) e assistente do grupo de disfunções miccionais da Faculdade de Medicina do ABC (Santo André-SP-Brasil); 3 - Médica do grupo de transplante renal do Hospital Israelita Albert Einstein (São Paulo-Brasil); 4 - Residente de Urologia da FMABC; 5 - Coordenador do Centro de Medicina Preventiva do Hospital Israelita Albert Einstein (São Paulo-Brasil); 6 - Professor Titular de Urologia da FMABC (Santo André-SP- Brasil) Correspondência: amirkajr@einstein.br Introdução Disfunção Erétil (DE) está relacionada a eventos cardiovasculares. Objetivo: avaliar o risco cardiovascular através do Score de Risco de Framingham (SRF), da dosagem da proteína C reativa (PCR) e da presença de síndrome metabólica (SM) em homens com e sem DE diagnosticados em um programa de revisão continuada de saúde. Métodos: 222 homens foram retrospectivamente selecionados de um programa de revisão continuada de saúde, de janeiro a dezembro de 2007, e divididos em 2 gurpos: homens com DE (111) e homens sem DE (111), estratificados de acordo com o Índice Internacional de Função Erétil (IIEF-5). PCR e SRF foram analisados e os grupos comparados. Resulados Os níveis de PCR foram maiores em homens com DE (p=0.04). Pacientes com DE também receberam pontuação mais elevada do SRF (p=0.0015). PCR e SRF não apresentaram correlação com a severidade da DE. A presença de SM foi mais elavada em homens com DE. A severidade da DE apresentou associação direta com SM. Pacientes com DE severa apresentaram maior risco de SM. Conclusões Homens com DE apresentam risco cardiovascular");
array_files[89]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/co03.pdf","1899-12-30","26K"," Avaliação dos níveis de fosforilação das ERKs 1 e 2 como factor de prognóstico de neoplasia da bexiga","fosforilação, ERK, neoplasia da bexiga","Os factores de prognóstico mais usados nos Carcinomas de Células de Transição (CCT) da bexiga são o estadio tumoral na altura do diagnóstico e suas características histológicas. Estes critérios são insuficientes na avaliação da história natural de uma neoplasia vesical, tornando-se necessário encontrar novos factores de prognóstico na Carcinogénese urotelial.","Avaliação dos níveis de fosforilação das ERKs 1 e 2 como factor de prognóstico de neoplasia da bexiga Pinto R.1, Silva J.1, Carvalho J.1, Cruz C.D.2, Cruz F.1,2 1 Serviço de Urologia, Hosp. de S.João, Porto, Portugal 2 Inst. de Histol. e Emb., Fac. de Medicina e IBMC, Univ. do Porto, Portugal Introdução: Os factores de prognóstico mais usados nos Carcinomas de Células de Transição (CCT) da bexiga são o estadio tumoral na altura do diagnóstico e suas características histológicas. Estes critérios são insuficientes na avaliação da história natural de uma neoplasia vesical, tornando-se necessário encontrar novos factores de prognóstico na Carcinogénese urotelial. De entre as várias cínases activadas por mitogénios, é já sabido que as cínases reguladas por sinais extracelulares 1 e 2 (ERKs) estão associadas a receptores membranares envolvidos na auto-suficiência tumoral. Participam na carcinogénese de neoplasias hematológicas, do ovário, esófago, mama e cólon. A importância das ERKs nos CCTB é ainda pouco conhecida. O objectivo deste estudo foi avaliar o grau de activação das ERKs em diversos graus e estadios de neoplasias uroteliais. Material e Métodos: Foram recolhidas amostras de tecido vesical de doentes submetidos a cistectomia radical ou RTU por CCT G3 (n=10) e urotélio colhido durante prostatectomia transvesical (n=5), estas últimas usadas como controlos. A presença de ERKs activas (fosfoERKs) foi avaliada por imunocitoquímica. Para tal, as amostras foram imunorreagidas com um anticorpo que reconhece especificamente as fosfoERKs. A imunorreacção positiva foi visualizada utilizando o método do ABC-peroxídase. O cromogénio usado foi a DAB. Por fim, as lâminas foram observadas ao microscópio óptico e a activação de ERKs nas diferentes camadas de tecido vesical avaliada qualitativamente, correlacionando-se a intensidade da imunorreacção com o estadio tumoral. Resultados: No urotélio usado como controlo não se observou activação das ERKs. A única estrutura positiva nestes tecidos era o endotélio vascular. Na bexiga");
array_files[90]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/4-2004/aval-res-tra-ren.pdf","1899-12-30","149K"," Avaliação dos Resultados da Transplantação Renal em Doentes com mais de 60 Anos","transplantação renal","Avaliar os resultados a longo prazo da transplantação renal em doentes com mais de 60 anos de idade, e compará-los com os obtidos em doentes mais jovens.","Avaliação dos Resultados da Transplantação Renal em Doentes com mais de 60 Anos Pedro Nunes1, Alfredo Mota2, Belmiro Parada1, Francisco Rolo3, Arnaldo Figueiredo4, Carlos Bastos , António Roseiro , Vitor Dias 5 5 5 Serviço de Urologia e Transplantação Renal dos Hospitais da Universidade de Coimbra (Director: Professor Doutor Alfredo Mota) 1 Interno Complementar de Urologia 2 Director de Serviço 3 Chefe de Serviço 4 5 Assistente Hospitalar Assistente Hospitalar Graduado Correspondência: Pedro Nunes ­ Rua Figueira da Foz 3, 2º - 3000-184 Coimbra - E-mail: pedro.nunes@sapo.pt Resumo Objectivo: Avaliar os resultados a longo prazo da transplantação renal em doentes com mais de 60 anos de idade, e compará-los com os obtidos em doentes mais jovens. Doentes e Métodos: Analisaram-se 103 transplantes realizados em receptores com mais de 60 anos. Foram avaliados os principais factores relativos ao doente e ao enxerto bem como a sua influência na sobrevivência. Os resultados foram comparados com os obtidos nos 1060 transplantes em receptores com idades compreendidas entre os 18 e 59 anos. Resultados: A idade média dos doentes foi de 62.93 e 40.35 respectivamente para o grupo 60+ e 18-59. A prevalência de obesidade e de etiologias indeterminadas da insuficiência renal foi mais alta no grupo de doentes mais idosos. A presença de comorbilidades importantes foi mais frequente nos receptores com mais de 60 anos, principalmente de natureza cardiovascular (56% vs. 18.5%). A idade do dador (39.75 vs. 31.59), o tempo de isquémia fria (22.43 vs. 20.49 horas) e o número de compatibilidades HLA (2.59 vs. 2.36) foram significativamente mais elevadas no sub-grupo mais idoso. Após um seguimento médio de 4.72 (60+) e 6.07 anos (18-59) não se identificaram diferenças entre os dois grupos na função inicial do enxerto, taxa de rejeições agudas, creatinina sérica e sua clearance. As sobrevivências actuariais do doente e enxerto aos 1, 5 e 10 anos foram significativamente inferiores no grupo 60+. Para os mesmos períodos não houve diferenças 34");
array_files[91]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2009/aval-uro-esc-mul.pdf","1899-12-30","100K"," Avaliação Urodinâmica na Esclerose Múltipla","urodinâmica, esclerose, múltipla, EM, disfunção, micção","A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença neurológica incapacitante que afecta adultos jovens. O seu curso e prognóstico são variáveis e imprevisíveis. A disfunção da micção é frequente nestes doentes e pode constituir o sintoma inaugural em 5 a 15% dos casos.","Artigos de Revisão Avaliação Urodinâmica na Esclerose Múltipla Manuela Mira Coelho* *Assistente Graduada de Medicina Física e de Reabilitação HSM-Braga ­ Cert em UD pelo BUI. Correspondência: E-mail: manuelamiracoelho@sapo.pt Resumo A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença neurológica incapacitante que afecta adultos jovens. O seu curso e prognóstico são variáveis e imprevisíveis. A disfunção da micção é frequente nestes doentes e pode constituir o sintoma inaugural em 5 a 15% dos casos. As alterações neuro-urodinâmicas são muitas vezes clinicamente silenciosas. Este artigo salienta o papel da avaliação urodinâmica e alguns aspectos terapêuticos específicos na abordagem urológica dos doentes com EM. Palavras-chave: esclerose múltipla, bexiga neurogénica, urodinâmica, Abstract Multiple sclerosis (MS) is a disabling neurologic disease affecting young adults. The course and prognosis are variable and unpredictable. Voiding dysfunction is common in these patients and may be part of the presenting symptom complex in 2% a 15% of patients. Neurourodynamic abnormalities commonly are clinically silent. This article emphasizes the role of urodynamic evaluation and disease specific urological therapeutic aspects of patients with MS. Key words: multiple sclerosis, neuropathic bladder, urodynamic Introdução Nos países ocidentais a EM é uma doença que afecta frequentemente o SNC com uma prevalência de 50 a 100/100 000, sendo menos comum entre os orientais, e a maior parte dos doentes tem uma longa sobrevida, em média 40 anos. A incidência referida de perturbações da micção nestes doentes varia entre 10 a 97%1. Esta incidência diminui para 33 a 52% quando avaliados objectivamente sintomas referentes ao tracto urinário inferior (LUTS)2. Segundo Das Gupta e Fowler existe quase 100% de probabilidade de ter LUTS nos doentes com dificuldade na marcha . Em contraste com os indivíduos de raça branca, a EM é menos frequente nos asiáticos e a sua 3 clínica é diferente, sendo os sintomas de esvaziamento mais frequentes que os de armazenam");
array_files[92]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2006/avan-prev-tromb-prof.pdf","1899-12-30","59K"," Avanços na prevenção da trombose venosa profunda em urologia","prevenção, trombose, venosa, profunda, urologia, urology, deep venous thrombosis, urologic surgery","O diagnóstico e tratamento da patologia urológica, passa muitas das vezes pelo recurso a métodos invasivos, com os riscos inerentes, nomeadamente a hemorragia. As consequências para o doente não se ficam só pelo risco imediato de complicações associadas normalmente a um acto médico invasivo, mas também pela sua ocorrência até 4-5 semanas após a o dito acto médico, como na situação em referência, a trombose venosa profunda.","Artigos de Revisão Avanços na prevenção da trombose venosa profunda em urologia Rodrigues M.1, Pires M.2, Santos C3., Sousa R.4 Hospital Militar Principal 1 - Interno do Internato Complementar de Urologia; 2 - Assistente Hospitalar Graduado de Urologia; 3 - Assistente Hospitalar de Urologia; 4 - T. Cor. Médico do Exército Português, Director do serviço de Urologia do Hospital Militar Principal Resumo O diagnóstico e tratamento da patologia urológica, passa muitas das vezes pelo recurso a métodos invasivos, com os riscos inerentes, nomeadamente a hemorragia. As consequências para o doente não se ficam só pelo risco imediato de complicações associadas normalmente a um acto médico invasivo, mas também pela sua ocorrência até 4-5 semanas após a o dito acto médico, como na situação em referência, a trombose venosa profunda. A profilaxia da trombose venosa profunda em doentes submetidos a terapêutica cirúrgica, constitui um desafio, visto existirem diversos fármacos no mercado com eficácia documentada. No entanto, essa eficácia não se encontra ainda totalmente estudada, relativamente ao seu uso em doentes urológicos, pricipalmente por falta de estudos específicos. A trombose venosa profunda pode levar à morte. Com este trabalho os autores propõem um modelo de profilaxia uniforme para o doente urológico submetido a cirurgia. Palavras chave ­ urologia, trombose venosa profunda, cirurgia urológica Summary Most of the urologic patients are submitted to diagnosis and treatments that imply the use of invasive techniques, sometimes with associated complications, like haemorrhage. Post-op complications like deep venous thrombosis can be a serious health problem, mostly in first 45 weeks, after surgery. Deep venous thrombosis prophylaxis represents a major challenge in the urologic patient treated by surgery. We can find in the market several drugs, which are appropriate for this specific situation. Safety and efficacy in the urological patient arent yet well studied. Prophylaxis of deep venous thrombosis can be life saving, a");
array_files[93]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2008/cistit-n-complic.pdf","1899-12-30","151K"," Bactérias uropatogénicas identificadas de cistites não complicadas de mulheres na comunidade","bactéria, uropatogénica, cistite, cistites","As infecções urinárias constituem uma das infecções mais frequentes na comunidade, em que a Escherichia coli é o principal agente etiológico. O objectivo deste estudo consistiu em conhecer a prevalência e a susceptibilidade aos antibióticos dos agentes patogénicos mais frequentes em cistites não complicadas de mulheres na comunidade, de modo a contribuir para o uso racional e adequado dos antibióticos.","Artigos Originais Bactérias uropatogénicas identificadas de cistites não complicadas de mulheres na comunidade Alexandra Silva1, Paula Machado2, Vitória Rodrigues3, Aida Duarte4 Grupo de Estudo Português de Bactérias uropatogénicas da comunidade 1 - Licenciada em Ciências Farmacêuticas - Laboratório de Controlo Microbiológico, i-Med UL, Faculdade de Farmácia de Lisboa 2 - Técnica Especialista em Análises Microbiológicas - Laboratório de Controlo Microbiológico, Faculdade de Farmácia de Lisboa 3 - Mestre em Microbiologia Clínica ­ Técnica Superior no Laboratório Délio Morgado, Setúbal 4 - Doutora em Farmácia área Microbiologia, Professora Associada com Agregação ­ Laboratório de Controlo Microbiológico, i-Med UL, Faculdade de Farmácia de Lisboa Correspondência: Aida Duarte ­ Laboratório de Controlo Microbiológico, Faculdade de Farmácia de Lisboa ­ 1649-019 LISBOA. Portugal ­ Telefone: 217 946 440 ­ Fax: 217 934 212 ­ E-mail: aduarte@ff.ul.pt Resumo As infecções urinárias constituem uma das infecções mais frequentes na comunidade, em que a Escherichia coli é o principal agente etiológico. O objectivo deste estudo consistiu em conhecer a prevalência e a susceptibilidade aos antibióticos dos agentes patogénicos mais frequentes em cistites não complicadas de mulheres na comunidade, de modo a contribuir para o uso racional e adequado dos antibióticos. Este estudo decorreu entre Abril e Junho de 2008 e foram isoladas de urinas 446 estirpes bacterianas, provenientes de 13 Laboratórios de Análises Clínicas de prestação de serviços à comunidade, distribuídos por diferentes regiões de Portugal. A prevalência de Escherichia coli foi de 73,3% (327 urinas) e 15,9% (71 urinas) correspondia a outras bactérias de Gram negativo, que colonizam a zona urogenital. Das 45 (10,1%) bactérias de Gram positivo, a espécie Staphylococcus saprophyticus foi predominante 2,7% (12 urinas) isolado maioritariamente em mulheres com idade inferior ou igual a 50 anos, enquanto o Proteus mirabilis foi encontrado em maior percentagem no grupo etário");
array_files[94]=new Array(0,1,"http://www.apurologia.pt/biapu.htm","2010-08-16","26K"," Biapu - Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia","","","Biapu - Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia Publicações BIAPU - Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia 2-2009 1-2009 3/4-2008 2-2008 1-2008 4-2007 2/3-2007 1-2007 3/4-2006 2-2006 1-2006 4-2005 3-2005 2-2005 1-2005 4-2004 3-2004 2-2004 1-2004 4-2003 3-2003 2-2003 1-2003 4-2002 3-2002 2-2002 1-2002 4-2001 3-2001 2-2001 1-2001");
array_files[95]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/Bol_BIAPU n1.pdf","1899-12-30","1758K"," Biapu 1 2001","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia Ano I - Nº 1 - Jan/ Fev/ Mar - 2001 CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presid: Mendes Silva Secret: F. Rolo Tesour: H. Monteiro Vogais: Paulo Vale F. Cruz Mendes Leal Suplentes: João Bastos Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Mário Reis Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro Matos Ferreira sumário Editorial Carta de um doente para um Urologista A Visão do Outro Lado B o l s a s de Investigação V I Simposium de Urologia Notícias Agenda 4 6 8 12 14 16 18 Revista trimestral - Ano 1 - N.º 1 - Janeiro/Fevereiro/Março 2001 Propriedade: Associação Portuguesa de Urologia Director: M. Mendes Silva Editor: Francisco Rolo Paginação e pré-impressão: Criações Digitais, Lda. - Tel.: 21 989 61 44 Impressão: Grafisol - Tel.: 21 915 81 50 editorial A Associação Portuguesa de Urologia (APU) propõe-se editar trimestralmente um Boletim que possa servir de veículo de informação e comunicação entre todos os Associados. A ideia é incluir aspectos da nossa vida associativa que não sejam científicos, ou de trabalhos científicos, os quais ficarão para o âmbito da Acta Urologica Portuguesa. Assim, para além de um editorial, serão inseridos neste Boletim artigos de opinião ou trabalhos não científicos relacionados com a Urologia, entrevistas com personalidades convidadas, lazer, arte, desporto, curiosidades, notas históricas, resumos (high-lights) de importantes congressos e simpósios ou livros científicos, notícias, informações, avisos, calendário de congressos, etc... Espera-se desta forma contribuir para uma maior união entre toda a família urológica, para um melhor conhecimento das iniciativas da Direcção da APU e para um melhor relacionamento entre todos divulgando aspectos não estritamente científicos ou profissionais, como lazer, curiosidades, história, arte, desporto, etc, embora de alguma forma relacionados com a Urologia ou com os");
array_files[96]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/Biapu-1-2002.pdf","1899-12-30","593K"," Biapu 1 2002","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia Revista trimestral - Ano 1I - N.º 1 - Janeiro/Março, 2002 Director M. Mendes Silva Editor Francisco Rolo Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presidente Manuel Mendes Silva Secretário Geral Francisco Rolo Tesoureiro Helder Monteiro Vogais Paula Vale Francisco Cruz Mendes Leal Suplentes João Bastos Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Mário Reis Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinhiro Matos Ferreira COMPOSIÇÃO ERL - Editora de Revistas e Livros, Lda. IMPRESSÃO Totalgráfica, Lda. Tel. 213 162 442 Fax 213 162 444 SUMÁRIO Editorial Entrevista com um Director de Serviço - Prof. J. L. Carneiro de Moura Urologia e Lazer - Entrevista com o Dr. Sousa Sampaio Notícias VII Simpósio da Associação Portuguesa de Urologia Calendário de Reuniões 3 4 6 8 10 11 2 Editorial Regressados do XVII Congresso da Associação Europeia de Urologia parece-me o momento ideal para reflectirmos sobre um facto que deve entristecer a comunidade urológica portuguesa. Para um total de mais de sete centenas de comunicações livres apresentadas na reunião deste ano, a contribuição portuguesa foi paupérrima, não se aproximando sequer de 1%. Embora possa ser tentador atribuir a reduzida participação da Urologia portuguesa a uma deficiente preparação científica dos seus membros, penso que tal não é verdade. De facto, a participação dos jovens urologistas portugueses no Board Europeu de Urologia, sempre elevada, aliás, mostra o contrário. Os concorrentes portugueses têm obtido de modo geral classificações elevadas e, não raras vezes, a nota máxima. Também o desinteresse dos urologistas portugueses pela investigação científica não me parece ser a causa da nossa fraca participação. Basta atentarmos ao elevadíssimo número de contribuições recebidas para o úl");
array_files[97]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/Biapu-1-2003.pdf","1899-12-30","1050K"," Biapu 1 2003","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano III - N.º 1 - Janeiro/Março, 2003 Director M. Mendes Silva Editor Francisco Rolo Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presidente Manuel Mendes Silva Secretário Geral Francisco Rolo Tesoureiro Helder Monteiro Vogais Paula Vale Francisco Cruz Mendes Leal Suplentes João Bastos Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Mário Reis Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro Matos Ferreira SUMÁRIO Editorial Notícias da SEUL ­ Secção de Endo-Urologia, Laparoscopia e Novas Tecnologias Urológicas, da Associação Portuguesa de Urologia Reflexões em fim de tarde Agenda de eventos realizados ou patrocinados pela APU em 2003 Notícias 3 4 5 6 7 Editorial Aproxima-se o final do mandato desta Direcção da Associação Portuguesa de Urologia e é portanto momento de fazer uma avaliação do trabalho realizado. Relativamente ao programa apresentado em Novembro de 2000 na altura das eleições, temos a consciência de que a grande maioria dos pontos enunciados foram cumpridos da forma mais empenhada, com a realização possível dos vários itens. Desde já agradecemos a todos os que tornaram possível a actividade destes dois anos e meio, e são muitas e variadas as pessoas e instituições a quem temos de agradecer, para além, obviamente, e com o maior realce, aos associados que exercendo vários tipos de funções, deram o seu melhor à Associação Portuguesa de Urologia. A sede da APU está em pleno funcionamento, sendo também a sede da Sociedade Portuguesa de Andrologia (SPA) e da Associação Portuguesa de Neurourologia e Uroginecologia (APNUG). Na sede têm sido realizadas as reuniões do Conselho Directivo e dos vários orgãos da APU e as conferências de imprens");
array_files[98]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/biapu-1-2004.pdf","1899-12-30","982K"," Biapu 1 2004","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano IV - N.º 1 - Janeiro/Março, 2004 Director M. Mendes Silva Serviço de Urologia do Hospital Pulido Valente, S.A., Lisboa Editor Francisco Rolo Secretariado Rogéria Sinigali Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presidente Manuel Mendes Silva Vice-Presidente Helder Monteiro Secretário Geral Francisco Rolo Tesoureiro Paulo Vale Vogais Francisco Cruz Mendes Leal Carlos Rabaça Suplentes João Bastos Jorge Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro Matos Ferreira SUMÁRIO Editorial 3 Serviço de Urologia do Hospital Pulido Valente, S.A., Lisboa 4 II Jornadas de Urologia dos Açores 6 Dia da Incontinência 7 Simpósio APU 2004 no Funchal 8 IV Congresso Luso- Goês de Medicina 11 Notícias 11 Editorial Decorreu de 16 a 18 de Janeiro 2004 no Porto o III Congresso da APNUG ­ Associação Portuguesa de Neurourologia e Uroginecologia. A APNUG surge da ideia e vontade de quatro Urologistas, que a concretizam formalmente em 1998, tendo como objectivo desenvolver, aprofundar e promover a divulgação dos conhecimentos científicos no ramo da disfunção miccional, em especial no campo da Neurourologia, Uroginecologia e Urodinâmica. Sendo a incontinência urinária um problema transversal à sociedade, atingindo todas as idades e ambos os sexos, toca naturalmente um leque de especialidades que lidam com esta questão. Foi (e é) necessariamente a Urologia o motor e o líder de todo este processo, agregando posteriormente a Ginecologia, Fisiatria, Cirurgia Pediátrica, Neurologia... etc. Aliás este processo com algum atraso é idêntico ao que se passou com as nossas congéneres em Espanha a SIN");
array_files[99]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/biapu1-05.pdf","1899-12-30","934K"," Biapu 1 2005","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia","Litíase urinária e gravidez Edmiro Gomes da Silva Serviço de Urologia e Transplantação dos Hospitais da Universidade de Coimbra Resumo Numa primeira parte deste artigo, o autor faz uma breve abordagem sobre a interelação entre a gravidez e os factores que, pelo menos teoricamente, deveriam ser responsáveis pelo aumento de incidência de litíase durante o período de gestação. Apesar de existir uma hipercalciúria e uma hiperuricosúria, estas não originam um aumento da litogése, mas podem ser eventualmente responsáveis por uma maior predisposição para as incrustações litiásicas nos cateteres que se verifica na gravidez. Numa segunda parte salienta que nos dias actuais, com o fácil acesso à ecografia, poderá evitar-se que uma uma mulher fique grávida quando portadora de cálculos renais, e foca os principais inconvenientes que isso pode acarretar. Aborda o problema das litíases com manifestações clínicas durante a gravidez, quer sobre a forma de cólica renal quer sobre a forma de infecções urinárias, referindo as dificuldades diagnósticas que isso acarreta devido à quase necessidade absoluta do uso de radiações ionizantes, para um estudo correcto da doente. Após citar e mostrar a discrepância existente na literatura quanto à dose mínima de radiação passível de originar efeitos deletérios sobre o feto, acaba por tentar definir claramente os prós e os contras de cada um dos meios terapêuticos à disposição do urologista para resolver as situações que se lhe deparem, e conclui que a ureterorenoscopia com litotrícia de contacto será entre todos, o menos agressivo. Palavras-chave: Litíase, gravidez, ureterorenoscopia, LEOC Urinary Lithiasis and Pregnancy Summary In the first part of the paper, the author briefly points out the factors that could theorectically enhance the risk of lithiasis during pregnancy. The functional hipercalciuria and hipercosuria is not associated to an increase of calculi formation, but may predispose to calcium incrustation of indwelling catheters. In a second part, he highlights the increased draw");
array_files[100]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/biapu1-2006.pdf","1899-12-30","1305K"," Biapu 1 2006","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano VI - N.º 1 - Janeiro/Março 2006 Director Francisco Rolo Editor Arnaldo Figueiredo Secretariado Rogéria Sinigali Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Manuel Mendes Silva Ricardo Correia Carlos Sebastião CONSELHO DIRECTIVO Presidente Francisco Rolo Oliveira Vice-Presidente Tomé Lopes Secretário Geral Arnaldo Figueiredo Tesoureiro José Maria Alves Vogais Arnaldo Lhamas Paulo Vasco Carlos Silva Suplentes Eduardo Silva António Filipe Madeira José Carlos Amaral CONSELHO FISCAL Lino Santos Vaz Santos Paulo Rebelo CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro SUMÁRIO Editorial - O Congresso da Associação Europeia de Urologia 2006 1º Congresso Luso-Angolano Médico-Cirúrgico Dia da Incontinência Urinária Eventos Realizados Simpósio da APU de 2006 Próximas actividades promovidas pela APU Patrocínios Científicos concedidos pela APU Notícias Agenda de Eventos 3 4 5 6 8 11 11 12 13 Editorial O Congresso da Associação Europeia de Urologia 2006 O 21º Congresso da Associação Europeia de Urologia teve este ano um número recorde de inscritos, 11.667, sendo a maioria urologistas europeus. Realizou-se no Palais des Congrés, em Paris nos dias 5, 6 e 7 de Abril. Existem cerca de 16.000 urologistas na Europa e 8.000 são membros da Associação Europeia de Urologia (EAU). A Urologia Europeia mostrou uma vez mais aspectos inovadores, facto que se tem constatado ao longo das últimas décadas. A maioria dos grandes avanços da urologia teve origem na Europa. A transplantação renal, as bexigas de substituição ortotópicas, a ureteroscopia, a litotrícia por ondas de choque, a cirurgia laparoscópica particularmente a prostatectomia radical laparoscópica e as fitas sub uretrais para o tratamento da incontinência urinária de esforço, são algumas");
array_files[101]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/biapu-1-2007.pdf","1899-12-30","1559K"," Biapu 1 2007","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano VII - N.º 1 - Janeiro/Março 2007 Director Francisco Rolo Editor Arnaldo Figueiredo Secretariado Rogéria Sinigali Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Manuel Mendes Silva Ricardo Correia Carlos Sebastião CONSELHO DIRECTIVO Presidente Francisco Rolo Oliveira Vice-Presidente Tomé Lopes Secretário Geral Arnaldo Figueiredo Tesoureiro José Maria Alves Vogais Arnaldo Lhamas Paulo Vasco Carlos Silva Suplentes Eduardo Silva António Filipe Madeira José Carlos Amaral CONSELHO FISCAL Lino Santos Vaz Santos Paulo Rebelo CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro SUMÁRIO Editorial ­ Sobre Formação Dia da Incontinência Urinária ReNaCaP ­ Registo Nacional de Cancro da Próstata Congresso da Associação Portuguesa de Urologia 2007 Reuniões Promovidas pela APU Eleições Congresso da APNUG 2007 Bolsas APU 2007 Cursos Práticos com o Patrocínio da APU Simpósio Lusófono no Congresso Brasileiro de Urologia Reuniões para as quais foi Solicitado Patrocínio Científico da APU Associados Institucionais da APU Calendário de Reuniões Inquérito da HBP 3 4 4 5 6 9 9 10 12 12 15 16 16 17 Editorial 2006, 23; 1: 9-14 ) sintetiza bem o que considera serem as características e as aptidões para um Urologista poder desempenhar a sua profissão de uma forma exemplar, plena. Aí se pode também ler que são aptidões indispensáveis para a prática da medicina / urologia: saber elaborar um Curriculum Vitae; saber escrever um artigo científico; saber fazer uma pesquisa bibliográfica; saber elaborar uma bibliografia; saber apresentar um trabalho científico; saber utilizar um Consentimento Informado; saber colher, avaliar e aplicar informação; saber escrever bem em português; dominar o inglês; dominar as técnicas informáticas necessárias para o exercício ple");
array_files[102]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/biapu/biapu-1-2008.pdf","1899-12-30","1616K"," Biapu 1 2008","","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral -- Ano VIII -- N.º 1 -- Janeiro/Março 2008 Director Francisco Rolo Editor Arnaldo Figueiredo Secretariado Rogéria Sinigali Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Manuel Mendes Silva Ricardo Correia Carlos Sebastião CONSELHO DIRECTIVO Presidente Francisco Rolo Oliveira Vice-Presidente Tomé Lopes Secretário Geral Arnaldo Figueiredo Tesoureiro José Maria Alves Vogais Arnaldo Lhamas Paulo Vasco Carlos Silva Suplentes Eduardo Silva António Filipe Madeira José Carlos Amaral CONSELHO FISCAL Lino Santos Vaz Santos Paulo Rebelo CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro Editorial - Carta aberta aos Urologistas Lista de Internos da Especialidade de Urologia, por Regiões - 2007 Actividades do Colégio de Urologia da Ordem dos Médicos Congresso Extraordinário APU 2008 Regulamento da Bolsa de Estudo de Investigação em Urologia 2008 Dia da Incontinência Urinária 2008 1º Curso de Urologia em Cabo Verde X Congresso da Sinug em Portugal Congresso de Andrologia Programa em Português no Congresso da AUA X Simpósio APU 2008 Patrocínios Científicos concedidos pela APU Renovado por mais três anos o Protocolo com a GSK RRU ­ Reuniões Regionais de Urologia 1º Curso Prático de Urologia do Porto Calendário de Reuniões Congresso APU 2009 Novidades no site www.apurologia.pt Associados Institucionais da APU SUMÁRIO 3 4 5 6 7 8 11 11 12 12 13 14 14 15 15 16 17 17 17 Editorial Carta aberta aos Urologistas O Colégio de Urologia A Urologia O Ministério da Saúde Caro colega Como Presidente do Colégio de Urologia, e em nome da Direcção do mesmo, venho por este meio dar-lhe conhecimento de algumas preocupações, bem como da actividade desta Direcção durante o ano de 2007. Apesar dos Colégios serem apenas órgãos consultivos do Conselho Nacional Execut");
array_files[103]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/biapu/biapu-1-2009.pdf","1899-12-30","1613K"," Biapu 1 2009","","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral -- Ano IX -- N.º 1 -- Janeiro/Março 2009 Director Francisco Rolo Editor Arnaldo Figueiredo Secretariado Rogéria Sinigali Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Manuel Mendes Silva Ricardo Correia Carlos Sebastião CONSELHO DIRECTIVO Presidente Francisco Rolo Oliveira Vice-Presidente Tomé Lopes Secretário Geral Arnaldo Figueiredo Tesoureiro José Maria Alves Vogais Arnaldo Lhamas Paulo Vasco Carlos Silva Suplentes Eduardo Silva António Filipe Madeira José Carlos Amaral CONSELHO FISCAL Lino Santos Vaz Santos Paulo Rebelo CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro SUMÁRIO Editorial Congresso da Associação Portuguesa de Urologia 2009 Convocatória de Assembleia Geral 1.º Encontro Nacional sobre Tratamento Hormonal Farmacológico do Carcinoma da Próstata Patrocínio Científico Concedido pela APU VI Congresso Nacional da APNUG 3 4 6 6 6 7 Dia da Incontinência Urinária 2009 8 Memórias duma Presidência 10 Bolsa de Investigação Jaba ­ Urologia 2009 12 Curso Internacional APNUG de Pavimento Pélvico do HESE, EPE 13 Calendário de Reuniões 14 Associados Institucionais da APU 14 Editorial dispõe para diagnosticar e tratar o Cancro da Próstata. Esta diversidade de situações e de experiências foi extremamente enriquecedora e muito estimulante para a discussão que se fez no dia 28 de Fevereiro. Concluiu-se neste levantamento que o tratamento mais utilizado nos Serviços é o Bloqueio Androgénico Completo, com cerca de 59% dos doentes a serem submetidos a esta terapêutica. A seguir, surge a utilização de Análogos do LHRH com 29% e, finalmente, a terapêutica com Antiandrogénios em monoterapia com 14%. Nas chamadas variáveis qualitativas do inquérito, as respostas dão também uma razoável imagem do que é feito na monitorização destes doentes: a esm");
array_files[104]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/biapu-2-3-07.pdf","1899-12-30","2156K"," Biapu 2 - 3 2007","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano VII - N.º 2/3 - Abril/Setembro 2007 Director Francisco Rolo Editor Arnaldo Figueiredo Secretariado Rogéria Sinigali Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Manuel Mendes Silva Ricardo Correia Carlos Sebastião CONSELHO DIRECTIVO Presidente Francisco Rolo Oliveira Vice-Presidente Tomé Lopes Secretário Geral Arnaldo Figueiredo Tesoureiro José Maria Alves Vogais Arnaldo Lhamas Paulo Vasco Carlos Silva Suplentes Eduardo Silva António Filipe Madeira José Carlos Amaral CONSELHO FISCAL Lino Santos Vaz Santos Paulo Rebelo CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro SUMÁRIO Editorial Novo Ciclo da Acta Urológica Vencedores das Bolsas APU 2007 ReNaCaP ­ Registo Nacional de Cancro da Próstata Congresso da Associação Portuguesa de Urologia 2007 Prémios aos melhores trabalhos apresentados durante o Congresso Reeleição do Conselho Directivo Dia Europeu das Doenças da Próstata Resumo do Estudo Epidemiológico Congresso da APNUG 2007 Lisboa Hospedeira do Congresso Europeu de Medicina Sexual Curso de Actualização em Anatomia Cirúrgica Simpósio Lusófono no Congresso Brasileiro de Urologia Reuniões para as quais foi solicitado Patrocínio Científico da APU Reunião Preparatória do Congresso Conjunto da AEU, APU, CAU e SIUP Reuniões Promovidas pela APU O Enquadramento Legal do Internato de Urologia nas E.P E. . Calendário de Reuniões Associados Institucionais da APU 3 4 4 4 5 11 12 12 13 14 17 18 18 19 20 20 23 25 25 Editorial Com a realização do Congresso APU 2007, no passado mês de Junho, no Algarve, terminou mais um ciclo na vida da nossa Associação, o biénio 2005-2007. Entendemos por isso ser tempo de alguma reflexão sobre a actividade da APU durante estes dois anos e apresentar algumas iniciativas para o próximo biénio. Relativ");
array_files[105]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/Bol_BIAPU n2.pdf","1899-12-30","851K"," Biapu 2 2001","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia Ano I - Nº 2 - Abr/ Mai/ Jun - 2001 sumário Editorial Entrevista com o Dr. Adriano Pimenta Carta do Dr. Frederico de Moura Notícias Agenda 2 4 8 9 11 CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presid: Mendes Silva Secret: F. Rolo Tesour: H. Monteiro Vogais: Paulo Vale F. Cruz Mendes Leal Suplentes: João Bastos Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Mário Reis Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro Matos Ferreira Revista trimestral - Ano 1 - N.º 2 - Abril/Maio/Junho 2001 Propriedade: Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3ºA 1200-288 Lisboa Tel. 21 324 41 51 Director: M. Mendes Silva Editor: Francisco Rolo editorial Este é o BIAPU nº 2 que continua, na senda do anterior, a ser um veículo de informação e comunicação entre todos nós. Pretendemos a colaboração de todos, e aguardamos, e desde já agradecemos, a contribuição no sentido de concretizar os objectivos do Boletim definidos no número anterior, para que se crie o hábito de trimestralmente nos encontrarmos nestas páginas. A Direcção da APU está a trabalhar com determinação para a prossecução dos objectivos do seu programa de acção e gostaria de dar algumas informações a esse respeito. A sede, depois do habitual atraso nas obras, está em vias de finalização e vamos inaugurá-la oficialmente em fim de Maio. Devido a condicionalismos de espaço não é possível convidar todos os associados para essa inauguração e teremos que nos limitar a alguns convidados oficiais para essa festa. Todavia, após essa data, todos estão convidados para uma visita, mais do que isso, para a participação activa nas suas instalações das várias facilidades que a sede vai oferecer. A sede da Associação é de todos e todos devem senti-la como sua, num espírito de serviço á urologia e aos urologistas portugueses. Ainda respeitando á sede, já foram assinados protocolos de colaboração com");
array_files[106]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/Biapu-2-2002.pdf","1899-12-30","850K"," Biapu 2 2002","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia Revista trimestral - Ano 1I - N.º 2 - Abril/Junho, 2002 Director M. Mendes Silva Editor Francisco Rolo Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presidente Manuel Mendes Silva Secretário Geral Francisco Rolo Tesoureiro Helder Monteiro Vogais Paula Vale Francisco Cruz Mendes Leal Suplentes João Bastos Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Mário Reis Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinhiro Matos Ferreira SUMÁRIO Editorial Entrevista com um Director de Serviço - Prof. Mário Reis Museu da Urologia VIII Congresso Português de Andrologia A Castanha Pilada VII Simpósio da Associação Portuguesa de Urologia Bolsas Notícias Calendário de Reuniões 3 4 6 7 8 9 10 11 13 2 Editorial No passado dia 8 de Junho realizou-se no Porto o dia do Sénior, onde foram homenageados dois vultos eminentes da Urologia Portuguesa, o Dr. Araújo Milheiro e o Dr. César Reis. Homenagem mais que merecida a dois grandes urologistas que marcaram indiscutivelmente a urologia nortenha, um deles foi, como se sabe, o principal responsável pela modernização da Urologia no Hospital de Santo António e pelo renome da escola de urologia desse hospital que se tornou rapidamente numa das mais conceituadas escolas de Urologia do nosso país, e o outro, pela Urologia do Hospital de Crianças Maria Pia. Foi uma festa bonita, bastante participada, primorosamente organizada, pelo Dr. Adriano Pimenta, no entanto, o que mais marcou e impressionou a assistência foi sem dúvida a genuína emoção dos homenageados conscientes do afecto, respeito, carinho e admiração que lhe manifestaram discípulos, colegas e amigos. As palestras dos convidados foram excelentes e muito apreciadas, mas ver o Dr. Milheiro, pilar carismático da Urologia Portuguesa, de tal modo emocionado que quase não");
array_files[107]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/biapu-2-2003.pdf","1899-12-30","728K"," Biapu 2 2003","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano III - N.º 2 - Abril/Junho, 2003 Director M. Mendes Silva Editor Francisco Rolo Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presidente Manuel Mendes Silva Vice-Presidente Helder Monteiro Secretário Geral Francisco Rolo Tesoureiro Paulo Vale Vogais Francisco Cruz Mendes Leal Carlos Rabaça Suplentes João Bastos Jorge Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah SUMÁRIO Editorial 3 Congresso APU 2003 4 O Médico e os seus Hobbies - Uma homenagem póstuma 5 Notícias 6 Calendário de Reuniões 12 Eventos realizados ou patrocinados pela APU 12 3º Encontro Nacional de Jovens Urologistas 13 J Campos Pinheiro Matos Ferreira Editorial A Direcção da Associação Portuguesa de Urologia, reeleita para mais um mandato com pequenas alterações nos cargos de alguns dos seus membros e entrada de mais um colega, Carlos Rabaça, cumprimenta todos os Associados e reafirma o seu propósito de cumprir escrupulosamente o programa apresentado, na sequência do mandato anterior. Pretendemos que a Associação Portuguesa de Urologia esteja cada vez mais unida e firme nos seus propósitos e objectivos, com a promoção e o desenvolvimento da Urologia Portuguesa, prestigiando-a nacional e internacionalmente, a todos os níveis. Em 2003 faz a Associação Portuguesa de Urologia 80 anos. Estamos a comemorar dignamente essa data com várias iniciativas específicas, para além da grande actividade que a Associação está a empreender nas suas já rotinas anuais. E destaco nessas iniciativas a edição das medalhas comemorativas de prata e bronze, a edição do livro da História da Associação Portuguesa de Urologia e o Congresso APU 2003.");
array_files[108]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/Biapu-2-04.pdf","1899-12-30","1072K"," Biapu 2 2004","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano IV - N.º 2 - Abril/Junho, 2004 Director M. Mendes Silva Editor Francisco Rolo O Serviço de Urologia do Hospital do Divino Espírito Santo em Ponta Delgada Secretariado Rogéria Sinigali Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presidente Manuel Mendes Silva Vice-Presidente Helder Monteiro Secretário Geral Francisco Rolo Tesoureiro Paulo Vale Vogais Francisco Cruz Mendes Leal Carlos Rabaça Suplentes João Bastos Jorge Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro Matos Ferreira SUMÁRIO O Serviço de Urologia do Hospital do Divino Espírito Santo em Ponta Delgada 3 4º Encontro Nacional de Jovens Urologistas 6 Dia da Próstata 2004 7 Conferência no Hospital de Santa Maria 8 IV Jornadas Nacionais de Urologia em Medicina Familiar 8 Reunião da EBU - European Board of Urology 11 Notícias 11 Calendário de Eventos Nacionais e Internacionais 13 Editorial Decorreu nos passados dias 31 de Maio e 1 de Junho, na simpática cidade de Ponta Delgada, as II Jornadas de Urologia dos Açores, organizadas pelo Dr. Manuel Rebimbas e seus colaboradores. Não é intenção deste Editorial apreciar o mérito, que o houve, desta reunião científica, destinada sobretudo à actualização de médicos da especialidade de Clínica Geral. É, antes minha intenção reflectir sobre a mesa redonda sobre cancro do rim que decorreu na tarde do primeiro dia de trabalhos. Foi objectivo dos organizadores discutir o tratamento desta doença nos hospitais ditos distritais. Tiveram assim os congressistas a oportunidade de apreciar a experiência de 8 hospitais acumulada nos últimos 5 anos. No final, havia, como salientou o");
array_files[109]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/Biapu-2-2005.pdf","1899-12-30","1059K"," Biapu 2 2005","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano V - N.º 2 - Abril/Junho, 2005 Director M. Mendes Silva Editor Francisco Rolo Secretariado Rogéria Sinigali congresso da associação portuguesa de urologia porto 23.24.25 de junho 2005 Sheraton Porto Hotel & Spa Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presidente Manuel Mendes Silva Vice-Presidente Helder Monteiro Secretário Geral Francisco Rolo Tesoureiro Paulo Vale Vogais Francisco Cruz Mendes Leal Carlos Rabaça Suplentes João Bastos Jorge Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro Matos Ferreira SUMÁRIO O Serviço de Urologia do Hospital de São Sebastião ­ Santa Maria da Feira Programa do Congresso da Associação Portuguesa de Urologia 2005 1as Jornadas de Enfermagem Urológica Relatório e Contas do Ano 2004 Relatório de Actividades Visita do Professor Pierre Teillac Reuniões com o patrocínio científico da APU Dia da Próstata In Memoriam Notícias Agenda de Eventos 5 6 11 12 13 14 15 15 16 16 17 Editorial No Congresso da Associação Portuguesa de Urologia (APU) de 2005, a realizar no Porto em Junho próximo, terminam estatutariamente funções os Corpos Gerentes que, com algumas actualizações em 2003, estão em funções desde Janeiro de 2001. Sem falsas modéstias, julgamos que, nestes quatro anos e meio, algo mudou na urologia portuguesa, e que deixamos obra feita, obviamente a ser continuada e aperfeiçoada, mas também expandida e com outros rumos, por quem se seguirá. Revendo o ambicioso programa que apresentámos aos urologistas portugueses em Novembro de 2000, pensamos ter cumprido todos os 16 itens então apresentados. Com muito trabalho e empenho, mas também com");
array_files[110]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/biapu-2-06.pdf","1899-12-30","2007K"," Biapu 2 2006","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia","BOLETIM DE INSCRIÇÃO Nome Morada PROSTATECTOMIA RADICAL ABERTA E LAPAROSCÓPICA Localidade C. Postal Telemóvel E-mail Céd. Profissional S/ Banco Especialidade Cheque nº Telefone CURSO DE ACTUALIZAÇÃO EM ANATOMIA CIRÚRGICA PRESERVAÇÃO VASCULONERVOSA E CONTINÊNCIA URINÁRIA 12 OUTUBRO 2007, Hotel Villa Rica, Lisboa INSCRIÇÕES .................................................................................. 350 As inscrições são limitadas e efectuadas por ordem de chegada. ALOJAMENTO: (Nº de quartos limitado) Hotel Villa Rica, Lisboa ................................................................. 85/noite Sim Não Entrada a de Outubro Saída a de Outubro ENVIE PARA O SECRETARIADO: AD MÉDIC, LDA. Calçada de Arroios, 16 C. Sala 3. 1000-027 Lisboa T: +351 21 842 97 10 | F: +351 21 842 97 19 E: anapais.admedic@mail.telepac.pt | admedic@mail.telepac.pt | W: www.admedic.pt CURSO DE ACTUALIZAÇÃO EM ANATOMIA CIRÚRGICA PRESERVAÇÃO VASCULONERVOSA E CONTINÊNCIA URINÁRIA PROSTATECTOMIA RADICAL ABERTA E LAPAROSCÓPICA 12 OUTUBRO 2007, Hotel Villa Rica, Lisboa PROGRAMA CIENTÍFICO PROSTATECTOMIA RADICAL ABERTA E LAPAROSCÓPICA CURSO DE ACTUALIZAÇÃO EM ANATOMIA CIRÚRGICA PRESERVAÇÃO VASCULONERVOSA E CONTINÊNCIA URINÁRIA 14:30-15:30h PREsERVAçãO sExUAl Pós PROsTATECTOMIA RAdICAl: Há VANTAGEM NAS TéCNICAS LApAROSCópICAS RELATIVAMENTE à CIRURGIA CLáSSICA? Moderadores: TOMé LOPES, ARNALdO FIGUEIREdO héLdER MONTEIRO e RUI SANTOS (60 m) COMO EU PREsERVO Os FEIxEs VAsCUlONERVOsOs Moderadores: FILINTO MARCELO e LUíS CAMPOS PINhEIRO bOb dJAVAN (Viena, Áustria) (15 m) R. bOLLENS (bruxelas, bélgica) (15 m) hANNES STRASSER (Innsbruck, Áustria) (15 m) VILhENA AyRES (15 m) ORGANIzAçãO Serviço de Urologia do hospital Curry Cabral, Lisboa 15:30-16:30h PREsIdENTE dO CURsO JORGE ROChA MENdES PROGRAMA CIENTÍFICO Sexta-feira, 12 de Outubro 2007 08:00h 09:00h sECRETáRIOs dO CURsO JORGE FONSECA LUíS CAMPOS PINhEIRO COMIssãO CIENTÍFICA GARÇÃO NUNES héLdER COELhO LUíS AbRANChES MONTEIRO RAFAEL PASSARINhO RICARdO CORREIA ROMMEL RANGEL AbERTURA dO SECRETARIAd");
array_files[111]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/biapu/biapu-2-2008.pdf","1899-12-30","2006K"," Biapu 2 2008","","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral -- Ano VIII -- N.º 2 -- Abril/Junho 2008 Director Francisco Rolo Editor Arnaldo Figueiredo Secretariado Rogéria Sinigali Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Manuel Mendes Silva Ricardo Correia Carlos Sebastião CONSELHO DIRECTIVO Presidente Francisco Rolo Oliveira Vice-Presidente Tomé Lopes Secretário Geral Arnaldo Figueiredo Tesoureiro José Maria Alves Vogais Arnaldo Lhamas Paulo Vasco Carlos Silva Suplentes Eduardo Silva António Filipe Madeira José Carlos Amaral CONSELHO FISCAL Lino Santos Vaz Santos Paulo Rebelo CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro SUMÁRIO Editorial Lista de Internos da Especialidade de Urologia, por Regiões ­ 2008 X Simpósio APU - Novos Limites - Novos Desafios TT Med ­ Urologia Iberoamérica Congresso de Andrologia Lisboa hospedeira do CURY em Fevereiro de 2009 Sexual(idades) 1º Curso Prático de Urologia do Porto Congresso Conjunto AEU, APU, CAU 1.º Curso de Andrologia do HESE EPE RRU ­ Reuniões Regionais de Urologia Patrocínio Científico Concedido pela APU X Congresso da SINUG em Portugal Prémios e Bolsas APU 2008 Calendário de Reuniões Congresso APU 2009 Novidades no site www.apurologia.pt Associados Institucionais da APU 3 4 5 6 7 8 8 8 9 10 10 10 13 14 16 17 17 17 Editorial Realizaram-se a 11 e 12 de Julho as IV Jornadas dos Açores, uma iniciativa do Dr. Manuel Rebimbas, director do Serviço de Urologia do Hospital de Ponta Delgada. Os temas foram bem escolhidos e excelentemente apresentados pelo que a reunião, consensualmente, teve um bom nível científico. O mesmo tem acontecido aliás com a grande maioria das reuniões nacionais, o que reflecte o bom nível da urologia portuguesa. Pelo menos dois temas que constituíram o programa daquelas jornadas merecem alguma reflexão e por isso");
array_files[112]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/biapu/biapu-2-2009.pdf","1899-12-30","2369K"," Biapu 2 2009","","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral -- Ano IX -- N.º 2 -- Abril/Junho 2009 Director Francisco Rolo Editor Arnaldo Figueiredo Secretariado Rogéria Sinigali Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES CONSELHO DIRECTIVO Presidente Tomé Lopes Vice-Presidente Arnaldo Figueiredo Secretário Geral Abranches Monteiro Tesoureiro Carlos Silva Vogal Miguel Ramos Paulo Temido João Varregoso Suplentes Fortunato Barros Mário Cerqueira Belmiro Parada SUMÁRIO Editorial Candidaturas à Organização do Congresso APU 2011 Congresso da Associação Portuguesa de Urologia 2009 Homenagem e entrega de Prémios no Congresso da APU de 2009 Relatando o 2º Simpósio Lusófono de Urologia em Junho 2009 Patrocínios Científicos Concedidos pela APU Prémios aos melhores trabalhos apresentados no Congresso da APU 2009 Novos Corpos Gerentes para o biénio 2009 ­ 2011 Curso de Cirurgia Avançada do Pénis Curso Internacional APNUG de Pavimento Pélvico do HESE, EPE IX Jornadas Nacionais de Urologia em Medicina Familiar I Assembleia Geral da ADDB ­ Associação de Doentes com Disfunção da Bexiga Calendário de Reuniões Associados Institucionais da APU 3 3 4 7 8 10 12 13 14 16 17 17 18 18 ASSEMBLEIA GERAL Francisco Rolo Francisco Carrasquinho Avelino Fraga CONSELHO FISCAL Vaz Santos Quinideo Correia Amílcar Sismeiro CONSELHO CONSULTIVO Tomé Lopes Francisco Rolo Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah Editorial Urológica Portuguesa desenvolve, de igual com o que de melhor se pratica na Europa. Múltiplas acções de divulgação serão desenvolvidas através duma informação continuada na comunicação social, dando-se grande ênfase na Semana Europeia das Doenças da Próstata e no Dia da Incontinência Urinária. Haverá também grandes mudanças no Boletim Informativo, de que será Coordenador o Secretário-geral da APU Dr. Abranches Monteiro, e no Site da APU, sendo o nosso obje");
array_files[113]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/biapu-3-4-06.pdf","1899-12-30","1344K"," Biapu 3 - 4 2006","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano VI - N.º 3/4 - Outubro/Dezembro 2006 Director Francisco Rolo Editor Arnaldo Figueiredo Secretariado Rogéria Sinigali Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Manuel Mendes Silva Ricardo Correia Carlos Sebastião CONSELHO DIRECTIVO Presidente Francisco Rolo Oliveira Vice-Presidente Tomé Lopes Secretário Geral Arnaldo Figueiredo Tesoureiro José Maria Alves Vogais Arnaldo Lhamas Paulo Vasco Carlos Silva Suplentes Eduardo Silva António Filipe Madeira José Carlos Amaral CONSELHO FISCAL Lino Santos Vaz Santos Paulo Rebelo CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro SUMÁRIO Editorial Mensagem de Boas Festas IX Simpósio da Associação Portuguesa de Urologia Congresso Brasileiro de Urologia Bolsas APU 2006 Dia da Incontinência Urinária Dia Europeu das Doenças da Próstata Congresso da APU 2007 Congresso da APNUG 2007 Inquérito da HBP Relatório Oncológico, Registo Nacional do Cancro da Próstata Reuniões efectuadas por iniciativa da APU Reuniões para as quais foi solicitado o patrocínio científico da APU Associados Institucionais da APU Agenda de Eventos 2007 3 3 4 6 6 6 9 12 12 12 15 15 16 17 17 Editorial corre o risco de contar menos, reduzindo assim o ano a seis ou sete meses... Enfim, confabulações líricas. Sei bem que não é assim! Vejamos este ano. O Verão durou até Novembro, sendo que tivemos, em Outubro, um Simpósio que demonstrou a grande vitalidade da Urologia portuguesa, isto em pleno Outono. Com mais de 200 urologistas inscritos (e participantes), constituiu uma reunião em que a participação interessada de todos foi uma das notas dominantes. Aliás, esse sentimento foi bem expresso nos cerca de 100 inquéritos que recebemos. Bem vistas as coisas, dependendo do estado de espírito, podia até haver quem pensasse que e");
array_files[114]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/Bol. BIAPU n3.pdf","1899-12-30","703K"," Biapu 3 2001","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia Ano I - Nº 3 - Jul/ Ago/ Set - 2001 CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presidente Manuel Mendes Silva Secretário Geral Fransisco Rolo Tesoureiro Helder Monteiro Vogais Paulo Vale Fransisco Cruz Mendes Leal Suplentes: João Bastos Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Mário Reis Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro Matos Ferreira Revista trimestral - Ano 1 - N.º 3 - Julho/Agosto/Setembro 2001 Propriedade: Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3ºA 1200-288 Lisboa Tel. 21 347 12 66 Director: M. Mendes Silva Editor: Francisco Rolo editorial O Congresso APU 2001 realizado em Espinho no passado mês de Junho foi um êxito e a Urologia Portuguesa e de um modo mais particular a Comissão Organizadora do Congresso estão de parabéns. O programa científico esteve marcado por temas da maior actualidade e estiveram presentes urologistas de reconhecida notoriedade quer da Europa, quer dos EUA quer ainda do Brasil. Houve Mesas Redondas com temas inovadores como O envelhecimento e Urologia com a participação de C. Schulman, Sami Arap e I. Goldstein que logo no primeiro dia deram ao congresso um nível científico excelente. O curso da European School of Urology sobre Carcinoma do Rim trouxe como de costume prelectores excelentes com temas bem estruturados e que motivaram ampla participação da assistência. Outros temas como a incontinência urinária, a hipertrofia benigna da próstata e o carcinoma da próstata, sempre obrigatoriamente presentes em todos os congressos tiveram aqui momentos muito interessantes quer por neles terem participado nomes que são reconhecidos líderes de opinião como pelas inovações científicas que foram apresentadas. A Reunião da Associação Galaico-Duriense de Urologia e a Reunião da Sociedade Portuguesa de Andrologia abriram as portas do congresso a sociedades afins alargando assim o âmbito do");
array_files[115]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/Biapu-3-2002.pdf","1899-12-30","1093K"," Biapu 3 2002","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia Revista trimestral - Ano 1I - N.º 3 - Julho/Setembro, 2002 Director M. Mendes Silva Editor Francisco Rolo Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presidente Manuel Mendes Silva Secretário Geral Francisco Rolo Tesoureiro Helder Monteiro Vogais Paula Vale Francisco Cruz Mendes Leal Suplentes João Bastos Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Mário Reis Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinhiro Matos Ferreira SUMÁRIO Editorial Entrevista com um Director de Serviço - Dr. Fernando Calais O Efeito dos Tomates - Ou a rejeição da Laparoscopia Urológica Notícias Calendário de Reuniões 3 4 5 10 13 2 Editorial Realizou-se em Heidelberg na Alemanha de 28 a 30 de Agosto de 2002 a 32nd Annual Meeting of the International Continence Society. É o palco privilegiado da apresentação de trabalhos de grupos das várias partes do Mundo, versando os aspectos mais actuais da Etiopatogenia, Diagnóstico e Tratamento da Incontinência Urinária. Dos vários workshops sob aspectos Neuro-Urológicos e Uro-ginecológicos que aí decorreram em paralelo, destacaria o do The Vanilloid Club Chair: Francisco Cruz, Clare Fowler, muito concorrido e de altíssima qualidade científica. Este ano os State of the Art priveligiaram o tema da etiopatogenia, diagnóstico e tratamento em Neuro-Urologia. Outro tema forte, foram os aspectos das alterações pélvicas e prolapsos genitais relacionados com a incontinência urinária. Também os avanços na terapêutica médica e cirúrgica da IU tiveram um papel de realce. No dia anterior ao Meeting realizou-se a Reunião Luso-Hispánica de parceria da ICS-APNUG (Assoc. Port. Neurourol. e Uroginec.) e SINUG (Soc. Iberoamer. Neurourol e Uroginec.). A participação P");
array_files[116]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/biapu-3-2003.pdf","1899-12-30","1028K"," Biapu 3 2003","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano III - N.º 3 - Julho/Setembro, 2003 Director M. Mendes Silva Editor Francisco Rolo Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presidente Manuel Mendes Silva Vice-Presidente Helder Monteiro Secretário Geral Francisco Rolo Tesoureiro Paulo Vale Vogais Francisco Cruz Mendes Leal Carlos Rabaça Suplentes João Bastos Jorge Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah J. Campos Pinheiro Matos Ferreira Pelo Prof. Dr. Sérgio Aguinaga D. João VI SUMÁRIO Editorial - Hospitais, S.A. - Que Futuro? 3 D. João VI - Grande Estadista 4 O Médico, os Hobbies e o Condutor de Mulas 6 Notícias 8 Calendário de Reuniões 13 Editorial Hospitais, S.A. ­ Que Futuro? Há pouco mais de um ano, neste Boletim, alertei os colegas para a futura criação de Hospitais-Empresa, que no imediato permitiria ao governo uma hábil manobra de redução do défice orçamental. Esgotado que estava o modelo tradicional de hospital público, desgastado por défices galopantes, muitos de nós acreditaram em algumas virtudes da solução proposta, atribuindo aos Hospitais, S.A. uma total autonomia administrativa e financeira. Passados nove meses ainda pouco se pode ver! Excepto, o generalizado aumento da produção ocorrido na maioria das unidades hospitalares, mesmo ainda antes de quaisquer mudanças. Para controlar e monitorizar o desempenho dos diversos hospitais transformados em sociedades anónimas de capitais exclusivamente públicos, o Ministério da Saúde criou uma Unidade de Missão, à qual decidiu ainda atribuir outros papéis, nomeadamente o estabelecimento de contratos-programa e a definição do estatuto remuneratório. Quanto aos contratos-prog");
array_files[117]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/Biapu-3-04.pdf","1899-12-30","1021K"," Biapu 3 2004","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano IV - N.º 3 - Julho/Setembro, 2004 Director M. Mendes Silva Editor Francisco Rolo Secretariado Rogéria Sinigali Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presidente Manuel Mendes Silva Vice-Presidente Helder Monteiro Secretário Geral Francisco Rolo Tesoureiro Paulo Vale Vogais Francisco Cruz Mendes Leal Carlos Rabaça Suplentes João Bastos Jorge Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro Matos Ferreira O Serviço de Urologia do Hospital Central do Funchal SUMÁRIO O Serviço de Urologia do Hospital Central do Funchal 4 O Médico, os Hobbies, os Génios e os Inteligentes 5 Próximas Organizações Científicas Nacionais 7 Dia do Sénior 2004 8 Relatório de Contas e Actividades 11 Notícias 13 Calendário de Eventos Nacionais e Internacionais 17 Editorial Pelo quarto ano consecutivo vai realizar-se o Encontro Nacional de Jovens Urologistas, desta vez no centro do País, no aprazível Hotel Marriott de Óbidos. Trata-se de uma reunião da responsabilidade directa da APU, embora organizada rotativamente por urologistas do Norte, Centro e Sul, por delegação daquela. Penso ser, dentre as diversas especialidades médicas, o único encontro do género no nosso País. Os seus princípios e objectivos mantêm-se os mesmos desde o primeiro encontro ocorrido no Caramulo, em 2001, destinando-se, sobretudo, como o próprio nome indica, a jovens urologistas no início da sua carreira, bem como aos internos de urologia. Naturalmente que todos são bem vindos, mesmo os menos jovens (que têm tido presença significativa nos anos anteriores), até pela valiosa experiência que transmitem. Desses objectivo");
array_files[118]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/Biapu-3-2005.pdf","1899-12-30","1285K"," Biapu 3 2005","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano V - N.º 3 - Julho/Setembro, 2005 Director Francisco Rolo Editor Arnaldo Figueiredo Secretariado Rogéria Sinigali congresso da associação portuguesa de urologia porto 23.24.25 de junho 2005 Sheraton Porto Hotel & Spa Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Manuel Mendes Silva Ricardo Correia José Duarte CONSELHO DIRECTIVO Presidente Francisco Rolo Oliveira Vice-Presidente Tomé Lopes Secretário Geral Arnaldo Figueiredo Tesoureiro José Maria Alves Vogais Arnaldo Lhamas Paulo Vasco Carlos Silva Suplentes Eduardo Silva António Filipe Madeira José Carlos Amaral CONSELHO FISCAL Lino Santos Vaz Santos Paulo Rebelo CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro Editorial Aos ex-membros do Conselho Directivo da APU Congresso da Associação Portuguesa de Urologia A lista B ganhou as eleições para os Corpos Gerentes da APU Vencedores do Concurso às Bolsas e Prémios APU 2005 Patrocínios Científicos Concedidos pela APU Notícias Agenda de Eventos SUMÁRIO 3 3 4 8 11 11 12 13 Editorial Caros Colegas, O novo Conselho Directivo da APU, bem como o Conselho Consultivo e o Conselho Fiscal, foram investidos pelo anterior Presidente, Dr. Manuel Mendes Silva, em 15 de Julho. Conforme é estatutário a investidura é feita nos noventa dias posteriores à eleição e, sendo um acto muito simples, não pode deixar de merecer aqui uma referência. Foi com muito honra que assumimos a nova Direcção da APU e é com satisfação que apresentamos os nossos cumprimentos a todos associados. A primeira reunião do Conselho Directivo foi efectuada ainda em Julho e nela foram tratados variados assuntos que se prendem, como é lógico, com o plano de actividades da Associação para o próximo biénio. Foi decidido unanimemente manifestarmos o nosso profundo reconhecime");
array_files[119]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/biapu/biapu-3-4-08.pdf","1899-12-30","3069K"," Biapu 3 4 2008","","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia","Editorial O vigor da urologia portuguesa voltou a afirmar-se no último simpósio da nossa Associação, onde o número de inscritos ultrapassou os 200. Sob o lema Novos Limites, Novos Desafios, a discussão em contraponto de aspectos relevantes como a formação em urologia, o papel da urologia na imagiologia, na transplantação ou na cirurgia de ambulatório, entre outras áreas, foi sempre muito viva. Tendo-se mantido o modelo da não apresentação de trabalhos livres, nem por isso deixou de ser possível a participação alargada dos serviços de urologia, nomeadamente na apresentação de técnicas cirúrgicas. O Simpósio foi também o palco da apresentação dos dois trabalhos premiados com as bolsas de investigação, que este ano foram submetidos em número recorde, com qualidade superior, facto que motivou, aliás, a concessão de patrocínio a seis outros trabalhos por parte da direcção da APU. Mas, para além da componente estritamente científica, as grandes reuniões anuais da urologia portuguesa ­ o Congresso e o Simpósio ­ são também isso mesmo, reuniões de urologistas. Assim, aspecto seguramente marginal, mas não por isso menos simbólico, foi durante o Simpósio que várias dezenas de colegas efectuaram o pagamento das quotas. Tal poderá dever-se ao facto de ali sentirem mais de perto o espírito da Associação, aspecto positivo ao significar que a participação no Simpósio reforça e aviva a pertença à Associação. Mas, por outro lado, pode também significar que, fora destas reuniões, a Associação não está tão presente como seria desejável na vida dos urologistas portugueses. A Associação é de todos nós, este Boletim é de todos nós, a Acta Urológica é de todos nós. Esta Direcção, como qualquer outra, precisa de todos, das ideias de todos, das críticas de todos, para poder fazer mais e melhor. Estando a chegar ao fim mais um ano, nada disto é o que mais importa para cada um de nós. Votos sinceros de um Santo Natal e de um ano 2009 pleno de coisas boas. Arnaldo Figueiredo CURY - Controvérsias em Urologia Lisboa hospedeira do CURY em Fev");
array_files[120]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/Biapu-4-2001.pdf","1899-12-30","648K"," Biapu 4 2001","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia Revista trimestral - Ano 1 - N.º 4 - Outubro/Dezembro, 2001 Director M. Mendes Silva Editor Francisco Rolo Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 471 266 CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presidente Manuel Mendes Silva Secretário Geral Francisco Rolo Tesoureiro Helder MonteiroVogais Paula Vale Francisco Cruz Mendes Leal Suplentes João Bastos Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Mário Reis Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinhiro Matos Ferreira COMPOSIÇÃO ERL - Editora de Revistas e Livros, Lda. IMPRESSÃO Totalgráfica, Lda. Tel. 213 162 442 Fax 213 162 444 VII SIMPÓSIO DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE UROLOGIA 24 A 26 DE OUTUBRO DE 2002 CENTRO DE CONGRESSOS DO ESTORIL SUMÁRIO Editorial Entrevista ao Prof. Alberto Matos Ferreira O Sexagenário: Terapêutica Médica versus Terapêutica Religiosa Prémios e Bolsas Notícias Dia do Sénior I Encontro dos Jovens Urologistas Calendário de Reuniões 3 4 6 9 10 10 11 11 2 Editorial Para onde vamos? Ultrapassa já os 2000 milhões de contos o total das despesas com cuidados de saúde em Portugal, dos quais 1200 milhões do orçamento ordinário do Ministério da Saúde, a que se acrescentam os crónicos buracos, de montantes sempre subavaliados, e os gastos suportados pelos cidadãos fora da rede do Serviço Nacional de Saúde. É sabido que em todo o Mundo desenvolvido os encargos com os cuidados de saúde vem crescendo de forma imparável, bastante acima do desempenho das referidas economias, mesmo na maior economia mundial, os Estados Unidos da América, onde a manter-se a tendência actual, em 2030 25% do PIB será gasto com a Saúde. Em Portugal acontece algo semelhante, com o PIB a crescer entre os 2% e os 3% e a despesa com a Saúde a aumentar cerca de 16%. Recentemente temos vindo a conhecer pelos jornais a intenções do Ministro da Saúde e");
array_files[121]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/biapu-4-2002.pdf","1899-12-30","693K"," Biapu 4 2002","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano 1I - N.º 4 - Outubro/Dezembro, 2002 Boas Festas e Feliz Ano de 2003 Director M. Mendes Silva Editor Francisco Rolo Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presidente Manuel Mendes Silva Secretário Geral Francisco Rolo Tesoureiro Helder Monteiro Vogais Paula Vale Francisco Cruz Mendes Leal Suplentes João Bastos Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Mário Reis Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinhiro Matos Ferreira SUMÁRIO Editorial Votos de Boas Festas e de Feliz Ano de 2003 Entrevista com um Director de Serviço ­ Dr. Fernando Carreira Entrevista com o Presidente dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra ­ Dr. António Requixa Notícias SEUL ­ Secção de Endo-Urologia, Laparoscopia e Novas Tecnologias Urológicas, da Associação Portuguesa de Urologia Alguns eventos para o próximo ano 3 3 4 6 11 13 13 Editorial Com este número concluímos mais um ano, o segundo, da edição do BIAPU. Estamos conscientes que este é um pequeno contributo para a APU e para os seus associados, mas que mesmo assim dá algum trabalho, preocupações e tem ocupado tempo (muito). O que se pretendia inicialmente (e tentando dar corpo a uma ideia do Dr. Mendes Silva) era transformar o nosso Boletim de Informações de 2 páginas de texto, numa pequena publicação que associasse às notícias as imagens ­ dos acontecimentos, das pessoas, dos lugares ­ para que no futuro a história se possa fazer com mais elementos. Introduzimos também entrevistas com alguns Directores de Serviço, tentando dar voz a personalidades sobre vários problemas urologia portuguesa. Tentámos ainda introduzir alguns temas de humor ou mesmo culturais para que o BIAPU se encaminhasse");
array_files[122]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/biapu-4-2003.pdf","1899-12-30","1026K"," Biapu 4 2003","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano III - N.º 4 - Outubro/Dezembro, 2003 Director M. Mendes Silva Editor Francisco Rolo Secretariado Rogéria Sinigali Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presidente Manuel Mendes Silva Vice-Presidente Helder Monteiro Secretário Geral Francisco Rolo Tesoureiro Paulo Vale Vogais Francisco Cruz Mendes Leal Carlos Rabaça Suplentes João Bastos Jorge Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro Matos Ferreira SUMÁRIO Editorial Linhares Furtado ­ Um olhar sobre a sua vida e a sua obra Dia do Sénior 2003 3º Encontro Nacional de Jovens Urologistas Próximos eventos com o patrocínio da APU Notícias Calendário de Eventos 2004 3 4 10 10 11 12 17 Editorial É o fim de mais um ano, o ANO III do BIAPU, completando-se assim a edição dos 4 números anuais. Cumprindo o nosso objectivo fundamental documentámos por palavras e por imagens todos os acontecimentos organizados ou patrocinados pela direcção da APU, divulgámos reuniões e palestras, tentando cobrir todas as realizações da urologia portuguesa. O nosso propósito é não só servir de meio de divulgação de leitura rápida (o tempo para ler é cada vez mais escasso) mas também deixar registos para que a história da urologia portuguesa possa perdurar. Neste número incluímos uma homenagem ao Professor Doutor Linhares Furtado por palavras e imagens cedidas pelo Professor Alfredo Mota que testemunham de forma perfeita por um lado as qualidades de excepção do homenageado e por outro os avanços que trouxe para a urologia e para a transplantação. A direcção da APU não podia deixar de se associar às várias homenagens que muito justament");
array_files[123]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/biapu-4-04.pdf","1899-12-30","810K"," Biapu 4 2004","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano IV - N.º 4 - Outubro/Dezembro, 2004 Director M. Mendes Silva Editor Francisco Rolo Secretariado Rogéria Sinigali Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Adriano Pimenta Luís Campos Pinheiro Arnaldo Figueiredo CONSELHO DIRECTIVO Presidente Manuel Mendes Silva Vice-Presidente Helder Monteiro Secretário Geral Francisco Rolo Tesoureiro Paulo Vale Vogais Francisco Cruz Mendes Leal Carlos Rabaça Suplentes João Bastos Jorge Almeida e Sousa Arnaldo Lhamas CONSELHO FISCAL A Requixa Virgílio Vaz Rui Santos CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro Matos Ferreira SUMÁRIO 4 5 5 6 6 7 7 7 9 Um Urologista que também é Escultor Votos de Boas Festas e de Feliz Ano de 2005 Prémios e Bolsas APU Assembleia- Geral da APU IX Congresso da SPA ­ Sociedade Portuguesa de Andrologia 4º Encontro Nacional de Jovens Urologistas Reunião com os Associados Institucionais da APU ­ Indústria Farmacêutica Notícias Agenda de Eventos para 2005 Editorial O VIII Simpósio da APU, desta vez realizado na maravilhosa e acolhedora Ilha da Madeira, alcançou pleno êxito, ultrapassando todas as nossas expectativas, tanto cientificamente como na vertente social. Para tal contribuíram não só a qualidade das palestras proferidas como a participação de um número tão elevado de colegas, mantendo a sala quase sempre cheia. Este é um facto que merece ser realçado e é por certo a melhor recompensa pelo esforço dispensado na organização do evento. Mas não foi só a Comissão Organizadora que teve esta reconfortante sensação de que valeu a pena, também os Palestrantes (e os estrangeiros manifestaram-no igualmente de forma explicita) ficaram agradados com a ampla participação. Neste ponto a urologia portuguesa saiu prestigiada e parabéns para todos nós. O segundo fa");
array_files[124]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/biapu-4-2005.pdf","1899-12-30","1022K"," Biapu 4 2005","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano V - N.º 4 - Outubro/Dezembro, 2005 Director Francisco Rolo Editor Arnaldo Figueiredo Secretariado Rogéria Sinigali Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Manuel Mendes Silva Ricardo Correia José Duarte CONSELHO DIRECTIVO Presidente Francisco Rolo Oliveira Vice-Presidente Tomé Lopes Secretário Geral Arnaldo Figueiredo Tesoureiro José Maria Alves Vogais Arnaldo Lhamas Paulo Vasco Carlos Silva Suplentes Eduardo Silva António Filipe Madeira José Carlos Amaral CONSELHO FISCAL Lino Santos Vaz Santos Paulo Rebelo CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro Votos de Boas Festas e de Feliz Ano de 2006 mos, para uma leitura junto à lareira, constitui uma reflexão importante sobre a nossa actividade profissional, juntando muita informação, desconhecida da maioria e com alguns conselhos e avisos, para que possamos entrar em 2006 mais conscientes daquilo que devemos corrigir, se for o caso, na nossa conduta profissional. Ano Novo Vida Nova. O Conselho Directivo da APU deseja a todos os Associados um Natal cheio de saúde, paz e alegria. E faz votos para que o ano de 2006 seja repleto de prosperidade e novas realizações. Feliz Natal e Bom Ano Novo. Francisco Rolo, Tomé Lopes, Arnaldo Figueiredo, José Maria Alves, Arnaldo Lhamas, Paulo Vasco e Carlos Silva Caros Colegas, Este é um tempo propício para diminuir a actividade profissional, dedicar mais tempo à família e ao lazer, reflectir sobre a intensidade da vida profissional, sobre os riscos que se correm, sobre a maneira como tantas vezes facilitamos no rigor dos procedimentos para solucionar mais depressa, mais problemas. Por isso entendemos que o texto que neste boletim vos propo- Manuel Mendes Silva Membro Honorário da SBU A Sociedade Brasileira de Urologia decidiu out");
array_files[125]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/pdfs/Biapu/biapu-4-07.pdf","1899-12-30","966K"," Biapu 4 2007","biapu, boletim informativo","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia","Boletim Informativo Boletim da Associação Portuguesa de Urologia Boletim trimestral - Ano VII - N.º 4 - Outubro/Dezembro 2007 Director Francisco Rolo Editor Arnaldo Figueiredo Secretariado Rogéria Sinigali Propriedade Associação Portuguesa de Urologia Rua Nova do Almada, 95, 3.º A 1200-288 LISBOA Tel. 213 243 590 Fax 213 243 599 E-mail: apurologia@mail.telepac.pt Site: www.apurologia.pt CORPOS GERENTES ASSEMBLEIA GERAL Manuel Mendes Silva Ricardo Correia Carlos Sebastião CONSELHO DIRECTIVO Presidente Francisco Rolo Oliveira Vice-Presidente Tomé Lopes Secretário Geral Arnaldo Figueiredo Tesoureiro José Maria Alves Vogais Arnaldo Lhamas Paulo Vasco Carlos Silva Suplentes Eduardo Silva António Filipe Madeira José Carlos Amaral CONSELHO FISCAL Lino Santos Vaz Santos Paulo Rebelo CONSELHO CONSULTIVO Manuel Mendes Silva Adriano Pimenta Joshua Ruah J Campos Pinheiro Editorial Um novo ano se aproxima e é tempo de divulgar algumas das actividades projectadas para 2008. Vamos continuar com o Dia da Incontinência e o Dia da Próstata. É uma forma de divulgar estas patologias para o público, para outros parceiros da saúde como enfermeiros e farmacêuticos e de chamar a atenção dos responsáveis políticos (pressionar) para as falhas graves do SNS. Além das listas de espera para cirurgia, a espera para uma consulta da especialidade, a espera para uma consulta do médico de família, a incompreensível falta de comparticipação nos anticolinérgicos, para enumerar só as principais. Dia 14 de Março foi a data escolhida para o Dia da Incontinência. Vamos em parceria, com alguns laboratórios interessados, divulgar não só o problema da incontinência mas também de outras doenças da bexiga como a Bexiga Hiperactiva e a Bexiga Dolorosa. Estamos a fazer um estudo epidemiológico para termos dados mais objectivos e interessar mais os media. O Dia da Próstata será a15 de Setembro mas o plano de pormenor ainda não está delineado. Em Junho vamos estar com a AEU e a CAU em Barcelona. Estas três sociedades englobam cerda de 10.000 urologistas. O pre");
array_files[126]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2008/biop-prost-eco.pdf","1899-12-30","666K"," Biópsia de Próstata Guiada por Ultra-Sonografia : Como minimizar complicações hemorrágicas","biópsia, próstata","A biópsia trans-retal tem sido amplamente utilizada como principal método no diagnóstico do câncer da próstata clinicamente suspeitado. Embora seguro e amplamente utilizado, o procedimento pode apresentar complicações, sendo uma das mais importantes o sangramento retal abundante que, com o aumento do número de fragmentos coletados nos protocolos atuais, têm ganhado importância na rotina dos diversos serviços diagnósticos.","Artigos Originais Biópsia de Próstata Guiada por Ultra-Sonografia : Como minimizar complicações hemorrágicas Roberto de Moraes Bastos1; Alberto Lobo Machado2; Alessandro Cappucci ; Mathias Fatio ; Carlos Alberto Matsumoto ; Leonardo de Abreu Testagrossa ; Roberto Castello ; Homero Gustavo de Campos Guidi 6 5 3 3 3 4 (1) Professor Instrutor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo ­ Médico Assistente do Serviço de Diagnóstico por Imagem da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo Médico Radiologista do Fleury Medicina e Saúde (2) Médico colaborador da Disciplina de Endocrinologia da Universidade Federal de São Paulo ­ UNIFESP ­ Médico Radiologista do Fleury Medicina e Saúde (3) Médico Radiologista do Fleury Medicina e Saúde (4) Médico colaborador do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Universidade Federal de São Paulo ­ UNIFESP ­ Médico Radiologista do Fleury Medicina e Saúde (5) Médico Assistente do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo ­ USP ­ Médico Patologista do Fleury Medicina e Saúde (6) Urologista Consultante da Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo ­ Chefe da Unidade de Urodinâmica ­ Coordenador do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis da Sociedade Brasileira de Urologia Instituição: Fleury Medicina e Saúde Correspondência: Roberto de Moraes Bastos, Rua Bergamota, 470 Apto 81 Bloco C ­ CEP 05468-000 ­ São Paulo ­ SP ­ Brasil, Fone: 55 11 30211658 / 55 11 99047102, e-mail: roberto.bastos@fleury.com.br Resumo A biópsia trans-retal tem sido amplamente utilizada como principal método no diagnóstico do câncer da próstata clinicamente suspeitado. Embora seguro e amplamente utilizado, o procedimento pode apresentar complicações, sendo uma das mais importantes o sangramento retal abundante que, com o aumento do número de fragmentos coletados nos protocolos atuais, têm ganhado importância na rotina dos diversos serviços diagnósticos. Nosso trabalho avalia a complicação hemorrágica em uma série de 387 procedimentos realizados n");
array_files[127]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co39.pdf","1899-12-30","53K"," Biópsia Dinâmica do Gânglio Sentinela no Carcinoma Espinocelular do Pénis - Experiência Inicial","linfadenectomia, inguinal, carcinoma, espinocelular, pénis","Várias técnicas têm sido usadas para reduzir a morbilidade associada à linfadenectomia inguinal no carcinoma espinocelular do pénis. A biópsia dinâmica do gânglio sentinela parece ser a melhor abordagem para decidir em que doentes cN0 se deve proceder à linfadenectomia inguinal.","Comunicações Orais 59 Biópsia Dinâmica do Gânglio Sentinela no Carcinoma Espinocelular do Pénis - Experiência Inicial Ricardo Dias Cruz ; Paulo Araújo ; Sanches Magalhães ; Vítor Silva Jorge Oliveira ; António Morais ; Francisco Lobo ; Alberto Koch 1 - IPOPFG - Serviço de Urologia; 2 - IPOPFG - Director do Serviço de Urologia Correspondência: Ricardocruz.uro@gmail.com Introdução Várias técnicas têm sido usadas para reduzir a morbilidade associada à linfadenectomia inguinal no carcinoma espinocelular do pénis. A biópsia dinâmica do gânglio sentinela parece ser a melhor abordagem para decidir em que doentes cN0 se deve proceder à linfadenectomia inguinal. Objectivo Reportar a experiência inicial na utilização da biópsia dinâmica do gânglio sentinela como técnica de estadiamento ganglionar. Desenvolvimento Efectuámos biópsia dinâmica do gânglio sentinela e amputação parcial do pénis em 10 homens com o diagnóstico de carcinoma espinocelular do pénis, entre Junho de 2005 e Agosto de 2008. A idade média ao diagnóstico era de 56 anos. As margens cirúrgicas não tinham tumor. Os gânglios sentinela foram referenciados por linfocintigrafia após injecção subcutânea peritumoral de 60 MBq de nanocolóide de albumina marcado com Tc (99m). Na cirurgia, 2 mL de corante azul vital foram injectados na mesma área; uma sonda portátil que detecta radiação e a visualização do corante permitiram a sua identificação. Dos oito doentes cN0, o exame anatomo-patológico das peças de amputação parcial do pénis revelou um tumor grau 1; sete grau 2; seis T1 e dois T2; o número médio de gânglios sentinela excisados foi de 2,1; sete doentes tiveram gânglios sentinela negativos para metastização, tendo sido poupados à linfadenectomia; o tempo médio de seguimento destes foi de 21 meses e não houve evidência de recidiva. Realizámos linfadenectomia em três doentes, duas das quais aos cN+, sendo um o falso negativo da série, com as peças de linfadenectomia a revelarem 1 gânglio metastizado; as restantes peças de linfadenectomia não mostraram metastizaç");
array_files[128]=new Array(0,1,"http://www.apurologia.pt/premios-e-bolsas.htm","2011-04-28","11K"," Bolsas e Prémios APU","","Bolsas e Prémios APU","Vencedores do Concurso às Bolsas e Prémios APU 2006 Prémios e Bolsas Prémio para o Melhor Artigo publicado na Acta Urológica em 2010 Normas para Concessão de Apoio Financeiro da APU Normas aprovadas pelo Conselho Directivo da APU em 18-02-2011 Regulamento da Bolsa de Investigação JABA RECORDATI Urologia 2011 Regulamento da Bolsa de Investigação Astellas Carcinoma da Próstata 2011 Projectos Vencedores da Bolsa de Investigação JABA RECORDATI Urologia 2010 The Astellas European Foundation Urology Prize Fund Applications for 2010 The long-term support of basic medical and related scientific programmes in urology are the core activities developed by The Astellas European Foundation. The Foundation is now ready to consider the support of research proposals and programmes from individuals or organisations that contribute to advancements in urology. The prize fund is substantial and available only to those who would like to conduct extensive and meaningful research to advance our understanding of medicine and health. The therapy area of focus for this research must be urology. Projectos Vencedores da Bolsa de Investigação JABA RECORDATI Urologia 2009 Prémios aos melhores trabalhos apresentados no Congresso da APU 2009 Projectos Vencedores do Concurso às Bolsas de Investigação APU 2008 Vencedores do Concurso às Bolsas e Prémios APU 2007 Prémios aos melhores trabalhos apresentados no Congresso APU 2007 Vencedores do Concurso às Bolsas e Prémios APU 2006 Vencedores do Concurso às Bolsas e Prémios APU 2005");
array_files[129]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c87.pdf","1899-12-30","51K"," Braquiterapia da Próstata ­ Resultados preliminares após 25 doentes","braquiterapia, próstata","Os autores apresentam os resultados preliminares da Braquiterapia da Próstata no Hospital Militar Principal em 25 doentes após 2 anos de experiência.","Cartazes 227 Braquiterapia da Próstata ­ Resultados preliminares após 25 doentes Nuno Domingues; Nuno Fidalgo; Carlos Santos; Macieira Pires; Rui Sousa Hospital Militar Principal Correspondência: nunomail@aeiou.pt Introdução Os autores apresentam os resultados preliminares da Braquiterapia da Próstata no Hospital Militar Principal em 25 doentes após 2 anos de experiência.");
array_files[130]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2006/braquit-prost.pdf","1899-12-30","101K"," Braquiterapia Prostática","braquiterapia, carcinoma da próstata, implante, iodo, sementes, brachytherapy, prostate carcinoma, implant, iodine, seeds","A braquiterapia é uma forma de tratamento do adenocarcinoma da próstata com forte expressão nos EUA onde foi desenvolvida na sua forma moderna a partir de meados dos anos 80.","Artigos de Revisão Braquiterapia Prostática João Varregoso Assistente Graduado de Urologia British Hospital Resumo A braquiterapia é uma forma de tratamento do adenocarcinoma da próstata com forte expressão nos EUA onde foi desenvolvida na sua forma moderna a partir de meados dos anos 80. Em Portugal é relativamente recente e tem uma expressão reduzida em comparação com outras terapêuticas mais estabelecidas. A este facto não será alheia a dificuldade de acesso que os doentes têm, pelo pequeno número de centros onde se pratica e mais ainda no caso do sistema de saúde público. Constata-se ainda assim um interesse crescente por parte do público com aumento gradual do número de implantes realizados. O presente artigo faz uma revisão dos vários aspectos relacionados com esta terapêutica. Da selecção de doentes, às várias metodologias e estratégias terapêuticas, morbilidade, resultados e opções de salvação. Palavras-chave: braquiterapia, carcinoma da próstata, implante, iodo, sementes Abstract Brachytherapy has a widespread acceptance as a therapy for prostate cancer in the USA, were it has evolved since the mid 80s. In Portugal it is a relatively recent therapy and its expression is reduced in comparison to other well established procedures. The limited access to patients, due to the small number of brachytherapy centers, even scarcer in the public health system is mostly responsible for this. Anyway, the patients show a growing interest for this technique with a steady increase in the number of implants performed. This article reviews the various aspects related to this form of therapy. From the selection of patients to the different methods and therapeutic strategies, the morbidities, outcomes and salvage options. Keywords- brachytherapy, prostate carcinoma, implant, iodine, seeds Correspondência: E-mail: jvarregoso@yahoo.co.uk Introdução O carcinoma da próstata, como o tumor mais prevalente no homem e segunda causa de morte por neoplasia, representa um problema de saúde pública que tem mobilizado importantes recu");
array_files[131]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c25.pdf","1899-12-30","55K"," Braquiterapia ­ Experiência no Hospital de São José","braquiterapia, adenocarcinoma, próstata","Experiência da braquiterapia, no Serviço de Urologia do H. S. José, como terapêutica alternativa para o adenocarcinoma da próstata localizado.","Cartazes 121 Braquiterapia ­ Experiência no Hospital de São José Pedro Galego; F.M. Calais da Silva; Frederico Ferronha; Patena Forte; Nelson Menezes; Fortunato Barros; Vaz Santos Serviço de Urologia, CHL ­ Zona Central, Hospital São José Correspondência: pamgalego@gmail.com Introdução Experiência da braquiterapia, no Serviço de Urologia do H. S. José, como terapêutica alternativa para o adenocarcinoma da próstata localizado. Objectivos Efectuar braquiterapia em homens que recusem cirurgia radical, com risco cirúrgico, ou com qualquer contra-indicação relativa ou absoluta para cirurgia radical e/ou radioterapia, para verificar a sua eficácia clínica e os seus efeitos secundários. Como parâmetros de inclusão estabelecemos que o limite superior do PSA seria de aproximadamente 10ng/ml, um Gleason£7 - caso7, será necessária biópsia das vesículas seminais negativa. O volume prostático seria aproximadamente £60g, e caso se verificasse superior, os doentes fariam 3meses de hormonoterapia para posterior terapêutica. Foi efectuado igualmente o fluxo urinário que teria de ser ³10ml/segundo para um volume mínimo de 150ml. Resultados Efectuámos braquiterapia em 242 homens com uma idade média de 67,9A, sendo a idade máx de 78A e a min de 46A. O vol prostático médio foi de 43,9g, o máx de 85g, e o min de 15,5g. A maioria dos doentes tinham Gleason6, 204(84%), 29 tinham um Gleason7,(12%), tendo sido efectuada biópsia das vesículas prostáticas, que foram todas negativas, e 9doentes(4%) tinham Gleason5. O PSA médio aquando da confirmação do diagnóstico é de 6.7ng/ml, com máx de 12.65ng/ml e min de 2.10ng/ml. Os efeitos secundários foram de baixa intensidade, já que 151doentes estão sem qualquer sintomatologia e em apenas 4doentes foi necessária RTU-P desobstrutiva, 2doentes por retenção urinária e 2 por sintomatologia obstrutiva acentuada, no entanto, 2deles ficaram com incontinência urinária. Os restantes 91doentes apresentam apenas moderadas a ligeiras queixas urinárias controladas com terapêutica oral. As rectites verificadas");
array_files[132]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2011/bulking-agents.pdf","2011-06-02","152K"," Bulking agents em Urologia","Bulking agents","Em 1938, Murless reportou a injecção de morruato A terapêutica cirúrgica evolui para a realização cada vez mais frequente de procedimentos mini-invasivos em regime ambulatório","Bulking agents em Urologia Sérgio Pereira1, David Martinho1, Tito Leitão1, Tiago Mendonça1, Carla Soares1, António Romão1, Anatoliy Sandul1, Rodrigo Garcia1, Helena Correia2, Tomé Lopes A terapêutica cirúrgica evolui para a realização cada vez mais frequente de procedimentos mini-invasivos em regime ambulatório. A injecção endoscópica de um bulking agent permite alcançar estes propósitos em dois campos da Urologia: a incontinência urinária de esforço e o refluxo vesico-ureteral, ainda que com resultados díspares. Os autores fazem uma revisão do tema, abordando as indicações, os resultados e os diferentes materiais \u2013 dos trabalhos pioneiros aos do futuro, com células estaminais e engenharia tecidular. Palavras-chave: Bulking agent; incontinência urinária; refluxo vesico-ureteral. A utilização de materiais injectáveis para o tratamento de doenças urológicas não é recente. Em 1938, Murless reportou a injecção de morruato de sódio ou óleo de fígado de bacalhau na parede anterior da vagina como forma de tratamento da incontinência urinária (IU) de esforço na mulher. Em 1955, foi descrita por Quackels a utilização de parafina periuretral na incontinência urinária de esforço pós-prostatectomia2. Sachse relatou em 1963 a utilização de dondren (óleo de granugenol) em homens e mulheres com incontinência urinária de esforço3. Matouschek descreveu em 1983 a utilização endoscópica de teflon para o tratamento do refluxo vesico-ureteral (RVU), técnica popularizada por O’Donnell e Puri");
array_files[133]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co40.pdf","1899-12-30","53K"," Cada Vez Mais... Correr o Risco Hemorrágico!","anticoagulação, antiagregação, plaquetária, hemorragia, tromboembolismo, pró-trombóticos, hemorrágicos","Anticoagulação e antiagregação plaquetária no peri-operatório criam um dilema: manter o tratamento aumenta o risco de hemorragia, descontinuá-lo aumenta o risco de tromboembolismo. A cirurgia urológica também se associa a factores pró-trombóticos e hemorrágicos.","Comunicações Orais 60 Cada Vez Mais... Correr o Risco Hemorrágico! Diana Gomes1; Vitor Oliveira2; Álvaro Campos3; Luís Ferraz2; Fátima Lima3 1 - Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, EPE; 2 - CHVNG/E; 3 - Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho, EPE Correspondência: 1.diana.gomes@gmail.com Introdução e Objectivos Anticoagulação e antiagregação plaquetária no peri-operatório criam um dilema: manter o tratamento aumenta o risco de hemorragia, descontinuá-lo aumenta o risco de tromboembolismo(1). A cirurgia urológica também se associa a factores pró-trombóticos e hemorrágicos. Com o avanço do conhecimento e com o envelhecimento da população, são cada vez mais os doentes hipocoagulados/antiagregados, e são cada vez mais as indicações para anticoagulação/antiagregação que temos que identificar. Propomo-nos discutir o estado da arte sobre a anticoagulação e antiagregação plaquetária no doente urológico. Métodos Pesquisa na Medline de artigos publicados em inglês entre 1998 e 2008. Examinamos a abordagem peri-operatória do doente urológico hipocoagulado/antiagregado e resultados associados. Resultados Foram analisados 70 artigos. Baseados em linhas orientadoras consensuais apresentamos o estado da arte no que respeita à atitude peri-operatória: (1) Considerar a indicação médica que motivou anticoagulação/antiagregação; (2) Tipo de procedimento urológico proposto e seus potenciais hemorrágicos e trombóticos; (3) Risco anestésico-cirúrgico e (4) técnica anestésica mais adequada. Conjuntamente anestesiologista e urologista podem programar a intervenção cirúrgica e em alguns casos pode ser necessária a colaboração do imunohemoterapeuta. Discussão e Conclusão Após revisão da literatura pudemos constatar que dado o aumento da prevalência da antiagregação/anticoagulação no doente com patologia urológica o confronto peri-operatório com estes doentes vai ser cada vez mais frequente. As linhas orientadoras actuais apontam no sentido de se correr o risco hemorrágico, dadas as potenciais complicações trombóticas cata");
array_files[134]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c30.pdf","1899-12-30","53K"," Calcificação da Parede Vesical e Ureteral","calcificação, vesical, ureteral, schistosomiase","A schistosomiase genito-urinária afecta milhões de pessoas em África, constituindo um importante problema de saúde pública nestes países. A deposição de ovos de Schistosoma haematobium nas paredes do sistema genito-urinário, com consequente calcificação provoca a imagem","Cartazes 126 Calcificação da Parede Vesical e Ureteral. Imagem Patognomónica de Schistosomiase Carlos Brás Silva ; Pablo Vega Toro ; Igor Vaz 1 2 3 1 - Hospital São Marcos / Hospital Central de Maputo - Moçambique; 2 - Hospital Juan Ramon Jimenez / Hospital Central de Maputo - Moçambique; 3 - Hospital Central de Maputo - Moçambique Correspondência: Brassilva@gmail.com Introdução A schistosomiase genito-urinária afecta milhões de pessoas em África, constituindo um importante problema de saúde pública nestes países. A deposição de ovos de Schistosoma haematobium nas paredes do sistema genito-urinário, com consequente calcificação provoca a imagem patognomónica de calcificação vesical ou ureteral facilmente observada no Rx renovesical simples. Caso Clínico Apresentamos imagens de urografia endovenosa em que é possível visualizar as referidas calcificações na película simples. Caso 1: Doente do sexo masculino, 29 anos de idade admitido por quadro de disúria e polaquiúria, com insuficiência renal. Após realização de urografia endovenosa identificou-se a calcificação da parede vesical e ureteral bilateralmente, com dilatação pielo-ureteral á direita e exclusão renal esquerda. Foi submetido a reimplante ureteral bilateral. Caso 2: Doente do sexo masculino, 40 anos de idade, com episódios de hematúria macroscópica, com imagem de urografia endovenosa que mostra calcificação da parede vesical. Foi diagnosticado carcinoma epidermóide da bexiga, por schistosomiase, tendo sido submetido a cistectomia radical, com derivação urinária. Conclusão Em países subdesenvolvidos, com elevada prevalência desta doença, o estudo radiológico simples, com Rx renovesical/ Urografia endovenosa, permite estabelecer o diagnóstico de Schistosomiase. Bibliografia 1. S. Fataar, M. Rudwan, H. Bassiony, S. Satyanath, Ct of Genitourinary Calcification due to Schistosomiasis; Australas Radiol 1990;34:234-237. 2. Konstantina Tzanetou, George Adamis, Eleni Andipa, Charalambos Zorzos, Konstantinos Ntoumas, Konstantinos Armenis, George Kontogeorgos, Elen");
array_files[135]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2000/Carac-serv-urol.pdf","1899-12-30","43K"," Características dos Serviços de Urologia com idoneidade formativa no Internato Complementar","serviço, urologia, idoneidade, formação, internato, complementar","Publicam-se as características dos Serviços de Urologia cujos parâmetros serviram para reavaliação de atribuição de idoneidade formativa no Internato Complementar, pela Direcção do Colégio, em Março de 2000.","Características dos Serviços de Urologia com idoneidade formativa no Internato Complementar M. Mendes Silva (1), J. Real Dias (2), Hélder Coelho (3), Joshua Ruah (3), J. Almeida e Sousa (2), António Requixa (3), Silvestre Madeira (3), Sousa Leite (2), Orlando de Sousa (3), Mário Reis (3) (1) Presidente do Colégio de Urologia da Ordem dos Médicos (2) Assessor da Direcção do Colégio para as idoneidades (3) Membro da Direcção do Colégio de Urologia Resumo Publicam-se as características dos Serviços de Urologia cujos parâmetros serviram para reavaliação de atribuição de idoneidade formativa no Internato Complementar, pela Direcção do Colégio, em Março de 2000. Esses parâmetros dizem respeito ás instalações, quadro médico, actividade assistencial, actividade científico-pedagógica, acesso a Serviços de apoio e a técnicas da especialidade, diagnósticas e terapêuticas, e a departamentação. Está também incluída a existência ou não de protocolos com outras instituições, a data da visita efectuada pelo Colégio e o tempo de idoneidade concedida, sendo que a idoneidade completa corresponde a 51 meses. Abstract The facilities of portuguese urologic services accredited for urological training by the College of Urology of Ordem dos Médicos, in March 2000, are described. These facilities include departements quality, faculty, clinical and scientific activities, diagnostic and therapeutic technologies, departamentation and protocols with other institutions. Its also included the date for on-site inspections of each service and its evaluation by the College of Urology. Full formative accreditation includes 51 months of urological training, excluding general and specialized surgery and nephrology. O Internato Complementar de Urologia tem a duração de 72 (setenta e dois) meses, sendo 51 meses de estágio em Urologia, 12 meses em Cirurgia Geral, 6 meses em Cirurgias Especializadas e 3 meses em Nefrologia. O estágio em Urologia é efectuado no 2º ano e s e g u i n t e s e tem que ser realizado em Serviços reconhecidos como idóneos, send");
array_files[136]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c69.pdf","1899-12-30","20K"," Carcinoma butrióide da bexiga ­ Uma entidade rara","carcinoma butrióide","São Sebastião ­ Santa Maria da Feira Apresenta-se um caso clínico desta rara entidade, duma doente do sexo feminino de 17 anos, já com três anos de follow-up, tecendo considerações sobre a terapêutica pelos problemas que levanta pela sua raridade e casuística muito limitada.","Carcinoma butrióide da bexiga ­ Uma entidade rara Severino Ribeiro, Fidalgo de Matos Hospital de São Sebastião ­ Santa Maria da Feira Apresenta-se um caso clínico desta rara entidade, duma doente do sexo feminino de 17 anos, já com três anos de follow-up, tecendo considerações sobre a terapêutica pelos problemas que levanta pela sua raridade e casuística muito limitada.");
array_files[137]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c39.pdf","1899-12-30","26K"," Carcinoma células renais com trombo tumoral intracava nível IV: A nossa casuística","Carcinoma, trombo tumoral, intracava, nível IV, trombo","O carcinoma de células renais apresenta apetência pela propagação venosa sob a forma de trombo tumoral.","Carcinoma células renais com trombo tumoral intracava nível IV: A nossa casuística Pedro Antas de Barros, J. M. Alves, J. L. Carneiro de Moura Serviço de Urologia do Hospital Santa Maria Introdução: O carcinoma de células renais apresenta apetência pela propagação venosa sob a forma de trombo tumoral. Tal facto ocorre na Veia Cava Inferior entre 4-10% dos Carcinomas de Células Renais, contudo apenas ¼ destes casos têm trombo tumoral intracava com extensão à aurícula direita. O valor prognóstico da presença de trombo tumoral permanece controverso. Quando atinge a aurícula direita, implica uma abordagem cirúrgica complexa, multidisciplinar, constituindo um desafio técnico de desfecho incerto. Os autores relatam a sua experiência, e comparam os seus resultados com os descritos na literatura mundial. Material e Métodos: No período de 2002-2005, foram submetidos 3 doentes a nefrectomia radical com trombectomia da Veia Cava, com bypass cardiopulmonar e cardioplegia hipotérmica, por CCR com trombo tumoral intracava extensível até à aurícula direita (nível IV), no Hospital de Santa Maria. A sua forma de apresentação, investigação clínica e laboratorial realizadas, detalhes operatórios, morbilidade perioperatória, follow up e sobrevida pós-operatória foram analisados. Resultados: No período analisado, 2 homens (67 e 56 anos) e 1 mulher (63 anos) foram operados. A forma de apresentação foi: hematúria macroscópica anemiante (1 caso), lombalgia direita constante de agravamento progressivo (1 caso) e embolia pulmonar (1 caso). O tamanho tumoral médio era de 6cm e tinha localização exclusiva no rim direito. A investigação clínica excluiu metastização linfática ou à distância. O nível trombo tumoral foi estabelecido por TAC ou RMN. Intraoperatoriamente foi realizada vigilância da extremidade cefálica do trombo com ecocardiografia transesofágica em todos os doentes. A cirurgia teve perdas hemáticas médias de 4500cc, tempo médio de circulação extracorpórea foi de 52 minutos e a duração média de cirurgia foi 7h. Todos os doentes");
array_files[138]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c59.pdf","1899-12-30","25K"," Carcinoma células renais com trombo tumoral intracava nível IV: Caso clínico","carcinoma células renais, trombo tumoral, intracava, nível IV","O carcinoma de células renais (CCR) apresenta apetência pela propagação venosa sob a forma de trombo tumoral.","Carcinoma células renais com trombo tumoral intracava nível IV: Caso clínico Pedro Antas de Barros, J. M. Alves, J. L. Carneiro de Moura Serviço de Urologia do Hospital Santa Maria Introdução: O carcinoma de células renais (CCR) apresenta apetência pela propagação venosa sob a forma de trombo tumoral. A Veia Cava Inferior é afectada entre 4-10% dos casos, contudo apenas 1-3% têm trombo tumoral intracava com extensão à aurícula direita ( nível IV ). Os autores apresentam um caso de um doente de sexo masculino, 67 anos de idade, com CCR direito com trombo tumoral intracava nível IV, diagnosticado na sequência de um quadro de embolia pulmonar, tratado cirurgicamente no nosso Hospital. Material e Métodos: R.V.A., 67 anos de idade, hipertenso, aparentemente bem até Novembro de 2005, altura em que subitamente, sem factor desencadeante aparente, iniciou quadro de taquicardia, taquipneia, e dor torácica. Recorreu ao Hospital de Santarém, onde foi internado com o diagnóstico de embolia pulmonar. No decurso da investigação clínica, realizou TAC Abdominopélvico, tendo lhe sido diagnosticado um tumor renal polar inferior direito de 5 cm, com densificação da gordura perinéfrica adjacente, e trombo tumoral intracava com extensão intra-auricular direita. O doente foi transferido para o nosso Hospital, tendo sido submetido a cirurgia multidisciplinar, que consistiu em nefrectomia radical direita com trombectomia por incisão auricular e cavotomia, com recurso a circulação extracorpórea. Um mês após ter sido operado, o doente iniciou imunoterapia com interferao alfa, o que manteve por cerca de seis meses. Resultados: O pós-operatório decorreu sem incidentes, tendo o doente tido alta hospitalar trinta dias após ter sido operado. Actualmente, o paciente está clinicamente assintomático, apesar de apresentar metastização pulmonar e hepática. Conclusão: O CCR com trombo tumoral intracava de nível IV, com infiltração da gordura perinéfrica, é uma patologia agressiva, com sobrevida aos 5 anos muito reduzida ( 0-25% ). O único tratamento");
array_files[139]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2001/Carc-prost-metas.pdf","1899-12-30","57K"," Carcinoma da Próstata com Metástases Cutâneas","metástases, tumor, maligno, carcinoma, próstata","A pele pode ser envolvida por metástases de 2% a 9% dos casos de todos os tumores malignos, sobretudo da mama, pulmão, rim e cólon. As metástases cutâneas de carcinoma da próstata (CaP) são extremamente raras, estando apenas descritos cerca de 50 casos na literatura.","Carcinoma da Próstata com Metástases Cutâneas A propósito de um Caso Clínico Miguel Carvalho1 ; Pedro Soares2; A. Madeira3; Nuno Bello3; João Rosa 4; Gomes de Oliveira 5; M.J.Brito6 Serviço de Urologia e de Anatomia Patológica ­ Hospital Garcia de Orta - Almada - Portugal 1 - Interno do 6º ano de Urologia - HGO 2 - Interno do 4º ano de Urologia - HGO 3 - Assistente Hospitalar Graduado de Urologia - HGO 4 - Assistente Hospitalar de Urologia - HGO 5 - Chefe e Director de Serviço de Urologia - HGO 6 - Director de Serviço de Anatomia Patológica - HGO Correspondência: Miguel Carvalho ­ Serviço de Urologia - Hospital Garcia de Orta ­ Pragal ­ 2800 Almada - Portugal Resumo A pele pode ser envolvida por metástases de 2% a 9% dos casos de todos os tumores malignos, sobretudo da mama, pulmão, rim e cólon. As metástases cutâneas de carcinoma da próstata (CaP) são extremamente raras, estando apenas descritos cerca de 50 casos na literatura. Apresenta-se um caso clínico de um doente com metástases cutâneas de um adenocarcinoma da próstata. Palavras Chave: Neoplasias da próstata; metástases; pele Abstract The skin may be involved in metastasis from 2% - 9% of malignant tumors, most frequently from mammary, pulmonary, renal and colonic cancers. Cutaneous and subcutaneous deposits from prostatic cancer are extremely rare, e.g., only 50 cases described in the literature. We present a clinical case of a patient with cutaneous metastasis from prostatic adenocarcinoma. Keywords: Prostatic neoplasms; metastasis; skin. Introdução O s casos clínicos referentes à metastização cutânea de tumores urológicos são muito pouco frequentes na prática clínica actual. O carcinoma de células renais e o carcinoma de células de transição são, dentro deste grupo, aqueles que geralmente podem metastizar com mais frequência para a pele. Inversamente, o adenocarcinoma da próstata é uma entidade que raramente apresenta um padrão de disseminação sistémica semelhante, representando apenas 1% destes casos. No diagnóstico desta patologia, as técnicas de imu");
array_files[140]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2006/alg-carc-renal.pdf","1899-12-30","32K"," Carcinoma da Próstata PSA e toque rectal","carcinoma, próstata, PSA, toque rectal","Algoritmos de Decisão em Urologia","Algoritmos de Decisão em Urologia Carcinoma da Próstata PSA e toque rectal E. Silva; J. P Jorge da Silva; J. M. Lencastre . Assistentes graduados de Urologia Idade 50 Idade 40 com história familiar ou raça negra TR e PSA PSA 0,0 ­ 2,5 ng/ml PSA 2,5 ­ 4,0 ng/ml PSA 4,0 ­ 10,0 ng/ml PSA 10,0 ng/ml TR ­ TR + TR ­ TR + TR ­ TR + % PSA livre % PSA 0,20 % PSA 0,20 0,15 PSA ­ D 0,15 PSA ­ V 0,75 ng/ml/ano destacar pelo picotado Avaliação anual c/ PSA TR ­ Toque Rectal PSA ­ Prostate Specific Antigen Biópsia Prostática Ecodirigida Outros autores consideram diferentes valores de cutt-off de PSA: 0,15 a 0,25 108 Acta Urológica 2006, 23; 1: 107-108 Algoritmos de Decisão em Urologia Carcinoma da Próstata PSA e toque rectal E. Silva; J. P Jorge da Silva; J. M. Lencastre . Assistentes graduados de Urologia Valores normais de PSA total Idade 40 - 50 50 - 60 60 - 69 70 - 79 ng/ml 2,5 3,5 4,5 6,5 PSA total 0 -2 2 -4 4 - 10 10 Risco de cancro 1% 15% 25% 50% PSA raça e idade (limites superiores da normalidade) Idade 40 -49 50 -59 60 -69 70-79 Caucasiana 2,5 3,5 4,5 6,5 Negra 2,0 4,0 4,5 5,5 Oriental 2,0 3,0 4,0 5,0 Risco de Neoplasia (%) Psa total de 2,5 a 4,0 ng/ml %PSA livre 60 anos 60 anos 7 7 - 15 16 - 25 25 84 25 10 2 95 49 27 7 Todas idades 91 43 22 6 % PSA livre é a relação entre o PSA livre e o PSA total X 100. % PSA livre 20% - suspeito de Ca P % PSA livre 20% - a favor de HBP PSA ­ V = elevação do valor sérico do PSA, em três medições consecutivas, num período mínimo de 18 meses. PSA ­ V 0,75 ng/ml/ano ­ sugestivo de HBP PSA ­ V 0,75 ng/ml/ano ­ sugestivo de Ca P PSA ­ D é a relação entre o PSA sérico em ng/ml e o volume prostático em cc. PSA ­ D 0,15 ­ sugestivo de HBP PSA ­ D = 0,15 ­ sugestivo de Ca P Causas de elevação do PSA 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. Prostatite aguda e crónica Retenção urinária aguda Biopsia prostática HBP Ejaculação RTU- P Prostatectomia Carcinoma da próstata Psa total de 4,01 a 10,0 ng/ml %PSA livre 60 anos 60 anos 7 7 - 15 16 - 25 25 87 27 12 3 95 50 27 7 Todas idades 93 48 27 7 Psa total de 10,01");
array_files[141]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2010/Carc-prost-glicoMUC-1.pdf","2011-06-02","226K"," Carcinoma da próstata: importância da glicoproteína MUC-1 no prognóstico","Carcinoma, próstata, glicoproteína, MUC-1","A MUC-1, glicoproteína da membrana celular, tem sido implicada no carcinoma da próstata e está frequentemente sobre-expressa no carcinoma prostático onde a alteração da sua expressão estará associada a mau prognóstico, pelo que tem sido proposta como um novo marcador molecular de prognóstico","Carcinoma da próstata: importância da glicoproteína MUC-1 no prognóstico Ana Filipa Marques1; Joana Espírito Santo2; Ana Gomes3; Noémia Castelo-Branco4; Lina Carvalho Introdução: A MUC-1, glicoproteína da membrana celular, tem sido implicada no carcinoma da próstata e está frequentemente sobre-expressa no carcinoma prostático onde a alteração da sua expressão estará associada a mau prognóstico, pelo que tem sido proposta como um novo marcador molecular de prognóstico. Objectivo: Este estudo pretendeu estabelecer o valor prognóstico da expressão imunohistoquímica da MUC-1 no carcinoma da próstata, através da sua validação em biópsias prostáticas. Material e Métodos: Efectuou-se o estudo retrospectivo em 53 biópsias de carcinomas da próstata (pré-terapêutica) diagnosticados no Serviço de Urologia do I.P.O. \u2013 Coimbra - F.G., E.P.E.. Procedeu-se à avaliação da expressão imunohistoquímica da MUC-1 em cortes de parafina das biópsias prostáticas, utilizando o anticorpo monoclonal Ma552 Novocastra-Menarini e analisou-se a relação da expressão desta glicoproteína com os factores de prognóstico convencionais (PSA sérico pré-terapêutica, estádio clínico e grau histológico do tumor) e com a recidiva bioquímica e sobrevivência. Resultados: Em 23/53 das biópsias (43%) foi observada a expressão positiva da MUC-1 (=10% das células) com expressão membranar apical e coexistência de expressão citoplasmática e membranar apical,respectivamente, no epitélio normal da próstata e no carcinoma. No período médio de follow-up de 80 meses ocorreu uma recidiva bioquímica em 35/53 dos doentes (66%) (p=0,624), 17 MUC-1 positivo (48,6%) e 18 MUC-1 negativo (51,4%); 4/47 dos doentes (8,5%) morreram devido ao carcinoma (p=0,901), com igual frequência (n=2 [50%]) em carcinomas MUC-1 positivo e negativo. Conclusões: A expressão imunohistoquímica da MUC-1 no carcinoma da próstata não mostrou ter valor prognóstico no presente estudo (n=53), à semelhança de outros estudos com amostragens idênticas previamente publicados. Palavras-chave: Carcinoma da");
array_files[142]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co06.pdf","1899-12-30","53K"," Carcinoma da Uretra na Mulher ­ Revisão de 2 Casos duma Patologia Agressiva","carcinoma, tumor, epitélio, estratificado, pavimentoso","O carcinoma primário da uretra é uma patologia rara, mais frequente na mulher e que geralmente cursa com mau prognóstico. A maioria destes tumores originam-se no epitélio estratificado pavimentoso e têm comportamento agressivo.","Comunicações Orais 26 Carcinoma da Uretra na Mulher ­ Revisão de 2 Casos duma Patologia Agressiva Paulo Espiridião; Rui Amorim; Luís Costa; José Carlos Amaral; Luís Xambre; Manuel Pereira; Luís Ferraz CHVNG/E Correspondência: pauloespiridiao@gmail.com Introdução O carcinoma primário da uretra é uma patologia rara, mais frequente na mulher e que geralmente cursa com mau prognóstico. A maioria destes tumores originam-se no epitélio estratificado pavimentoso e têm comportamento agressivo. São tumores de diagnóstico tardio, que muitas vezes surgem já com invasão local e metastização ganglionar. Casos clínicos 1 - Mulher de 79 anos com massa vulvar pétrea envolvendo extensamente a uretra. Realizou biópsia que revelou tratar-se de carcinoma epidermóide da uretra. Foi submetida a radioterapia externa com regressão completa a nível local. Por aparecimento de adenopatia inguinal palpável à esquerda é submetida posteriormente a linfadenectomia inguinal e pélvica ipsilateral. Neste momento, após 12 meses de follow-up, apresenta-se sem evidência de doença e com micções espontâneas. 2 - Mulher de 64 anos encaminhada para a consulta de Urologia por hematúria macroscópica. Realizou cistoscopia flexível que detectou a presença de pólipo na uretra proximal. A RTU/biópsia da lesão permitiu chegar ao diagnóstico de adenocarcinoma primário da uretra. Foi submetida a exenteração pélvica anterior, uretrectomia total e transureteroureterostomia cutânea. Efectuou quimioterapia adjuvante por metastização ganglionar difusa. Neste momento após 23 meses de seguimento encontra-se sem evidência de doença. Discussão O prognóstico depende da localização anatómica e da extensão da neoplasia. Os tumores da uretra anterior são geralmente superficiais e têm grande possibilidade de cura, já as lesões da uretra posterior são geralmente invasoras e raramente curáveis. O prognóstico do carcinoma da uretra posterior na mulher prende-se em grande parte com o tamanho da lesão aquando do diagnóstico. Conclusão Estes 2 casos atípicos reflectem o desconheci");
array_files[143]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c57.pdf","1899-12-30","26K"," Carcinoma de células de transição com diferenciação trofoblástica, produtor de BhCG ­ Caso clínico","carcinoma de células de transição, diferenciação trofoblástica, BhCG","O carcinoma vesical com diferenciação trofoblástica é uma variante rara do carcinoma de células de transição, produtor de proteínas placentárias, predominantemente gonadotrofina coriónica humana beta.","Carcinoma de células de transição com diferenciação trofoblástica, produtor de BhCG ­ Caso clínico Virgílio Vaz, Rui Formoso, Dolores Paz, J. L.Carneiro de Moura Assistente Hospitalar Graduado do HSM Interno do Complementar de Urologia do HSM Assistente Hospitalar de Anatomia Patológica do HSM Director de Serviço de Urologia HSM Introdução: O carcinoma vesical com diferenciação trofoblástica é uma variante rara do carcinoma de células de transição, produtor de proteínas placentárias, predominantemente gonadotrofina coriónica humana beta. Tipicamente apresentam sinciciotrofoblasto e por vezes células gigantes sinciciotrofoblásticas. Não se justificando o uso de BHCG para screnning no entanto a sua expressão é sinal de agressividade tumoral. Material e métodos: Apresenta-se o caso clínico de homem com 48 anos de idade, com hábitos tabágicos marcados. Recorre ao Serviço de Urgência devido a hematúria total, disúria e polaquiuria com 3 semanas de evolução. Ecografia: Massa sólida intravesical com 10 cm de diâmetro. A RTU-V biopsia revela: Carcinoma urotelial infiltrativo de alto grau com áreas de diferenciação trofolástica (hCG+) e células gigantes, necrosado, invadindo pelo menos a lâmina própria.... Na sequência da RTU-V foi doseada a BHCG sérica. Resultado: 2729 U/L. Esatadiamento com TAC toraco-abdomino-pélvica e RMN: sem dados relevantes excepto: Tumor com base de implantação larga na cúpula vesical e ocupando a bexiga, sem extensão transmural. Submetido a cistoprostatectomia radical, linfadenectomia ileo-obturadora e derivação para bolsa continente tipo Camey II. Confirmou-se histologia. Estádio: pT2 No Mo. Assistiu-se a uma descida gradual da BHCG, para 5,9 U/L 1 mês após cistectomia. Ao 9º mês de follow-up não há evidência de doença e o BHCG é inferior a 1 U/L Resultado: Não houve complicações relacionadas com a intervenção, excepto enurese nocturna ocasional, em regressão progressiva. Não há evidência de doença neoplásica, numa curta avaliação de 9 meses Conclusão: A produção de BhCG pelo carcinoma de célul");
array_files[144]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c63.pdf","1899-12-30","25K"," Carcinoma de Células de Transição no Úraco ­ Caso Clínico","carcinoma, úraco, neoplasia","As neoplasias do úraco, primárias e secundárias, constituem uma entidade clínica pouco frequente. Os autores trazem o caso de um homem de 67 anos, com antecedentes de neoplasia vesical ressecada por via transuretral (T1G3), em que, durante o seguimento, se constatou ecograficamente a existência de uma massa em continuidade com a cúpula vesical.","Carcinoma de Células de Transição no Úraco ­ Caso Clínico Miguel Rodrigues, Pedro Gomes, Miguel Cabrita, Gilberto Rosa, Anibal Coutinho, José Neves Director de Serviço: José Neves Hospital Distrital de Faro ­ Serviço de Urologia As neoplasias do úraco, primárias e secundárias, constituem uma entidade clínica pouco frequente. Os autores trazem o caso de um homem de 67 anos, com antecedentes de neoplasia vesical ressecada por via transuretral (T1G3), em que, durante o seguimento, se constatou ecograficamente a existência de uma massa em continuidade com a cúpula vesical. Na cistoscopia, observou-se a existência de uma massa circunferencial, procidente na cúpula vesical. Foi então pedida uma Tomografia Computorizada pélvica que revelou uma massa do úraco com invasão focal da parede anterior da bexiga. Procedeu-se à exploração cirurgica com excisão do úraco e cistectomia parcial. O exame histológico e anatomo-patológico revelou tratar-se de um carcinoma de células de transição com invasão do úraco.");
array_files[145]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c04.pdf","1899-12-30","53K"," Carcinoma de Células Renais","carcinoma, células, renais","Os carcinomas de células renais representam cerca de 90% dos tumores renais primários e 1% de todos os tumores malignos. Cerca de um terço dos doentes apresenta metástases no momento do diagnóstico.","Cartazes 100 Carcinoma de Células Renais João Pedro Peralta1; Emanuel Furtado2; Carlos Rabaça1; Fernando Martinho2; Jorge Martins1 1 - IPO Coimbra F.G.; 2 - Hospitais da Universiadade de Coimbra Correspondência: joaopedroperalta@gmail.com Caso Clínico Os carcinomas de células renais representam cerca de 90% dos tumores renais primários e 1% de todos os tumores malignos. Cerca de um terço dos doentes apresenta metástases no momento do diagnóstico. Dos restantes dois terços, aproximadamente 50% podem metastizar à distância após o tratamento do tumor primário, sendo os locais mais comuns para o aparecimento das metástases o pulmão, tecidos moles, osso e fígado. O CCR, apresenta-se habitualmente como um tumor misto de células claras e granulares por vezes com células sarcomatoid-like de pior prognóstico. Os autores descrevem o caso clínico de um doente submetido a nefrectomia radical direita em 2003 por carcinoma de células renais do tipo de células granulares, GII pTMN T1a; N0 (nos gânglios estudados) Mx (M0 após estadiamento) que no decurso do estudo regular de follow up , lhe foi detectado em 2005 uma formação retroperitoneal, retrocava, localizada ao nível de L1L2, cuja evolução foi um lento aumento de dimensões, atingindo actualmente (012009) os 25mm de extensão longitudinal por 14x19mm de diâmetros axiais e contornos regulares bem definidos, tendo sido feita proposta cirúrgica para exérese total que se realizou posteriormente revelando no estudo anatomo-patológico uma recidiva metastática local do CCR primário. O objectivo desta apresentação visa portanto alertar para a necessidade de um follow-up regular no que respeita ao CCR, por tempo ainda indeterminado, dada a imprevisibilidade da evolução dos mesmos bem como ponderar estratégias de tratamento válidas e individualizadas para cada caso. Bibliografia www.emedicine.com Tanagho, Emil A., McAninch, Jack W., Smiths General Urology, 16th Edition, Lange, McGraw Hill European Association of Urology, Guidelines, 2008 Edition");
array_files[146]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2007/car-cel-ren.pdf","1899-12-30","163K"," Carcinoma de Células Renais com Trombo Intra-Auricular","carcinoma de células renais, CCR, trombo na veia cava inferior, TVCI nefrectomia radical exérese, trombo","É apresentado o caso clínico de uma doente de 54 anos, com Carcinoma de Células Renais (CCR) e Trombo na Veia Cava Inferior (TVCI) com extensão intracavitária Auricular Direita (AD).","Casos Clínicos Carcinoma de Células Renais com Trombo Intra-Auricular Pinto R.1, Castro H.1, Silva J.1, Silva C.1, Quintas J.1, Taveira Gomes2, Casanova J.3, Cruz F 1 . 1 Serviço de Urologia do Hospital de São João 2 Serviço de Cirugia Geral do Hospital de São João 3 Serviço de Cirurgia Cardio-Torácica do Hospital de São João Resumo É apresentado o caso clínico de uma doente de 54 anos, com Carcinoma de Células Renais (CCR) e Trombo na Veia Cava Inferior (TVCI) com extensão intracavitária Auricular Direita (AD). A doente foi submetida a nefrectomia radical direita com exérese do trombo, sob circulação extracorporal e cardioplegia, sem intercorrências major. Actualmente com um ano de sobrevida livre de doença e boa qualidade de vida. Apesar do risco elevado, uma estratégia cirúrgica agressiva e por vezes multidisciplinar continua a ser hoje ainda a única atitude terapêutica com intenção curativa nestes doentes. Abstract A 54 year-old female previously healthy, followed for the past 6 years by Vascular Surgery for a inferior vena cava thrombus was diagnosed renal cell carcinoma. Computed tomography and magnetic resonance imaging showed a 4 cm renal cell carcinoma with an all long thrombus from renal vein trough inferior vena cava and right atrium. Radical nephrectomy with excision of the thrombus was performed, under cardiopulmonary bypass. The patient is fully ambulatory 1 year after surgery. Although elevated risk, this patients benefit of a multidisciplinary aggressive surgical attitude with curative intentions. Caso Clínico Doente de 54 anos, sexo feminino, raça caucasiana, referenciada à Consulta de Urologia por suspeita de Neoplasia Renal. Seguida na Consulta de Cirurgia Vascular desde há 6 anos por trombo na veia cava inferior (VCI) com extensão intracavitária auricular. Hipocoagulada com anticoa- gulantes orais. Sem outros antecedentes medico-cirúrgicos. Na primeira consulta da especialidade apresentavase assintomática. Ao exame físico sem massas abdominais ou adenomegalias avaliáveis. Os exames complement");
array_files[147]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c72.pdf","1899-12-30","20K"," Carcinoma de células renais de tipo cromófobo em rim único","carcinoma de células renais, cromófobo","O Carcinoma de Células Renais (CCR) de tipo Cromófobo é uma entidade patológica relativamente rara, tendo sido descrita pela primeira vez por Thoenes e col. em 1985. Caracteriza-se por células volumosas e que coram levemente (cromófobo) pela hematoxilina-eosina.","Carcinoma de células renais de tipo cromófobo em rim único António Oliveira, Carlos Alberto, António Roseiro Pedro Simões, Paulo Almeida, Alfredo Mota Serviço de Urologia e Transplantação Renal dos Hospitais da Universidade de Coimbra Serviço de Imagiologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra O Carcinoma de Células Renais (CCR) de tipo Cromófobo é uma entidade patológica relativamente rara, tendo sido descrita pela primeira vez por Thoenes e col. em 1985. Caracteriza-se por células volumosas e que coram levemente (cromófobo) pela hematoxilina-eosina. Histoquimicamente apresentam a reacção de Hale como achado característico. Os autores apresentam um caso de um doente do sexo masculino de 72 anos no qual foi diagnosticado um nódulo meso-renal em rim único à esquerda, com cerca de 4,5cm de diâmetro, que a biópsia revelou ser um carcinoma de células renais de tipo cromófobo. O doente foi submetido a termo-ablação da lesão tumoral. Conclusão: Os autores irão discutir a opção terapêutica bem com os resultados do seguimento do doente após 18 meses");
array_files[148]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2006/carc-cel-ren-rim-pel.pdf","1899-12-30","146K"," Carcinoma de Células Renais em Rim Pélvico ­ A propósito de um caso raro e revisão da literatura","carcinoma células renais, rim pélvico, reconstrução tridimensional TAC, renal cell carcinoma, pelvic kidney, 3D CTscan reconstruction","A ectopia renal é uma malformação congénita com uma incidência estimada entre 1:500 a 1:1200 nascimentos, sendo a localização pélvica a mais frequente.","Casos Clínicos Carcinoma de Células Renais em Rim Pélvico ­ A propósito de um caso raro e revisão da literatura Bruno Graça1, Tomás Figueira2, Eduardo Carrasquinho1, Miguel Lourenço1, Júlio Fonseca3 Serviço de Urologia ­ Hospital Fernando Fonseca ­ Director: Dr. Carrasquinho Gomes ­ Amadora 1. Interno de Urologia; 2 .Interno de Imagiologia; 3. Assistente Hospitalar Graduado de Urologia Resumo A ectopia renal é uma malformação congénita com uma incidência estimada entre 1:500 a 1:1200 nascimentos, sendo a localização pélvica a mais frequente. O carcinoma de células renais é a neoplasia renal mais comumente encontrada sendo no entanto rara esta associação. Discutimos o caso clínico de um doente com carcinoma de células renais em rim pélvico com ênfase na caracterização vascular pré-operatória com reconstrução tridimensional por TAC e realizámos uma revisão da literatura. Palavras-chave: Carcinoma células renais, rim pélvico, reconstrução tridimensional TAC Abstract Correspondência: Bruno Graça E-mail: bruno2000@ oniduo.pt Renal ectopy is a congenital malformation with an estimated incidence of 1:500 to 1:1200 births, in most cases in a pelvic location. Despite the renal cell carcinoma (RCC) being the most frequent renal neoplasm, this association is rare. We report the clinical case of a RCC on a pelvic kidney with focus on pre-operative vascular imaging with 3D CT scan reconstruction and performed a literature review. Keywords: Renal cell carcinoma, pelvic kidney, 3D CT scan reconstruction Introdução A ectopia renal é uma malformação congénita da migração cefálica do rim com uma incidência estimada entre 1:500 a 1:1200 nascimentos (post mortem) sem 1 preferência por sexo . A ectopia renal simples é mais prevalente à esquerda, sendo bilateral em cerca de 10% dos casos2. Mais frequentemente a ectopia é pélvica sendo assim considerada sempre que a localização renal é inferior ao plano horizontal que passa pelas cristas ilíacas. Raramente o rim ascende a uma posição superior à segunda vértebra lombar e fica intratorá");
array_files[149]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/v08.pdf","1899-12-30","52K"," Carcinoma de Células Renais Múltiplo ­ Ablação por Radiofrequência na Preservação de Parênquima Renal","carcinoma, múltiplo, radiofrequência","A ablação por radiofrequência é uma técnica preservadora de nefrónios no tratamento de pequenos tumores renais. A sua utilização é particularmente vantajosa em pequenas massas (T1), periféricas, múltiplas ou em doentes com rim único.","Vídeos 190 Carcinoma de Células Renais Múltiplo ­ Ablação por Radiofrequência na Preservação de Parênquima Renal Renato Lains Mota; Ana Mateus Covita; Jose Luis Barreto; Rui Nogueira; Helder Monteiro Hospital Egas Moniz - Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental Correspondência: renato.lains.mota@gmail.com A ablação por radiofrequência é uma técnica preservadora de nefrónios no tratamento de pequenos tumores renais. A sua utilização é particularmente vantajosa em pequenas massas (T1), periféricas, múltiplas ou em doentes com rim único. Apresenta-se o caso de uma mulher de 55 anos de idade enviada para a consulta de urologia com referência a duas massas renais em estudo ecográfico. Realizou estudo por tomografia computorizada com contraste, a qual revelou tumor renal à esquerda de 5 cm e tumor polar inferior à direita de 1,5 cm. Efectuou-se nefrectomia radical esquerda laparoscópica (pT1bN0M0) e ablação por radiofrequência da lesão polar inferior do rim direito por via laparoscopica em dois tempos cirúrgicos. Pretende-se com este vídeo demonstrar a aplicação de ablação por radiofrequência como técnica preservadora de nefrónios.");
array_files[150]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c65.pdf","1899-12-30","26K"," Carcinoma de células renais na gravidez ­ A propósito de um caso","carcinoma de células renais, gravidez, carcinoma","As neoplasias renais diagnosticadas durante a gravidez são raras, existindo actualmente cerca de 50 casos descritos na literatura mundial. O carcinoma de células renais (CCR) é uma neoplasia potencialmente fatal que surge em 50% dos casos descritos, sendo o angiomiolipoma um tipo histológico menos frequente (23%).","Carcinoma de células renais na gravidez ­ A propósito de um caso L. Osório, R. Borges, P Massó, F. Vila, F. Sabell, V. Cavadas, M. Oliveira, . F. Teves, E. Lima, F. Marcelo Serviço de Urologia, Hospital Geral Santo António, Porto, Portugal Correspondência: Luís Osório, Interno Complementar Urologia, Hospital Geral Santo António, Porto E-mail: lposorio@gmail.com Introdução: As neoplasias renais diagnosticadas durante a gravidez são raras, existindo actualmente cerca de 50 casos descritos na literatura mundial. O carcinoma de células renais (CCR) é uma neoplasia potencialmente fatal que surge em 50% dos casos descritos, sendo o angiomiolipoma um tipo histológico menos frequente (23%). Apesar da maioria destas neoplasias serem diagnosticadas acidentalmente durante a gravidez, a tríade clássica de massa abdominal, dor lombar e hematúria surge em 26% dos casos. A ecografia é o método mais seguro para o diagnóstico de uma massa renal durante a gravidez, apresentando uma sensibilidade aceitável (82%). Uma vez que a maioria destes tumores têm grandes dimensões, exames imagiológicos adicionais poderão ser necessários para um melhor estadiamento. A ressonância magnética nuclear (RMN) é vulgarmente usada dado ser a menos prejudicial para o feto. A nefrectomia radical é o tratamento recomendado nos tumores renais e, como tal deverá ser realizado na gravidez. Material e Métodos: O caso clínico, neste poster, apresenta uma doente do sexo feminino, com 36 anos, primigesta (gestação 26 semanas), com dor lombar esquerda com várias semanas de evolução. A ecografia reno-vesical revelou uma neoplasia renal à esquerda com suspeita de invasão ganglionar. A RMN demonstrava uma neoplasia renal extensa, com adenopatias peri-hilares e retroperitoneais, não havendo evidência de metastização à distância. Resultados: A doente foi submetida a nefrectomia radical esquerda com linfadenectomia inter-aorto-cava, tendo o exame anatomo-patológico revelado um CCR túbulo-papilar, grau 3 (Fuhrman) com invasão da gordura peri-renal e supra-renal; a ne");
array_files[151]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2007/car-cel-ren.pdf","1899-12-30","70K"," Carcinoma de Células Renais no Hospital Distrital de Faro. Experiência dos últimos 8 anos","carcinoma de células renais, rim, tumores, renal cell carcinoma, kidney, tumours","Os autores fazem uma revisão da casuística dos carcinomas de células renais (CCR) no Hospital Distrital de Faro, operados entre 1999 e 2006.","Carcinoma de Células Renais no Hospital Distrital de Faro. Experiência dos últimos 8 anos Miguel Rodrigues, Pedro Gomes, Miguel Cabrita, Pablo Vega, Gilberto Rosa, Aníbal Coutinho, José Neves Serviço de Urologia do Hospital Distrital de Faro Director: Dr. José Neves Resumo Os autores fazem uma revisão da casuística dos carcinomas de células renais (CCR) no Hospital Distrital de Faro, operados entre 1999 e 2006. São objecto de estudo a incidência, a distribuição por sexo e idade, a localização, o estadio clínico, a histologia e as opções terapêuticas. Os resultados encontrados permitem evidenciar os bons resultados em termos de sobrevida quando o diagnóstico e a terapêutica são precoces. Palavras-chave: Carcinoma de células renais, rim, tumores. Abstract The authors present the renal cell carcinomas operated between 1999 and 2006 in District Hospital of Faro. The incidence, the sex and age distribution, the location, the clinical stage, the histology and the therapeutic procedure were analyzed. The results revealed good survival data when the diagnose and surgery are performed in inicial stage tumours. Key-words: Renal cell carcinoma, kidney, tumours Introdução O CCR constitui cerca de 90% de todos os tumores renais malignos, correspondendo a cerca de 3% de 1 todos os tumores malignos diagnosticados no adulto . É a terceira neoplasia urológica mais frequente, sendo 2,3 responsável por cerca de 2% das mortes por cancro . Nas últimas duas décadas, verificaram-se significativos avanços tecnológico-científicos na abordagem dos tumores renais. Além da evolução da caracterização citogenética do CCR, que permitiu uma melhor compreensão da sua fisiopatologia, assistiu-se ao aumento do diagnóstico incidental, o que permitiu abordagens terapêuticas mais 36 Rodrigues, Gomes, Cabrita, Vega, Rosa, Coutinho, Neves Acta Urológica 2007, 24; 1: 35-38 conservadoras em estadios precoces, com implicações no prognóstico, na qualidade de vida e na sobrevida dos 4,5 doentes . Os autores pretenderam analisar a experiência da sua institu");
array_files[152]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2001/Carc-peq-celu.pdf","1899-12-30","74K"," Carcinoma de pequenas células do tracto genito-urinário","carcinoma, pequenas, células, genito-urinário","O carcinoma de pequenas células do tracto genito-urinário é um tumor raro e de prognóstico ominoso, com sobrevida média muito curta (apenas 10,5 meses). A sua raridade e agressividade natural têm impedido a realização de estudos prospectivos que indiciem a melhor opção terapêutica.","Carcinoma de pequenas células do tracto genito-urinário Nuno Tomada, J. Gomes, M. Mendes, C. Lobato, J. Silva, P. Vendeira, F. Pina, G. Carvalho, C. Souto Moura*, M. Reis Serviços de Urologia e de Anatomia Patológica* do Hospital de S. João, Porto, Portugal Resumo O carcinoma de pequenas células do tracto genito-urinário é um tumor raro e de prognóstico ominoso, com sobrevida média muito curta (apenas 10,5 meses). A sua raridade e agressividade natural têm impedido a realização de estudos prospectivos que indiciem a melhor opção terapêutica. No entanto, alguns trabalhos sugerem que a cirurgia radical e a quimioterapia adjuvante baseada em Cisplatino estão correlacionadas com uma discreta melhoria da sobrevida. Os autores descrevem os únicos casos, na casuística da Oncologia Urológica deste hospital, de carcinoma de pequenas células, um vesical e dois prostáticos, cujos estudos imunohístoquimicos demonstraram positividade focal das células neoplásicas para citoqueratinas e ausência de reactividade para cromogranina, LCA, NSE e PSA, e cuja história natural vem confirmar o seu reconhecido estatuto de tumores de progressão rápida e fatalidade quase sistemática. Os autores efectuam uma revisão da literatura acerca dos tumores de pequenas células da bexiga e da próstata descritos até à data, reforçando a ideia da necessidade de protocolos terapêuticos agressivos devido ao estadio avançado à data do diagnóstico, na grande maioria dos casos. Introdução Os carcinomas de pequenas células (CPC) são na sua maioria de origem pulmonar, onde representam até 25% das neoplasias primárias[1] . Mais raramente, são diagnosticados noutras localizações, nomeadamente no tracto gastrintestinal, cabeça e pescoço, t r a c t o genito-urinário, mama e pele (por ordem decrescente de frequência)[2,3]. A bexiga e a próstata são os orgãos mais frequentemente envolvidos no tracto genito-urinário. Wenk e al.[4], em 1977, fizeram a primeira descrição de carcinoma prostático pouco diferenciado de pequenas células anaplásicas. Quatro anos mais tard");
array_files[153]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/co30.pdf","1899-12-30","25K"," Carcinoma do pénis: a nossa experiência","carcinoma do pénis, carcinoma","O carcinoma do pénis é uma neoplasia rara, apresentando-se frequentemente em estadios clínicos avançados. Os autores efectuaram revisão clínica e patológica dos doentes tratados no nosso hospital nos últimos 10 anos.","Carcinoma do pénis: a nossa experiência Vila F., Borges R., Masso P, Osório L., Sabell F., Cavadas V., Oliveira M., . Teves F., Gomes M.J., La Fuente, Marcelo F. Serviço de Urologia. Hospital Geral de Santo António. Porto Correspondência: Fernando Vila - E-mail: fernandovila1@gmail.com Introdução: O carcinoma do pénis é uma neoplasia rara, apresentando-se frequentemente em estadios clínicos avançados. Os autores efectuaram revisão clínica e patológica dos doentes tratados no nosso hospital nos últimos 10 anos. Material e Métodos: Estudo retrospectivo, com revisão de história clínica, terapêutica, estadiamento (clínico e patológico) e sobrevida dos doentes com carcinoma do pénis seguidos no Serviço de Urologia entre 1996 e 2006. Resultados: Diagnosticaram-se 34 casos de carcinoma epidermóide do pénis. A idade média dos doentes foi de 63,4 anos (variação: 34-86). O tempo médio de evoluç ão entre o início dos sintomas e a primeira consulta médica foi 7,7 meses. Os locais atingidos foram glande (47%), prepúcio (30%) e sulco balano-prepucial (23%). Registou-se associação com fimose em 35% dos casos e a lesões por Human Papillomavírus (HPV) em 26%. Efectuou-se amputação parcial do pénis em 76%, amputação total em 15% e excisão local da lesão em 8% dos doentes. Realizou-se linfadenectomia inguinal em 35% e linfadenectomia pélvica em 5% dos casos, uma das quais por via laparoscópica. 1 dos doentes efectuou quimioterapia neoadjuvante, 1 outro quimioterapia paliativa e 2 radioterapia paliativa. Em 33% o estadio patológico era avançado (T3). O follow-up médio foi 36,6 meses, com uma taxa de mortalidade de 17%. Conclusão: Apesar de se tratar de uma neoplasia pouco frequente, o seu diagnóstico é, na maioria dos casos, tardio com acréscimo da morbilidade e mortalidade. O tratamento cirúrgico precoce e agressivo, com linfadenectomia em 2º tempo, quando indicada, permite melhoria da sobrevida.");
array_files[154]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c68.pdf","1899-12-30","53K"," Carcinoma do Úraco","úraco, carcinoma, neoplasias, tumor, bexiga","As patologias relacionadas com o Úraco são normalmente observadas em crianças, sendo raras nos adultos. Os carcinomas do úraco são neoplasias extremamente raras. Representam 0.17-0.34% do total de tumores da bexiga.","Cartazes 164 Carcinoma do Úraco Carlos Oliveira; Carlos Brás Silva; André Quinta; Mário Oliveira; Mário Cerqueira Alves; Américo Ribeiro dos Santos Hospital S. Marcos (Braga) Correspondência: Carlos.oliveira81@gmail.com Introdução As patologias relacionadas com o Úraco são normalmente observadas em crianças, sendo raras nos adultos. Os carcinomas do úraco são neoplasias extremamente raras. Representam 0.17-0.34% do total de tumores da bexiga. Em termos anatomopatológicos podem apresentar diferentes tipos histológicos: mucinoso, inespecifíco, em células de anel de sinete, variantes mistas; etc. São neoplasias clinicamente insidiosas, levando usualmente a um diagnóstico tardio. Deste modo apresentam frequentemente mau prognóstico. O gold standard do tratamento é a ressecção cirúrgica. Objectivos Apresentação de um caso clínico de Neoplasia do úraco. Desenvolvimento Sexo masculino, de 35 anos, refenciado a consulta de Urologia por apresentar ecografia com nódulo endoluminal na região da parede anterior da bexiga, sugestivo de neoplasia vesical. Submetido a cistoscopia/RTU-TV tendo sido ressecada massa sólida na parede vesical anterior. Histologicamente apresenta adenocarcinoma de tipo Mucinoso. TAC revela características sugestivas de neoplasia do Úraco. Conclusão A neoplasia do Úraco é uma forma rara de cancro, de diagnóstico difícil e tardio, apresentando mau prognóstico. O gold standard do tratamento é a ressecção cirúrgica. Devido à sua raridade, e também ao facto de a neoplasia apresentar histologicamente invasão mais extensa que inicialmente ditado pelos exames e pela macroscopia, permanece em aberto a questão quanto à melhor abordagem - Cistectomia Radical/Parcial. O papel de outras terapêuticas - Radioterapia; quimioterapia permanece por esclarecer. Existe a necessidade de mais estudos, com maior número de casos analisados para melhor entendimento desta patologia. Bibliografia 1. Upadhyay V, Kukkady A. Urachal remnants: an enigma. Eur J Pediatr Surg 2003; 13: 372-6. 2. Siefker-Radtke AO, Gee J, Shen Y, Wen");
array_files[155]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2008/carcin-neuroend.pdf","1899-12-30","181K"," Carcinoma neuroendócrino pequenas células do testículo: uma patologia rara","carcinoma, neuroendócrino, pequenas, células, próstata, bexiga, rim","Os carcinomas neuroendócrinos de pequenas células indiferenciados são raros na prática urológica. A sua ocorrência está relatada na próstata, bexiga e rim. O envolvimento dos órgãos genitais externos é excepcional.","Casos Clínicos Carcinoma neuroendócrino pequenas células do testículo: uma patologia rara Fernando Vila1, Rui Borges1, Miguel Dominguez2, Mário Gomes3, Franklim Marques , Filinto Marcelo 1 Interno Complementar de Urologia 2 Interno Complementar de Anatomia Patológica 3 Assistente Hospitalar Graduado de Urologia 4 Assistente Hospitalar Graduado de Oncologia 5 Director de Serviço de Urologia Hospital Geral de Santo António (HGSA) Porto 4 5 Resumo Os carcinomas neuroendócrinos de pequenas células indiferenciados são raros na prática urológica. A sua ocorrência está relatada na próstata, bexiga e rim. O envolvimento dos órgãos genitais externos é excepcional. Os autores apresentam um homem de 55 anos, submetido a orquidectomia radical esquerda e quimioterapia adjuvante (bleomicina, etoposídeo e cisplatíneo) por um tumor testicular inicialmente interpretado como seminoma, p T2N0M0. Seis meses depois foi submetido a linfadenectomia retroperitoneal de lesão secundária interaortocava de novo. O estudo imunohistoquímico e a análise citogenética desta massa revelaram um carcinoma neuroendócrino. Efectuou novos ciclos de quimioterapia com Irinotecan e Cisplatíneo, sem recidiva tumoral aos 24 meses de seguimento. Do nosso conhecimento este é o segundo caso mundialmente publicado de envolvimento testicular primário por este tipo de patologia. Palavras-chave: Testículo; carcinoma neuroendócrino; pequenas células. Summary Small cell undifferentiated neuroendocrine carcinomas (SCUNC) are rare tumours in the urological practice. Its occurrence is published in prostate, bladder and kidney. External genitalia involvement is exceptional. The authors present a 55 year old man, submitted to right radical orchiectomy and adjuvant chemotherapy (bleomycin, etoposide and cysplatinum) for a testicular tumour, initially interpreted as seminoma, pT2N0M0. Six months latter he performed lymph node dissection because of a secondary interaortocava mass. Imunohistochemical and cytogenetical analysis of this mass revealed an neuroendocrine carcin");
array_files[156]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2005/carreninc.pdf","1899-12-30","391K"," Carcinoma renal gigante incidental","carcinoma, renal, gigante, incidental, renal cell carcinoma, incidental, surgical treatment, carcinoma de células renais, incidental, tratamento cirúrgico","Descreve-se um caso de um paciente de 54 anos com queixas de dispepsia e distensão abdominal. Na avaliação imagiológica foi diagnosticada massa sólida heterogénea, gigante, ocupando a metade esquerda do abdómen.","Casos Clínicos Carcinoma renal gigante incidental Francisco E. Martins, Raul N. Rodrigues, João C. Dias e J. Branco Palma Serviço de Urologia, Hospital Pulido Valente, Lisboa Resumo Descreve-se um caso de um paciente de 54 anos com queixas de dispepsia e distensão abdominal. Na avaliação imagiológica foi diagnosticada massa sólida heterogénea, gigante, ocupando a metade esquerda do abdómen. O exame histopatológico identificou um carcinoma de células renais de células claras. Dá-se ênfase à apresentação atípica, insidiosa e relativamente assintomática bem como à abordagem cirúrgica deste carcinoma de células renais gigante. Palavras-chave: Carcinoma de células renais; Incidental; Tratamento cirúrgico Abstract We describe a 54-year-old male who presented with dyspepsia and abdominal fullness. On imaging evaluation a huge solid, heterogeneous mass was diagnosed occupying the left hemi-abdomen. On histopathological examination, a clear cell type renal cell carcinoma was diagnosed. The insidious, relatively asymptomatic, uncharacteristic presentation of this huge volume renal cell carcinoma, as well as its surgical approach is emphasized. Key-words: Renal Cell Carcinoma; Incidental; Surgical treatment Introdução Um dos principais problemas relacionados com o diagnóstico de carcinoma de células renais (CCR) continua a ser a sua manifestação clínica frequentemente tardia, muitas vezes associada já a doença metastizada (30%). Adicionalmente, cerca de 25% desenvolverão metástases durante os primeiros 5 anos após a nefrectomia radical, devido à presença de micrometástases não detectadas. Apesar desta estatística sombria, e fruto de avanços imagiológicos recentes, tem havido tendência para um aumento do diagnóstico de tumores incidentais, variando de 13% num estudo de um período entre 1961-1973, até 48% noutro estudo de um período de 1980-1984, com maior proporção de doentes em estádio I e II (Robson) (1). Caso clínico Doente do sexo masculino de 54 anos de idade, que recorreu ao seu médico de família com queixas dispéptic");
array_files[157]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2009/car-ren-muc.pdf","1899-12-30","194K"," Carcinoma Renal Mucinoso de Células Tubulares e Fusiformes","carcinoma, renal, mucinoso, células, tubulares, fusiformes","O carcinoma renal mucinoso de células tubulares e fusiformes é um tipo histológico raro de carcinoma de células renais recentemente identificado, mais frequente no sexo feminino.","Carcinoma Renal Mucinoso de Células Tubulares e Fusiformes Tito Palmela Leitão,* Ana Catarino,** Pedro Soares de Oliveira,** José Santos Dias* * Serviço de Urologia, Hospital da Luz, Lisboa, Portugal ** Serviço de Anatomia Patológica, Hospital da Luz, Lisboa, Portugal Resumo Introdução: O carcinoma renal mucinoso de células tubulares e fusiformes é um tipo histológico raro de carcinoma de células renais recentemente identificado, mais frequente no sexo feminino. É um tumor de baixo grau de malignidade e bom prognóstico, de características morfológicas e histológicas semelhantes ao carcinoma de células renais papilar. Apresentação do Caso: O presente caso clínico é referente a uma doente de 46 anos com antecedentes familiares de doença renal poliquística, assintomática, com o diagnóstico imagiológico de neoplasia do urotélio superior. Foi submetida a nefroureterectomia com cistectomia perimeática por via laparoscópica. O exame anatomo-patológico revelou esta entidade histológica rara, com implicações positivas no prognóstico. Conclusão: O carcinoma renal mucinoso de células tubulares e fusiformes é um tipo raro de carcinoma de células renais, de crescimento indolente, que implica o diagmóstico diferencial com o carcinoma de células renais papilar. É geralmente considerado não agressivo e com um prognóstico favorável. A descrição do presente caso justifica-se pela raridade da apresentação clínica e imagiológica, desta entidade já de si pouco frequente. Palavras chave: carcinoma renal mucinoso de células tubulares e fusiformes, carcinoma de células renais, neoplasia renal, nefroureterectomia. Abstract Background: Mucinous tubular and spindle cell carcinoma is a rare recently identified histological type of renal cell carcinoma, with female predominance. Its a low grade tumor, with morphological and histological features similar to papilar renal cell carcinoma. Case Presentation: The present case report refers to a 46 years old assymptomatic female with family history of policysic kidney disease, with the imagiologi");
array_files[158]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/4-2006/carc-sarc-bex.pdf","1899-12-30","198K"," Carcinoma Sarcomatóide da Bexiga","carcinoma sarcomatóide, carcinossarcoma, bexiga, sarcomatoid carcinoma, carcinosarcoma, bladder","Os carcinomas sarcomatóides da bexiga são neoplasias raras e extremamente agressivas, contendo componentes malignos epiteliais e mesenquimatosos. Afectam predominantemente homens de meia idade, sendo a maioria das vezes localmente avançados aquando o diagnóstico.","Casos Clínicos Carcinoma Sarcomatóide da Bexiga Carlos Brás Silva1, Mário Cerqueira Alves2, Jorge Cabral Ribeiro3, Pérez Garcia3, Américo Ribeiro dos Santos4 1 Interno Complementar de Urologia 2 Assistente Graduado de Urologia 3 Assistente Hospitalar de Urologia 4 Director do Serviço de Urologia Serviço de Urologia ­ Hospital de São Marcos ­ Braga Resumo Os carcinomas sarcomatóides da bexiga são neoplasias raras e extremamente agressivas, contendo componentes malignos epiteliais e mesenquimatosos. Afectam predominantemente homens de meia idade, sendo a maioria das vezes localmente avançados aquando o diagnóstico. Apresentamos o caso de um doente com um carcinoma sarcomatóide da bexiga, com o diagnóstico prévio de carcinoma urotelial, submetido a cistectomia radical e quimioterapia complementar. Revemos os aspectos mais importantes da epidemiologia, etiologia, diagnóstico e terapêutica deste tipo de neoplasias. Palavras-chave: Carcinoma sarcomatóide; carcinossarcoma; bexiga. Abstract Bladder sarcomatoid carcinomas are very rare and aggressive tumors, consisting of malignant epithelial and mesenchimal componentes. They affect predominantly middle age men, and most are locally advanced at presentation. We present a case of a patient with a bladder sarcomatoid carcinoma with a previous urothelial tumor, treated with radical cistectomy and adjuvant chemotherapy. We review the most important aspects concerning to epidemiology, ethiology, diagnose and treatment of this tumors. Key words: Sarcomatoid carcinoma; carcinosarcoma; bladder Correspondência: Carlos Brás Silva Hospital de São Marcos Serviço de Urologia Apartado 2242 4701 - 965 BRAGA Introdução O carcinoma sarcomatóide da bexiga, descrito em 1887 por Shattock (1), é uma neoplasia rara (2). Segundo Torenbeek et al., representa 0,3% das neoplasias malignas da bexiga (1, 3, 4). São um tipo de neoplasias com uma aparência histológica variável que embora possam surgir como neoplasias primárias, aparecem com mais frequência no seguimento de um carcinoma urotelial reco");
array_files[159]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c48.pdf","1899-12-30","54K"," Carcinoma Tubular Mucinoso e de Células Fusiformes do Rim Metastizado ­ Caso Clínico","carcinoma, tubular, mucinoso, fusiformes, rim, metastizado, CTMCF","O carcinoma tubular mucinoso e de células fusiformes do rim (CTMCF) constitui um subtipo raro de carcinoma de células renais, recentemente descrito, apresentando características histológicas sugestivas de um crescimento indolente.","Cartazes 144 Carcinoma Tubular Mucinoso e de Células Fusiformes do Rim Metastizado ­ Caso Clínico Tiago Gorgal; Pedro Silva; Francisco Botelho; Ulisses Ribau; José Quintas; Francisco Cruz Hospital São João - Serviço de Urologia Correspondência: tgorgal@sapo.pt Introdução O carcinoma tubular mucinoso e de células fusiformes do rim (CTMCF) constitui um subtipo raro de carcinoma de células renais, recentemente descrito, apresentando características histológicas sugestivas de um crescimento indolente. Alguns autores consideram este subtipo como sendo uma variante de baixo grau do carcinoma papilar. Embora as séries existentes incluam apenas alguns casos, o prognóstico é considerado favorável, apenas com recorrências ocasionais e metastização regional descrita, não estando documentados casos de metastização à distância. Objectivo Descrever um caso de uma neoplasia renal de tipo histológico raro e com uma forma de apresentação única. Desenvolvimento Um doente de 57 anos, sem antecedentes relevantes, recorreu ao Serviço de Urgência do Hospital de São João por dor lombar bilateral de intensidade moderada a elevada, de carácter contínuo, sem irradiação, com cerca de dois meses de evolução, acompanhada de astenia e anorexia. Realizou uma TAC toraco-abdomino-pélvica, que revelou uma lesão suspeita na vertente superior e posterior do rim esquerdo, sem aparentes imagens de invasão da gordura adjacente ou dos vasos renais; glândula supra-renal direita com nódulos suspeitos de lesões secundárias; e múltiplas lesões nodulares pulmonares bilaterais sugestivas de lesões secundárias. Foi internado no Serviço de Urologia para controlo sintomático e submetido a nefrectomia radical esquerda. O exame anatomo-patológico da peça cirúrgica revelou uma neoplasia maligna, de crescimento expansivo, constituída por túbulos alongados, separados por um estroma mucinoso, com áreas de células fusiformes; metástase ganglionar do hilo renal; metástase de 3 mm na medula da suprarrenal. A conclusão do exame foi carcinoma tubular mucinoso e de célula");
array_files[160]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c42.pdf","1899-12-30","53K"," Carcinoma Urotelial do Bacinete apresentando-se com Metastização Cutânea, Gástrica e Rectal","carcinoma, urotelial, metastização, ganglionar","Os carcinomas uroteliais cursam mais frequentemente com metastização ganglionar, pulmonar, hepática e óssea. Em menos de 1% dos casos é detectada doença secundária cutânea.","Cartazes 138 Carcinoma Urotelial do Bacinete apresentando-se com Metastização Cutânea, Gástrica e Rectal Ricardo Oliveira Soares ; Tiago Correia ; André Cardoso ; Palmira Lima ; Manuel Cerqueira1; Frederico Reis1; Martinho Almeida1; Rui Prisco1 1 - Serviço de Urologia - Hospital Pedro Hispano; 2 - Serviço de Anatomia Patológica - Hospital Pedro Hispano Correspondência: ricardosoares81@gmail.com  Introdução Os carcinomas uroteliais cursam mais frequentemente com metastização ganglionar, pulmonar, hepática e óssea. Em menos de 1% dos casos é detectada doença secundária cutânea. Caso Homem de 70 anos apresentando-se com hematúria intermitente com 2 semanas de evolução. Ao exame físico apresentava lesão cutânea justamamilar esquerda, adenomegalias inguinais bilaterais e massa na parede anterior do canal anal. No estudo imagiológico verificou-se espessamento da transição pieloureteral esquerda com 3 cm de extensão, sugerindo processo neoplásico, múltiplas adenomegalias abdominais e espessamento da parede rectal. A rectossigmoidoscopia revelou um aspecto característico de processo extrínseco infiltrando parede rectal. Foi suejita a intervenção endoscópica, revelando bexiga com múltiplos nódulos recobertos por mucosa vesical íntegra. A ureterorrenoscopia revelou uma massa pediculada no bacinete, não tendo sido possível biópsia. Procedeu-se a nefroureterectomia esquerda e exérese de nódulo cutâneo mamário. O exame anatomopatológico revelou carcinoma urotelial do bacinete envolvendo o ureter e metástases cutâneas. O pós-operatório complicou com quadro de obstrução intestinal, pelo que foi feita laparotomia exploradora com detecção de úlcera gástrica perfurada e obstrução a nível rectal. Foi sujeito a colostomia derivativa do sigmóide, gastrorrafia (com exérese dos bordos da úlcera) e biópsias rectais. A análise das peças gástricas e rectais revelou metastização de carcinoma urotelial. O doente faleceu cerca de 2 meses depois. Discussão As metástases cutâneas, tal como outras manifestações de doença urológica metastática,");
array_files[161]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2010/carcin-urot-bacin.pdf","2011-06-02","208K"," Carcinoma urotelial do bacinete apresentando-se com metastização cutânea, gástrica e rectal","Carcinoma urotelial do bacinete apresentando-se com metastização cutânea, gástrica e rectal","Apresentamos o caso de um homem de 70 anos que recorreu ao Serviço de Urgência por hematúria com duas semanas de evolução. No exame físico foram detectadas uma lesão cutânea torácica esquerda, adenopatias inguinais bilaterais e uma massa anterior ao toque rectal","Carcinoma urotelial do bacinete apresentando-se com metastização cutânea, gástrica e rectal Ricardo Oliveira Soares1, Tiago Pinto Correia1, Palmira Lima2, Teresa íscar-Galán2, André Cardoso2, Frederico Carmo Reis3, Manuel Cerqueira3, Martinho Almeida4, Rui Prisco Apresentamos o caso de um homem de 70 anos que recorreu ao Serviço de Urgência por hematúria com duas semanas de evolução. No exame físico foram detectadas uma lesão cutânea torácica esquerda, adenopatias inguinais bilaterais e uma massa anterior ao toque rectal. A tomografia computorizada mostrou imagens sugestivas de neoplasia da junção pieloureteral esquerda com múltiplas adenopatias abdominopélvicas. O exame endoscópico rectal revelou um processo infiltrativo na parede anterior do recto. A ureterorrenoscopia esquerda mostrou uma massa no bacinete, não tendo sido possível efectuar biópsia, mas com citologia urinária selectiva sugestiva de carcinoma. Por se manter uma hematúria macroscópica com necessidade de múltiplas transfusões sanguíneas, foi realizada uma nefroureterectomia esquerda e exérese da lesão torácica cutânea. O exame anatomopatológico revelou um carcinoma urotelial do bacinete com metástase cutânea. O pós-operatório complicou-se com obstrução intestinal, tendo sido feita laparotomia exploradora, que revelou obstrução rectal e perfuração de úlcera gástrica, ambas por metastização de carcinoma urotelial. O doente faleceu menos de dois meses após o diagnóstico. Palavras-chave: urotelial, metástase, cutânea, gástrica, rectal.");
array_files[162]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2008/carc-urotelial.pdf","1899-12-30","231K"," Carcinoma Urotelial Variante Sarcomatoide: Análisis de nuestra serie","carcinoma, urotelial, variante, sarcomatoide","El carcinoma urotelial variante sarcomatoide vesical es una neoplasia infrecuente. Se trata de tumores bifásicos constituidos por un componente epitelial y otro mesenquimal maligno. Realizamos un estudio retrospectivo de los casos de carcinoma urotelial variante sarcomatoide vesical que se han diagnosticado y tratado en nuestro Servicio de Urología en el periodo comprendido entre 2000-2008.","Artigos Originais Carcinoma Urotelial Variante Sarcomatoide: Análisis de nuestra serie Alberto Palacios*, Patricia Antúnez**, Juan Silva*, Florencio Cañada*, Pablo Eguíluzÿ, Oscar Herederoÿ, Francisco Díaz Alférez*, Manuel Herrero Polo*, Miguel Ángel García*, Manuel Urrutia Avisrror*** * Adjuntos del Servicio de Urología ** Adjunto del Servicio de Anatomía Patológica - Residentes del Servicio de Urología *** Catedrático y Jefe del Servicio de Urología Servicio y Cátedra de Urología. Hospital Universitario de Salamanca. Salamanca. España. Resumen El carcinoma urotelial variante sarcomatoide vesical es una neoplasia infrecuente. Se trata de tumores bifásicos constituidos por un componente epitelial y otro mesenquimal maligno. Realizamos un estudio retrospectivo de los casos de carcinoma urotelial variante sarcomatoide vesical que se han diagnosticado y tratado en nuestro Servicio de Urología en el periodo comprendido entre 2000-2008. Su agresiva evolución y su poca especificidad en las pruebas de imagen hacen que no exista un tratamiento adecuadamente protocolizado. Palabras clave: Carcinosarcoma vesical. Abstract The variant sarcomatoid bladder transitional cell carcinoma is a rare malignancy. These tumors consisting of a component epithelial and other mesenchymal malignant. We conducted a retrospective study of cases of variant sarcomatoid bladder transitional cell carcinoma who have been diagnosed and treated in our department of urology in the period 2000-2008. Its aggressive development and their little specificity in the imaging techniques mean that there is no treatment properly registered. Keywords: Bladder carcinosarcoma Introducción El carcinoma urotelial variante sarcomatoide vesical (O.M.S.) es una neoplasia infrecuente que representa menos del 0,5% de las neoplasias vesicales (1-4). Son más frecuentes en hombres que en mujeres con un ratio de 4:1 y con una mayor incidencia 22 Palacios, Antúnez, Silva, Cañada, Eguíluzÿ, Herederoÿ, Alférez, Polo, García, Avisrror Acta Urológica 2008, 25; 2: 21-26 al fin");
array_files[163]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2000/Carc-verr-peni.pdf","1899-12-30","65K"," Carcinoma verrucoso do pénis","carcinoma, verrucoso, pénis","O carcinoma verrucoso é uma lesão maligna pouco comum correspondendo a cerca de 5% de todas as neoplasias do pénis. Trata-se de uma variedade tumoral de comportamento benigno (não metastiza), histologia diferenciada e progressão indolente e arrastada com capacidade de invasão local e recorrência.","Carcinoma verrucoso do pénis J. Cadilhe, R. Ramires, E. Lima, La Fuente, F. Marcelo, A. Pimenta Serviço de Urologia, Hospital Geral de Santo António Correspondência: José Pedro Cadilhe -- Departamento de Urologia, Hospital Geral de Santo António ­4050 Porto Resumo O carcinoma verrucoso é uma lesão maligna pouco comum correspondendo a cerca de 5% de todas as neoplasias do pénis. Trata-se de uma variedade tumoral de comportamento benigno (não metastiza), histologia diferenciada e progressão indolente e arrastada com capacidade de invasão local e recorrência. O tratamento de eleição é a excisão cirurgica. Reportamos a nossa experiência nos ultimos dez anos ­ 1990 a 1999 ­ tendo diagnosticado e tratado 6 casos de carcinoma verrucoso. Optamos na quase totalidade dos doentes por tratamento conservador com bons resultados. Palavras-chave: Carcinoma verrucoso. Tumores penis Abstract Verrucous carcinoma is na uncommon malignant cancer accountig for only 5% of all penile neoplasias. It is a tumoral variety of benign behaviour, differentiated histology and protracted indolent course with capacity to invade locally and recur. Surgical excision is the current therapy of choice for verrucous carcinoma. Our last ten years experience ­ 1990 to 1999 ­ is reported here. We have diagnosed and treated 6 cases of verrucous carcinoma. In near all cases, conservative treatment was the definitive approach with good results. Key words: Verrucous carcinoma. Penile tumour Introdução O carcinoma verrucoso do pénis é uma lesão maligna rara de comprometimento menos agressivo que o carcinoma epidermoide (1) e compreende 0,4% dos tumores do homem(2). Geralmente apresenta-se c o m o uma lesão exofitica que emerge do sulco balanoprepucial (3) e que se espande localmente com destruição das estruturas vizinhas, não ocasionando m e t a s t a s e s locorregionais nem à distância ( 4 ) . Microscopicamente trata-se de um carcinoma bem d i f e r e n c i a d o com atipia citologica e actividade mitotica minimas(3). Epidemiologicamente varia muito em fun");
array_files[164]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/4-2000/carcino-bexi.pdf","1899-12-30","53K"," Carcinosarcoma da bexiga Um caso clínico raro","carcinosarcoma, bexiga","Faz-se referência a um caso clínico de carcinosarcoma da bexiga num doente do sexo masculino com 61 anos, o primeiro caso na nossa casuística. O doente foi submetido a ressecção transuretral da bexiga. Histologicamente, tratava-se de um tumor invasivo, constituído por condrosarcoma e por carcinoma de células de transição de alto grau.","Carcinosarcoma da bexiga Um caso clínico raro Miguel Carvalho*; Pedro Soares*; A. Madeira**; Nuno Bello**; João Rosa***; Sofia Santos****; M. José Brito ***** Gomes de Oliveira****** Serviço de Urologia - Hospital Garcia de Orta - Almada - Portugal * Interno de Urologia - HGO; ** Assistente Hospitalar Graduado de Urologia - HGO; *** Assistente Hospitalar de Urologia - HGO; **** Assistente Hospitalar de Anatomia Patológica - HGO; ***** Director de Serviço de Anatomia Patológica - HGO; ****** Chefe e Director de Serviço de Urologia ­ HGO Correspondência: Miguel Carvalho ­ Serviço de Urologia - Hospital Garcia de Orta ­ Pragal - 2800 Almada - Portugal Resumo Faz-se referência a um caso clínico de carcinosarcoma da bexiga num doente do sexo masculino com 61 anos, o primeiro caso na nossa casuística. O doente foi submetido a ressecção transuretral da bexiga. Histologicamente, tratava-se de um tumor invasivo, constituído por condrosarcoma e por carcinoma de células de transição de alto grau. Procedeu-se a cistoprostatectomia radical e derivação urinária com conduto ileal, seguido de quimioterapia adjuvante com M-VAC. A propósito deste caso faz-se uma revisão bibliográfica, acerca das manifestações clínicas, dos aspectos histológicos e imunohistoquímicos, e do tratamento do carcinosarcoma da bexiga, uma neoplasia bifásica, composta por tecido tumoral de origem epitelial e mesenquimatosa, raro, com poucos casos descritos na literatura. Palavras Chave: Neoplasias da bexiga; carcinosarcoma; caso clínico Abstract We report a case of carcinosarcoma of the bladder in a 61-year-old white male, the first in our experience. The patient underwent transurethral ressection of the bladder tumor. Histologically, the bulk of the tumor tissue was chondrosarcoma and high grade transitional cell carcinoma with invasion of the bladder muscle. Total cystectomy with ileal loop urinary diversion was performed, followed by chemotherapy with M-VAC. On basis o f a review of the most recent literature the clinical manifestations, the histologic");
array_files[165]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2001/Carcin-pelv-rena.pdf","1899-12-30","59K"," Carcinosarcoma da Pelvis","carcinosarcoma, neoplasia, bifásica, epitelial, mesenquimatoso, maligno, bexiga, sarcomatoso, osteogénico, condrogénico, rabdomioblástico, leiomiogénico","Os carcinosarcomas são neoplasias bifásicas raras compostas por elementos epiteliais e mesenquimatosos malignos. No aparelho urinário estão descritos alguns casos de carcinosarcomas da bexiga (± 50 casos), estando estes tumores geralmente representados por um componente de carcinoma de células de transição e um componente de elementos sarcomatosos (osteogénico, condrogénico, rabdomioblástico ou leiomiogénico).","Carcinosarcoma da Pelvis Renal Miguel Carvalho1; Pedro Soares2; A. Madeira 3; Nuno Bello3; João Rosa4 ; Gomes de Oliveira5; Guillerma Gómez6; Sofia Santos7; M. José Brito8 Serviço de Urologia e de Anatomia Patológica ­ Hospital Garcia de Orta - Almada - Portugal 1 - Interno do 6º ano de Urologia - HGO 2 - Interno do 4º ano de Urologia - HGO 3 - Assistente Hospitalar Graduado De Urologia - HGO 4 - Assistente Hospitalar de Urologia - HGO 5 - Chefe e Director de Serviço de Urologia - HGO 6 - Interna de Anatomia Patológica ­ HGO 7 - Assistente Hospitalar de Anatomia Patológica - HGO 8 - Director de Serviço de Anatomia Patológica - HGO Correspondência: Miguel Carvalho ­ Serviço de Urologia - Hospital Garcia de Orta ­ Pragal - 2800 Almada ­ Portugal Resumo Os carcinosarcomas são neoplasias bifásicas raras compostas por elementos epiteliais e mesenquimatosos malignos. No aparelho urinário estão descritos alguns casos de carcinosarcomas da bexiga (± 50 casos), estando estes tumores geralmente representados por um componente de carcinoma de células de transição e um componente de elementos sarcomatosos (osteogénico, condrogénico, rabdomioblástico ou leiomiogénico). Os carcinosarcomas da pelvis renal são extremamente raros, com apenas 7 casos descritos na literatura. Fazemos referência ao primeiro caso Português de um carcinosarcoma da pelvis renal num homem com 65 anos que foi submetido a nefroureterectomia total esquerda com cistectomia perimeática. Os achados patológicos foram compatíveis com carcinoma de células de transição de alto grau que invadia o parênquima renal e um componente sarcomatoso, com células fuso-celulares. Complementou-se a atitude cirúrgica com quimioterapia sistémica adjuvante com gemcitabina e cisplatino. Com um seguimento de 4 meses o doente encontra-se clinicamente bem. Abordam-se as características clínicas e os estudos imunohistoquímicos efectuados e discute-se a histogénese, o diagnóstico diferencial e o prognóstico destas neoplasias. Palavras Chave: Neoplasias do rim; pelvis renal; carcinosa");
array_files[166]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2003/Cartazes.pdf","1899-12-30","508K"," Cartazes","cartazes, posters","Cartazes apresentados no Congresso da APU 2003","Cartazes Posters P01 P08 61 Malacoplaquia genitourinária: Um caso clínico Rui Dinis, João Ramos P02 68 Massa paratesticular: A propósito de um caso clínico Pedro Gomes, Miguel Cabrita, Pablo Vega, Aníbal Coutinho, Gilberto Rosa, José Neves, Jesus Cadillá, Roblles Frias, Serra de Matos P09 62 Dermatose disseminada como manifestação inicial de adenocarcinoma da próstata Pedro Gomes Monteiro, Sofia Torrinha, Rui Nogueira, Helder Monteiro P03 69 Carcinoma micropapilar da bexiga Jorge Rebola, Manuel Ferreira Coelho, Jorge Fonseca, A. Matos Ferreira 63 Sindrome de Kallmann Ricardo Ramires, Pedro Vendeira, Teixeira de Sousa, Arnaldo Ferreira, Joaquim Lindoro P04 P10 70 Efficacy of intravesical interferon alpha-2b plus bacillus calmette guérin in patients with superficial bladder cancer Esat Kaya, Bulent Alagol P11 64 Granuloma de colesterol do escroto ­ Um caso clínico Manuel Ferreira Coelho, Jorge Rebola, Jorge Fonseca, Garção Nunes P05 71 The effects of sildenafil and apomorphine on corpus cavernosal smooth muscle relaxation in diabetic and normal rabbits Bulent Alagol, Esat Kaya P12 65 Avaliação da prevalência de criptorquídia na população de adultos jovens portugueses Carlos Santos, Sérgio Santos, Miguel Cabrita, José Dias, Rui Sousa, António Campos, M. Macieira Pires, M. Mendes Silva, J. Real Dias P06 72 HLA-DR association with prostate cancer in portuguese patients Estevao Augusto Rodrigues de Lima P13 66 Padrão videourodinâmico das lesões medulares Filipe, F; Carneiro, R.; Monteiro, L.; Menezes, C. P07 73 Neuromodelação ­ Alternativa terapêutica para situações de disfunção miccional crónica Luís Xambre, Rui Lages, Rui Santos, Manuel Cerqueira, Vítor Silva, F. Carreira 67 Isquémia da glande pós-circuncisão ­ Caso clínico A. Oliveira, B. Parada, F. Rolo, J. Ribeiro 58 Cartazes / Posters P14 P22 74 Prostatectomia radical por via perineal ­ Opção técnica Luís Xambre, Rui Lages,Rui Santos, Manuel Cerqueira, Vítor Silva, F. Carreira P15 82 Isquemia renal aguda ­ Causa rara de lombalgia Luís Xambre, Manuel Cerqueira, V");
array_files[167]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c86.pdf","1899-12-30","51K"," Caso Clínico de Doente com PSA de 100ng/ml ­ A importância da biópsia template-guided","adenocarcinoma, próstata, ACP, neoplasia, antigénio, específico, PSA","O Adenocarcinoma da Próstata (ACP), é a 2ª neoplasia mais frequente no homem, é uma patologia que preocupa o homem ocidental em geral e o urologista em particular. Neste campo, o antigénio específico de próstata (PSA), marcador específico de órgão e não de doença, desempenha um papel determinante na detecção e seguimento desta patologia.","Cartazes 226 Caso Clínico de Doente com PSA de 100ng/ml ­ A importância da biópsia template-guided Nuno Domingues ; Miguel Rodrigues ; Nuno Fidalgo ; Carlos Santos ; Macieira Pires1; Rui Sousa1 1 - Hospital Militar Principal; 2 - Hospital Distrital de Faro Correspondência: nunomail@aeiou.pt Introdução O Adenocarcinoma da Próstata (ACP), é a 2ª neoplasia mais frequente no homem, é uma patologia que preocupa o homem ocidental em geral e o urologista em particular. Neste campo, o antigénio específico de próstata (PSA), marcador específico de órgão e não de doença, desempenha um papel determinante na detecção e seguimento desta patologia. Caso Clínico Doente de 67 anos sem antecedentes relevantes, seguido em consulta externa desde Janeiro de 1997 por low urinar y tract symtoms (LUTS) de esvaziamento medicado com tansulosina 0,4mg dia. Manteve-se assintomático em vigilância anual desde então. Ao longo dos anos assiste-se a uma subida gradual do PSA. Dada a sua constante subida é submetido a 4 biopsias da próstata (as 2 últimas de saturação) todas elas negativas para neoplasia. Em Janeiro de 2008, por agravamento das queixas de LUTS de esvaziamento e na tentativa de diagnosticar um adenocarcinoma da zona de transição, é submetido a uma RTU-p que revela um foco de displasia de alto grau (PIN). Assiste-se novamente a uma subida do PSA sendo em Dezembro de 2008 de 100ng/mL. O doente realiza TC Toraco-Abdomino-Pélvico e Cintigrafia Óssea para pesquisa de outras patologias não prostáticas passíveis de aumentar o PSA. Em Janeiro de 2009 realiza biopsia template-guided com 80 fragmentos sendo diagnosticado ACP com score de Gleason 9 (4+5) em 20% dos fragmentos do lobo direito e 60% do lobo esquerdo. Após o diagnóstico iniciou hormonoterapia com bloqueio combinado. Discussão A presença de PIN de alto grau associado a uma elevação de PSA até valores de 100ng/ml traduz-se numa probabilidade de existência de ACP elevadíssima, embora as quatro BPTR consecutivas realizadas não o documentem. Provavelmente, este é um caso em que se");
array_files[168]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2010/Doent-insuf-prost-rad.pdf","2011-06-02","274K"," Caso Mistério - Doente insuflado após prostatectomia radical retropúbica","insuflado, prostatectomia, radical, retropúbica","JMD, 70 anos, sexo masculino. Submetido, 4 anos antes, a nefrectomia radical direita por carcinoma de células renais. Follow-up sem intercorrências. Por PSA elevado, realizou biópsia da próstata que revelou adenocarcinoma da próstata Gleason 6 (3+3)","Caso Mistério - Doente insuflado após prostatectomia radical retropúbica Dias J.S., Leitão T. JMD, 70 anos, sexo masculino. Submetido, 4 anos antes, a nefrectomia radical direita por carcinoma de células renais. sem intercorrências. Por PSA elevado, realizou biópsia da próstata que revelou adenocarcinoma da próstata Gleason 6 (3+3). Foi submetido a prostatectomia radical retropúbica retrógrada aberta (técnica de Walsh), sem aparentes acidentes ou incidentes per-operatórios.Teve alta ao 3º dia pós-operatório. Ao 6º dia pós-operatório, iniciou queixas de eritema e prurido ligeiro no tórax, abdómen e pescoço. Recorreu ao Serviço de Urgência do Centro de Saúde da área de residência, tendo o quadro sido interpretado como reacção alérgica urticariforme e medicado com anti-histamínicos orais. Por persistência do quadro, com agravamento do eritema e aparente ?edema? centrípeto difuso das mesmas áreas corporais, é observado na Consulta de Urologia. À observação, apresentou marcada ?distensão? do tecido celular sub-cutâneo das zonas afectadas, e à palpação, revelou crepita ção difusa, compatível com extenso enfizema sub-cutâneo, afectando o hemi-corpo superior, sobretudo à esquerda. Apirético, sem outras alterações no exame objectivo. Realizou TC cervico-toraco-abdominal, que confirmou o extenso enfizema celular sub-cutâneo, desde as partes moles cervicais até ao períneo, com maior extensão à esquerda e aparentemente até ao local do trajecto do dreno pós-operatório. Revelou ainda extenso pneumomediastino, pneumoperitoneu e, ainda, ar entre as fascias");
array_files[169]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c40.pdf","1899-12-30","52K"," Casuística da Cirurgia Laparoscópica no Serviço de Urologia do HEM","laparoscopia","A laparoscopia como uma cirurgia minimamente invasiva e todas as vantagens inerentes, em termos de diminuição da analgesia necessária, diminuição das perdas hemáticas e das transfusões sanguíneas, diminuição no pós-operatório da morbilidade e da estadia hospitalar, melhor estética e uma mais rápida recuperação; tem hoje um papel cada vez mais importante na prática urológica.","Cartazes 136 Casuística da Cirurgia Laparoscópica no Serviço de Urologia do HEM Ana Covita; Renato Lains Mota; Artur Canhoto; Rui Nogueira Hospital Egas Moniz Correspondência: a_covita@hotmail.com Introdução A laparoscopia como uma cirurgia minimamente invasiva e todas as vantagens inerentes, em termos de diminuição da analgesia necessária, diminuição das perdas hemáticas e das transfusões sanguíneas, diminuição no pós-operatório da morbilidade e da estadia hospitalar, melhor estética e uma mais rápida recuperação; tem hoje um papel cada vez mais importante na prática urológica. Objectivo Apresentação da casuística da cirurgia laparoscópica no Serviço de Urologia do Hospital de Egas Moniz entre Novembro de 2005 e Março de 2009. Desenvolvimento Desde Novembro de 2005 a Março de 2009 foram efectuados, no nosso serviço, 76 procedimentos laparoscópicos, dos quais: 38 nefrectomias radicais, 10 nefrectomias totais, 3 prostatectomias radicais, 3 suprarrenalectomias, 2 nefroureterectomias, 1 ablação por radiofrequência de tumor renal, 8 quistectomias renais e 1 da supra-renal, 1 pielotomia, 1 orquidectomia e 8 varicocelectomias. Conclusão A cirurgia laparoscópica tem tido uma relevância cada vez maior no nosso serviço com uma implementação progressiva de novas cirurgias. Bibliografia Rodriguez A, M.Pow-Sang J. laparoscopic surgery in urologic oncology. Cancer control 2006; 13:169-178. Processos clínicos hospitalares.");
array_files[170]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c23.pdf","1899-12-30","28K"," Casuística de tumores renais no Centro Hospitalar de Coimbra no século XXI","tumores renais","Os tumores renais representam 3% de todos os tumores e 2% das mortes por cancro, com uma incidência de 8,9 novos casos / 100 000 habitantes (1999).","Casuística de tumores renais no Centro Hospitalar de Coimbra no século XXI Azinhais P , Pereira B., Sousa L., Conceição P, Borges R., Brandão A., . . Temido P, Sobral F. . Serviço de Urologia ­ Centro Hospitalar de Coimbra Introdução: Os tumores renais representam 3% de todos os tumores e 2% das mortes por cancro, com uma incidência de 8,9 novos casos / 100000 habitantes (1999). A incidência aumentou cerca de 30% nos últimos 30 anos, aparentemente à custa de tumores incidentais, mas também por uma subida real da incidência. Objectivos: Identificar e caracterizar a população de doentes com tumores renais num serviço de Urologia em termos epidemiológicos, lateralidade da lesão, modo de diagnóstico, histologia, estadiamento, medidas terapêuticas instituídas e desenlace no início do séc. XXI. Como objectivo secundário, compararam-se as populações de doentes com tumores com dimensões 4cm e =4cm quanto à malignidade. Material e Métodos: Estudo retrospectivo dos processos de doentes com tumores renais malignos e benignos diagnosticados entre 2001 e 2005 no C.H.C. Resultados e Discussão: Foram estudados 91 doentes. A idade média foi de 62 ± 14A (20­96 anos). A relação entre sexos foi de 2:1 [M(63):F(28)]. Quanto à lateralidade: lado esquerdo(68%) / direito(31%) = 2:1, com 1% de tumores síncronos. O tamanho médio dos tumores foi de 5,7 ± 3,5 cm (0,3-18 cm). A incidência de tumores predominou na faixa etária do 71 aos 80 anos. O achado imagiológico assume uma preponderância cada vez maior como modo de diagnóstico (71,4%). O carcinoma de células renais claras constituiu mais de metade dos tumores estudados. Os angiomiolipomas foram o tumor benigno mais frequente, seguido do oncocitoma. Como raridades, destaca-se um caso de um Tumor de Wilms num adulto e um caso de lesão de Antopol- Goldman. Foram submetidos a embolização prévia 13 doentes. A nefrectomia radical por via retroperitoneal, aberta, foi a opção em 68,1% dos casos. A taxa de mortalidade absoluta e específica foi de 21% e 15,5%, respectivamente. Das mortes ocorrid");
array_files[171]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/4-2009/catastrofe-peniana.pdf","2011-06-02","159K"," Catástrofe Peniana. Infecção de Prótese Peniana ­ A propósito de um Caso Clínico","Catástrofe, Peniana, Infecção","A infecção de prótese peniana é uma das complicações mais devastadoras da cirurgia de implante, dada a magnitude da situação, podendo assumir consequências catastróficas. Relatamos o caso clínico de infecção de prótese peniana, de difícil controlo, tendo terminado em Uretrostomia Perineal e contrução de Pseudo Pénis","Catástrofe Peniana. Infecção de Prótese Peniana ­ A propósito de um Caso Clínico Artur Palmas*, Miguel Lourenço**, Manuel Ferreira Coelho***, Pepe Cardoso***, Júlio Fonseca A infecção de prótese peniana é uma das complicações mais devastadoras da cirurgia de implante, dada a magnitude da situação, podendo assumir consequências catastróficas. Relatamos o caso clínico de infecção de prótese peniana, de difícil controlo, tendo terminado em Uretrostomia Perineal e contrução de Pseudo Pénis, isto apesar do cumprimento rigoroso da técnica cirúrgica e da profilaxia antibiótica sistémica e local. Palavras-chave: Disfunção eréctil, prótese peniana maleável, infecção Abstract Penile prosthetic infection is one of the most devastating complications of implantation surgery, given the magnitude of the situation and may assume catastrophic consequences. We report the case of a penile prosthetic infection, difficult to control, and ended in Perineal Urethrostomy and construction of Pseudo Pénis, despite the strict adherence to surgical technique and antibiotic prophylaxis systemically and locally. Key words: Erectile dysfunction, malleable penile prosthesis, infection Introdução O implante de prótese peniana é um méto do comum e bem estabelecido de tratamento da disfunção eréctil, com bom grau de aceitação e satisfação por parte dos doentes, quando to das as opções de tratamento conservador falha- ram. No entanto, apesar do cumprimento rigo roso de todos os promenores da técnica cirúrgica e da profilaxia antibiótica sistémica e local, a infecção periprotésica é uma das complicações mais devastadoras da cirurgia de implante, com repercussões físicas e psicológicas importantes.");
array_files[172]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/co01.pdf","1899-12-30","24K"," Cirurgia abdominal de terceira geração por orifícios naturais","cirurgia abdominal","Recentemente vários autores descreveram com sucesso a realização de cirurgias intra-abdominais através da via transgastrica no modelo de porco.","Cirurgia abdominal de terceira geração por orifícios naturais Estêvão Lima1,2, Carla Rolanda3, José M. Pego4, Luís Osório2, David Silva1, José L. Carvalho5, Jorge Correia-Pinto1,5 1 Instituto de Investigação em Ciências da Vida e da Saúde, Escola de Ciências da Saúde, Universidade do Minho, Braga, Portugal 2 Serviço de Urologia, Hospital Geral de Santo António, Porto, Portugal 3 Serviço de Gastrenterologia, Hospital de São Marcos, Braga, Portugal 4 Serviço de Anestesia, Hospital de São Marcos, Braga, Portugal 5 Serviço de Cirurgia Pediátrica, Hospital de São João, Porto, Portugal Introdução: Recentemente vários autores descreveram com sucesso a realização de cirurgias intra-abdominais através da via transgastrica no modelo de porco. No entanto, a via transgastrica isoladamente apresenta algumas limitações para a realização de cirurgias complexas intra-abdominais. Posteriormente, nós descrevemos com sucesso a realização com segurança da abordagem transvesical da cavidade peritoneal e torácica. Neste trabalho, nós fomos verificar os benefícios técnicos da abordagem transgástrica e transvesical combinada na realização de procedimentos complexos como a colecistectomia e a nefrectomia. Materiais e Métodos: 7 colecistectomias e 6 nefrectomias (4 direitas e 2 esquerdas) foram realizados em porcos fêmeas anestesiados através da abordagem combinada das vias transgastrica e transvesical. Através de controlo endoscópico, nós instalamos uma porta transvesical de 5 mm na cavidade peritoneal, enquanto um gastroscópio foi colocado na cavidade peritoneal pela boca e posteriormente por uma gastrostomia. Usando o gastroscopio colocado através do estômago e um ureteroscopio colocado através da bexiga, nós realizamos 7 colecistectomias e 6 nefrectomias. Resultados: Não houve qualquer complicação na criação dos acessos transgastrico e transvesical. Em todos os animais foi possível a realização de uma colecistecomia ou de uma nefrectomia. Nas cirurgias de colecistectomia, houve um caso de hemorragia no leito hepático da vesícula e um");
array_files[173]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c54.pdf","1899-12-30","51K"," Cirurgia Conservadora na Neoplasia do Rim: Casuística do Centro Hospitalar Lisboa Norte","neoplasia, renal, incidental","Cerca de 75% das neoplasias renais são hoje diagnosticadas de forma incidental. A cirurgia conservadora em doentes com neoplasia renal unifocal com dimensão inferior a 7 cm tem demonstrado excelentes resultados oncológicos, comparáveis aos obtidos com a cirurgia radical, permitindo uma melhor preservação da função renal.","Cartazes 150 Cirurgia Conservadora na Neoplasia do Rim: Casuística do Centro Hospitalar Lisboa Norte Tiago Mendonça; Tito Leitão; Raul Rodrigues; Mafalda Melo; Sérgio Pereira; António Romão; Carla Soares; David Martinho; Tomé Lopes Centro Hospitalar Lisboa Norte Correspondência: tiago.a.mendonca@gmail.com Introdução Cerca de 75% das neoplasias renais são hoje diagnosticadas de forma incidental. A cirurgia conservadora em doentes com neoplasia renal unifocal com dimensão inferior a 7 cm tem demonstrado excelentes resultados oncológicos, comparáveis aos obtidos com a cirurgia radical, permitindo uma melhor preservação da função renal. Objectivos Os autores apresentam a experiência dos últimos 48 meses do Serviço de Urologia do Centro Hospitalar Lisboa Norte em cirurgia conservadora no tumor renal. Desenvolvimento Foram operados 34 doentes, 22 do sexo masculino, com idade média de 61 anos. 17 doentes apresentavam tumor no rim direito e 17 doentes no rim esquerdo. Em 10 doentes a lesão localizava-se no pólo superior, em 10 no terço médio, em 13 no pólo inferior e num doente a lesão era juxta-hilar. A dimensão média dos tumores nos exames de imagem foi de 33 mm. 27 doentes foram operados por via aberta, tendo sido executada nefrectomia parcial em 10 casos, ressecção em cunha em 3 e tumorectomia em 14. Sete doentes foram operados por via laparoscópica (1 nefrectomia parcial e 6 tumorectomias). O tempo operatório médio foi de 136 minutos para a cirurgia aberta e 213 minutos para a cirurgia laparoscópica. A média de internamento foi de 7,7 dias para cirurgia aberta e 5,7 dias para a cirurgia laparoscópica. O exame histopatológico da peça operatória revelou carcinoma de células renais de células claras em 67,6% dos casos, com 1 caso de margem cirúrgica positiva. Como complicações observou-se uma fístula urinária, uma infecção de ferida operatória, um hematoma da parede abdominal e uma eventração. Conclusões A nossa casuística não apresenta ainda dimensão ou tempo de seguimento suficientes que pemitam estabelecer uma comp");
array_files[174]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/v09.pdf","1899-12-30","25K"," Cirurgia da Incontinência Urinaria (IU) no Homem. Sling Uretral (Argus)","incontinência urinaria, sling uretral, Argus","A IU no homem é relativamente frequente desde o inicio da prostatectomia radical. Os tratamentos cirúrgicos utilizados são: esfíncter artificial, sling Invanse, uso de substâncias periuretral (submucosa) e sling reajustável de silicone (Argus).","Cirurgia da Incontinência Urinaria (IU) no Homem. Sling Uretral (Argus) C. Jesus; D. Botelho; J. Vaz; N. Pires; F. Barroso; A. Soares Hospital Nª Sª do Rosário - Barreiro Introdução: A IU no homem é relativamente frequente desde o inicio da prostatectomia radical. Os tratamentos cirúrgicos utilizados são: esfíncter artificial, sling Invanse, uso de substâncias periuretral (submucosa) e sling reajustável de silicone (Argus). O objectivo deste vídeo é demonstrar a técnica cirúrgica com mais um dispositivo disponível, para tratamento da IU no homem. Material e Métodos: Entre Fev. e Abril de 2007, cinco doentes com o diagnóstico de IU pós prostatectomia radical foram operados. Os doentes tinham IU com mais de um ano de evolução. Apenas um doente não tinha sido sujeito a tratamento prévio da IU. Todos os doentes foram submetidos à raquianestesia e a colocação de sling reajustável (Argus) por via perineal. Resultados: O tempo médio de cirurgia foi de 30 minutos e dois dias de internamento em média. Um doente desenvolveu fístula no pós operatório diagnosticada após remoção do cistocateter. O período pós operatório é curto. Em dois doentes foi necessário reajustar o dispositivo na sequência de retenção urinária. Não houve IU pós operatório em nenhum dos casos. Conclusão: O Sling reajustável parece ser uma técnica efectiva no tratamento da IU no homem. A possibilidade de reajustar o dispositivo tanto na hipercorreção como hipocorreção torna esta técnica aliciante.");
array_files[175]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/v02.pdf","1899-12-30","25K"," Cirurgia da incontinência urinária feminina com TFS (Tissue Fixation System)","incontinência urinária feminina, TFS, tissue fixation system","A cirurgia da incontinência urinária feminina tem sofrido diversas modificações no sentido de minorar as suas consequências, riscos e tempo de internamento, assim como a sua curva de aprendizagem.","Cirurgia da incontinência urinária feminina com TFS (Tissue Fixation System) Luis Abranches Monteiro, Tânia Oliveira Silva, Rui Farinha, Ciprian Muresan Serviço de Urologia do Hospital de Curry Cabral Introdução: A cirurgia da incontinência urinária feminina tem sofrido diversas modificações no sentido de minorar as suas consequências, riscos e tempo de internamento, assim como a sua curva de aprendizagem. Apesar da sua invasividade ser desde há muito, pequena, o trajecto obturador, o mais usado, apresenta ainda algumas desvantagens. Apresentamos a execução de técnica denominada Tissue Fixation System, por via trans-vaginal. Material e métodos: O material utilizado consiste de dois fixadores com a forma de âncora em polipropileno onde se prende uma fita de malha de polipropileno macroporosa monofilamentar. A colocação faz-se a partir de incisão vaginal anterior suburetral convencional seguida de curta dissecção até à membrana obturadora. Neste trajecto introduz-se um aplicador que insere e fixa a ancoragem a estes tecidos, de cada lado. A fita de polipropileno fica assim colocada de modo suburetral como nas outras cirurgias similares sem ter que atravessar o trajecto transobturador. Resultados: A cirurgia é de fácil execução e rápida aprendizagem. A fixação tissular é suficiente para manter a fita no seu local preferencial sem sofrer as desvantagens da via transobturadora. Conclusões: Esta técnica pode ser ainda usada para a fixação de tecidos do pavimento pélvico, para além da cura de incontinência. Aguarda estudos ulteriores para avaliar a sua real eficácia e ausência de efeitos indesejáveis.");
array_files[176]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co75.pdf","1899-12-30","51K"," Cirurgia de Ambulatório de Urologia no HSM ­ Braga: 15 meses de experiência","cirurgia, ambulatório, CA","A cirurgia de ambulatório (CA) implica a admissão de doentes para investigação ou cirurgia sem internamento ou cuidados especializados no pós-operatório.","Comunicações Orais 223 Cirurgia de Ambulatório de Urologia no HSM ­ Braga: 15 meses de experiência André Quinta; Mário Oliveira; Vítor Hugo Nogueira; Carlos Brás Silva; Carlos Oliveira; António Pedro Carvalho; Mário Cerqueira Alves; Américo Ribeiro dos Santos Hospital S. Marcos (Braga) Correspondência: andremquinta@gmail.com Introdução A cirurgia de ambulatório (CA) implica a admissão de doentes para investigação ou cirurgia sem internamento ou cuidados especializados no pós-operatório. Objectivos A CA no HSM teve início oficial em 06 de Março de 2006. Pretendemos desta forma apresentar os resultados da CA de Urologia no nosso hospital, no período compreendido entre Setembro de 2006 e Dezembro de 2007. Desenvolvimento Procedeu-se ao tratamento estatístico de: relatório de actividades do Serviço de Urologia do HSM, questionário telefónico 24h após a alta e processos clínicos dos doentes operados em regime de CA no período definido. Durante este período foram intervencionados 196 doentes: 193 do sexo masculino e 3 do sexo feminino, com idades compreendidas entre 6 e 81 anos (média de 34,9 anos). Realizaram-se 198 cirurgias, cuja duração média foi de 26 min e 5 seg. Foram realizadas: 66 circuncisões, 14 frenoplastias, 32 exéreses de quistos do cordão espermático, 27 curas cirúrgicas de hidrocelo, 42 curas cirúrgicas de varicocelo, 6 orquidectomias, 2 colocações de prótese testicular, 3 vasectomias, 3 exérese de carúnculas uretrais, 1 remoção de cateter ureteral, 1 punção de quisto renal e 1 uretrotomia interna. Apenas um doente teve que ser internado por hipoxemia. Às 24h pós-operatórias a maioria dos doentes referiu apenas como co-morbilidade a dor local à mobilização e, todos se mostraram satisfeitos com a opção pela CA e com a informação disponibilizada. Cinco doentes recorreram ao hospital antes da consulta de seguimento: 1 por espasmos vesicais, 2 por dor e 1 por hemorragia. Na consulta de seguimento cerca de 30 dias após a cirurgia, foram detectadas 2 orquiepididimites, sendo que uma delas motivou re-interven");
array_files[177]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2004/cirur-amb-uro.pdf","1899-12-30","91K"," Cirurgia de Ambulatório em Urologia","Cirurgia de ambulatório em urologia, cirurgia de ambulatório, ambulatory surgery, day case surgery, ambulatory urological surgery","A necessidade de uma eficiente gestão dos recursos hospitalares e de um efectivo controlo dos custos na saúde tem importado, para a cirurgia de ambulatório, uma atenção e visibilidade crescentes.","Cirurgia de Ambulatório em Urologia João Marcelino, Tomé Lopes Serviço de Urologia, Hospital de Pulido Valente, Lisboa Resumo Introdução: A necessidade de uma eficiente gestão dos recursos hospitalares e de um efectivo controlo dos custos na saúde tem importado, para a cirurgia de ambulatório, uma atenção e visibilidade crescentes . Objectivo: Abordar, de forma objectiva e sucinta, os diferentes conceitos de unidade de ambulatório e respectivas vantagens e desvantagens, os tipos de cirurgia urológica possíveis, o perfil dos doentes seleccionáveis e a avaliação e controlo da qualidade nas unidades de ambulatório. Material e Métodos: Análise crítica de livros e de artigos publicados recentemente sobre o tema, com o recurso à Medline e a literatura disponibilizada pela Direcção Geral de Saúde, pela Associação Portuguesa de Urologia e pelo Hospital Cuf Descobertas. A prática de cirurgia de ambulatório no Serviço de Urologia do Hospital de Pulido Valente (H.P V.) foi, também, considerada. . Resultados: A unidade de ambulatório autónoma, com uma localização distinta da estrutura hospitalar central, uma organização e funcionamento próprios, e pessoal exclusivo e sensibilizado para as especificidades inerentes à cirurgia de ambulatório, é considerada o tipo de unidade ideal. Os tipos de cirurgia urológica possíveis são vários e incluem a cirurgia aberta, percutânea, laparoscópica e a endourologia. Os doentes seleccionados devem ser globalmente saudáveis (ASA ­ American Society Anesthesiologist ­ 1 ou 2), terem idade não superior a 70 anos e serem psiquicamente sãos. A avaliação e o controlo da qualidade podem ser efectuados através de questionários rigorosos e compreensíveis, visando, nomeadamente, o estado de satisfação dos doentes e a taxa de complicações no pós-operatório. Conclusão: A cirurgia de ambulatório, em geral, e a de ambulatório em Urologia, em particular, encontra-se em franca expansão. O crescimento, tanto do número de unidades, como do número de cirurgias de ambulatório, determinará, no futuro, uma reduç");
array_files[178]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2002/Cirurg-lap-ped.pdf","1899-12-30","130K"," Cirurgia Laparoscópica Pediátrica","laparoscopia, pediatria, laparoscopia urológica pediátrica, pediatric urological laparoscopy, laparoscopy","O desenvolvimento de instrumentos laparoscópicos cada vez mais adequados às cirurgias e a experiência adquirida em adultos permitiu a sua aplicação, com bons resultados, na população pediátrica.","Cirurgia Laparoscópica Pediátrica Manuel Cerqueira Hospital Pedro Hispano ­ Matosinhos Interno Complementar Serviço de Urologia do Hospital Pedro Hispano (Director: Dr. F. Carreira) Correspondência: Manuel Cerqueira ­ Serviço de Urologia ­ Hospital Pedro Hispano­ Matosinhos Resumo A cirurgia laparoscópica urológica surgiu há pouco mais de duas décadas e meia, inicialmente como técnica diagnóstica, rapidamente se tornou uma arma terapêutica, pouco invasiva e com excelentes resultados cirúrgicos . O desenvolvimento de instrumentos laparoscópicos cada vez mais adequados às cirurgias e a experiência adquirida em adultos permitiu a sua aplicação, com bons resultados, na população pediátrica. A cirurgia laparoscópica é uma alternativa à cirurgia aberta em várias patologias urológicas, apresentando resultados que justificam a sua utilização cada vez mais frequente. Os tempos das cirurgias aproximam-se cada vez mais daqueles praticados na cirurgia aberta tradicional. As grandes vantagens continuam a ser: menor dor pós-operatória (menor consumo de analgésicos), curta estadia hospitalar, rápida recuperação da actividade física diária e melhores resultados estéticos. As publicações sobre cirurgia laparoscópica urológica em doentes pediátricos apresentam séries relativamente pequenas e com poucos estudos comparativos entre as diversas técnicas laparoscópicas e entre estas e a cirurgia aberta. Palavras chave: Laparoscopia urológica pediátrica 1 Summary Urologic laparoscopic surgery emerged two and a half decades ago, initially as diagnostic technic and quickly becoming a minimally invasive therapeutic weapon with excellent surgical results. The development of new and perfect laparoscopic instruments and the acquired experience in the adult population, permit its use in the pediatric population with good results also. The laparoscopic surgery is an alternative to the open surgery in several urologic pathologies, presenting good results which justify its ever increasing use. The time of surgery is continually diminishing, comi");
array_files[179]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/v19.pdf","1899-12-30","52K"," Cirurgia Laparoscópica por Porta Única Umbilical ­ Experiência Inicial","Cirurgia, Laparoscópica, Umbilical","Os procedimentos minimamente invasivos em Urologia têm assumido um papel central no tratamento de doenças benignas e malignas. Actualmente estão em desenvolvimento alternativas à laparoscopia clássica, como a utilização de porta única","Cirurgia Laparoscópica por Porta Única Umbilical ­ Experiência Inicial Arnaldo Figueiredo; Pedro Moreira; Silvio Bollini; Ricardo Patrão; Gustavo Gomes; Pedro Nunes; Belmiro Parada; Alfredo Mota Hospitais da Universidade de Coimbra Correspondência: srbollini@gmail.com Introdução/Objectivos Os procedimentos minimamente invasivos em Urologia têm assumido um papel central no tratamento de doenças benignas e malignas. Actualmente estão em desenvolvimento alternativas à laparoscopia clássica, como a utilização de porta única. O objectivo é mostrar a experiência inicial do Serviço na abordagem laparoscópica com porta única umbilical. Desenvolvimento: Caso I: Doente do sexo masculino, com 22 anos de idade, com obstrução sintomática da junção uretero-piélica em rim direito funcionalmente quase excluído (função 10% do total), tendo sido realizada nefrectomia total direita. Caso II: Doente do sexo feminino, com 52 anos de idade, com adenoma funcionante da supra-renal direita, tendo sido realizada suprarrenalectomia. Em ambos os casos, foi efectuada abordagem transperitoneal com o doente em posição de decúbito lateral esquerdo, utilizando porta umbilical única (TriportTM ). Foram apenas utilizados instrumentos rectos não articulados. O fígado foi afastado de forma estática com pinça introduzida por punção percutânea directa. A remoção das peças foi efectuada pela incisão umbilical. O tempo cirúrgico e a hemorragia foram de 140 minutos e 350cc na nefrectomia e de 230 minutos e 500cc na suprarrenalectomia, respectivamente. Ambos os doentes tiveram alta no dia seguinte à cirurgia. Conclusões Este conceito tem vantagens estéticas óbvias em cirurgias que não requeiram a exérese de peças operatórias de grandes dimensões. A utilização de instrumentos rectos não articulados acarreta dificuldades, decorrentes da falta de triangulação. O desenvolvimento de instrumentos curvos ou articulados poderá tornar esta técnica mais atractiva.");
array_files[180]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co21.pdf","1899-12-30","54K"," Cirurgia Laparoscópica ­ Resultados de uma Estratégia de Aprendizagem Progressiva","laparoscopia, laparoscópica, prostatectomia, radical, PRL, nefrectomia, NL","A cirurgia laparoscópica, nomeadamente a prostatectomia radical (PRL) e a nefrectomia (NL) têm sido integradas na cirurgia urológica desde há mais de uma década. Estas técnicas foram introduzidas no nosso Serviço, em 2006, assentando numa estratégia de integração progressiva de todos os elementos.","Comunicações Orais 41 Cirurgia Laparoscópica ­ Resultados de uma Estratégia de Aprendizagem Progressiva Pedro Silva; Alexandre Resende; Tiago Lopes; Rui Oliveira; Teixeira de Sousa; Paulo Dinis; Francisco Cruz Hospital de São João - Serviço de Urologia Correspondência: Introdução A cirurgia laparoscópica, nomeadamente a prostatectomia radical (PRL) e a nefrectomia (NL) têm sido integradas na cirurgia urológica desde há mais de uma década. Estas técnicas foram introduzidas no nosso Serviço, em 2006, assentando numa estratégia de integração progressiva de todos os elementos. Objectivos Apresentamos os resultados da experiência do serviço com estas técnicas. Efectuou-se a revisão retrospectiva dos processos dos doentes submetidos a PRL e NL no nosso serviço, com a avaliação de parâmetros per e peri-operatórios, resultados anatomo-patológicos e complicações precoces. Desenvolvimento 70 doentes foram submetidos a PRL, com idades entre os 47 e os 75 anos (idade média de 63 anos). Apresentavam, à altura da biopsia, um valor médio de PSA total de 6,29 ng/ml (3,17 9.35 ng/ml). A cirurgia teve uma duração média de 170 minutos (135 - 320 min). Em 6 doentes houve a necessidade de conversão. O tempo de internamento pós-operatório médio foi de 4,6 dias (2 - 21 dias), sendo que em 47% dos doentes a alta ocorreu ao 2º - 3º dia. Não houve necessidades transfusionais per-operatórias. Três casos complicaram por fístula urinária persistente, com necessidade de correcção de deiscência parcial da anastomose em 2 doentes. O estadio patológico foi: T2 em 47 doentes e T3 em 23 doentes. Margens cirúrgicas positivas em 27% dos casos. Realizaram-se 72 NL, 36 nefrectomias radicais (NRL) por tumor e 36 nefrectomias simples (NSL) por patologia benigna. Os doentes apresentavam, respectivamente, idades compreendidas entre 33 e os 75 anos e entre os 23 e os 74 anos. O tempo cirúrgico médio foi de 155 minutos (90 - 265 min) nas NRL e de 139 minutos (64 - 240 min) para a NLS, tendo os doentes permanecido internados, em ambas as técnicas, por um pe");
array_files[181]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co57.pdf","1899-12-30","52K"," Cirurgia Laparoscópica: Casuística Operatória do Serviço de Urologia do Hospital Curry Cabral","laparoscópica, laparoscopia","A laparoscopia é uma técnica minimamente invasiva que tem uma importância crescente na cirurgia urológica. É conhecida a sua longa curva de aprendizagem, com tempos operatórios mais demorados, embora com tempos de internamento mais curtos que na cirurgia aberta.","Comunicações Orais 77 Cirurgia Laparoscópica: Casuística Operatória do Serviço de Urologia do Hospital Curry Cabral José João Marques Hosp. Curry Cabral Correspondência: zejoaomarques@hotmail.com Introdução A laparoscopia é uma técnica minimamente invasiva que tem uma importância crescente na cirurgia urológica. É conhecida a sua longa curva de aprendizagem, com tempos operatórios mais demorados, embora com tempos de internamento mais curtos que na cirurgia aberta. Em certas patologias é considerada actualmente o tratamento preferencial. Objectivo Mostrar a importância e frequência crescentes da cirurgia laparoscópica no Serviço de Urologia do Hospital Curry Cabral. Desenvolvimento Os autores apresentam a casuística operatória da cirurgia laparoscópica urológica, realizada no Hospital Curry Cabral, desde o seu início em 2005 até Abril de 2009. Com resultados iniciais favoráveis, a prática laparoscópica está a ser consolidada e progressivamente expandida a diversas patologias urológicas. Conclusão A cirurgia laparoscópica no Serviço de Urologia do Hospital Curry Cabral tem aumentado com o incremento das indicações operatórias. Para além do grupo inicial, contamos hoje com a participação de mais cirurgiões e a totalidade dos internos.");
array_files[182]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/co25.pdf","1899-12-30","26K"," Cirurgia Laparoscópica: Casuística Operatória do Serviço de Urologia do Hospital Pulido Valente de Setembro 2003 a Março 2007","Cirurgia Laparoscópica: Casuística Operatória do Serviço de Urologia do Hospital Pulido Valente de Setembro 2003 a Março 2007","Com a divulgação da utilização de técnicas minimamente invasivas na cirurgia urológica, a cirurgia laparoscópica tem vindo a desempenhar um papel de crescente importância no nosso país.","Cirurgia Laparoscópica: Casuística Operatória do Serviço de Urologia do Hospital Pulido Valente de Setembro 2003 a Março 2007 Mafalda Melo1, Tiago Mendonça1, Raul Rodrigues1, António Romão1, Carla Soares1, João Varela2, José Dias3, Tomé Lopes4 1 Internos do Complementar de Urologia do Hospital Pulido Valente 2 Assistente Graduado de Urologia do Hospital Pulido Valente 3 Assistente Hospitalar de Urologia do Hospital Pulido Valente 4 Director de Serviço de Urologia do Hospital Pulido Valente Introdução: Com a divulgação da utilização de técnicas minimamente invasivas na cirurgia urológica, a cirurgia laparoscópica tem vindo a desempenhar um papel de crescente importância no nosso país. Os autores apresentam a casuística operatória da cirurgia laparoscópica desde que começou a ser realizada no Serviço. Material e métodos: Apresentação da casuística operatória da cirurgia laparoscópica realizada no Serviço de Urologia do Hospital Pulido Valente, desde Setembro de 2003 a Março de 2007. Resultados: Durante o período referido foram operados 159 doentes, 99 do sexo masculino e 60 do sexo feminino. Foram realizadas 3 varicocelectomias, 11 descorticações de quistos renais, 9 suprarrenalectomias, 16 nefrectomias simples (11 clássicas e 5 hand-assisted), 92 nefrectomias radicais (10 clássicas e 82 hand-assisted), 3 nefroureterectomias, 3 pieloplastias desmembradas, 1 sacroculdopexia e 21 prostatectomias radicais. Os tempos operatórios médios das nefrectomias radicais foram de 193 minutos na técnica clássica e 117 minutos na técnica hand-assisted. As perdas hemáticas médias foram de 320 cc e os tumores renais tinham entre 2,2 e 13,2 cm. Registaram-se complicações em 7 doentes. As prostatectomias radicais foram feitas por via extra-peritoneal anterógrada, com tempos operatórios totais entre os 180 e 270 minutos. As 5 primeiras prostatectomias radicais foram convertidas a cirurgia aberta devido a condições técnicas. A anastomose foi realizada com sutura contínua. As perdas hemáticas foram entre 50 e 250 cc. Documentaram-se com");
array_files[183]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2002/Cirurg-lap-exp-8-anos.pdf","1899-12-30","396K"," Cirurgia laparoscópica: experiência de 8 anos","laparoscopia urológica, laparoscopia, urological laparoscopy, laparoscopy","O conteúdo deste artigo reflecte a experiência acumulada dos autores na prática da laparoscopia urológica.","Cirurgia laparoscópica: experiência de 8 anos Rui Lagesa, Rui Santosa, Fernando Carreirab Hospital Pedro Hispano ­ Matosinhos a Assistente Hospitalar Graduado do Serviço de Urologia do Hospital Pedro Hispano b Director de Serviço do Serviço de Urologia do Hospital Pedro Hispano Correspondência: Rui Lages ­ Av. Cidade Montgeron, 206 ­ 4490 Póvoa de Varzim ­ E-mail: rui-lages@iol.pt Resumo O conteúdo deste artigo reflecte a experiência acumulada dos autores na prática da laparoscopia urológica. A forma adoptada traduz a análise individual de cada procedimento específico. Seleccionamos aqueles que mais frequentemente foram executados no serviço e que usamos como rotina, com o intuito de transmitir o conhecimento prático adquirido ao longo dos últimos oito anos; porque o conhecimento só é profícuo se for transmitido. Assim para cada tipo de intervenção fundamentamos primeiro a razão porque a fizemos, descrevemos depois as técnicas empregues e apresentamos no final os resultados obtidos. Mais do que a apresentação inconsequente da nossa casuística pretende ser uma ferramenta de trabalho com alguma utilidade para os iniciados na técnica. Destina-se mais a ser consultado que a ser lido. Palavras-chave: Laparoscopia urológica Abstract The contents of this paper reflects the accumulated experience of the authors practice in the field of urological laparoscopy. The adopted form is the individual analysis of each specifis procedure. We selected the most frequently used in our department, with the aim of transmiting the practical knowledge acquiered over the last eight years. For knowledge is fruitful only if transmitted to others. For each type of procedure we give the reasonable for the option, then describe the technique chosen and lastly the results we achieved. The sundry presentation of our cases pretends to be a tool with some utility for those initiating the technique. This paper is more of a consulting reference than a article of opinion. Key words: Urological laparoscopy 22 Rui Lages, Rui Santos, Fernando Carreira");
array_files[184]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2005/cirlapa.pdf","1899-12-30","50K"," Cirurgia laparoscópica: Experiência do Serviço de Urologia do Hospital de Pulido Valente","curva de aprendizagem; laparoscopia, nefrectomia, complicações, learning curve, laparoscopy, nephrectomy, complications","Apresentamos a casuística preliminar referente à cirurgia laparoscópica realizada no Serviço de Urologia do Hospital de Pulido Valente, entre Fevereiro de 2003 e Setembro de 2005, incluindo resultados cirúrgicos e complicações.","Artigos Originais Cirurgia laparoscópica: Experiência do Serviço de Urologia do Hospital de Pulido Valente João C. Varela, Mafalda Melo, Raul Rodrigues, João Marcelino, José S. Dias, A. Matos Pereira, J. Palma Reis, Francisco Martins, José Ferraz, J. Branco Palma, Tomé Lopes Serviço de Urologia, Hospital Pulido Valente, Lisboa, Portugal Resumo Apresentamos a casuística preliminar referente à cirurgia laparoscópica realizada no Serviço de Urologia do Hospital de Pulido Valente, entre Fevereiro de 2003 e Setembro de 2005, incluindo resultados cirúrgicos e complicações. Realizámos 81 acessos laparoscópicos, predominantemente por neoplasia maligna renal. Com resultados iniciais favoráveis, expandimos a nossa prática laparoscópica a outras patologias urológicas. Palavras-chave: Curva de aprendizagem; laparoscopia, nefrectomia, complicações. Abstract We report our preliminary results of urological laparoscopic surgery in the Department of Urology of Hospital of Pulido Valente between February 2003 and September 2005. A total of 81 laparoscopic procedures were carried out, renal malignancy being the most common pathologic entity. With favourable preliminary outcomes, our indications were expanded to other urological diseases. Key words: Learning curve, laparoscopy, nephrectomy, complications. Introdução Assistimos, nas últimas duas décadas, a alterações no tratamento de algumas patologias urológicas. Na década de 80, registou-se a primeira grande mudança com a introdução da abordagem cirurgica minima- mente invasiva. Na década seguinte, testemunhámos nova mudança com a emergência da cirurgia laparoscó1 2 pica urológica introduzida por Clayman , Nakada e pos6 5 teriormente por Abbou , Rassweiler e outros, tornando 1,2,5,6 esta técnica uma realidade . Com algum atraso temporal e dificuldade técnica inicial, também no Serviço de 26 Varela, Melo, Rodrigues, Marcelino, Dias, Pereira, Reis, Martins, Ferraz, Palma, Lopes Acta Urológica 2005, 22; 3: 25-28 Urologia do Hospital de Pulido Valente foi sentida a 1 necessidade de in");
array_files[185]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/co12.pdf","1899-12-30","23K"," Cirurgia protésica do grande prolapso pélvico por via transvaginal: Avaliação de resultados preliminares","cirurgia protésica, prolapso pélvico","A cirurgia protésica do grande prolapso pélvico visa, fundamentalmente, a redução da taxa de recidiva verificada na cirurgia tradicional, a qual se situa entre os 20 e os 30%.","Cirurgia protésica do grande prolapso pélvico por via transvaginal: Avaliação de resultados preliminares João Marcelino, Raúl Rodrigues, Mafalda Melo, Tiago Mendonça, António Romão, Carla Soares, Tomé Lopes Hospital de Pulido Valente E.PE., Lisboa. . Introdução: A cirurgia protésica do grande prolapso pélvico visa, fundamentalmente, a redução da taxa de recidiva verificada na cirurgia tradicional, a qual se situa entre os 20 e os 30%. Objectivos: Avaliação prospectiva das complicações intra-operatórias e pós-operatórias, bem como do grau de satisfação das doentes submetidas a cirurgia do prolapso pélvico por via vaginal, com a utilização de próteses. Material e Métodos: Recrutámos 42 mulheres consecutivas com idades compreendidas entre os 50 e os 72 anos (média de 65 anos), com grandes prolapsos pélvicos (graus III e IV da classificação POP-Q) primários ou recidivados. As cirurgias foram efectuadas por via vaginal com a utilização de próteses sintéticas (Prolift® - Gynecare), colocadas sem tensão, para suporte do órgão prolapsado. A avaliação das complicações intra-operatórias, nomeadamente hemorragia com necessidade de transfusão, lesões neurovasculares e perfuração de órgãos pélvicos (bexiga, uretra e recto) foi efectuada, pelo cirurgião, mediante o preenchimento de um protocolo no final de cada procedimento. As complicações pós-operatórias imediatas e tardias foram registadas, pelo cirurgião ou pelo seu ajudante, numa consulta marcada para o efeito, no final do 1º e do 3º mês, respectivamente. Na consulta foi averiguada a presença de dor períneal e glútea (numa escala de 0 a 5, correspondendo 0 a ausência de dor e 5 a dor intensa), incontinência urinária de esforço, urgência de novo, retenção urinária aguda, obstipação, infecção e erosão. O grau de satisfação global (numa escala de 0 a 5, correspondendo 5 ao nível mais elevado de satisfação) e a questão de saber se a doente aconselharia a cirurgia a uma amiga ou familiar com um problema idêntico, foram dados recolhidos por telefone, 3 a 6 meses após a cirurgi");
array_files[186]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co74.pdf","1899-12-30","51K"," Cirurgia Protésica do Grande Prolapso Pélvico: Avaliação do grau de satisfação e função sexual","prolapso, pélvico, prótese","Cumprido o objectivo anatómico da cirurgia do prolapso pélvico, interessa analisar o grau de satisfação funcional e função sexual.","Comunicações Orais 94 Cirurgia Protésica do Grande Prolapso Pélvico: Avaliação do grau de satisfação e função sexual Carla Soares , João Marcelino , Raúl Rodrigues , Mafalda Melo , Tiago Mendonça , Sérgio Pereira , António Romão , David Martinho , Tito Leitão , Francisco Martins ,Tomé Lopes Serviço de Urologia do Centro Hospitalar Lisboa Norte - Hospital de Santa Maria/Hospital Pulido Valente 1 - Interno do Internato Complementar de Urologia 2 - Assistente Hospitalar de Urologia 3 - Assistente Graduado Hospitalar de Urologia 4 - Director de Serviço de Urologia Correspondência: calexandra_soares@hotmail.com Introdução Cumprido o objectivo anatómico da cirurgia do prolapso pélvico, interessa analisar o grau de satisfação funcional e função sexual. Objectivos Avaliação retrospectiva do grau de satisfação e função sexual das pacientes submetidas a correcção cirúrgica com prótese sintética do prolapso pélvico por via vaginal. Material e Métodos Recrutámos 41 mulheres com idades compreendidas entre os 50 e os 85 anos (média de 66 anos), com grandes prolapsos pélvicos ( grau III e IV da classificação POP-Q) primários ou recidivados. As cirurgias foram efectuadas por via vaginal com a utilização de próteses sintéticas de polipropileno macroporosas, colocadas sem tensão, para suporte do órgão prolapsado. Tanto a avaliação do grau de satisfação global como a avaliação da função sexual, quando existente, foram efectuadas por telefone 12-36 meses após a cirurgia. O grau de satisfação global foi avaliado através de uma escala de 0 a 5 (correspondendo 5 ao nível mais elevado de satisfação) e a pergunta sobre se recomendariam a cirurgia a uma pessoa próxima com uma situação clínica semelhante. A função sexual foi avaliada com base no questionário FSFI (Female Sexual Function Index). O grau de satisfação pessoal foi elevado, tendo 34(82,9 %) doentes indicado os valores de 4 e 5 na escala dada, e 5 ( 12,2%) doentes avaliado a sua situação com 3. Apenas 2 (4,9%) se mostraram insatisfeitas com o resultado da cirurgia. Todas aconse");
array_files[187]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/v04.pdf","1899-12-30","25K"," Cirurgia protésica do prolapso da cúpula por via vaginal","cirurgia protésica, prolapso da cúpula","A incidência do prolapso apical em mulheres histerectomizadas é desconhecida. Estima-se, no entanto, que 2 a 3,6 mulheres/ano em cada 1000 mulheres submetidas a histerectomia, desenvolverão um prolapso da cúpula da vagina.","Cirurgia protésica do prolapso da cúpula por via vaginal João Marcelino, Raúl Rodrigues, Carla Soares, Francisco Martins, Tomé Lopes Hospital de Pulido Valente E.PE., Lisboa. . Introdução: A incidência do prolapso apical em mulheres histerectomizadas é desconhecida. Estima-se, no entanto, que 2 a 3,6 mulheres/ano em cada 1000 mulheres submetidas a histerectomia, desenvolverão um prolapso da cúpula da vagina. A correcção tradicional, tanto por via abdominal (colposacropexia) como por via vaginal (fixação da cúpula ao ligamento sacroespinhoso), embora eficaz, pode implicar uma elevada morbilidade. A correcção por via vaginal com a utilização de próteses, para além de eficaz, é um procedimento cirúrgico de execução técnica mais simples e de menor risco. Objectivo: Visualização dos passos fundamentais da técnica. Material e Métodos: Mulher de 65 anos, submetida a histerectomia vaginal há 10 anos, com um prolapso da cúpula associado a incontinência urinária de esforço (I.U.E.). O filme salienta os passos fundamentais da reconstrução pélvica efectuada por via vaginal. Na reconstrução do compartimento anterior, destaca-se a colocação de uma prótese de 4 braços (Biomesh® - Cousin biotech), a sua fixação aos ligamentos cardinais e a passagem dos seus braços por via trans-obturadora. Na reconstrução do compartimento posterior, é de destacar a colocação de uma prótese de 2 braços (Biomesh® - Cousin biotech), a sua fixação aos ligamentos utero-sagrados e a passagem dos seus braços por via transglútea. Conclusão: A correcção do prolapso apical por via vaginal e com a utilização de próteses é não só eficaz, mas também segura, reprodutível e de reduzida morbilidade.");
array_files[188]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/v36.pdf","1899-12-30","50K"," Cirurgia Protésica do Prolapso Genito-Urinário por Via Vaginal","Prolapso, Genito-Urinário","A taxa de recorrência do tratamento cirúrgico clássico do prolapso genito-urinário (G-U) é de 20-30%. A recente utilização de próteses na cirurgia do prolapso G-U, à semelhança do que se verifica na cirurgia das hérnias da parede abdominal, tem como objectivo principal a diminuição da recorrência","Cirurgia Protésica do Prolapso Genito-Urinário por Via Vaginal David Martinho; João Marcelino; Carla Soares; Sérgio Pereira; António Pedro Pinto Carvalho; Rubens de Deus; Tomé Lopes Centro Hospitalar Lisboa Norte Correspondência: martinho_david@hotmail.com Introdução A taxa de recorrência do tratamento cirúrgico clássico do prolapso genito-urinário (G-U) é de 20-30%. A recente utilização de próteses na cirurgia do prolapso G-U, à semelhança do que se verifica na cirurgia das hérnias da parede abdominal, tem como objectivo principal a diminuição da recorrência. Objectivos Visualização dos passos fundamentais da técnica Desenvolvimento Mulher de 64 anos, com antecedentes cirúrgicos de histerectomia total cerca de 12 anos antes, desenvolveu um cistocelo grau III sem incontinência urinária associada. O filme destaca as partes fulcrais de uma reconstrução pélvica do compartimento anterior por via vaginal. Salienta-se a colocação de uma prótese de 4 braços no espaço anatómico do ligamento pubo-cervical, entre os 2 arcus tendineus, com a passagem dos braços por via trans-obturadora e fixação da rede aos ligamentos cardinais. Conclusão A reconstrução dos prolapsos pélvicos, efectuada por via vaginal e com a utilização de próteses, é eficaz, segura, reprodutível e de reduzida morbilidade. Bibliografia 1. Bader G., Faucomier A, Roger N, Heitz D, Ville V. Cystocele repair by vaginal approach with a tension-free transversal polypropylene mesh. Tecnic and results; Gynecol Obstet Fertil, 2004 Apr; 32(4):280-4. 2. Maher C, Bassler K, Glazener CM, Adams EJ, Nagen S, Surgical management of pelvic organ prolapse in women. Gynec Rev 2007 Jul 18; (3)");
array_files[189]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co68.pdf","1899-12-30","54K"," Cirurgia Reconstrutiva da Uretra ­ Experiência recente do Serviço de Urologia do CHVNG/E","estenose, uretra","As situações de estenose da uretra implicam, mais ainda do que outras patologias, tratamento individualizado, mas também aspectos relacionados com o doente portador da estenose, suas co-morbilidades e expectativas.","Comunicações Orais 88 Cirurgia Reconstrutiva da Uretra ­ Experiência recente do Serviço de Urologia do CHVNG/E Luís Xambre; Vitor Oliveira; Luis Costa; Paulo Espiridião; Rui Amorim; Luís Ferraz CHVNG/E Correspondência: xambreluis@gmail.com Introdução As situações de estenose da uretra implicam, mais ainda do que outras patologias, tratamento individualizado, mas também aspectos relacionados com o doente portador da estenose, suas co-morbilidades e expectativas. Para além do tratamento endoscópico que apresenta indicações muito restritas, sob pena de taxas elevadas de re-estenose, estas situações implicam frequentemente o recurso a técnicas de cirurgia reconstrutiva, sendo necessário o domínio de múltiplas alternativas cirúrgicas, assim como de técnicas de transferência de tecidos, uma vez que muitas vezes a opção técnica é em última análise efectuada durante o próprio acto cirúrgico. Objectivos Apresentação da actividade recente do Serviço de Urologia do Centro Hospitalar de V. N. Gaia no campo da cirurgia recontrutiva da uretra, com descrição detalhada das variáveis da casuística, opções técnicas, resultados e complicações. Desenvolvimento Entre Novembro de 2006 e Março de 2009, foram tratados 22 doentes, com recurso a diversas técnicas, 20 correspondentes a situações de estenose da uretra e 2 a situações de hipospádias. Ambas as hipospádias foram reparadas com recurso à técnica de Snodgrass. No que se refere às estenoses da uretra, realizaram-se 17 uretroplastias, sendo que em duas delas foi apenas realizado o 1º tempo cirúrgico e 3 uretrostomias perineais definitivas. Em 40% dos casos havia antecedentes de tratamentos endoscópicos. 30% dos doentes já haviam sido submetidos a cirurgias renconstrutivas. A etiologia mais frequente foi a iatrogenia (33% casos), sendo 16,6 % de causa idiopática. A extensão média das estenoses era de 5,25 cm, sendo a localização mais frequente a uretra bulbar (38,8 %). Em 86,6 % dos casos as uretroplastias foram realizadas em 1 tempo, tendo sido utilizadas diversas técnicas, quer a");
array_files[190]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c46.pdf","1899-12-30","24K"," Cirurgia renal laparoscópica. A experiência de Hospital Padre Américo, Vale de Sousa, EPE","cirurgia renal laparoscópica","A cirurgia laparoscópica urológica embora tenha começado na prostatectomia radical é na cirurgia renal onde se encontra a sua mais-valia pela reduzida morbilidade contrariamente à cirurgia aberta.","Acta Urológica 2009, 26; 2: 174 Cartazes 174 Hemorragia Digestiva Alta como forma de apresentação de Tumor Urológico Sofia Pinheiro Lopes; Catarina D. Gameiro; Patena Forte; Luís Severo; Paulo Ravara H. S. José - CHLC Correspondência: sofiapinheirolopes@gmail.com Sexo masculino, 33 anos, raça caucasiana, com antecedentes de lombalgia à direita desde há cerca de 1 ano, inicia em Fevereiro de 2009 vómitos em borra de café, sem repercussão hemodinâmica. Realiza endoscopia digestiva alta para esclarecimento da situação clínica que evidencia a existência de úlcera duodenal, tendo sido medicado com inibidores da bomba de protões, ferro e analgésicos. Realizou TAC abdomino-pélcica que revelou lesão ocupando espaço retroperitoneal com envolvimento do duodeno (D3) com 10x4x5 cm, sem planos de clivagem com a aorta e a VCI. É internado por dor peri-umbilical, distensão abdominal e agravamento da lombalgia. Realizou 2 biópsias da úlcera duodenal que foram negativas para células neoplásicas. A eco-endoscopia com biópsia confirmou extensa lesão tumoral com invasão de todas as camadas duodenais, sem plano de clivagem com a aorta. É observado em consulta de urologia pela hipótese de tumor do testículo com metástases retroperitoneais. A ecografia escrotal revelou lesão hipoecóica heterogénia do testículo direito com 18x10 mm. Realizou orquidectomia radical que revelou a presença de seminoma. A 3ª biópsia duodenal revelou a presença de tumor de células germinativas não seminomatoso (carcinoma embrionário). Iniciou quimioterapia com BEP.");
array_files[191]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co04.pdf","1899-12-30","53K"," CIS Associado à Carcinogénese em Campo e Instabilidade Genética na Mucosa Urotelial da Bexiga","carcinoma, CIS, bexiga","O Carcinoma in situ (CIS) da bexiga é uma lesão de alto grau confinada à mucosa urotelial e representa cerca de 10% das neoplasias malignas da bexiga.","Comunicações Orais 24 CIS Associado à Carcinogénese em Campo e Instabilidade Genética na Mucosa Urotelial da Bexiga Carlos Palmeira ; Lúcio Lara Santos ; Catarina Lameiras ; Teresina Amaro ; 2 3 4 5 Luís Lima ; Carlos Lopes ; Paula Oliveira ; Alberto Koch 1 - IPOPFG-EPE e FCS - Universidade Fernando Pessoa; 2 - IPOPFG-EPE; 3 - Patologia e Imunologia Molelular - ICBAS Universidade do Porto; 4 - UTAD, Clínicas Veterinárias - CEVAC; 5Serviço de Urologia - IPOPFG-EPE Correspondência: palmeira.ca@gmail.com Introdução O Carcinoma in situ (CIS) da bexiga é uma lesão de alto grau confinada à mucosa urotelial e representa cerca de 10% das neoplasias malignas da bexiga. Os doentes com CIS primário ou concomitante são considerados de alto risco de recorrência e/ou progressão da doença, memo após os protocolos terapêuticos recomendados. Este facto tem suscitado um intenso debate sobre qual será a melhor estratégia terapêutica. De acordo com estudos recentes, o CIS tem alterações genéticas sobreponíveis às encontradas nos carcinomas uroteliais invasores, sugerindo a existência de uma grande instabilidade genética nestas células. A taxa de recidiva após tratamento cirúrgico curativo (RTU) indicia que o urotélio remanescente tem um elevado risco de reaparecimento de novas lesões. Objectivo Determinar se a lesão de CIS pode indiciar a existência de instabilidade genética na mucosa urotelial aparentemente normal circundante. Material e Métodos Foram estudadas retrospectivamente as peças de cistectomia de 49 doentes com cancro da bexiga, diagnosticados e tratados no IPOPFG-EPE. Para todos os casos foram estudadas a área tumoral e as mucosas adjacente (MA) e à distância (MD). Os parâmetros biológicos avaliados foram o Conteúdo de ADN por Citometria de Imagem, e a Imunoexpressão das proteínas P53 e Ki-67 por Imunohistoquímica. Resultados Lesões de CIS foram encontradas na MA e MD de tumores papilares de alto grau e carcinomas invasores uroteliais. Os CIS revelaram um perfil de alterações genéticas semelhante entre si, independentem");
array_files[192]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co58.pdf","1899-12-30","52K"," Cistectomia Radical e Derivação Urinária: Indicações, Morbilidade e Mortalidade de 10 anos do Hospital Fernando Fonseca","carcinoma, vesical, neoplasia, cistectomia, radical, tumor, músculo-invasivo","O carcinoma vesical, a segunda neoplasia urológica mais frequente no homem, manifesta-se de forma superficial em cerca de 70 % dos casos, progredindo para o estadio invasivo em 10 a 20 %. A cistectomia radical é o tratamento standard para doentes com tumor vesical músculo-invasivo.","Comunicações Orais 78 Cistectomia Radical e Derivação Urinária: Indicações, Morbilidade e Mortalidade de 10 anos do Hospital Fernando Fonseca Bargão P, Graça B, Palmas A, Kronenberg P, Coelho M, Varregoso J, Fonseca J, Ribeiro F, Ferrito F, Lourenço M, Cardoso P, Gomes F Serviço de Urologia do Hospital Fernando Fonseca, Amadora Correspondência: pbargao@gmail.com Introdução O carcinoma vesical, a segunda neoplasia urológica mais frequente no homem, manifesta-se de forma superficial em cerca de 70 % dos casos, progredindo para o estadio invasivo em 10 a 20 %. A cistectomia radical é o tratamento standard para doentes com tumor vesical músculo-invasivo. Objectivos Avaliação clínica dos resultados e complicações peri-operatórias dos doentes submetidos a cistectomia radical, realizada no Serviço de Urologia do Hospital Fernando Fonseca, durante o período compreendido entre 1998 e 2008. Material e Métodos Efectuou-se a análise retrospectiva dos doentes operados. Foram contemplados dados referentes aos doentes (demográficos, clínicos, factores de risco) ao tumores (estadio), às cirurgias (RTU prévias, técnicas de derivação urinária, tempo operatório, tempo de internamento e complicações peri-operatórias) e ao seguimento oncológico (recidiva, metastização e sobrevida). Resultados Os autores descrevem as indicações, a morbilidade e a mortalidade de 84 doentes submetidos a cistectomia e derivação urinária de 1998 a 2008 no Hospital Fernando Fonseca. Conclusão A cistectomia radical é uma cirurgia agressiva, com morbilidade significativa, associando-se os estadios mais avançados a maior taxa de complicações. A derivação urinária deverá ser seleccionada e individualizada, de acordo com critérios oncológicos, o estado físico do doente e a opção do doente. A melhoria das técnicas cirúrgicas e de anestesia, assim como, a melhoria dos cuidados peri-operatórios nos últimos anos, têm resultado na redução da morbilidade e em tempos de internamento mais curtos.");
array_files[193]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2008/cistec-radic.pdf","1899-12-30","118K"," Cistectomia radical e o seu impacto na sexualidade feminina: uma revisão da literatura","cistectomia, radical, sexualidade, feminina","A cistectomia radical (CR) é considerada o gold-standard no tratamento curativo dos tumores vesicais músculo-invasivos localizados. Nas mulheres implica classicamente a remoção da bexiga e órgãos adjacentes: uretra, parede anterior da vagina, útero e anexos. Em relação à derivação urinária, as mais utilizadas são a neobexiga ortotópica e o conducto ileal.","Artigos de Revisão Cistectomia radical e o seu impacto na sexualidade feminina: uma revisão da literatura Tânia Oliveira e Silva*, Rui Farinha*, Luís Abranches Monteiro**, Luís Campos Pinheiro*** *Interna do Internato Complementar de Urologia do Hospital de Curry Cabral **Assistente Graduado do Serviço de Urologia do Hospital de Curry Cabral ***Assistente Graduado do Serviço de Urologia do Hospital de Curry Cabral, Professor Auxiliar Convidado da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa Correspondência: E-mail: toliveiraesilva@gmail.com Elaborado no contexto do 3º Curso de Especialização Pós-Graduada em Medicina Sexual. Resumo Objectivo: A cistectomia radical (CR) é considerada o gold-standard no tratamento curativo dos tumores vesicais músculo-invasivos localizados. Nas mulheres implica classicamente a remoção da bexiga e órgãos adjacentes: uretra, parede anterior da vagina, útero e anexos. Em relação à derivação urinária, as mais utilizadas são a neobexiga ortotópica e o conducto ileal. Tendo em conta o grande impacto físico e psicológico que esta cirurgia tem na vida das mulheres, nomeadamente a nível sexual, procedeu-se a uma revisão da literatura sobre o tema, com vista a caracterizar a disfunção sexual secundária a CR, bem como técnicas e tratamentos existentes para minimizar a sua incidência. Métodos: Realizou-se uma revisão bibliográfica da literatura publicada entre 2000 e 2008, com recurso à Medline®/PubMed®, sobre o impacto da cistectomia radical e diferentes derivações urinárias na vida sexual das mulheres tratadas. Resultados: A CR tem impacto negativo na sexualidade feminina. Tal é independente do tipo de derivação urinária utilizada, prendendo-se com factores como lesões nervosas e vasculares decorrentes da técnica cirúrgica empregue. Conclusões: A CR é uma cirurgia com grande impacto na sexualidade feminina. É possível, alterando a técnica cirúrgica, promover à diminuição da disfunção sexual feminina subsequente a CR. Palavras-chave: cistectomia radical, mulher, disfunção sexu");
array_files[194]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/v09.pdf","1899-12-30","52K"," Cistectomia Radical Laparoscópica com Confecção de Neobexiga Ileal Ortotópica","cistectomia, radical, carcinoma, CCT, laparoscópica, neobexiga, ileal, ortotópica","A cistectomia radical é a técnica gold standard para o tratamento do carcinoma de células de transição (CCT), musculo-invasivo, clinicamente localizado. A abordagem laparoscópica surge como uma alternativa à cirurgia convencional, dado os resultados oncológicos sobreponíveis à custa de menor morbilidade, menor tempo de internamento e de recuperação pós-operatória, e melhor resultado estético.","Vídeos 191 Cistectomia Radical Laparoscópica com Confecção de Neobexiga Ileal Ortotópica Teixeira de Sousa1; Rui Oliveira1; Miguel Guimarães1; Alfredo Soares2; Mário Reis2; Francisco Cruz1 1 - Hospital de São João - Serviço de Urologia; 2 - Hospital da Ordem do Carmo - Serviço de Urologia Correspondência: jmtsousa@gmail.com Introdução A cistectomia radical é a técnica gold standard para o tratamento do carcinoma de células de transição (CCT), musculo-invasivo, clinicamente localizado. A abordagem laparoscópica surge como uma alternativa à cirurgia convencional, dado os resultados oncológicos sobreponíveis à custa de menor morbilidade, menor tempo de internamento e de recuperação pós-operatória, e melhor resultado estético. Objectivos Apresentação, em formato de vídeo, do primeiro caso de tumor vesical tratado com cistectomia radical com derivação urinária ortotópica, utilizando a via laparoscópica, ilustrando os passos fundamentais desta abordagem cirúrgica. Desenvolvimento Homem de 43 anos com o diagnóstico histológico de carcinoma de células de transição musculo-invasivo, clinicamente localizado. O doente foi submetido a cistectomia radical com linfadenectomia pélvica bilateral por via laparoscópica e confecção extra-corporal de neobexiga utilizando a incisão para extracção da peça cirúrgica (tamanho de 9 cm). A confecção da anastomose foi realizada por via laparoscópica, utilizando 6 pontos separados de Vycril 2/0. O tempo cirúrgico foi de 4.5 horas. A hemorragia per-operatória foi de 600cc, sem necessidade de transfusão de glóbulos rubros. Não houve complicações per ou peri-operatórias. O pós-operatório decorreu sem intercorrências, tendo o doente tido alta ao 8º dia pós-operatório, sem eventos relevantes a reportar. Com cerca de 1 ano decorrido, o doente apresenta-se continente durante o dia, apresentando episódios de incontinência nocturna esporádicos. Tem função sexual satisfatória com recurso a inibidores da PDE5. Conclusão Esta é a primeira cistectomia radical laparoscópica com confecção de neobexiga re");
array_files[195]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2007/cistec-radical.pdf","1899-12-30","70K"," Cistectomia Radical Laparoscópica no Câncer Vesical","laparoscopia, câncer, bexiga, cistectomia, cancro, carcinoma","Os autores relatam sua experiência com um grupo de pacientes submetidos a cistectomia radical laparoscópica para tratamento de carcinoma vesical.","Cistectomia Radical Laparoscópica no Câncer Vesical Mirandolino B. Mariano, Marcos V. Tefilli, Carlos Jesus Hospital Moinhos de Vento, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil Resumo Objectivo: Os autores relatam sua experiência com um grupo de pacientes submetidos a cistectomia radical laparoscópica para tratamento de carcinoma vesical. Material e Métodos: No período de Abril de 1998 até Março de 2005, 12 homens e 2 mulheres, com idades entre 47 e 81 anos, portadores de carcinoma vesical foram submetidos a cistectomia radical vídeo-laparoscópica. Destes, 3 casos foram pacientes resgatados cirurgicamente após falha de quimio e/ou radioterapia. O procedimento incluiu linfadenectomia pélvica bilateral, cistectomia radical e ureterostomia cutânea realizadas completamente por via intra-corpórea. Resultados: Não houve conversão para cirurgia aberta. O tempo cirúrgico médio foi de 180 min e a perda sanguínea média de 180 ml. Não houveram complicações significativas tanto no trans com no pós-operatório, sendo a permanência hospitalar média de 4 dias. O exame anatomopatológico das peças cirúrgicas revelou carcinoma de células transicionais pT1G3 em um caso; pT2a-b em oito casos; pT3a-b em três casos; e pT4 em um caso. Um paciente apresentou carcinoma epidermóide vesical pT2. Em dois casos foram detectados gânglios linfáticos positivos, sendo um deles um pacientes com cirurgia de resgate para alívio de sintomas pós falha de QT e Rt onde as margens também foram positivas. Nos demais casos, tanto as margens de ressecção como os gânglios foram negativos. O tempo de seguimento médio foi de 36,9 meses, com um índice de recorrência sistémica de 28,7%. Nesta série não detectamos recorrências locais grosseiras, excepto uma recidiva uretral. Conclusão: Cistectomia radical laparoscópica é exequível, podendo ser uma alternativa cirúrgica no tratamento de pacientes seleccionados com carcinoma vesical. Palavras chave: laparoscopia, câncer, bexiga, cistectomia Correspondência: Mirandolino Batista Mariano Rua Costa 30/803 CEP: 90110-270");
array_files[196]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c61.pdf","1899-12-30","54K"," Cistectomia Radical no Carcinoma Vesical Invasivo ­ Casuística do Serviço de Urologia do H. São José","carcinoma, vesical, músculo-invasivo, cistectomia, linfadenectomia, pélvica, bilateral","O carcinoma vesical músculo-invasivo é uma patologia complexa. A Cistectomia Radical com linfadenectomia pélvica bilateral e derivação urinária permanecem o Gold-Standard no seu tratamento. Neste contexto, apresentamos a casuística do Serviço de Urologia do Centro Hospitalar de Lisboa Central.","Cartazes 157 Cistectomia Radical no Carcinoma Vesical Invasivo ­ Casuística do Serviço de Urologia do H. São José Vanessa Vilas Boas ; Jorge Morales2; Hugo Pardal2; Catarina D. Gameiro1; Nelson Menezes2; Cabrita Carneiro2; Almeida Santos2; Gameiro C2; Galego P2 1 - H. S. José - CHLC; 2 - CHLC; 3 - Centro Hospitalar de Lisboa Central Correspondência: vanessa_vilas_boas@hotmail.com 1 Introdução e Objectivos O carcinoma vesical músculo-invasivo é uma patologia complexa. A Cistectomia Radical com linfadenectomia pélvica bilateral e derivação urinária permanecem o Gold-Standard no seu tratamento. Neste contexto, apresentamos a casuística do Serviço de Urologia do Centro Hospitalar de Lisboa Central. Materiais e Métodos Efectuámos uma revisão sistemática dos processos clínicos dos doentes submetidos a Cistectomia Radical por carcinoma vesical invasivo de Janeiro de 2004 a Janeiro de 2009 no Serviço de Urologia do Centro Hospitalar de Lisboa Central. Resultados Entre Janeiro 2004 e Janeiro 2009 foram submetidos a Cistectomia Radical por carcinoma vesical invasivo 53 doentes, com idade média de 68,4 anos. Em todos os doentes foi obtido diagnóstico histológico prévio mediante RTU-V verificando-se carcinoma urotelial com invasão da camada muscular. A Classificação ASA - American Society of Anesthesiologists Score foi: I: 1 doente, II: 24 doentes, III: 27 doentes, IV: 1 doente. Os autores analisaram características do procedimento cirúrgico tais como tempo operatório, tipo de derivação urinária efectuada e necessidade de transfusão intra-operatória de UCE, assim como características da peça operatória, tais como o estadiamento e as margens cirúrgicas. O tempo de internamento mínimo foi de 5 dias e o máximo de 28 dias, com uma média de 13,1 dias. Foram avaliados os resultados precoces (dentro de 30 dias da cirurgia) quanto a morbilidade e mortalidade. Conclusão A Cistectomia Radical permanece um desafio cirúrgico com tempo de intervenção e de internamento consideráveis e necessidade de trasnfusão operatória importante. Uma");
array_files[197]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/1-2011/cistec-radic-prec.pdf","2011-06-02","114K"," Cistectomia radical precoce no tratamento das neoplasias vesicais superficiais","Cistectomia, radical, neoplasias, vesicais","Revisão da evidência clínica actual sobre o papel da cistectomia radical precoce no tratamento do carcinoma urotelial vesical superficial","Cistectomia radical precoce no tratamento das neoplasias vesicais superficiais Tiago Neves1, Pedro Monteiro2, Artur Canhoto2, Hélder Monteiro Objectivo: Revisão da evidência clínica actual sobre o papel da cistectomia radical precoce no tratamento do carcinoma urotelial vesical superficial. Materiais e Métodos: Revisão dos artigos publicados mediante pesquisa na MEDLINE, via Pubmed. Resultados: Cerca de 70-80 % dos carcinomas uroteliais vesicais são superficiais à data de diagnóstico, dos quais 20% são T1 e 10% carcinoma in situ. Se o principal problema associado à doença superficial de baixo grau é a recorrência, na doença de alto grau e no carcinoma in situ o maior risco é o de progressão \u2013 até 50%. O sub-estadiamento na ressecção transuretral pode atingir os 50% e o envolvimento ganglionar pode estar presente em 10-15% dos casos. A cistectomia radical precoce associa-se a taxas de sobrevida de cerca de 80-90% nos casos de doença inicial T1G3. Conclusões: O doente com doença superficial de alto risco, correctamente informado, que conhece e compreende o risco da sua doença parece ser o candidato ideal a uma cistectomia radical precoce. Palavras-chave: Neoplasias vesicais superficiais, cistectomia radical precoce.");
array_files[198]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/v01.pdf","1899-12-30","50K"," Cistectomia Radical Robótica com Preservação de Feixes Neurovasculares","robótica, cirurgia, prostática, cistectomia, radical, próstata","A aplicação da robótica na cirurgia prostática levou os urologistas a realizar também a cistectomia radical.","Vídeos 183 Cistectomia Radical Robótica com Preservação de Feixes Neurovasculares Mário Oliveira ; Joan Palou ; Luís Gausa ; Diego Rengifo ; Mercedes Pascual ; Jordi Huguet1 1 - Fundació Puigvert (Barcelona); 2 - Hospital S. Marcos (Braga) Correspondência: mario_oliv@yahoo.com Introdução A aplicação da robótica na cirurgia prostática levou os urologistas a realizar também a cistectomia radical. Objectivos Apresenta-se a dissecção do plano intra-fascial a nível da próstata com a finalidade de preservar os feixes neurovasculares com ou sem abertura da fáscia endopélvica num paciente jovem com carcinoma de bexiga musculo-invasivo. Desenvolvimento Sexo masculino, 44 anos, com antecedentes de tumor de alto grau não musculo-invasivo com posterior progressão para doença musculo-invasiva. Tal como na cirurgia prostática, o doente é posicionado em Trendlenburg. No entanto, a porta da óptica é colocada uns centímetros superiormente. Inicia-se a cirurgia com a dissecção do fundo de saco de Douglas, seguida de dissecção dos ureteres e abertura do plano paravesical. Neste paciente, efectua-se incisão na fáscia endopélvica apenas no lado esquerdo. Os ureteres são clipados e seccionados e o pedículo vesico-prostático é controlado na com Ligasure. Na proximidade dos feixes neurovasculares, utiliza-se Hem-o-lock. Posteriormente é realizada dissecção cuidadosa até ao ápex prostático. O procedimento é repetido à direita, mas sem incisão prévia da fáscia endopélvica. A uretra é cuidadosamente dissecada de modo a evitar lesões laterais dos feixes neurovasculares. O plexo de Santorini é laqueado e seccionado. Posteriormente, é finalizada a dissecção da uretra. O procedimento foi completado com confecção de neobexiga ileal ortotópica tipo Studer extracorporalmente através de uma pequena laparotomia infra-umbilical (não exibida). Tempo operatório de 6h30 e perda hemática de 400mL. O paciente apresentou potência sexual ao mês de cirurgia. Conclusão Na cirurgia radical de bexiga podem ser utilizados os mesmos princípios da dissecção dos");
array_files[199]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/co34.pdf","1899-12-30","22K"," Cistectomias radicais: Revisão dos últimos 10 anos","cistectomias radicais","Avaliação dos resultados das cistectomias radicais realizadas no Serviço de Urologia e Transplantação Renal dos Hospitais da Universidade de Coimbra.","Cistectomias radicais: Revisão dos últimos 10 anos Dinis H, Eufrásio P Parada B, P Nunes, Figueiredo A, Roseiro A, Mota A , Serviço de Urologia e Transplantação Renal dos Hospitais da Universidade de Coimbra Objectivos: Avaliação dos resultados das cistectomias radicais realizadas no Serviço de Urologia e Transplantação Renal dos Hospitais da Universidade de Coimbra. Material e Métodos: Análise retrospectiva dos doentes submetidos a cistectomia radical entre Janeiro de 1997 e Dezembro de 2006. Analisaram-se dados referentes ao doente (demográficos, a clínica de apresentação, os exames complementares e a existência de eventuais factores de risco), ao tumor (o seu estádio, número, localização, tamanho), à cirurgia (o número de RTUs prévias à cistectomia, as técnicas de derivação urinária, o tempo de internamento pós-operatório e as principais complicações) e à evolução (aparecimento de recidivas ou metastização e sobrevivência). Resultados: Avaliámos 89 doentes, a idade média era de 66,4 ± 1,0 anos, 80% do sexo masculino. Clinicamente 80,9% apresentavam hematúria e 27,3% tinham sintomas irritativos. A dor local era referida por 7,9% dos doentes. Foi possível associar hábitos tabágicos em 33,7% dos casos. Em relação ao número de tumores, 68,1% apresentavam apenas uma lesão. Localizavam-se preferencialmente ao colo e trígono em 39,5%, à parede lateral 34,6%, à posterior 14,8% e à anterior 11,1%. Foram submetidos a mais de uma RTU 30% dos doentes. A histologia das peças revelou um estádio pT4 em 20,3% dos casos, pT3 em 36,5%, pT2 em 16,2%, pT1 em 9,5% e pTx em 17,6%. Apresentavam CIS 73,4%. Em 55,7% dos casos foi realizada uretero-iliostomia cutânea, ureterostomia cutânea em 15,2% e reconstrução vesical ortotópica em 15,2%. Foram transfundidos ao longo do internamento 90% dos doentes. Desenvolveram fístulas 3,4% e estenoses 3,4% dos pacientes. Estão vivos e livres de doença 43,9%, 5,3% apresentam metástases e 1,8% têm recidiva local. Conclusão: A Cistectomia Radical é uma cirurgia agressiva e com morbilidade signific");
array_files[200]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2010/cistin-idade-pedia.pdf","2011-06-02","132K"," Cistinúria em idade pediátrica ­ Casuística de seis casos clínicos e revisão da literatura","Cistinúria, pediátrica","A cistinúria é uma doença rara, autossómica recessiva, em que se verifica uma excreção urinária aumentada de aminoácidos dibásicos, entre os quais cistina que condiciona litíase renal","Cistinúria em idade pediátrica ­ Casuística de seis casos clínicos e revisão da literatura Ana Marques , Clara Gomes , A. Jorge Correia Introdução: A cistinúria é uma doença rara, autossómica recessiva, em que se verifica uma excreção urinária aumentada de aminoácidos dibásicos, entre os quais cistina que condiciona litíase renal. Objectivos: Caracterização de uma série de casos de cistinúria em idade pediátrica. Material e Métodos: Análise retrospectiva da casuística de cistinúria de uma Consulta de Nefrologia Pediátrica. Resultados: Foram avaliadas seis crianças com cistinúria. A idade média de diagnóstico foi aos 27 meses (cinco meses – seis anos) sendo em 50% dos casos antes dos 12 meses e cinco crianças (83%) eram do sexo feminino. Os casos clínicos são relatados e aspectos do quadro de apresentação, diagnóstico, tratamento e curso clínico são comentados. Conclusão: O diagnóstico de cistinúria deve ser sempre evocado em crianças com litíase ou história familiar positiva. O tratamento precoce e contínuo é fundamental, para prevenir a formação e recidiva dos cálculos renais, podendo assim impedir a progressão para insuficiência renal crónica no futuro. Palavras-chave: Cistinúria, Litíase, Crianças, Autossómica Recessiva.");
array_files[201]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/v08.pdf","1899-12-30","25K"," Cistinúria ­ eficácia da abordagem percutânea com Lithoclast Master®","cistinúria, Lithoclast Master®","A cistinúria constitui uma causa infrequente de patologia litiásica. Caracteriza-se pelo aparecimento de litíase muitas vezes volumosa em idades precoces, elevada resistência às ondas de choque e marcada tendência à recorrência, motivando múltiplos procedimentos invasivos.","Cistinúria ­ eficácia da abordagem percutânea com Lithoclast Master® Luís Xambre, Manuel Cerqueira, André Cardoso, Tiago Correia, Martinho Almeida Centro Hospitalar de V. N.Gaia Introdução: A cistinúria constitui uma causa infrequente de patologia litiásica. Caracteriza-se pelo aparecimento de litíase muitas vezes volumosa em idades precoces, elevada resistência às ondas de choque e marcada tendência à recorrência, motivando múltiplos procedimentos invasivos. Em virtude destas características, torna-se nestes doentes especialmente importante, para além dum controlo metabólico apertado, o recurso a técnicas minimamente invasivas, por um lado associadas à menor morbilidade possível e por outro tendencialmente poupadoras de nefrónios. A cirurgia percutânea constitui uma abordagem com créditos perfeitamente firmados em relação aos aspectos anteriormente referidos, havendo abundante suporte na literatura relacionado com esta técnica, dando conta de elevadas taxas de stone free, associadas a um baixo índice de complicações. São no entanto escassas as referências em relação à eficácia deste tipo de litotritor neste grupo específico de doentes. Material e Métodos: Os autores ilustram um caso de cistinúria documentado, apresentando litíase renal de grande volume, com antecedentes de múltiplos actos terapêuticos fracassados, tratado por abordagem percutânea através de acesso único, via cálice inferior, com recurso a litotritor combinado (pneumático e ultra-sónico). No vídeo são apresentadas as características do caso em questão, assim como os passos mais importantes do acto cirúrgico, designadamente acesso ao excretor através do uso de balão dilatador e instrumentação intra-renal com litotrícia de contacto, ficando patente a eficácia do tratamento, designadamente no que toca à capacidade de fragmentação. Resultados: É ilustrado o resultado final, através da revisão endoscópica intra-operatória do excretor acessível com instrumental rígido, assim como através de métodos imagiológicos convencionais. Conclusão: Em doentes co");
array_files[202]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c18.pdf","1899-12-30","53K"," Cistite Eosinofílica Induzida por Instilação Intravesical de BCG","cistite, eosinofílica, BCG","A cistite eosinofílica (CE) é uma doença inflamatória vesical rara, cuja fisiopatologia é pouco conhecida. Desde a sua descrição inicial em 1960 por Brown, a ocorrência desta forma de cistite alérgica após instilações intravesicais com mitomicina C, tiotepa e DMSO tem sido documentada.","Cartazes 114 Cistite Eosinofílica Induzida por Instilação Intravesical de BCG Ricardo Borges1; Joana Alves2; Paulo Azinhais1; Paulo Conceição1; Bruno Jorge Pereira1; Ricardo Leão1; Vânia Grenha1; Luis Sousa1; Paulo Temido ; Edson Retroz ; Álvaro Brandão ; Lídio Cristo ; Fernando Sobral1 1 - Urologia - Centro Hospitalar de Coimbra; 2 - Anatomia Patológica - Centro Hospitalar de Coimbra Correspondência: rlgborges@gmail.com 1 1 1 1 Introdução e Objectivos A cistite eosinofílica (CE) é uma doença inflamatória vesical rara, cuja fisiopatologia é pouco conhecida. Desde a sua descrição inicial em 1960 por Brown, a ocorrência desta forma de cistite alérgica após instilações intravesicais com mitomicina C, tiotepa e DMSO tem sido documentada. Contudo, existe apenas um caso descrito na literatura de CE após terapia intravesical com BCG. Desenvolvimento Os autores reportam um caso clínico de CE após imunoterapia intravesical com BCG para o tratamento de um carcinoma de células de transição não invasor. Trata-se de um doente do sexo masculino, de 66 anos de idade, portador de carcinoma de células de transição pT1, G3, diagnosticado por RTU-V. Foi então submetido a indução com 6 ciclos semanais de BCG intravesical, seguidos de 6 ciclos quinzenais de manutenção. Por reaparecimento de hematúria, desconforto supra-púbico e polaquiúria (sem sinais de ITU), foi realizada cistoscopia, que revelou áreas de mucosa vesical eritematosa e friável dispersas. O estudo anatomo-patológico do produto da ressecção do leito do tumor e das biopsias de zonas suspeitas, identificou a presença de cistite eosinofílica, sem sinais de recidiva da neoplasia urotelial. Conclusões A ocorrência de CE após terapia intravesical com BCG pode ser atribuída a uma reacção de hipersensibilidade aos antigénios do BCG, predominantemente mediada por IgE. A CE pode desenvolver-se de forma síncrona ou metácrona com o carcinoma in situ (CIS) da bexiga. No caso descrito: i) as biopsias dirigidas à pesquisa de CIS na cistoscopia inicial não revelaram a presença de eos");
array_files[203]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co69.pdf","1899-12-30","54K"," Cistite Eosinofílica ­ Causa rara de Hematúria Pós Radioterapia","cistite, eosinofílica, transmural, eosinófilos, fibrose, necrose","A cistite eosinofílica é uma patologia extremamente rara, caracterizada por inflamação transmural com predominio de eosinófilos, associada a fibrose e, em alguns casos, necrose do tecido muscular vesical. A etiologia permanece incerta, mas vários factores têm sido implicados nomeadamente atopia, trauma vesical, quimioterápios, infecção por parasítas, tumor vesical.","Comunicações Orais 89 Cistite Eosinofílica ­ Causa rara de Hematúria Pós Radioterapia David Martinho; Sérgio Pereira; Rui Formoso; Pedro Barros; António Pedro Pinto Carvalho; Rubens de Deus; Tomé Lopes Centro Hospitalar Lisboa Norte Correspondência: martinho_david@hotmail.com Introdução A cistite eosinofílica é uma patologia extremamente rara, caracterizada por inflamação transmural com predominio de eosinófilos, associada a fibrose e, em alguns casos, necrose do tecido muscular vesical. A etiologia permanece incerta, mas vários factores têm sido implicados nomeadamente atopia, trauma vesical, quimioterápios, infecção por parasítas, tumor vesical. Objectivos É descrito um caso clínico de cistite eosinofílica num doente submetido a radioterapia pélvica. São discutidos os meios auxiliares de diagnóstico e abordagem terapêutica. Desenvolvimento Um doente de 61 anos, com antecedentes de dermatite de contacto, submetido cerca de dois anos antes a radioterapia por adenocarcinoma da próstata, foi internado com quadro clínico caracterizado por disúria, poliquiúria, urgência miccional e hematúria anemiante. O estudo laboratorial revelou eosinofilia periférica com urocultura negativa. Na cistoscopia observou-se a mucosa da parede lateral esquerda com edema difuso, eritmatosa, aspecto viloso, sem visualização do meato ureteral homolateral. A TC abdomino-pélvica revelou processo proliferativo da parede lateral esquerda vesical com provável compromisso transmural sugestivo de neoformação infiltrativa. O doente foi submetido a RTUV cujo estudo histológico revelou cistite eosinofílica. O período pós-operatório decorreu sem complicações com remissão completa dos sintomas. Neste caso o fundo atopico do doente e a radioterapia estão, provavelmente, na etiologia da doença. Quando é identificado um agente alergeno, a remoção deste factor resulta em taxa de cura satisfatória. Nos casos em que isso não é possivel a admnistração de AINE, anti-histaminicos ou corticoesteroides têm tido bons resultados. Nos casos mais graves está indica");
array_files[204]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2001/Cist-incr-alca.pdf","1899-12-30","26K"," Cistite Incrustada Alcalina","cistite, incrustrada, alcalina, inorgânicos, mucosa, bactéria, urealítica, urina, alcalina","A cistite incrustrada alcalina é uma patologia inflamatória crónica pouco frequente caracterizada pela incrustação de sais inorgânicos na mucosa vesical. São factores condicionantes do seu aparecimento a existência de lesão mucosa prévia, infecção urinária por bactérias urealíticas e urina alcalina.","Cistite Incrustada Alcalina Caso clínico J Cabral Ribeiro *, Vila Mendes **, Carlos Silva**, Américo Santos*** Serviço de Urologia, Hospital São Marcos, Braga, Portugal * Interno Complementar Urologia * * Assistente Hospitalar Urologia *** Director de Serviço Correspondência: Jorge Cabral Ribeiro ­ Serviço de Urologia ­ Hospital São Marcos ­ Apartado 2242 ­ 4701-965 Braga e - m a i l : urologia@hsmbraga.min-saude.pt Resumo A cistite incrustrada alcalina é uma patologia inflamatória crónica pouco frequente caracterizada pela incrustação de sais inorgânicos na mucosa vesical. São factores condicionantes do seu aparecimento a existência de lesão mucosa prévia, infecção urinária por bactérias urealíticas e urina alcalina. Apresenta-se caso clínico de cistite incrustada alcalina associada a infecção urinária por Staphylococcus simulans, a propósito do qual se faz breve referência aos aspectos clínicos, etiopatogénicos e de tratamento desta patologia. Palavras Chave: Cistite incrustrada, bexiga, infecção Summary Alkaline incrusted cystitis is a rare chronic inflamatory disease characterized by bladder mucosal incrustrations of inorganic salts. The genesis is conditioned by the existence of preexisting mucosal damage, urinary infection by urealitic bacteria and an alkaline urine. We present a case report of alkaline incrusted cystitis caused by Staphylococcos Simulans urinary tract infection and perform a brief review of the clinical, pathological and treatment features of this entity. Key Words: Encrusted cystitis, bladder, infection Introdução A cistite incrustada alcalina (CIA), patologia muito frequente antes do advento da antibioterapia, é hoje rara representando menos de 1% da patologia vesical. 1 É caracterizada pela formação de placas calcárias na parede vesical. Existem três factores f u n d a m e n t a i s e interrelacionados entre si, que condicionam o aparecimento do fenómeno: existência de patologia orgânica da parede vesical e a presença de bactérias produtoras de urease num contexto de urina alcalina. 40");
array_files[205]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/3-2003/cistite-inter.pdf","1899-12-30","86K"," Cistite Intersticial Etiopatogenia e Atitudes Terapêuticas","cistite intersticial, etiopatogenia, cistite, bexiga, interstitial cystitis, cystitis, bladder","A Cistite Intersticial é uma síndroma crónica e debilitante, onde surpreendentemente se sabe pouco acerca da epidemiologia, fisiopatologia e consequentemente do tratamento.","Cistite Intersticial Etiopatogenia e Atitudes Terapêuticas Manuel Ferreira Coelho, Jorge Rebola Serviço de Urologia, Hospital Curry Cabral, Lisboa Assistente Eventual; Interno do Internato Complementar Correspondência: jorge.rebola@clix.pt Resumo Introdução: A Cistite Intersticial é uma síndroma crónica e debilitante, onde surpreendentemente se sabe pouco acerca da epidemiologia, fisiopatologia e consequentemente do tratamento. Objectivos: Sugerir formas de actuação e terapêutica na cistite intersticial. Análisaram-se os artigos publicados nos últimos anos, com recurso ao medline. Resultados: Apresenta-se Fluxograma Terapêutico adaptado à realidade portuguesa Palavra-chave: Cistite Intersticial. Cistite. Bexiga Abstract Introduction: Interstitial cystitis is a chronic and debilitating syndrome, where surprisingly little is known about its epidemiology, pathophisiology and as a consequence the treatment. Objective: To suggest forms of actuation on Interstitial cystitis. We perform extensive analysis of lasts years published articles, with the use of Medline. Results: Present a Therapeutic flux gram adapted to Portuguese reality Key Words: Interstitial cystitis, Cystitis, Bladder. Introdução O termo cistite intersticial (CI), foi usado pela primeira vez há mais de cem anos por A.J.C.Skene (1), para identificar uma doença rotulada de úlceras de Hunner, dado ter sido descrita em 1915 por Guy Hunner (2), um ginecologista de Boston. Apesar dos esforços desenvolvidos desde então para caracterizar a doença, a CI continua um enigma, existindo várias teorias para explicar a sua etiologia, 20 Manuel Ferreira Coelho, Jorge Rebola sendo a mais espetacular a de Bowers e col.(3) que a consideram uma doença psicosomática masoquista. Com este panorama é fácil inferir que não há tratamento consensual já que a fisiopatologia da doença é desconhecida. doença. Após a reunião de consenso do National Institute of Arthritis, Diabetes, Digestive and Kidney diseases (NDDK), foram establecidos alguns critérios de inclusão e uma extensa li");
array_files[206]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/v01.pdf","1899-12-30","24K"," Colecistectomia de 3ª Geração por orifícios naturais: Abordagem transgastrica e transvesical combinada","colecistectomia, transgastrica, transvesical","Recentemente tem havido um entusiasmo crescente no uso da cirurgia endoscópica translumenal por orifícios naturais (NOTES) na realização de cirurgias sem cicatrizes no modelo de porco.","Colecistectomia de 3ª Geração por orifícios naturais: Abordagem transgastrica e transvesical combinada Estêvão Lima1,2, Carla Rolanda3, José M. Pego4, Luís Osório2, David Silva1, José L. Carvalho5, Jorge Correia-Pinto1,5 1 Instituto de Investigação em Ciências da Vida e da Saúde, Escola de Ciências da Saúde, Universidade do Minho, Braga, Portugal 2 Serviço de Urologia, Hospital Geral de Santo António, Porto, Portugal 3 Serviço de Gastrenterologia, Hospital de São Marcos, Braga, Portugal 4 Serviço de Anestesia, Hospital de São Marcos, Braga, Portugal 5 Serviço de Cirurgia Pediátrica, Hospital de São João, Porto, Portugal Introdução: Recentemente tem havido um entusiasmo crescente no uso da cirurgia endoscópica translumenal por orifícios naturais (NOTES) na realização de cirurgias sem cicatrizes no modelo de porco As tentativas de realização de colecistectomias por via transgastrica isolada revelaram uma alta taxa de insucesso. No entanto, o nosso grupo de investigação demonstrou com sucesso o uso combinado dos acessos transgastrico e transvesical na realização da colecistectomia. Material e Métodos: Neste vídeo mostramos os vários passos cirúrgicos na realização da colecistectomia exclusivamente por orifícios naturais (transgastrico e transvesical). Resultados: A introdução do gastroscopio e do ureteroscópio na cavidade peritoneal foi de fácil realização. Posteriormente a dissecção e isolamento da vesícula biliar foram mais demoradas e registou-se apenas em dois casos uma hemorragia do leito hepático e uma fuga de bílis pela saída de um clip do canal cístico em 7 colecistectomias realizadas. Conclusões: Este vídeo demonstra que é possível a realização de uma colecistectomia exclusivamente por orifícios naturais no modelo de porco usando a combinação de vias transgastrica e transvesical.");
array_files[207]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c25.pdf","1899-12-30","26K"," Colheita de rim de dador vivo para transplante. Experiência do Hospital de Santa Maria","rim, dador vivo, transplante","O transplante renal oferece mais qualidade de vida e sobrevida aos com IRC.","Colheita de rim de dador vivo para transplante. Experiência do Hospital de Santa Maria Virgílio Vaz, Rui Formoso; J. L. Carneiro de Moura Assistente Hospitalar Graduado de Urologia Interno Complementar de Urologia Director do Serviço de Urologia Introdução: O transplante renal oferece mais qualidade de vida e sobrevida aos com IRC. A maioria, são realizados com rim de dador cadáver. O transplante com dador vivo (TxDV) tem vindo a aumentar, devido à escassez de dadores cadáver face às necessidades. O TxDV apresenta uma sobrevivência do enxerto de 15 a 20 anos, superior aos 8-10 anos do enxerto com dador cadáver (TxDC). Taxa de mortalidade, complicações major e minor na colheita de rim no dador vivo: 0,03%, 2% e 15% respectivamente. No HSM, o TxDV iniciouse em Novembro de 2002, com equipa multidisciplinar: Nefrologia, Cirurgia Geral, Pediátrica, Vascular, Urologia, Anestesiologia e Psiquiatria. À Urologia compete a nefrectomia do dador vivo. Material e métodos: Estudo retrospectivo dos dadores vivos e receptores desde 16/11/2002 a 14/04/2007. Efectuou-se caracterização demográfica, lateralidade da colheita, a via de abordagem, complicações cirúrgicas e resultados. Resultados: Realizámos 24 colheitas de rim de dador vivo: 17 mulheres e 7 homens. Idade média: 46.6 anos (23-64). Primeiros 17 dadores estudados por Arterio- grafia. AngioTac nos últimos 7. Colhemos 14 rins esquerdos e 10 direitos. Abordagem extraperitoneal por incisão antero-lateral. Tempo operatório médio: 03h 17m (02h ­ 04h15). Internamento médio: 8 dias (6-12). Últimas 11 colheitas com apoio de cirurgião vascular. Complicações intra-operatórias: Uma laceração da artéria renal, resolvida com arterioplastia. O rim foi implantado com sucesso. Mortalidade: 0. Complicações tardias: Uma lombalgia persistente e uma hérnia incisional. Idade média dos receptores: 29.7 anos (7-61). 4 receptores criança. Seis receptores pré-emptive. Em 21 doentes foi o 1º transplante. Para 3 foi 2ª transplante. Todos os receptores têm boa função renal. Conclusão: Temos resultad");
array_files[208]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/v05.pdf","1899-12-30","50K"," Colocação de Esfíncter Urinário Artificial","vídeo, esfíncter, artificial, incontinência, prostatectomia","Os autores apresentam um vídeo sobre a colocação de um Esfíncter Urinário Artificial num doente de 71 anos do sexo masculino, com incontinência urinária pós prostatectomia radical.","Vídeos 187 Colocação de Esfíncter Urinário Artificial Nuno Domingues ; Miguel Rodrigues2; Nuno Fidalgo1; Carlos Santos1; Macieira Pires ; Rui Sousa1 1 - Hospital Militar Principal; 2 - Hospital Distrital de Faro Correspondência: nunomail@aeiou.pt Os autores apresentam um vídeo sobre a colocação de um Esfíncter Urinário Artificial num doente de 71 anos do sexo masculino, com incontinência urinária pós prostatectomia radical.");
array_files[209]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/v04.pdf","1899-12-30","50K"," Colpopexia Sagrada por via Laparoscópica","colpopexia, sagrada, laparoscópica","A colpopexia sagrada é a técnica cirúrgica gold standard para a reparação de defeitos sintomáticos de suporte vaginal apical e/ou anterior. A via laparoscópica surge como alternativa à abordagem clássica por laparotomia, dado os seus resultados similares à custa de menor morbilidade, menor tempo de internamento e de recuperação pós-operatória, e melhor resultado estético.","Vídeos 186 Colpopexia Sagrada por via Laparoscópica Nuno Tomada; José Teixeira de Sousa; Ivo Lopes; Tiago Lopes; Carlos Silva; Paulo Dinis; Francisco Cruz Serviço de Urologia do Hospital S. João Correspondência: nunotomada@gmail.com Introdução A colpopexia sagrada é a técnica cirúrgica gold standard para a reparação de defeitos sintomáticos de suporte vaginal apical e/ou anterior. A via laparoscópica surge como alternativa à abordagem clássica por laparotomia, dado os seus resultados similares à custa de menor morbilidade, menor tempo de internamento e de recuperação pós-operatória, e melhor resultado estético. Apresentamos um vídeo ilustrando step-by-step um dos quatro casos realizados no nosso Serviço. Material e Métodos Mulher de 58 anos histerectomizada, com prolapso da cúpula vaginal grau 4 (POP-Q), sintomático. É aqui apresentada a técnica da colpopexia sagrada por via laparoscópica, salientando-se os passos fundamentais desta abordagem cirúrgica. Discussão Tempo operatório de 125 minutos. Sem complicações peri-operatórias. Alta no 2º dia pósoperatório. Assintomática e com excelente resultado estético na consulta de seguimento aos 15 e 60 dias. Conclusões A colpopexia sagrada laparoscópica é um procedimento tecnicamente complexo mas exequível, que oferece bons resultados a longo prazo e qualidade de vida com as vantagens da cirurgia minimamente invasiva.");
array_files[210]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2003/Comiss-Org.pdf","1899-12-30","43K"," Comissão Organizadora e Comissão Científica","","Comissão Organizadora e Comissão Científica do Congresso da APU 2003","Comissão Organizadora e Comissão Científica Organizing Committee and Scientific Committee Presidente do Congresso - Presidente da APU Chairman of the Congress - Chairman of the APU Manuel Mendes Silva Presidente da Comissão Organizadora / Chairman of the Organizing Committee Alberto Matos Ferreira Vice-Presidente / Vice-President Jorge Rocha Mendes Secretário Geral / Secretary General Luís Campos Pinheiro Tesoureiro / Treasurer Rommel Rangel Comissão Organizadora / Organizing Committee Rui Carneiro Ricardo Correia J. Sampaio Cristino R. Passarinho J. Rebola Comissão Científica / Scientific Committee L. Abranches Monteiro M. Ferreira Coelho Jorge Fonseca J. Garção Nunes J. Reis Santos Secretária / Secretary Fátima Mascarenhas 10 Comissão Organizadora e Comissão Científica / Organizing Committee and Scientific Committee Secretariado do Congresso / Congress Secretariat K.I.T., Lda. Association and Conference Management Group Ref.: Congresso da Associação Portuguesa de Urologia 2003 Attn: Congress of the Portuguese Association of Urology 2003 Rua Pedro Monjardino, Lte 11, 1.º Dto. 1600-892 Lisboa Portugal Tel.: (351) 217 220 010 Fax: (351) 217 220 019 E-mail: mmoleirinho@kit.pt ou / or llouro@kit.pt");
array_files[211]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c65.pdf","1899-12-30","53K"," Comparação entre o Gleason da Biopsia Prostática e o da Peça de Prostatectomia Radical","Gleason, biópsia, prostática, prostatectomia, radical, retro-púbica","Comparar o Gleason da Biopsia prostática com o Gleason da respectiva peça de Prostatectomia Radical Retro-Púbica.","Cartazes 161 Comparação entre o Gleason da Biopsia Prostática e o da Peça de Prostatectomia Radical Frederico Ferronha; Hugo Pardal; Pedro Galego; Vanessa Vilas Boas; Catarina Gameiro; Sofia Lopes; Luis Cpral; Fernando Calais; Fortunato Barros; Vaz Santos Hospital de São José Correspondência: f.ferronha@gmail.com Objectivo Comparar o Gleason da Biopsia prostática com o Gleason da respectiva peça de Prostatectomia Radical Retro-Púbica. Material e Métodos Avaliamos retrospectivamente 258 doentes submetidos a Prostatectomia Radical entre Julho de 2001 e Setembro de 2008, com o diagnóstico de adenocarcinoma da próstata estabelecido por biopsia ecoguiada. O número de fragmentos colhidos na biopsia não foi semelhante em todos os doentes: = 11 fragmentos: 89% vs = 12 fragmentos: 11%. A idade média dos doentes foi de 61,8 anos (40-76 anos), o Gleason médio das biopsias foi 6,36 (69% Gleason 6), o Gleason das peças operatórias foi de 6,51 (47% Gleason 6), PSA médio pré-diagnóstico foi de 7,52 ng/mL, média de biopsias realizadas por doente foi de 1,2 biopsias, o número médio de cilindros envolvidos com neoplasia foi de 2,25 e a percentagem média de envolvimento dos cilindros com resultado positivo foi de 32,97%. Resultados A concordância do Gleason da biopsia com a respectiva peça de Prostatectomia Radical Retro-Púbica foi de 61% (157 doentes). Em 26% (68 doentes) das biopsias verificou-se um aumento do Gleason na respectiva peça operatória. Por outro lado, em 13 % (33 doentes) das biopsias observou-se um diminuição do Gleason na correspondente peça de Prostatectomia Radical. Conclusão A discrepância do Gleason da biopsia vs peça nesta série foi ainda significativa, o que apesar de vir ao encontro dos números presentes nas grandes séries internacionais, não deixa de preocupar em especial no que refere à taxa de subestadiamento. O potencial erro de estadiamento situou-se sobretudo, nos Gleason mais indiferenciados (= 8) tanto nas biopsias como nas peças. Na biopsia o Gleason 7 foi o score que maior percentagem de concordân");
array_files[212]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c59.pdf","1899-12-30","52K"," Complicações Cirúrgicas da Prostatectomia Radical ­ Avaliação de 263 doentes","complicações, prostatectomia, radical, retropúbica","A prostatectomia radical retropúbica continua hoje a ser considerada o gold standard no tratamento do tumor da prostata localizado. O desenvolvimento de outras abordagens, como a laparoscopia e a robótica com excelentes resultados em centros especializados, obrigam a um desempenho óptimo da técnica cirúrgica de modo a minimizar a morbilidade.","Cartazes 155 Complicações Cirúrgicas da Prostatectomia Radical ­ Avaliação de 263 doentes Hugo Pardal; Frederico Ferronha; Vanessa Vilas Boas; Catarina D. Gameiro; Sofia Pinheiro Lopes; Pedro Galego; Nelson Menezes; Jorge Morales; Cabrita Carneiro; Almeida Santos; Fortunato Barros; Vaz Santos H. S. José - CHLC Correspondência: hugopardal@msn.com Introdução A prostatectomia radical retropúbica continua hoje a ser considerada o gold standard no tratamento do tumor da prostata localizado. O desenvolvimento de outras abordagens, como a laparoscopia e a robótica com excelentes resultados em centros especializados, obrigam a um desempenho óptimo da técnica cirúrgica de modo a minimizar a morbilidade. Objectivo Os autores apresentam a casuística de complicações relacionadas com a PR em 263 doentes. Desenvolvimento Revisão dos processos clínicos de 263 doentes operados entre Julho de 2001 - Setembro de 2008, por via retropúbica. As intervenções foram realizadas por diferentes equipas, incluindo internos de urologia ainda em formação, com algumas variações na técnica. A média de idade dos doentes operados foi de 61,8 anos, com um tempo médio de cirurgia e internamento de 2,41 horas e 5,35 dias respectivamente. Como complicações intra-operatórias verificaram-se 2 casos de abertura do recto, 2 casos de choque hipovolémico, 1 caso de anastomose não conseguida e 1 caso de anastomose refeita, com necessidade media de 1 UCE por cirurgia. As complicações pós-operatórias imediatas traduziram-se em 2 casos de febre, 1 caso de deiscência da sutura, 1 caso de abcesso da parede, 3 casos de exteriorização de algalia (1 dos quais com impossibilidade de realgaliação), 1 caso de linfocele, 5 casos de drenagem abdominal muito funcionante nos primeiros dias e 8 casos de anemia com recurso a 2 ou mais UCE (onde se incluem 1 caso de uretrorragia e um 1 caso de hematuria com coágulos). No que diz respeito às complicações tardias, a taxa de incontinência é de 14% considerando qualquer perda involuntaria com necessidade de recurso a protecção");
array_files[213]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2007/c08.pdf","1899-12-30","26K"," Complicações das derivações urinárias pós-cistectomia: Revisão dos últimos 6 anos","derivações urinárias, pós-cistectomia, cistectomia","O carcinoma da bexiga é o quinto mais frequente no homem, sendo que aproximadamente 70% aparecem num estádio superficial.","Complicações das derivações urinárias pós-cistectomia: Revisão dos últimos 6 anos Masso P , Borges R., Vila F., Osório L., Sabell F., Cavadas V., Oliveira M., . Teves F., La Fuente de Carvalho J., Marcelo F. Serviço de Urologia do Hospital de Santo António, EPE ­ Porto Correspondência: Masso P E ­ Mail: pmasso@gmail.com . Introdução: O carcinoma da bexiga é o quinto mais frequente no homem, sendo que aproximadamente 70% aparecem num estádio superficial. Entre estes, 10 a 20 % progridem para um estádio invasor. Os autores efectuaram a revisão clínica dos doentes submetidos a cistectomia no nosso hospital nos últimos 6anos. Material e Métodos: Estudo retrospectivo, com revisão da historia clínica, das complicações das derivações urinarias e a sobrevida dos doentes submetidos a cistectomia no Serviço entre 2001 e 2006. Resultados: Realizaram-se 77 cistectomias com derivação urinária. A idade média dos doentes foi de 63,5 (42 a 85 anos), sendo 88% dos doentes do sexo masculino. Efectuou-se cistectomia com ureterostomia cutânea bilateral (unilateral em casos de rim único) em 41,1%; ureteroileostomia cutânea tipo Bricker em 44,1%; ureteroileostomia cutânea tipo Wallace em 5,88%; ureterosigmoidostomia tipo Mainz II em 2,9% e confecção de bexiga ileal ortotópica (Studer) em 2,9%. Em 4 doentes foi precisso reconverter a derivação urinária prévia em ureterostomia cutânea devido a complicações. A taxa de complicações foi 20,5 % por infeção urinária (os microorganismos mais frequentes foram gram-negativos), de 11,76% por insuficiência renal transitória e hidronefrose em 8,8 %. O follow-up médio foi 37 meses, com uma taxa de mortalidade global de 33%. Conclusão: A cistectomia trata-se duma cirurgia agressiva e com morbilidade. A derivação urinária deve ser seleccionada e individualizada, segundo critérios oncológicos, o estado físico e a opção do doente.");
array_files[214]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co64.pdf","1899-12-30","52K"," Complicações de Cistectomias Radicais: Experiência de um Serviço em 17 anos","cistectomia, radical, CR, neoplasia, vesical, musculo-invasiva","A cistectomia radical (CR) é o tratamento gold-standard para as neoplasias vesicais musculo-invasivas. Mesmo nos centros com maior experiência, as taxas de mortalidade e de complicações são significativas, 1-5% e 25-57%, respectivamente.","Comunicações Orais 84 Complicações de Cistectomias Radicais: Experiência de um Serviço em 17 anos Rui Pinto; Tiago Lopes; João Alturas SIlva; Carlos Martins Silva; Gomes Carvalho; Francisco Cruz Serviço de Urologia - Hospital de São João, Porto Correspondência: ruipinto@mac.com Introdução A cistectomia radical (CR) é o tratamento gold-standard para as neoplasias vesicais musculo-invasivas. Mesmo nos centros com maior experiência, as taxas de mortalidade e de complicações são significativas, 1-5% e 25-57%, respectivamente. Estas taxas são influenciadas principalmente pela idade do doente, pela co-morbilidade associada, pela complexidade do procedimento cirúrgico, e pela experiência cirúrgica. O objectivo do presente trabalho foi rever a taxa de complicações e tentar determinar quais os factores que poderiam influenciar a sua incidência de forma independente. Material e Métodos Foram revistos retrospectivamente os processos clínicos de 254 doentes submetidos a CR no período compreendido entre Janeiro de 1992 e Dezembro de 2008. Avaliaram-se factores epidemiológicos e clínicos. As complicações foram divididas em primárias (relacionadas directamente com o acto cirúrgico) ou secundárias (complicações médicas). Procedeu-se à correlação destas complicações com variáveis como a idade, o sexo, as co-morbilidades, o tipo de derivação urinária realizada e o estadio anatomo-patológico (TNM). Resultados Dos 254 doentes submetidos a CR, 87.0% eram do sexo masculino (n=221) e a mediana de idades foi de 68.5 (52-83 anos). A derivação mais utilizada foi a uretero-ileostomia cutânea tipo Bricker (n=139); a confecção de uma neobexiga ileal ortotópica tipo Hautmann foi a técnica usada em 89 doentes. A mortalidade peri-operatória foi de 4.0% (n=10) e a percentagem de doentes com pelo menos uma complicação foi de 24.3% (n=61). A percentagem de complicações primárias foi de 12.0% (n=30), sendo mais prevalentes as digestivas, 20 doentes (ex.: ileum paralítico), logo seguidas das relacionadas com a ferida operatória, 17 doentes (ex.: in");
array_files[215]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co20.pdf","1899-12-30","54K"," Complicações Uretéricas em Transplantação Renal","transplantação, renal, fístula, estenose","Objectivos: Identificar factores de risco para complicações uretéricas em transplantação renal, nomeadamente fístulas e estenoses.","Comunicações Orais 40 Complicações Uretéricas em Transplantação Renal Pedro Moreira; Pedro Nunes; Arnaldo Figueiredo; Sílvio Bollini; Ricardo Patrão; Carlos Bastos; Pedro Eufrásio; Gustavo Gomes; Belmiro Parada; Alfredo Mota Hospitais da Universidade de Coimbra Correspondência: pedronetomoreira@gmail.com Objectivos: Identificar factores de risco para complicações uretéricas em transplantação renal, nomeadamente fístulas e estenoses. Doentes e métodos Estudámos 1788 transplantes renais em que houve reimplantação uretérica na bexiga nativa do doente (desde 1980 a 2008). Destes identificámos complicações uretéricas em 3,4% (60 doentes), fístula em 1,2% (22 doentes) e estenose em 2,2% (38 doentes). Comparámos as taxas de complicações entre as várias técnicas de ureteroneocistostomia[1] e com os dados demográficos dos dadores e dos receptores. Resultados As taxas de complicações nas técnicas de ureteroneocistostomia mais utilizadas foram: Leadbetter-Politano - 5,6%; Lich-Gregoir - 3,3%; Barry-Hatch - 4,8%; Taguchi - 1,9%. A maioria das ureteroneocistostomias foi realizada com duplo J[2]. Não há diferenças estatisticamente significativas entre os grupos. No que diz respeito aos dados demográficos, não houve diferenças estatisticamente significativas entre o grupo com complicação uretérica e o grupo sem complicação uretérica, excepto em relação ao peso do dador (média de 80,80 kg no primeiro grupo; média de 71,05 kg no segundo; p=0,003). As curvas de sobrevivência do enxerto (Kaplan-Meyer) foram semelhantes para os dois grupos (aos 5 anos, 75% no 1.º grupo e 74% no 2.º). Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas na função renal os 5 anos (1,48 mg/dl no 1.º grupo e 1,54 mg/dl no 2.º). Conclusões A existência de complicações uretéricas, se adequadamente tratadas, não interfere significativamente na função do enxerto a longo prazo nem na sobrevivência deste. Nenhuma técnica de ureteroneocistostomia se revelou claramente superior na prevenção de complicações uretéricas. O único factor de risco encont");
array_files[216]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c14.pdf","1899-12-30","54K"," Complicações Urológicas Pós-Transplante Renal ­ Tratamento Endoscópico das Estenoses do Ureter","estenose, ureter, transplante","As complicações Urológicas pós-transplante variam entre os 4-8%, sendo a Estenose do Ureter a complicação mais frequente (2-7,5%).","Cartazes 110 Complicações Urológicas Pós-Transplante Renal ­ Tratamento Endoscópico das Estenoses do Ureter Frederico Teves; Fábio Escórcio de Almeida; Fernando Vila; Frederico Branco; Luis Osório; Manuel Oliveira; Vitor Cavadas; José Soares; Filinto Marcelo Hospital Santo António Correspondência: fred.teves@sapo.pt Introdução As complicações Urológicas pós-transplante variam entre os 4-8%, sendo a Estenose do Ureter a complicação mais frequente (2-7,5%). A abordagem das complicações ureterais após o transplante renal pode ser realizada por via endoscópica, percutânea ou cirúrgica. O objectivo deste estudo foi o determinar a taxa de sucesso das terapêuticas endoscópicas e percutâneas no tratamento destas complicações. Material e Métodos Estudo retrospectivo dos doentes submetidos a transplante renal no HGSA desde Janeiro de 2002, e que por diagnóstico clínico e/ou imagiológico de Estenose do Ureter foram submetidos a tratamento endoscópico, percutâneo ou cirúrgico. Resultados Desde 2002 foram realizados no HGSA 575 transplantes renais. Destes foram avaliados 24 doentes, 83% homens, com idade média de 43,9 ± 15 anos, com diagnóstico de Estenose do Ureter, o que corresponde a 4,17% de complicações. 20 das estenoses situavam-se ao nível da junção uretero-vesical. A manifestação clínica mais frequente foi a de IRA associado a hidronefrose do enxerto renal, em média 19,75 ± 24,5 meses (entre 1 e 72 meses) pós-transplante. Em 19 doentes foi realizado tratamento endoscópico, enquanto nos restantes decidiu-se por abordagem cirúrgica inicial. 79% dos tratamentos endoscópicos consistiu na dilatação da estenose com balão e 21% na colocação via anterógrada de cateter ureteral. O sucesso das terapêuticas endoscópicas rondou os 53%. Perante uma recidiva do tratamento endoscópico a resolução foi sempre cirúrgica. Conclusões As complicações Urológicas pós-transplante variam entre os 4-8%, sendo a Estenose do Ureter a complicação mais frequente (2-7,5%), sendo que neste estudo foi de 4,17%. De acordo com a literatura internacion");
array_files[217]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/c85.pdf","1899-12-30","52K"," Complicações, Incontinência Urinária e Resultados Oncológicos de 100 Prostatectomias Laparoscopicas","prostatectomia, radical, laparoscópica, PR, carcinoma, próstata, CaP","A prostatectomia radical laparoscópica (PRL) tornou-se uma das abordagens standard para o tratamento do carcinoma da próstata (CaP) localizado. Avaliamos neste estudo retrospectivo, as complicações intra-operatórias e pós-operatórias imediatas, a incontinência urinária e os resultados oncológicos das primeiras 100 PRL realizadas na nossa instituição.","Comunicações Orais 53 Complicações, Incontinência Urinária e Resultados Oncológicos de 100 Prostatectomias Laparoscopicas Luis Osório; Fernando Vila; Vitor Cavadas; Manuel Oliveira; Frederico Teves; Frederico Branco; Fábio Escórcio de Almeida; José Soares; Estêvão Lima; Filinto Marcelo Hospital Santo António Correspondência: lposorio@gmail.com Introdução A prostatectomia radical laparoscópica (PRL) tornou-se uma das abordagens standard para o tratamento do carcinoma da próstata (CaP) localizado. Avaliamos neste estudo retrospectivo, as complicações intra-operatórias e pós-operatórias imediatas, a incontinência urinária e os resultados oncológicos das primeiras 100 PRL realizadas na nossa instituição. Objectivos De Janeiro 2004 a Dezembro 2008, 100 doentes com CaP localizado realizaram PRL no HGSA. A média de idade foi 61,6 anos (compreendida entre 42 e 74 anos), o PSA pré-operatório médio foi 7,22 ng/mL (compreendido entre 2,41 e 34,00 ng/mL) e o volume prostático médio foi 42,74 cc (compreendido entre 17 e 126 cc). Relativamente ao estadio pré-operatório, 63% dos doentes eram T1c, 17% T2a, 8% T2b e 12% T2c. Os scores de Gleason pré-operatório foram os seguintes: 4% Gleason 4, 6% Gleason 5, 66% Gleason 6, 23% Gleason 7 e 1% Gleason 8. Desenvolvimento Não houve mortalidade per ou pós-operatória. A via de abordagem mais frequentemente usada foi a extra-peritoneal (95 doentes). O tempo operatório médio foi 170,3 minutos (compreendido entre 100 e 360 minutos). A taxa global de conversão para cirurgia aberta foi 6% (2% enfisema subcutâneo, 2% obesidade marcada, 1% hipercápnia e 1% por hemorragia). Não houve necessidade de re-intervenções. Foram observadas apenas complicações minor pós-operatórias, com uma taxa global de 7% (3% fístulas urinárias, 1% íleo paralítico, 1% hematoma no espaço de Retzius, 1% edema escrotal e 1% linfocele com necessidade de drenagem percutânea). O tempo de internamento médio foi 4,6 dias (compreendido entre 3 e 11 dias). O estadio patológico foi pT2a, pT2b, pT2c, pT3a e pT3b em 11%, 4%, 68%");
array_files[218]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2009/co33.pdf","1899-12-30","55K"," Complicações, Incontinência Urinária e Resultados Oncológicos de 100 Prostatectomias Laparoscopicas","prostatectomia, radical, laparoscópica, PRL, carcinoma, próstata, CaP","A prostatectomia radical laparoscópica (PRL) tornou-se uma das abordagens standard para o tratamento do carcinoma da próstata (CaP) localizado. Avaliamos neste estudo retrospectivo, as complicações intra-operatórias e pós-operatórias imediatas, a incontinência urinária e os resultados oncológicos das primeiras 100 PRL realizadas na nossa instituição.","Comunicações Orais 53 Complicações, Incontinência Urinária e Resultados Oncológicos de 100 Prostatectomias Laparoscopicas Luis Osório; Fernando Vila; Vitor Cavadas; Manuel Oliveira; Frederico Teves; Frederico Branco; Fábio Escórcio de Almeida; José Soares; Estêvão Lima; Filinto Marcelo Hospital Santo António Correspondência: lposorio@gmail.com Introdução A prostatectomia radical laparoscópica (PRL) tornou-se uma das abordagens standard para o tratamento do carcinoma da próstata (CaP) localizado. Avaliamos neste estudo retrospectivo, as complicações intra-operatórias e pós-operatórias imediatas, a incontinência urinária e os resultados oncológicos das primeiras 100 PRL realizadas na nossa instituição. Objectivos De Janeiro 2004 a Dezembro 2008, 100 doentes com CaP localizado realizaram PRL no HGSA. A média de idade foi 61,6 anos (compreendida entre 42 e 74 anos), o PSA pré-operatório médio foi 7,22 ng/mL (compreendido entre 2,41 e 34,00 ng/mL) e o volume prostático médio foi 42,74 cc (compreendido entre 17 e 126 cc). Relativamente ao estadio pré-operatório, 63% dos doentes eram T1c, 17% T2a, 8% T2b e 12% T2c. Os scores de Gleason pré-operatório foram os seguintes: 4% Gleason 4, 6% Gleason 5, 66% Gleason 6, 23% Gleason 7 e 1% Gleason 8. Desenvolvimento Não houve mortalidade per ou pós-operatória. A via de abordagem mais frequentemente usada foi a extra-peritoneal (95 doentes). O tempo operatório médio foi 170,3 minutos (compreendido entre 100 e 360 minutos). A taxa global de conversão para cirurgia aberta foi 6% (2% enfisema subcutâneo, 2% obesidade marcada, 1% hipercápnia e 1% por hemorragia). Não houve necessidade de re-intervenções. Foram observadas apenas complicações minor pós-operatórias, com uma taxa global de 7% (3% fístulas urinárias, 1% íleo paralítico, 1% hematoma no espaço de Retzius, 1% edema escrotal e 1% linfocele com necessidade de drenagem percutânea). O tempo de internamento médio foi 4,6 dias (compreendido entre 3 e 11 dias). O estadio patológico foi pT2a, pT2b, pT2c, pT3a e pT3b em 11%, 4%, 68%");
array_files[219]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/2-2003/Comunic-Orais.pdf","1899-12-30","418K"," Comunicações Orais","comunicações orais, oral communications","Comunicações Orais apresentadas no Congresso da APU 2003","Comunicações Orais Oral Communications OC01 OC07 27 Prevenção de câncer de próstata entre professores da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais Miranda P S C, Cortês M C J W OC02 33 Trigonoplastia com avanço ureteral transtrigonal: uma nova técnica cirúrgica anti-refluxo vesico-ureteral Victor Moreira, Monica Recaman, Armando Reis, Ribeiro de Castro 28 Quimioterapia neoadjuvante do carcinoma invasivo da bexiga com gencitabina+cisplatino . António M. Pereira, P Corceiro OC03 OC08 34 Ureterosigmoidostomia detubulizada tipo Mainz II: Nossa experiência Zungri Telo, E. R; Dos Santos, J. E; Cambronero Santos, J; Pesqueira Santiago, D.; Meijide Rico, F.; Fariña Perez, L. OC09 29 Carcinomas neuroendócrinos genitourinários J Cabral Ribeiro, Lemos Sousa, Perez Garcia, Vila Mendes, A Pedro Carvalho, Carlos Silva, Américo R Santos OC04 35 Endopielotomia percutânea anterograda e endopielotomia retrograda com cateter acucise: Experiencia de um serviço Estevao Lima, J. Soares, J. La Fuente, A. Pimenta 30 Tumores de células germinativas ­ Casuística do Serviço de Urologia e Transplantação dos HUC Belmiro Parada, Pedro Nunes, Arnaldo Figueiredo, Vítor Dias OC05 OC10 36 Nefrectomia radical e nefroureterectomia hand assisted L. Campos Pinheiro; Rui Farinha; Ana Pena; Paulino Pereira; Américo Martins; Eduardo Barroso; Matos Ferreira OC11 31 Tumores de células de Leydig ­ A propósito de dois casos clínicos Artur Canhoto, Pedro Gomes Monteiro, José Luís Barreto, Manuela Maia, Helder Monteiro OC06 37 Cirurgia da uretra: Casuística de 10 anos Pedro Gomes, Miguel Cabrita, Pablo Vega, Aníbal Coutinho, Gilberto Rosa, José Neves, Serra de Matos OC12 32 Importância das calcificações da zona periférica da próstata detectadas por ecografia trans-rectal no diagnóstico de carcinoma da próstata C. Rabaça, J. Cardoso, M. Reis, J. Martins 38 Ureteroscopia e litíase urinária ­ Casuística do serviço Artur Canhoto; Pedro Monteiro; José Manuel Gomes; Paulo Gonçalves; José Luis Barreto; Helder Monteiro 24 Comunicações Orais / Ora");
array_files[220]=new Array(0,4,"http://www.apurologia.pt/acta/s1-2011/comunic-orais.pdf","2011-07-25","988K"," Comunicações Orais - Congresso da APU 2011","Comunicações Orais","Comunicações Orais - Congresso da APU 2011","A hidronefrose pré-operatória em pacientes com Carcinoma Urotelial do tracto urinário superior é factor preditivo de insuficiência renal pós-cirurgia Impacto da administração intravesical de Mitomicina C na recorrência e progressão do Carcinoma Vesical RTU-V convencional assistida por narrow band imaging (NBI) experiência inicial do serviço de urologia do Centro Hospitalar de Coimbra Comparação da citologia urinária com NMP22 e Urovysion® no diagnótico e prognóstico do carcinoma da bexiga Terapêutica Intra-Vesical com Bacillus Calmette-Guérin, a experiência do Serviço de Urologia do CHC Cistectomias: resultados e complicações Braquiterapia prostática de baixa taxa de dose associada a radioterapia externa adjuvante no tratamento de carcinoma da próstata de alto risco Antigénio Específico da Prostata 4 ng/ml \u2013 existem factores preditivos para Cancro da Prostata? Cirurgia preservadora de órgão no carcinoma do pénis Índice de Massa Corporal e Factores de Bioimpedância nos candidatos a rastreio de cancro da prostata por biópsia: implicação da obesidade no diagnóstico actual de cancro Biópsia Dinâmica do Gânglio Sentinela no Carcinoma Espinocelular do Pénis – Experiência de um Serviço de Urologia Linfadenectomia inguinal endoscópica num paciente com Carcinoma do pénis Comparação dos efeitos da adenosina e de outros agentes relaxantes dependentes do endotélio no tecido cavernoso humano e de rato A Diabetes mellitus exacerba o déficit funcional da via de NO/GMPc associado a disfunção eréctil no corpo cavernoso e artérias de resistência do pénis humano Distribuição da toxina botulínica tipo A na próstata humana após injecção transrectal e localização dos receptores de alta-afinidade SV2 para a toxina A inibição da Proteína kinase C favorece a via do NO/GMPc e potencia o relaxamento causado pela inibição da PDE5 no corpo cavernoso e artérias penianas humanas Relaxamento induzido pela sinalização do Sulfidro de Hidrogéneo está alterado no corpo cavernoso humano e artérias penianas em homens com disfunção eréctil Efeito da ");
array_files[221]=new Array(0,1,"http://www.apurologia.pt/clu/clu.htm","2011-02-16","9K"," Confederação Lusófona de Urologia - Apresentação","","Em 9 de Novembro de 2009, em Goiânia, Brasil, no decorrer do XXXII Congresso Brasileiro de Urologia, foi fundada a (Pró) Confederação Lusófona de Urologia","Confederação Lusófona de Urologia Fundada a (Pró) Confederação Lusófona de Urologia Em 9 de Novembro de 2009, em Goiânia, Brasil, no decorrer do XXXII Congresso Brasileiro de Urologia, foi fundada a (Pró) Confederação Lusófona de Urologia. A sua fundação foi anunciada em sessão plenária no Congresso, pelo presidente da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) José Carlos de Almeida, e pelo presidente nomeado da Confederação Lusófona de Urologia (CLU) Manuel Mendes Silva, e foi assinado um documento com a declaração de intenções e objectivos, assinado por representantes, presentes, do Brasil, de Portugal e de Angola, com a subscrição de Moçambique e Cabo Verde, que não puderam estar presentes. Foi constituída uma Directoria tendo como presidente Manuel Mendes Silva (Portugal), vice-presidente Mário Ronalsa Brandão (filho) (Brasil), tesoureiro Sidney Glina (Brasil), secretário Pedro Tiago Nunes (Portugal), vogais Sidónio Monteiro (Cabo Verde), Manuel Videira (Angola), Igor Vaz (Moçambique). Paulo Palma (Brasil) foi designado presidente da Assembleia Geral e de Representantes. A sede ficou em Portugal, na Ad-Médic, telef. +351 218 429 710, E-mail: paula.cordeiro@admedic.pt Apresentação Fundação e Breve História Declaração de Intenções e Objectivos 1ª Directoria da CLU Proposta de Sócios Fundadores Contactos A Confederação pretende aproximar, em termos técnico-científicos e sócio-profissionais, toda a comunidade urológica de língua portuguesa, e desenvolver a cooperação, nesta área, dos países e regiões lusófonas, fomentando acções institucionais que visem a promoção, o desenvolvimento, o progresso, a investigação, o ensino, e a divulgação da Urologia e dos que a praticam, num espírito de diálogo, colaboração e inter-relacionamento. Pretende também incentivar, divulgar e representar a urologia lusófona em âmbito internacional, dialogando e cooperando com outras associações urológicas não lusófonas, nacionais e internacionais, e com outras instituições lusófonas, médicas ou não, que tenham como objecti");
array_files[222]=new Array(0,1,"http://www.apurologia.pt/clu/clu-contactos.htm","2011-02-16","5K"," Confederação Lusófona de Urologia - Contactos","","","Confederação Lusófona de Urologia Contactos SEDE: Ad-Médic Calçada de Arroios, 16-C, Sala 3, 1000-027 LISBOA Portugal Telefone: +351 218 429 710 Fax: +351 218 429 719 E-mail: paula.cordeiro@admedic.pt Apresentação Fundação e Breve História Declaração de Intenções e Objectivos 1ª Directoria da CLU Proposta de Sócios Fundadores Contactos");
array_files[223]=new Array(0,1,"http://www.apurologia.pt/clu/clu-declaracao.htm","2011-02-16","14K"," Confederação Lusófona de Urologia - Declaração","","Associação científica, sem fins lucrativos, representativa da Urologia e dos que a praticam nos Países de Língua Portuguesa, fundada em 09/11/2009, em Goiânia, Brasil, com sede em Lisboa, Portugal","Confederação Lusófona de Urologia Declaração de Intenções e Objectivos Associação científica, sem fins lucrativos, representativa da Urologia e dos que a praticam nos Países de Língua Portuguesa, fundada em 09/11/2009, em Goiânia, Brasil, com sede em Lisboa, Portugal. Objectivos: Fomentar acções institucionais que visem o estudo, a promoção, o desenvolvimento, o progresso, a investigação, o ensino, e a divulgação da Urologia e dos que a praticam, nos países e regiões lusófonas, num espírito de diálogo, colaboração e inter-relacionamento; incentivar, expandir, divulgar e representar a Urologia lusófona em âmbito internacional; dialogar e cooperar com outras instituições lusófonas, médicas ou não, que tenham como objectivo uma aproximação dos países de língua portuguesa. Aproximar, em termos técnico-científicos e sócio-profissionais, toda a comunidade urológica de língua portuguesa, bem como as suas confederadas, Associação Portuguesa de Urologia e Colégio de Urologia da Ordem dos Médicos de Portugal, Sociedade Brasileira de Urologia, e outras Associações Científicas ou Colégios de Urologia de outros países lusófonos que se venham a formar. Apresentação Fundação e Breve História Declaração de Intenções e Objectivos 1ª Directoria da CLU Proposta de Sócios Fundadores Contactos Estimular a criação de Associações Científicas ou Colégios de Urologia em países lusófonos em que elas ainda inexistem. Criar e manter uma página na Internet, para comunicação e divulgação. Promover acções concretas de colaboração na área da Urologia e dos seus praticantes, no âmbito científico-pedagógico, de investigação, divulgação, ensino, treinamento, assim como nos campos assistencial e organizativo. Criar vias de acesso para parcerias entre Servi
